Street Fighter II: The World Warrior

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Virtualgame.jpg Street Fighter II: The World Warrior é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, um n00b manda seus peasants para a base inimiga.


TitiFáiti
Street Fighter II capa.png

Capa da versão para SNES

Informações
Desenvolvedor Capcom
Publicador Capcom
Ano Há muuuuuuuuito tempo atrás, ninguém nem se lembra, até porque todo ano relançam um novo
Gênero Destruição massiva de botões
Plataformas arcades de rodoviárias
Avaliação 98/100
Idade para jogar Ideal para machos

Cquote1.png Experimente também: Briga de rua Cquote2.png
Sugestão do Google para Street Fighter II: The World Warrior

Street Fighter II: The World Warrior (subtítulo meramente opcional) é um famoso e aclamado jogo de destruição de botões produzido pela Capcom, criado às presas após o estrondoso insucesso do Street Fighter 1,99. O jogo marca o septuagégimo segundo jogo da série de grande sucesso Street Foghter e teoricamente traz as mesmas coisas de sempre: Japoneses bombados, aquele chinês gordo, a chinesa vadia, o indiano maluco, o brasileiro aberração da natureza e o americano marrento. Mas acredite se quiser, em 1991 tudo isso era uma grande novidade!

Desenvolvimento[editar]

O objetivo da criação deste jogo era preparar a comunidade internacional na prática do kung fu, para deter a ameaça nazista na época da Segunda Guerra Mundial, plano que foi um sucesso, pois hoje sabemos que os nazistas foram devidamente derrotados. O jogo foi lançado para os arcades das rodoviárias do mundo inteiro, e sua jogabilidade viciante o tornou uma febre mundial. Qualquer pessoa que foi considerada um pivete na década de 90, deixou de almoçar muitos dias para gastar dinheiro comprando fichas para esse jogo.

Jogabilidade[editar]

A primeira, clássica e original tela de escolha de personagens do primeiro Street Fighter II de 1991.

É aquele joguinho de luta mais típico, com dois personagens na tela se espancando até um deles cair em coma no chão com a barra de HP zerada. Mas apesar de hoje ser aceito como o "normal" para um jogo de luta, em sua época Street Fighter II revolucionou os paradigmas de jogos de luta ao proporcionar a possibilidade do jogador escolher entre vários personagens para brigar, desde os bonzinhos até aqueles com cara de malandro e até mesmo uma prostituta chinesa. Essa variedade de opções de escolha deixou a todos atônitos em 1991.

Todos ficaram chocados quando descobriram que podiam enfiar porrada (virtualmente) até no amiguinho, mesmo que o amiguinho escolhesse um personagem igual ao seu, um sósia, que se diferenciava pela cor das roupas (exceto o Blanka , que adquiriu poderes de camaleão para mudar sua cor verde-oliva para ciano quando precisa enfrentar seu alter-ego).

Como em sua versão anterior, o perdedor em combate aparece espancado e humilhado, mas a novidade agora é que qualquer um podia inserir uma moeda nas máquinas apenas pelo prazer de continuar sendo rudemente humilhado.

Uma grande novidade para a época foi o fato de cada personagem ser diferente em tamanho muscular, capacidade de ejaculação e técnicas de combate, sem contar que cada um tinha seu próprio final feliz na história. Coisas que posteriormente seriam plagiadas por todas outras empresas.

Agora o que fazia qualquer pivete pirar era o estágio bônus de quebrar um carro só na base da porrada. Após duas lutas disponibilizavam ao jogador um sedan para ser impiedosamente destruído só com soco e pontapé. O objetivo dessa brincadeira aleatória era totalmente nula, a ideia era só ter algo novo mesmo, por mais ridículo que parecesse, e acabou tornando-se um ícone da série.

Enredo[editar]

Vega M.Bison tenta dominar o mundo, para isso convida todos os Street Fighters para lutarem; Quem sobrar iria tomar um Pau do Bison, só que na hora de descer a porrada no finalista, apanha para o Akuma e o jogo acaba.

Quanto aos dois principais protagonistas quer desejam impedir Vega M.Bison, Ryu não é irmão de Ken, apesar das semelhanças. Ryu e Ken são conhecidos desde criança, época em que eles brincavam muito de pique-esconde, pega-pega, meinha e desde então eles não se desgrudaram um minuto, indo inclusive para o mesmo centro de treinamento onde eles foram treinados pelo próprio Mestre Kame - o que gerou inclusive muito ciúme por parte do Goku. Durante esse treinamento, eles aprenderam muitas técnicas de luta como os golpes ADUGUEM, RORIUGUEM e ATAQUETAQUETRUGUE.

Personagens[editar]

Gráficos do Ryu em um de seus jogos sem sucesso que não é o STII.

Apesar de hoje em dia, no último relançamento Hyper Ultimate Street Fighter II \sqrt {2} PolyStation 7 Edition seja possível ver 475 personagens, na versão original de 1991 haviam apenas 8 personagens jogáveis e 4 chefes não jogáveis.

