Tanguá

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Gnome-searchtool blue.png Tanguá é uma pequena cidade desconhecida.
Você pode estar perdendo seu tempo à-toa ao ler sobre essa joça.
Judas perdeu as botas aqui.

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Cquote1.png Você quis dizer: Itaboraí do Leste Cquote2.png
Google sobre Tanguá

Cquote1.png É uma cilada Bino! Cquote2.png
Pedro sobre Tanguá

Cquote1.png Eu tenho medo... Cquote2.png
Regina Duarte sobre Tanguá

Cquote1.png Ô povo feio! Cquote2.png
Mução sobre Tanguá

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Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Tanguá.


Tanguá é uma cidade-dormitório do Rio de Janeiro e local de experiências biológicas e extra-terrestres na década de 1970.

História[editar]

Em Tanguá não tem rua que preste e só se pode andar de jipe

Tanguá surgiu a partir de uma usina de cana instalada no município de Itaboraí. Entretanto, como os nativos preferiam fazer cachaça e consumí-la ali mesmo ao invés de fazer açúcar para exportação, a usina foi a falência. A falta de perspectivas econômicas dos tanguaenses fez com que os mesmos fossem procurar trabalho no município vizinho de Rio Bonito ou mesmo se mudassem de vez para lá (isso quando passavam a ganhar um pouco mais de dinheiro). Até os dias de hoje, o maior sonho dos nativos de Tanguá é se mudarem para Rio Bonito.

Esse fato gerou muitas ciumeiras de Itaboraí e essa ciumeira (ui!) quase resultou em guerra entre os dois municípios. De saco cheio dessa briga entre Itaboraí e Rio Bonito, os tanguaenses resolveram se emancipar de Itaboraí em 1995 e acabar com a discussão. Atualmente, Tanguá é o principal fornecedor de mão-de-obra escrava para Rio Bonito, Itaboraí e para outras cidades do Grande Rio.

Experiências na década de 1970[editar]

Tanguá: a "Área 51" do Brasil

Na década de 1970, Tanguá foi vítima de dois grandes empreendimentos, que serviram apenas para disfarçar duas experiências patrocinadas pelo Governo Federal.

A primeira experiência foi a conversão da antiga usina de cana em um laboratório ultrassecreto de experiências biológicas e para fabricação de armas químicas. Esse laboratório foi disfarçado como uma empresa de fabricação de antibióticos chamada Cibran (Companhia Brasileira de Antibióticos). A suspeita de que ali não se fabricava antibiótico nenhum veio do fato de não se encontrar em nenhuma farmácia da região antibióticos fabricados pela Cibran.

Nesse laboratório foram geradas criaturas muito feias, que seriam utilizadas pelos militares como armas de guerra psicológica em caso de conflito com a Argentina: o objetivo era fazer os hermanos se borrarem de medo e terem que usar as duas mãos para segurarem as calças cheias de merda e assim não poderiam mais segurar os fuzis. A maior parte dos experimentos foram guardados e posteriormente usados em filmes japoneses de monstro (exemplo: Gyodai). Entretanto, alguns espécimes escaparam do laboratório e acabaram se misturando aos nativos - exceto o Tião Macalé, que fugiu para o Rio de Janeiro e conseguiu fazer sucesso na Rede Globo. O resultado do cruzamento entre os espécimes de laboratório fugidos e os nativos resultou numa concentração sem precedentes de genes de feiura em Tanguá.

O segundo empreendimento era um grupo de antenas construídas para se comunicar e atrair extraterrestres para Tanguá, disfarçado de "estação de comunicação com satélites" da Embratel. Entretanto, quando a população começou a desconfiar desse negócio de antenas para comunicar com satélites, os militares fizeram circular a falsa informação de que discos voadores pousariam em Casimiro de Abreu em março de 1980. Como nenhum disco voador pousou lá em Casimiro de Abreu, o povo passou a achar que toda história de disco voador era mentira. Isso permitiu que os militares continuassem a experiência com os ETs sem ninguém para chatear. Até os dias de hoje, o acesso a tal "estação de comunicação com satélites" é proibido para a população em geral, e especula-se que ali estejam guardados mais corpos de ETs do que na Área 51.

Economia[editar]

Não adianta procurar: os ET's estão escondidos

Tanguá alega ser o terceiro maior produtor de laranjas do Estado do Rio de Janeiro. Só fica atrás da capital do Estado (porque lá fica a sede do Governo do Estado e a Assembléia Legislativa, tendo assim maior concentração de políticos e, por consequência, de laranjas) e de Rio Bonito (por causa da grande quantidade de empresas-fantasma e ONG's fajutas ali constituídas).

Outro aspecto interessante da economia de Tanguá é que lá as pessoas vão ao circo - também chamado de Mercado do Produtor - comprar frutas, verduras e legumes. É um caso único no mundo: ao invés de levarem amendoins ao circo para darem de comer aos elefantes, os tanguaenses trazem do circo cenouras, mandiocas, pepinos, nabos e outros vegetais de duplo sentido.

Turismo[editar]

Se você considera visitar uma estação de trem desativada e se congelar nas águas das cachoeiras de Tomascar uma forma de turismo, então Tanguá possui pelo menos duas atrações turísticas. De resto, não tem muita coisa legal para se fazer por lá (tem algumas coisas ilegais, mas colocar isso aqui na Desciclopédia pode render processo por apologia ao crime).