Tanque Panzer Maus

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Estä arrtigö é alemon! Issö querr düzerr que ele é parrte dö conspürraçon gerrmänica parra inwadir ö Frankreich por trrás öutrra wez. Non faça scheiße, öu te porremos de quatrro nö Berliner Mauer.


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Google sobre Tanque Panzer Maus

Cquote1.png Esse é meu garoto... Cquote2.png
Hitler sobre Panzer Maus antes de entrar em combate

Cquote1.png Quem mandou fazer essa porcaria?!?! Cquote2.png
Hitler sobre Panzer Maus depois de entrar em conbate

O orgulho desgosto da Alemanha

Panzerkampfwagen VIII Maus (se pronuncia þåĦŢßėůŔĶÁǚñÞŀŵÄĢĐêňñ Oitavo MAAAuss), ou simplesmente Panzer Maus, é um tanque de guerra alemão, cujo nome significa Veículo de Combate Rato Pançudo VIII (Panzer = Pançudo; Kampf = Combate; Wagen = Veículo; VIII = VIII; Maus = Rato). Ele é mundialmente famoso por ser um tanque descomunalmente grande que não serve pra nada. Ele foi fabricado durante 5 anos pela Alemanha nazista, sendo abortado posteriormente para a construção do Tanque Monstro par ficar monstro toma old spice only for the uncles mans.

História[editar]

Segunda Guerra Mundial[editar]

Projeto[editar]

Projeto do Panzer Maus, o motor traseiro é característica nata do Fusca

Pouco antes do início da Segunda Guerra Mundial, os alemães tinham um poderoso exército e um poderoso poder de fogo naval e aéreo, porém tinha poucas alternativas para combate terrestre. O veículo mais utilizado para combates terrestres era o fusca. Eles viam uma necessidade imensa de criar um veículo blindado que pudesse trafegar pela terra, atravessar a água e ser potente para o combate. O Panzer Maus atendeu todas as expectativas, exceto a última.

Como os alemães estavam com uma imensa vontade de invadir a Polônia, Adolfinho (um exemplo perfeito de Anão Austríaco Vegetariano de Cabelo Preto e Complexo de Megalomania) ordenou que os projetistas fizessem um tanque blindado rapidamente. Os projetistas foram astutos, eles utilizaram o design do fusca, de Ferdinand Porsche, aumentaram um pouco suas proporções no Photoshop e desenharam um casco de tartaruga por cima dele. Mediante aprovação de Adolfinho, eles iniciaram o projeto oficial.

Os projetistas demoraram cerca de um ano para remodelar o fusca de Ferdinand Porsche e transformá-lo no maior Tanque de Guerra (só de tamanho mesmo...) que entrou em combate que o mundo já viu. Durante a fase de projeto, o Tanque era chamado de Panzerkampfwagen VIII Mammut, ou Panzer Mamute, levando em consideração o seu tamanho impressionante e a força assídua que esse veículo tinha (no papel e na mente de quem formulou ele). A força desse tanque era tamanha que ele foi o primeiro alvo das expressões "só faz peso na Terra" e "grande bosta".

Testes[editar]

Tamanho não é documento. O pequenino Panzer Tiger consegue acabar facilmente com 100 Panzers Maus

O Tanque foi construído para testes inicialmente, e Adolfinho o nomeou Panzerkampfwagen VIII Mäuschen, ou Tanque Ratinho, fruto de tremenda (e horrível) ironia alemã austríaca. O teste para blindado consistia em três provas:

  • Andar na Terra: Foi aprovado, embora a esteira tenha caído várias vezes. O diagnóstico foi levar um soldado mecânico junto com o tanque, andando a pé do lado de fora com um capacete de penico, uma chave-de-fenda e uma bandeira branca para lembrar o inimigo que o alvo é o tanque, ele é apenas o mecânico..
  • Andar na Água: Foi aprovado, apesar de toda a tripulação ter se afogado no teste, o motor fundido e a carcaça enferrujado. Por um breve tempo foi chamado de "tanque-Jesus", 15 segundos depois "tanque-uboat" e 30 segundos depois "tanque-alguém-chame-o-salva-vidas!".
  • Resistência da Arma Primária: Foi aprovado, embora todos os canhões 128 mm tenham sido quebrados ao penetrarem no horizonte dos emos, Adolfinho gostou tanto da prova que resolveu aprová-lo.

No dia seguinte, todas as fábricas de veículos alemãs deveriam se dedicar exclusivamente a fabricação do fusca Panzer Maus.

Estratégia[editar]

O nome Maus (Rato) explica o plano estratégico do blindado: como um rato pançudo (e devido ao tamanho espantoso do modelo), assusta e repele todos que o vêem, mas, é só avançar que ele procura o primeiro buraquinho para esconder. Seu longo, grosso e pesado canhão costumava travar ao girar, o que exigia um tremendo esforço do motor, que na maioria das vezes, preferia evitar a fadiga. Portanto, na maioria das vezes, os tripulantes (crews) tinham de abrir a portinha e resolver o problema na pistola.

