Tancredo Neves

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Donamorte1.jpg Tancredo Neves já morreu!

Uma pena que ele não te levou junto!

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Douto Trancredo
Tancredo polis.jpg
Tancredo cercado de assassinos (pessoas que roubariam merendas décadas depois)
30.º Presidente de Bandeira do Brasil Brasil
Período 15 de março de 198521 de abril de 1985
Vice-presidente Homem-maranhão em pessoa
Primeira-dama Marcela Tedeschi Temer
Predecessor João Figayredo
Sucessor José Sarnento
Pessoal
Nascimento 4 de março de 1886
San Juan do-Rei
Morte 21 de abril de 1985
São Paulo
Profissão Doutor adevogado
Partido político PMDeBosta

Cquote1.png Você quis dizer: Tranqueira Neves Cquote2.png
Google sobre Tancredo Neves
Cquote1.png Tancredo Never! Cquote2.png
Figueiredo, o último dos presidentes militares da ditadura sobre Tancredo Neves

Tancredo Neves (São João do Rei Jesus, 4 de março de 1886 – Translado entre o Hospital de Base e o aeroporto de Congonhas, 21 de abril de 1985) foi um ímprobo brasileiro. Conhecido pelos menores de 30 apenas como avô do inimputável senador por Minas Gerais, Aécio Never, candidato a ditador Presidência da República em 2014, é notoriamente lembrado pela população brasileira como sendo o político mais inábil do país por permitir a posse de Zé Ribamar — reza a lenda porque morreu misteriosamente dois dias antes de sentar na cadeira de presidente. Apesar de todas as teorias de conspiração relativas à doença que ele teve, na verdade, ele tinha um alien dentro do estômago, que se mexia como um bebê em barriga de grávida e o matava de rir. Daí o nome da enfermidade ser diverticulite.

Biografia[editar]

Tancredo nasceu na cidade de São João Del Rey em 1886, fruto do cruzamento de um Neves com uma da Silva.

Em 1926, vence na vida e abre sua primeira filial da montadora Ford no Brasil. Pouco mais de duas décadas e meia depois, Tancredo briga feio com Gerald Ford, herdeiro do patrimônio gerado por seu pai, Henry Ford, recém empossado CEO da companhia, durante um jantar de fim-de-ano promovido pela Caras naquele ano.

Vida empresarial[editar]

Com a cisão com o dono da empresa automobilística, Tancredo Neves foi além e passou a fabricar os veículos no Brasil por conta própria, sob a mesma marca Ford. Apesar disso, recusou-se a pagar royalties pelo uso da marca à matriz da montadora e foi processado por ela alguns anos depois.

Sob a gerência de Tancredo que a Ford criou o sedã Del Rey em 1951, que foi o maior sucesso brasileiro até os anos 1990, e a picape Pampa em 1956. A marca só seria devolvida a Ford americana em 1984, quando o comando da empresa passaria às mãos do executivo Eulin en Rabei. Foi assim que ele se enriqueceu e começou a carreira política.

Carreira política[editar]

Diferente de seu neto, a carreira de Tancredo felizmente não está associado à tráfico de drogas, afinal, quando iniciara a vida pública, Tancredo não dispunha de helicópteros, pelo contrário, ainda viajava sobre burro de carga, do norte ao sul do país (leia-se Eixo Rio-São Paulo) em campanhas de apoio a candidatura de Getúlio Vargas para a eleição de 1930, que digasse de passage, foi bem cafe-com-leite.

Depois que rolou aquele rebuliço todo, Tancredo esperou o governo JK passar pra tentar arrumar uma boquinha no governo federal. Nesse meio tempo, deitou e rolou nas Minas Gerais, enquanto aquilo ainda dava algum ouro. Foi vereador por São João do Rei e como todo bom político, alterou leis para beneficiar a própria empresa e para depois poder posar como exemplo de meritocracia. O mineiro, como todo bom brasileiro, gostou da experiência de ser enganado e então resolveu 'promover' Tancredo a Assembleia Legislativa e depois para o Palácio Tiradentes, o que depois o proporcionou convocar seu neto, primeiro como boca de urna, depois como herdeiro do gado eleitoral mineiro.

Desgoverno Jango[editar]

Jango discursando com tancredo neves a esquerda.jpg
Tancredo neves acenando com jango a esquerda (literalmente).jpg
O velho era aquele homem que sempre aparecia em meio a outros homens. Talvez seja por afinidade política, ou talvez seja por outro tipo de afinidade...

Cansado da monotonia das sessões ordinárias do Congresso, já que na época a capital do país tinha sido transferido lá pra puta que pariu (na época, um imenso matagal seco) e a casa não contava com um Tasso Jereissati, um Renan Calheiros ou um Fernando Collor pra animar aquelas tardes quentes de terças e quintas, Tancredo resolveu atender um pedido do então presidente Jango para assumir um cabide recém-criado, o de Chefe dos conselhos dos Ministros, em bom e velho parlamentarês, ser Primeiro-Ministro, quando não pensou duas vezes e #partiu rumo ao novo cargo.

Como primeiro ministro, Tancredo sentiu um gostinho do que era ser um Sarney, um Calheiros, um Temer da vida. O cargo durou apenas alguns meses. Só que o cargo de primeiro-ministro não foi extinto, apenas passou a ser o que hoje é a presidência do Senado no presidencialismo brasileiro. Pelo menos nesse período Tancredo pôde viajar o mundo em aviões da FAB, ser chamado de "esse lentíssimo" e claro, ser declarado culpado por milhões de brasileiros numa eventual derrota na copa de 1962, atribuições que antes (e depois) eram exclusivos do Presidente da República.

