Soure

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Município de Soure
"Bufalolândia"
Bandeira de Soure.png
Bandeira
Aniversário
Fundação Não disponível
Gentílico souruano
Lema Em terra de Búfalo, quem tem chifre é rei!
Prefeito(a) Não disponível
Localização
Localização de Soure
Estado link={{{3}}} Pará
Mesorregião Ilha dos Búfalos
Microrregião Piriri
Municípios limítrofes Não disponível
Distância até a capital Não disponível
Características geográficas
Área Não disponível
População Não disponível
Idioma Não disponível
Densidade hab./km²
Altitude metros
Clima Não disponível
Fuso horário UTC
Indicadores
IDH
PIB R$
PIB per capita R$

Cquote1.png Você quis dizer: Capital do Marajó? Cquote2.png
Google sobre Soure
Cquote1.png Experimente também: Salvaterra Cquote2.png
Sugestão do Google para Soure
Cquote1.png Se não fosse por vocês, seriamos os melhores! Cquote2.png
Salvaterrenses sobre Sourenses
Cquote1.png Se não fosse por vocês, Salvaterra já teria dominado Belém! Cquote2.png
Belenenses sobre Sourenses

Soure é a última ilhota, em ordem cronológica pelo menos, a fazer parte do vasto Pará, mais precisamente localizado em uma porção de terra espremida no meio do Rio Amazonas com o Oceano Atlântico conhecida como Ilha do Marajó.

É uma das poucas cidades do Pará que fazem parte dessa ilha e que estão mais do lado do Oceano do que de algum rio de água doce como a maioria dos outros, o que faz com que a cidade receba um enorme contingente de habitantes de várias partes do mundo estado, que estão afim de bancarem uma de ricos e nadarem no mar somente para sentirem um pouco da água salgada entrando em seus fundilhos para depois fazerem inveja aos seus amigos em uma roda de churrasco no domingo.

Por sua localização privilegiada, Soure tem atualmente uma enorme especulação imobiliária, somente para que a cidade fique ainda mais elitista e somente os das mais altas patentes da Zelite possam frequentar as suas praias, nada mais do que justo, já que de farofeiros é o que não falta nas praias do Pará todo.

História[editar]

Búfalos, o símbolo maior de Soure e suas redondezas.

A cidade é conhecida como a Capital dos Búfalos e de tudo que tem chifres no Pará, não sendo à toa que a cidade é cheia de cornos-mansos, mesmo o povo aparentando ser sempre alegre e feliz. Da mesma forma que todos os municípios do Marajó foram conquistados (não só do Marajó, como de todos os municípios do Estado do Pará), Soure teve a sua colonização a partir de uma tribo indígena, sendo mais precisamente dominadas por duas em particular, que agora me falhou a memória e não me lembro os nomes, mas foda-se, até parece que isso realmente importa em alguma coisa.

Quando a cidade foi dominada pelo "homem branco", tais tribos foram dizimadas e deram lugar para a região que mais tarde seria conhecida como Soure, apesar de todo mundo dizer que não foi bem assim que aconteceu, mas que o colonizador chegou, catequizou os índios e os mesmos, gostando tanto de seus dominadores, acabaram cedendo ao fato de serem conscientemente inferiores em questões tecnológicas e acharam melhor se modernizar, deixando assim que fosse criada a cidade de Soure por ali, juntando as duas tribos rivais (bem poético isso).

Com o passar do tempo, a cidade foi crescendo e o que não faltou foram latifundiários se mudando para lá, criando assim as suas grandes fazendas de criações de ruminantes. Não se sabe como, mas o ruminante que mais se destacou por ali acabou sendo o búfalo, sabe-se lá porque, talvez por ele ser preto gostar do muito sol que tem por aquelas bandas. Tal qual um bando de coelhos, os búfalos começaram a se reproduzir aceleradamente, dominando toda a cidade e sendo, hoje, quase tão numerosos e espaçosos quanto os seus habitantes (principalmente os fazendeiros, esses sim são espaçosos).