Ryu - Japão

O único personagem jogável em Street Fighter I volta repaginado. É aquele personagem sem graça que os pivetes pegam pra jogar porque é aquele que possui os controles mais fáceis. É dono da clássica técnica Hadouken, a habilidade de soltar uma bolota de energia lenta pra cacete. Volta nesse jogo porque deseja continuar sua missão xenofóbica de enfiar o cacete em representantes de todas nacionalidades do mundo.

Ken - Estados Unidos

A história dele não é muito diferente da história do Ryu... Porém, dizem as más línguas que, em certo momento do treinamento deles, Ken teve um caso com Naruto... Mas não se sabe ao certo e nunca saberemos a realidade... Podre de rico-multi-quadrilhonário, é o único personagem do game que não tem motivo NENHUM para estar no game! É apenas um masoquista por natureza, um dos que mais levam porrada dos jogadores. Até hoje não se sabe se ele é realmente filho do He-Man, por causa da sua semelhança com o herói.

Chun-Li - China

Muito gostosa e tarada, Chun-Li veio para o Brasil vingar a morte de seu pai assassinado por M.Bison. Apesar dessa desculpa esfarrapada, que ninguém sai vingando o pai desse jeito, o seu objetivo real é desfilar por aí mostrando suas lindas e fartas coxas para todo mundo, matando a todos de tesão. Hoje é casada com Vega (saiba mais). É escolhida apenas por nerds pessoas que tentam ver sua calcinha, porque em questões de jogabilidade é disparadamente a pior do jogo.

Guile - Estados Unidos

Um mauricinho que gosta de usar topete e é metido a valentão, foi convocado pelo exército americano para integrar as tropas que invadiram o Iraque e chegando lá foi ele mesmo quem capturou Saddam Hussein. Retornando a sua terra como um herói anônimo, foi chamado para fazer filmes no cinema (sendo a sua última aparição no filme do Quarteto Fantástico, fazendo o papel do Tocha Humana). Após isso, dizem que ele estava indo procurar um dono de circo para viajar com eles, pois ele sabia fazer mágica com fogo, mas foi visto vendendo joguinhos na TV sob o pseudônimo de Ciro Bottini.

Blanka - Brasil (tinha que ser...)

Um xucu garoto do rio, não do Rio de Janeiro, mas do Rio Amazonas, estava ele tranquilamente pescando às margens do rio quando recebu uma proposta de ficar muito forte tomando apenas alguns comprimidos, e com isso conseguir derrotar o Chuck Norris. Sua mãe foi contra, pois sabia que nem Goku-Deus se metia com Chuck Noris. Na verdade os carinhas que ofereceram o remédio milagroso eram de um circo e estavam querendo criar mais uma criatura para colocar em seu negócio. Quando viu que a coisa estava ficando preta (ou verde), ele pulou no rio para tentar escapar, mas antes caiu em um tanque de enguias elétricas, tomando um baita choque e ficando energizado (o famoso TÁ LIGADO?). Após isso, ele vagou pela selva, sempre fugindo dos humanos que o viam como uma aberração e tentando encontrar o dono do circo que fez aquilo com ele. Blanka conseguiu descobrir que o nome do dono era Merda Bisonha M.Bison e então decidiu entrar no concurso que M.Bison estava lançando dizendo ser um bingo campeonato de porradaria. O mais estranho (além dele ser verde, ter o cabelo laranja, dar choque e só por isso ser brasileiro) é que ele esqueceu de deixar criar pelo no resto do corpo, deixando crescer apenas em sua cabeça (ficou que nem o sayajin), nos antebraços, no peito e nas panturrilhas. Ganhou o concurso do Silvio Santos de maior brasileiro de todos os tempos.

Dhalsim - Índia

Um macumbeiro pai-de-santo que saiu da Bahia para montar seu terreiro próprio em outra cidade. Através da sua magia negra conseguiu desenvolver técnicas de rasteira e chutes usando mãos e pernas de borracha que fazem com que seus socos e chutes atinjam o adversário longe. Quando incorporado pelo seu caboclo bebedor, é capaz de soltar fogo pela boca, acendendo um fósforo e soltando o bafo da pinga que consumiu. Porém, sempre que terminam as lutas, ele diz não se lembrar de nada e, tendo ataques de convulsão constantes, fica louco, balançando-se freneticamente.

Vodka Gobalski Zangief - Rússia (mas ele acha que ainda é a União Soviética)

Ex-marinheiro, ex-lutador e atual ator de filmes adultos hétero-eróticos, criando uma rivalidade com o Kid Bengala. Zangief é o estereótipo de cachaceiro peludo de moicano. Seus pais bebiam muito para se aquecer na gélida tundra da Skavurzka União Soviética e, em homenagem à salvadora bebida, deram ao seu filho o nome de Vodka Gobalski.

E.Honda - Japão

Morador do bairro da Liberdade, em São Paulo, e consumidor assíduo de todos os tipos de restaurante rodízio da cidade, se mudou para Brasília para arrumar uma boca por lá, pois diziam que lá tinha muita pizza. Chegando lá, ele se desiludiu, pois a pizza vinha com os pedaços contados, voltando assim para São Paulo. Registros mostram que ele decidiu entrar no campeonato proposto por um tal de M.Bison, apenas por que no anúncio dizia que a hospedagem e alimentação seriam cedidos pelos organizadores do evento.

