Sodoma

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Cquote1.png Aqui é muito chato!!! Vamos para Gomorra!!! Cquote2.png
Você sobre Sodoma


Sodoma foi uma simpática, segura e agradável cidade do meio-oeste da Mesopotâmia, em sua época (Era do Gelo) foi um pólo comercial da Babilônia, extremamente popular devido à produção em massa de ópio e bonecas infláveis. Infelizmente, conforme as visões reveladoras do profeta satanista Crowley, a cidade foi alvo de um extermínio inter-galactico liderado por ex-habitantes do continente perdido de Atlântida Pangea, que decepcionados com a degradação sexual da cidade tramaram um derradeiro e trágico final. Outra fontes afirmam que Sodoma foi o palco da primeira guerra galáctica entre Humanos e Reptilianos, na última aproximação do planeta Nibiru à Terra. Conta a lenda que Saga de Gêmeos foi o herói dessa titÂnica batalha vencida no limite pelos terrestres, mas infelizmente Sodoma desapareceu para sempre da face do planeta e apenas é lembrada no Al curão como o local onde Ala, Saga, Shaka e Moisés deram um chute na bunda dos ets ranhosas e gordurentos (et da Varginha estava presente).

Cidadão preparando sua armadura e armamento para ir trabalhar em Sadoma.

História[editar]

Fundada em 7344 a.C. pelo assassino Caim, filho de Adão, a cidade prosperou muito com a prostituição. Em 5293 a.C. a prostituição foi substituída pelo narcotráfico. Poucos anos depois a cidade era uma das mais ricas do Oriente Média. Houveram breves períodos de terror, sangue e ódio, quando a cidade foi invadida por mouros, pelo terrível gladiador asiático Groo, pelos orcs, pelas forças de Nabucodonosor e finalmente pelo simpático mercenário Escorpião Rei, o Cruel. Depois de um breve período de paz e putaria a cidade virou alvo de uma conspiração mística inter-galáctica de atlantes e foi bombardeada por meteoros pela Frota Espacial de Ashtar Sheran, que aniquilou totalmente a vida suja, imoral e desavergonhada dos sodomitas no ano 2893 a.C. finalizando assim os dias de glória, rock'n'roll, pagode e sexo da esplendorosa Sodoma.

Hagar, o Horrível, era fã de Sodoma.

Geografia[editar]

À oeste de Sodoma situava-se a Palestina, uma terra pacífica e amigável. Rumo ao sul era possível chegar ao deserto da Arábia, uma terra de vegetação esplendorosa e de mananciais de água doce, habitada por um povo hospitaleiro como nunca se viu igual.

Ao leste situava-se Jericó, que teve seus muros destruídos por uma horda de judeus-nômades no século 22 a.C. e para o norte situava-se Gomorra, na época propriedade privada dos Hititas, povo que foi exterminado pelos Tártaros, o que talvez explique porque você nunca ouviu falar deles na sua vida.

Economia[editar]

De acordo com os últimos achados arqueológicos de cachimbos e piteiras, os estudos científicos nos levam a crer que a economia da cidade baseava-se no cultivo de papoula e subsequente tratamento artesanal e processamento químico de seus opiáceos derivados alucinógenos psicodélicos, merecendo destaques a morfina e o ópio.

Representação de uma cobra comendo um sodomita em seus trajes típicos: nu.

Política[editar]

Sodoma era uma cidade governanda por ninguém, com com exceção do Diabo. Isso pode ser muito bem compreendido com as últimas descobertas arquológicas, em que alguns prefeitos e políticos foram encontrados desmenbrados nos subterrâneos da antiga cidade. O povo de Sodoma realmente não apreciava líderes. A política externa era extremamente receptiva de pernas abertas ao diálogo. Os soldados de sodoma tinham como lema a famosa frase do deus pagão egípico Set: "roubar, matar e destruir", posteriormente assimilada pelo Capeta em sua revolução capitalista-comunista infernal.

Religião[editar]

Um demônio, adorável e misterioso rei de Sodoma.

A religião de Sodoma pregava sou da paz e desarmamento, a compreensão mútua e o amor, explicando que somente o espírito de irmandade branca entre as nações seria capaz de converter a Babilônia e o resto do Mundo Antigo em uma terra de fraternidade e solidaderiedade, onde não haveria mais violência nem tristeza.

Mas ninguém dava ouvidos.

Eram oferecidos muitos bodes, cabras e até políticos aos deuses pagãos adorados pelos moradores da cidade. O panteão era sincrético e vasto. Figuravam desde deuses poderosos da Ásia, egípcio até ídolos africanos. Os principais adorados eram Ninrode, Baal, Malebólgia e Lilith.

As guerras eram cruéis, Os inimigos eram geralente espancados, retalhados, cozidos, linchados, enforcados e perfurados e comidos. Depois de um breve diálogo eram sacrificados ao deus Dagom ou empalados ante a imagem do ídolo maligno Sacolaman. Após alguns dias expostos ao sol, os sacerdotes, sendo muito misericordiosos, resolviam retirar os corpos dos altares.

Só então os inimigos eram mortos.

Ver também (cuidadosamente)[editar]