Guerra[editar]

O Tanque Panzer Maus foi largamente produzido na Alemanha (primeiramente com orgulho, pois era o maior tanque de guerra a entrar em uma batalha; depois com repúdio, pois percebeu-se que ele era uma grande merda).

A atitude dos pilotos ao avistarem UM soldado inimigo

Logo depois da primeira batalha, conhecida como a Batalha dos Fugitivos, contra a Polônia, ele recebeu o nome de tanque Panzerkampfwagen VIII Maus, ou Tanque Rato, o qual seria o seu nome definitivo, pois todos aqueles que pilotavam o tanque saiam correndo assim que viam algum inimigo se aproximando. Eles fugiam como ratos.

O tanque continuou sendo produzido por que Adolfinho ainda tinha a crença de que um dia o seu Ratinho iria mostrar a sua força interior.

Logo após a Batalha do Queijo Suíço, percebeu-se a necessidade de um tanque para combater os aviões mosquito ingleses, os quais deixaram todos os Tanques Maus que entraram nesta batalha como Queijos Suíços. Foi desenvolvido, como pretexto para reduzir a produção do Tanque Maus, o Tanque Abelhinha, o tanque mais gracioso dos céus alemães.

Em 1943, a produção do Tanque Maus começou a concorrer com a construção do Landkreuzer P. 1000 Ratte, ou Tanque Ratazana, e posteriormente com a produção do Landkreuzer P. 1500 Monster, ou Tanque Monstro. A construção do Tanque Maus foi paralisada em 1944, um ano antes da guerra acabar, pois a Alemanha estava com as reservas baixas devido à construção do Tanque Monstro.

Foram produzidos cerca de 100000 Tanques Maus, sendo que 85000 foram destruídos em combate. As maiores perdas foram na Batalha dos Náufragos, onde os tanques tentaram invadir a Inglaterra atravessando o mar e todos se afogaram, e na Batalha do Queijo Suíço, onde os tanques foram esburacados pelos aviões mosquito.

Guerra Fria[editar]

O Panzer Maus em sua primeira batalha, todo alegre e confiante

Após a derrota da Alemanha na Segunda Guerra Mundial, todos os Tanques Maus remanescentes foram distribuídos entre os 4 países vencedores e a derrotada Alemanha.

Alemanha[editar]

Dos Tanques Maus que permaneceram na Alemanha, a maioria transformou-se em matéria bruta para o fusca, atividade que voltaria a erguer a Alemanha, tornando-a na terceira potência econômica do mundo atualmente. Alguns que restaram encontram-se, hoje, em museus alemães.

EUA[editar]

Os tanques que foram para os EUA tornaram-se brinquedos para as crianças em parques públicos, porém é altamente perigoso, pois se alguém acertar uma baguinha de chumbo no tanque, provavelmente ele se destruirá, machucando as crianças que se encontram no tanque.

Resultado da Batalha do Queijo Suíço, onde todos os Panzer Maus viraram queijo Suíço

União Soviética[editar]

Os tanques que foram para a União Soviética serviram de alvo para testes soviéticos.

Inglaterra[editar]

Os tanques que foram para a Inglaterra foram jogados ao mar no aniversário de Londres, foi a maior alegria dos ingleses ver os tanques alemães submergindo.

França[editar]

Os tanques que foram para a França tiveram utilidade no meio hospitalar, pois servia para fazer o exame de próstata. Os franceses gostaram tanto do canhão de 128 mm que os 3000 tanques que a França pegou, acabaram em uma semana, visto que depois de ser usado o canhão se quebrava.

Características Técnicas[editar]

Bem...talvez nem todos...

As dimensões do tanque são de 10,1 metros de comprimento, 3,67 metros de largura e 3,63 metros de altura, o que satisfazia o complexo de megalomania do anão austríaco vegetariano de cabelo preto Adolfinho. Fora isso tinha o poderoso canhão 128 mm como arma primária, o qual conseguia facilmente atrair um emo para a infantaria matar, e duas metralhadoras de chumbinho, as quais conseguiam matar pombos, mas não mosquitos.

O motor permaneceu sendo o mesmo do fusca a Diesel, o qual já era fabricado na Alemanha e serviu como base para o Tanque Maus. As esteiras foram aproveitadas do Panzer Tiger, os quais tinham sido produzidos antes do Panzer Maus. A lataria do mesmo foi feita a partir de latinhas de Nescau, cerveja e Pomarola.

Fatos acerca do Panzer Maus[editar]

  • É o maior tanque do mundo que já batalhou
  • É o tanque que mais perdeu unidades em uma guerra
  • Ele suporta uma baguinha de chumbo atirada a uma distância de um quilômetro
  • Ele aguenta uma pedra atirada por um estilingue, se o mesmo estiver a 1,5 quilômetro de distância do mesmo
  • Em meados de 1941, houve uma colisão entre um fusca e um Panzer Maus. O Panzer ficou completamente destruído, enquanto o fusca sofreu um arranhão.

Ver Também[editar]