Tashkent

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Tashkent (do uzbeque Тошкент, tôis quente, falado com sotaque carioca) é a capital da República Ex-Soviética e Anti-Borática do Uzbequistão. E a maior cidade da Ásia Central, se contarmos os habitantes ovinos junto com os humanos, mas aposto que você não sabia disso.

História[editar]

Gravura no metrô de Tashkent em homenagem a Dona Clotilde, cidadã honorária e heroína popular do Uzbequistão.

Criada como um oásis, por australopitecos, nas bordas de um rio que era o único sinal de água em meio a quilômetros de deserto com 1mm de chuva por ano, a história de Tashkent nos mostra séculos de passagem de mão em mão entre as mais desconhecidas tribos mongoloides e islâmicas, ao ponto de ter mudado de nome umas vinte vezes, uma pra cada sultão que fazia morada ali. Posicionada estrategicamente na Rota da Seda, Tashkent prosperou devido aos vários resorts dali, que proporcionavam sombra, água fresca, cerveja e mulher coberta pros chineses e mongóis que por ali vagavam.

Entretanto a cidade só foi promovida a status de capital pela República Socialista Soviética Uzbeque (durante o Império Russo, era um lugar pras tropas imperiais coçarem o saco e nada mais), após as antigas capitais Bukhara e Samarcanda serem tomadas por uma infestação de tarântulas que depilam as pernas com cera quente e comentem suicídio sem intenção. Como desgraça pouca é bobagem, em 1966 a vitória da Seleção Inglesa na Copa do Mundo causou um sismo na URSS centrado em Tashkent que destruiu os mais de 78000 edifícios locais, todos feitos sem proteção sísmica (faz sentido, alguém já viu terremoto em deserto?).

Com isso, Tashkent foi reconstruída como uma cidade-modelo soviética, ou seja, muito prédio bonito pra sair bem na foto em meio àqueles condomínios pragmáticos e feios pra cacete.

Geografia[editar]

Posicionada a poucos quilômetros da fronteira com o Cazaquistão e pertinho do Quirguistão, o forte fluxo de cazaques correndo pra lá para fugir das mutações causadas pelos testes atômicos, além dos chineses, quirguizes e tadjiques que vão pra lá tomar banho de rio fez Tashkent se tornar a cidade mais populosa da Ásia Central. Porém há boatos de que o governo uzbeque pretende chutar todo aquele pessoal dali, por suspeita de serem espiões ligados aos ataques químicos perpetrados pelo vizinho e rival de cima, que vitimaram cinco milhões de ovelhas uzbeques.

Curiosamente, Tashkent era a quarta maior cidade da União Soviética, atrás de Moscou, Leningrado e Kiev. O fim da URSS deixou todos tashkentenses tristes, pois acabou também todo pretexto pra serem incluídos no mesmo pacote que essas cidades muito mais interessantes.

Esportes[editar]

Por incrível que pareça, o Uzbequistão possui times de futebol, e como em toda republiqueta, os mais relevantes estão todos centrados na capital. O destaque é o Bunyodkor Professional Futbol Klubi, que saiu nas manchetes por gastar todos rublos sons do país na contratação dos semi-aposentados Rivaldo como jogador e Felipão e Zico como treinadores. Como num país insignificante desse isso é um marco no esporte, o time deslanchou, participando em 10 edições seguidas da Liga dos Campeões da AFC, o que pra eles é um título comparável a Mundial de Clubes. Aguarda-se ansiosamente a chegada do novo contratado do time, Cristiano Ronaldo.