Space Opera

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Nota: Space Opera pode ter outros significados, para chechecá-los, consulte Space Opera (desambiguação).


Zorak.jpg Você está entrando em um mundo desconhecido nas imensidões da escuridão, onde
ninguém pode ouvir seus gritos!

Agora, viajar pelo espaço ficou mais fácil depois que inventaram a Coca-Cola.
Se aconchegue em sua nave e vá tomar um "chazinho" com o E.T. de Varginha.

Cquote1.png Você quis dizer: Soap Opera Cquote2.png
Google sobre Space Opera

Cquote1.png Se não existe vida fora da Terra, então o universo é um grande desperdício de espaço. Cquote2.png
Carl Sagan sobre Space Opera
Cquote1.png Houston, nós temos um problema. Cquote2.png
Jim Lovell sobre Space Opera
Cquote1.png ... Cquote2.png
Master Chief sobre Space Opera

Space opera é um dos mais populares gêneros de ficção científica dentro da comunidade nerd, muito comum sobretudo entre os fãs de Star Wars e fãs de Halo. O gênero é caracterizado sobretudo por clichês dos mais ultrapassados, dentre os quais podemos citar viagens interplanetárias, guerras de mundos, alienígenas vagabundeando pra todos os cantos do mundo e qualquer outra coisa que viole descaradamente as leis da física e da ciência como num todo. Vários foram os responsáveis pela criação do gênero, mas os principais criadores são E.E. Smith, Edmond Hamilton, Jack Williamson, Carl Sagan, Tenente Ellen Ripley, Darth Vader e Master Chief.

Space Opera na Cientologia[editar]

Típico cientologista defendendo sua tese de doutorado sobre o Space Opera.

Primeiramente, antes de falarmos sobre o gênero tal como se conhece na Ficção Científica, vale ressaltar que a Cientologia, uma pseudo-religião caracterizada por meter abobrinhas na cabeça de seus fieis (como todas elas, aliás), tem uma definição própria e estúpida específica para Space Opera.

O termo foi utilizado pela primeira vez dentro dessa doutrina infundamentada, pelo seu criador, um tal de L. Ron Hobbard. Hobbard tratava-se um nerd RPGista de carteirinha, fã de Star Wars, escritor de ficção científica pulp clichê e ávido leitor daquelas revistas falidas de fantasia da década de 40. Provavelmente, por estar atolado até a boca em sua própria vida social inexistente, virgindade e nerdice, o dito cujo pirou na batatinha e criou a tal doutrina, apropriando-se do termo Space Opera por influência das publicações que costumava ler enquanto trancava-se horas e mais horas no seu quarto (provavelmente, ainda na casa de seus pais).

Basicamente, para os doidos chapados adeptos da cientologia, a ficção descrita na Space Opera não trata-se de ficção, e sim da lembrança de fatos verídicos que supostamente teriam acontecido num passado remoto, no qual a Terra era constantemente visitada por alienígenas dos mais desgraçados variados, tais como grays, Alf, chupa-cabras, Covenants, Tripods, Xenomorphs, Predadores e cantores de pop music. Logo, ainda de acordo com essa crença, nós, os mesmos seres humanos incapazes de sequer viajar até Marte se perder alguns anos preciosos de nossas vidas, teríamos, nesse mesmo passado remoto, sido capazes de realizar viagens interplanetárias no melhor estilo Star Wars.

Tais crenças defendidas pelos doidos varridos cientólogos, são provavelmente fruto de um consumo excessivo e abusivo da erva, e só contribui ainda mais para que a Igreja da Cientologia seja considerada uma piada. Por consequência disso, os adeptos dessa doutrina dificilmente são levados a sério, e quase nunca conseguem um emprego que preste. Em virtude disso, os mesmos acabam tendo de morar com os pais até depois dos 40 ou indo trabalhar nos estúdios da History Channel, onde podem defender suas teses ridículas e iniciar pesadas sessões de RPG entre o intervalo de um programa e outro. Como todos precisam trabalhar um dia, a maior parte deles opta pela segunda opção.

Características e descrição[editar]