Soure é uma das poucas cidades do Pará banhadas pelo Oceano Atlântico.

Com o tempo passando e vendo que a cidade não tinha mais para onde crescer, Soure acabou se deparando com uma perda tremenda. Uma de suas grande vilas, que se chamava Salvaterra, acabou se separando de lá, declarando independência, por se achar importante demais para ser ofuscada pelo brilho salgado de Soure. Como Salvaterra já tinha todo um status nas férias, sendo o local de destino de muita gente e tinha como se sustentar, Soure teve que abrir mão do local para não começar uma guerra.

Perdendo uma boa parte de seu território (que já não era lá grande coisa, como Portel, por exemplo), Soure se viu dominada pelos seus bubalinos, que cresciam demasiadamente, tal qual no Amapá, só de que uma forma bem mais limpinha e asseada. Vendo que por mais um pouco poderia acabar perdendo o seu território que sobrou para os ruminantes, caso estes quisessem também obter os seus direitos, os sourenese foram espertos arranjando logo um emprego para os animais, além de permitir que eles pudessem caminhar livremente na cidade sem nenhum problema, tal qual as vacas na Índia (mesmo que sem toda aquela realeza e santidade), tudo isso somente para que eles parassem de ter filhos, pois todo mundo sabe que quando um animal melhora de vida, a última coisa que ele quer é ter crias (tal verdade pode ser observada no homem, por exemplo).

Sendo assim construída com a força dos búfalos, Soure cresceu e hoje é uma cidade tal importante e bem esquisita quanto a capital do Pará, Belém, se bem que mais suja de cocô de ruminantes do que esta última.

Um Sourense discutindo com Carlos Drummond de Andrade sobre as belezas de Soure serem melhores que de Salvaterra.

O maior problema mesmo de Soure é a sua atual rival, vizinha e antigo vilarejo que lhe pertencia, Salvaterra, que está quase a descabancando de seu status de "Pérola do Marajó", não por acaso, já que até mesmo Carlos Drummond de Andrade, que já visitou Salvaterra há muito tempo atrás, elogiou a cidade por causa de suas putas belezas naturais e muitas outras coisas belas de lá. Além disso, Salvaterra já recebeu até mesmo uma crítica escrita pelo próprio poeta e cafetão sobre seus domínios, que são considerados "mara!" por ele.

Diferentemente de Soure, que somente recebe elogios de turistas vindo somente de dentro do Pará e que nem de turistas podem ser chamados, já que muitos somente atravessam o Rio Guamá para poder chegar por ali, já que muitos que por aquelas terras passam as suas férias são mais de Belém do que de outras parte do Pará. Bom, que as duas cidades se destruam se assim preferirem, eu que não me meto nessas questões litigiosas e aconselho você, caro leitor, a nem se meter nessa porra também.

Clima[editar]

Búfalos exercendo o ser trabalho turístico em Soure.

Seu clima é superúmido, por estar em uma área de ilha e principalmente próxima à água, mesmo assim, seu clima chega a mesma temperatura infernal de Belém nos tempos de verão, não sendo por pouco motivo que acaba sendo o local de destino de muitos pobres habitantes do estado em busca de sol e água (se bem que eles poderiam muito bem ir para outro local mais de acordo com a sua classe social e deixar esse paraíso mais para os ricos mesmo).

Economia[editar]

Sua principal economia esta voltada para o turismo (óbvio), devido as suas praias de água salgada, algumas doces e outras contaminadas com cloroformis fecais, mas isso são detalhes. Além disso, ainda tem uma grande ajuda na sua força motora turística com a presença dos búfalos pela cidade, que dão (ui!) um ar rústico à cidade, que fica com cara de interior (mais até do que ela já tem).

População[editar]

Atualmente Soure comporta cerca de um pouco mais de 21.000 habitantes dentro de seu espaço, isso sem contar o número de búfalos e outros animais que lá aparecem durante os tempos de férias.