Dieta militar e reabertura política[editar]

Durante o regime dos militares, regime que aliás só tem nome já que em todo o quadro político nacional só haviam gordos, incluindo o próprio Tancredo, que de tão magrinho aparentava passar fome nos anos 40 e que chegou no início dos anos 80 pesando quase 100kgs.

Com o regime se afrouxando, algumas manifestações começaram a surgir e claro, como todo bom político, Tancredo Neves começou a surfar na onda do Diretas Já!, virando junto com algumas figuras carismáticas, como o proprietário da Bahia, como paladinos da liberdade. Alguns deles, como o Moreira Franco, continuam nessa luta até pouco tempo atrás, só que dessa vez para se livrarem da falecida Lava Jato

Vida pessoal[editar]

Em outubro de 1974, a revista Caras publicou em seu semanal um suposto romance entre ele e a suposta amante mexicana, chamada Nieves Frías Viúda de Lemón Aguado, então senhora da casa 72. Em entrevista ao mesmo periódico, na semana seguinte, o então deputado desmentiu tudo, pois na época já era devidamente casado com a dona Risoleta e não queria deixar que galhos crescessem na cabeça da senhora sua esposa.

Apesar dele negar veementemente todas as vezes que perguntado, a senhora Nieves passou a se chamar Dona Neves com o episódio, se afirmando como avó por direito de Aécio Neves, caso o mesmo aspirasse ganhar a eleição presidencial ou qualquer outra coisa que não fosse inalável pelo nariz.

Legado[editar]

Nessa época, os portadores do diploma de direito (ou não, qualquer um que aparecesse engravatado) eram chamados pela massa em geral pelo prefixo de doutô. Por se fazerem de cultos, com uso de palavras ui! difíceis em seus discursos naquele que já era o prenúncio do pardieiro que estaria por vir, esses tais doutores caíram na graça do povão, deixando vários dos herdeiros políticos que estão sugando das tetas do gordão até hoje. Assim, Tancredo conseguiu deixar toda as futuras gerações dos Neves mamando do erário e ainda deu mais força para algumas metástases que até hoje fazem parte da cultura política nacional, como a família Sarney e todo o PMDB.

Os brasileiros se convenceram que ele é um dos componentes da santíssima trindade que salvaria o país, junto com Ulysses Guimarães, Garrincha e Chuck Norris, os Etês e mais recentemente, Jair Bostonaro.

Pesquisas históricas recentemente realizadas pelos recentes historiadores da USP revelam que, na verdade, ele ressuscitou no terceiro dia, excomungou os pecados do PMDB e subiu aos céus, depois indo tentar concorrer a presidência dos Estados Unidos.

Morte[editar]

A última foto do presidente que nunca chegou a sentar naquele assento cor de ébano do Palácio do Planalto, onde reside a alma da jeba de Fortunato.

Finalmente, 1985! Era chegada a hora da tão sonhada eleição, aquele exercício de democracia onde uma minoria escolheria o sucessor do amante de cavalos.

Tancredo sabia que seria eleito, pois seu concorrente era ninguém mais que o Sr. fui el que fiz!, uma figura que de tão carismática nem os próprios partidários gostava dele. Era considerado um grandessíssimo pau no cu, aquele cara chato pra caralho, a hérnia de disco que foi escolhida pelo processo do não tem tu, vai tu mermo. O enredo era o mesmo de um filme australiano transmitido na Sessão da Tarde.

O velho macumbeiro, o Benedito, resolveu contar a coletânea de piadas de Ary Toledo ao recém-eleito presidente, fazendo com que ele se diverticulite. Sendo assim, era salvar o velho ou José Ribamar assumia. Era a escolha entre o país ser uma cópia da Argentina com o Tancredo ou virar de vez um Zimbabué todo fodido com o Sarney.

Transferiram o então futuro presidente a um hospital de Brasília, onde ele e alguns médicos bateram um papo bastante descontraído sobre a senhora Risoleta Neves, futebol e claro, a febre da época, a novela Roque Santoro. Cruzeirense roxo, Tancredo viu seu time perder nas vésperas de dar baixa em sua estadia no Hospital de Base, um hospital onde falta até esparadrapo em Brasília. A situação piorou quando viu que em sua linha sucessória estava José Ribamar, tendo depois desse o ACM, Renan Encalheiros e no fim da lista, Michel Temer. Ao falecer, o então presidente eleito democraticamente, mas fora de exercício disse:

Cquote1.png Pai, por que me abandonaste!? Cquote2.png
Tancredo Neves
Fiat Tancredinho: Baixinho, careca, e a hora que você mais precisa dele ele morre!

Finalmente Tancredo bateu as botas na noite de 20 de abril de 1985, quando soube que o Temer estava na linha sucessória para a presidência no futuro. Outros afirmam que ele foi assassinado por militares linha-dura da oposição comandados por Emílio Garrastazu Médici que tentaram impedir a sua posse como uma vingança pelo fim da Ditadura Militar. Felizmente, Médici foi direto para os quintos dos infernos, também naquele ano de 1985. ‎

Bandeira do Brasil.jpg
O melhor Presidente do Brasil
(já que morreu antes e não estorvou)
João encoxado por cavalos
19791985
Dono da Captania de Maranhão
19851989
Primeiro-e-único-ministro do Brasil
Após do feriado da Independência de 196112 de julho de 1962
Non Eczistia
8299
Francisco de Paula trás Brochado
que nem uma Rocha

1962
Bandeiraminas.JPG
Aécio-Tio nas Minas Gerais
15 de março de 198314 de agosto de 1984
Francelino Pereira
19791983
Hélio Garcia
19841987


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História do Brasil: Nova República (1984 - até agora)

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