Balrog - Estados Unidos

A vida de Balrog não é muito conhecida (sabe-se apenas que ele é o irmão mais novo de Mike Tyson. Essa sua origem era um completo mistério desde o seu nascimento até a sua revelação no Street Fighter, quando foram até o local onde ele morava para fazer sua inscrição no programa de lutas. No local, foram encontrados muitos potes de suplementos alimentares e muito DECA. Ficou evidente que ele era fã do George Foreman, o "Grill", pois ele tinha em seu apartamento pôsteres e fitas com vídeos de lutas de Foreman. Sabe-se também que ele teve aulas de boxe com Rocky Balboa.

Vega - Espanha

Camarada esquisito, que vive correndo atrás de vacas chifrudas com um pano vermelho na mão. Já tentou namorar Chun-li e Ken Masters, mas nenhum dos dois quis nada com ele. Acabou ficando tão triste que cobriu o rosto com uma máscara. Biba enrustida, hermafrodita que camufla a carinha com frescurinha de se machucar com as próprias unhas que usa como arma. Seu último namorado também o largou para fugir com uma salsicha e dois ovos. Começou a ver X-Men, gostou muito do Wolverine, mas não tinha os certos poderes, então deixou as unhas crescerem, e foi para a vida de lutador de MMA.... Por isso, pula feito uma gazela e dá gritos de desespero para tentar aterrorizar seus adversários que estão nem aí pra ele. É o sujeito mais burro do jogo, pois apesar de ser o mais bonito, usa uma máscara ridícula e de um tremendo mau-gosto...

Sagat - Tailândia

Um grandalhão de 2,5m que usa um shortinho do "Tchan" que parece uma samba-canção e tapa-olho porque as minas dizem que acham charmoso, sexy e, ao mesmo tempo, sedutor (WTF?). Tornou-se lutador de Muay Thai nas horas vagas entre os intervalos de seu emprego como fisiculturista tailandês.

Mário Bison - Inferno Tailândia

M. Bisonho suposto dono de um circo que roda o mundo à procura de mais seres para trabalhar para ele, nasceu em uma fazenda no interior de Minas Gerais, sendo mandado pela sua tia avó de quinto grau para o Pará. Lá ele se juntou com um "cabra macho", que levou ele num bar para tomar um birita que "o Cão foi quem butô pa nóis bebê". Dizem que ele ficou muito amigo do Cão e, por conta disso, foi treinado na arte do fogo voador. Mario Bison, conhecido pelos íntimos como "Foguinho" seria uma das possibilidades da piada - Você conhece o Mario? - Que Mario? - Aquele que me comeu atrás do Armário (sim você o leitor), diz que sua procura está próxima do fim e que, um dia se Tio Bob não interferir, sonha em voltar a reencontrar seu amigo - o Cão.Bison, é ao mesmo tempo amado e odiado, amado por matar mais de 1.500.000.000.000.011.024 emos por dia, e odiado por querer dominar o mundo e matar Chuck Norris.

Versões[editar]

Devido ao imenso sucesso do jogo, sempre surgiram várias continuações e versões especiais a cada novo ano, sendo que as vezes surgiam 3 ou 4 versões especiais num mesmo ano. Street Fighter II foi eleito pelo Livro do Guiness dos Recordes como o jogo mais relançado de todos os tempos. Os principais relançamentos são:

Recepção[editar]

A possibilidade de cometer vandalismos sem culpa chamou muita atenção da crítica.

Graças aos seus gráficos extraordinários que passavam um realismo nunca antes visto, fazendo nerds de todas partes do mundo pausar o jogo na hora do chute giratório da Chun-Li só para verem a calcinha dela, incluindo também o impressionante realismo e variedade de vozes como os clássicos "adouken", "salek pum" e "ioga fair", Street Fighter II é considerada por muitos ex-pivetinhos de fliperama (hoje já idosos) como o melhor jogo de todos os tempos.

O Street Fighter II foi o grande responsável pela popularização e disseminação do Hadouken. Apenas uma semana após o lançamento do jogo, as escolinhas de Kung fu do mundo inteiro estavam lotadas de pivetes ávidos por aprender a soltar um hadouken, ou até mesmo um shoriuken. Já se passaram 30 anos de seu lançamento, e até hoje as pessoas ainda desejam aprender soltar um hadouken.

Apesar do estrondoso sucesso, o jogo vinha com um grave defeito de fábrica que decepcionou os nerds (público alvo) fãs de Street Fighter, o jogo trazia apenas a Chun-Li como a única personagem feminina com a calça socada no cu. E nessa época surge o rival The King of Fighters, que trazia mais de 50 mulheres peladas para jogar na mesma jogabilidade do Street Fighter. Isso não afetou tanto as vendas de Street Fighter II porque sempre tem aquele nerd que vê os hentais da Mai Shiranui, mas sempre joga com o Ryu em Street Fighter II.