Suzhou

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Pastel chines original.jpg Pastel de flango, né?

Este altigo foi fablicado na China e pode queblar a qualquer momento. O autor plovavelmente luta Kung Fu e tem uma pastelalia. Não estlague este altigo, pois Jackie Chan está de olho.


Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.
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Google sobre Suzhou

Suzhou (苏州 em chinês que significa Sujou) é uma cidade da província de Jiangsu, na China. Localiza-se nas margens do Grande Canal [carece de fontes] e por isso é constantemente vítima de enchentes e outros desastres ecológicos naturais cuja população já está acostumada, como terremotos, erupções vulcânicas e furacões. Por isso a expressão que marca a cidade e a batiza: "Sujou".

História[editar]

o Imperador Chinês Ku Klux Kan, após sua visita à capital da potência vizinha, a Babilônia, se maravilhou com os Jardins Suspensos da Babilônia no meio do deserto, e decidiu criar algo semelhante, assim, em 500 a.C., contratou Oscar Niemeyer e engenheiros astecas, para arquitetar uma cidade no meio de um pântano, e assim surgiu Suzhou, uma cidade que tem mais sapos que humanos, e muita área verde.

Lar de elfos e gnomos, Suzhou ficou famosa por seu brejo que permeia a cidade inteira, sendo as vezes chamada de a Venza do oriente mal-cheirosa.

Jardins Clássicos de Suzhou[editar]

Centro de Suzhou e seus belos Jardins Clássicos.

Os Jardins Clássicos de Suzhou são a marca registrada da cidade, lar de sapos, cobras e aves, esses espaços repletos de areia movediça no espalhados estrategicamente pela cidade, criam uma nítida sensação de seus habitantes estarem no meio de um pântano.

Curiosidades[editar]

  • Nesta cidade faleceu de febre amarela em 11 de Abril de 1607, o jesuíta e explorador português Bento de Góis, depois que se perdeu enquanto procurava pelo misterioso local que leva seu nome, Goiás, mas essa região sul-americana não era simples de se achar na antiguidade.