Tatu

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa

Atenção: este artigo fala sobre o animal que dá dor nas costas se comido. Se procura aquela dupla de falsas lésbicas russas, clique em T.A.T.u.


Chewbacca.PNG ANIMAAAAAAAL!!!
Este artigo trata de algum animal, ou alguém que pareça um animal, ou alguém com nome de animal, ou alguma bosta que te faz se sentir um animal, ou ainda um ANIMAL.

Nenhum animal foi maltratado na produção deste artigo.

Leaotarado.jpg


Clique e venha fazer parte de nosso projeto!!
Projeto Desconhecimento

Este artigo de Ciências ganhou nota C, sendo considerado Razoável, podendo melhorar.

Visite a discussão do artigo ou o projeto e Conheça-nos

Cquote1.png Na União Soviética, tatu caminha dentro de VOCÊ!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre tatu

Cquote1.png Tá limpando o salão?? Cquote2.png
Sua Mãe sobre você caçando tatu
Cquote1.png Em caminho de paca, tatu com a minha dentro? Cquote2.png
eu sobre voce

Tatu
Tatunis boleam
Tatunis boleam
Classificação científica
Reino: Animal
Filo: Desdentadae
Classe: Cascagrossae
Ordem: Enroladae
Família: Geometricae
Gênero: Tatunis
Espécies
Ver texto.


O tatu é um mamífero casca-grossa e desdentado que habita quase todos os pontos do território brasileiro e mundial. Ele é conhecido por seus hábitos estranhos, como andar em buracos de cobra e transformar-se em sólidos geométricos variados. É dito também que comer tatu é bom, mas dá dor nas costas.


Tabela de conteúdo

[editar] Aspectos biológicos

Devido à sua casca grossa, o tatu não é um animal muito sociável, mantendo-se isolado do mundo em suas tocas escuras e sombrias. Por não ter dentes, ele costuma alimentar-se apenas de animais e vegetais de consistência macia e delicada, que não precise mastigar. Por isso, o tatu ingere apenas formigas, sopas e frutas podres, o que o torna um dos animais mais seletivos do mundo.

Talvez por causa disso, o tatu se mantém distante dos outros bichos da floresta, que recusam a companhia de alguém com hábitos alimentares tão refinados. Banido, ele se refugiou no subterrâneo, onde desenvolveu a curiosa tática de proteção de se enrolar em sua casca e tornar-se praticamente invulnerável a ataques externos de qualquer origem (incluindo psíquicos).

Entretanto, com a abordagem certa, o tatu pode ser convencido a se abrir (para tanto, normalmente é necessária muita conversa) para, só então, poder ser morto. Caçadores de tatu experientes costumam prestar consultoria para gestores de Recursos Humanos em dinâmicas de grupo que visem a fazer as pessoas baixarem suas defesas e abrirem-se mais. Depois de morto, a carne do tatu normalmente é usada como comida e sua casca como blindagem de tanques ou armaduras pessoais.

[editar] Quando o tatu se enrola

O belo e raro tatu-icosaedro, de 20 faces, muito utilizado na confecção de dados para RPG
Quando atacado, o tatu costuma se enrolar, protegendo seus órgãos vitais e deixando visível apenas sua couraça indestrutível. Apesar de a espécie mais conhecida neste país ser a Bola, há registros da existência dos Tatus-pirâmide, Tatus-hexaedro e outros sólidos geométricos mais desconhecidos. Recentemente, foi descoberto nas profundezas da Malásia um tatu de formato impossível de ser classificado em três dimensões, para cuja identificação foi chamado um matemático.

[editar] Habitat

Apesar de serem naturais do Brasil, os tatus, por meio de sua extensa rede de túneis subterrâneos, são capazes de chegar a qualquer ponto do globo. Por isso, foi reportada a existência da espécie em praticamente todas as regiões do planeta, à exceção do Acre. Devido à sua extrema facilidade de adaptação, conseguem estar preparados para viver em qualquer ambiente, de florestas ao fundo do mar, passando por desertos e cadeias montanhosas.

[editar] A polêmica do buraco de cobra

As biólogas na capa de seu álbum acústico

Cquote1.png Em buraco de cobra, tatu caminha dentro? Cquote2.png
Dito popular sobre o tatu

Biólogos e Zoólogos de diversas universidades têm se metido em diversas tocas de tatu para investigar se o animal é ou não capaz de locomover-se em túneis escavados por cobras. A pesquisa, iniciada em 2006 por uma dupla de biólogas lésbicas russas cantoras ainda não chegou a nenhum resultado satisfatório, mas gerou uma linha de pesquisa paralela, realizada principalmente no Pantanal brasileiro, voltada a descobrir se jacaré no seco anda.
Ferramentas pessoais
Ver e modificar namespaces

Variantes
Visualizações
Ações
Navegação
Colaboração
Votações
(F)Utilidades
Novidades
Redes sociais
Correlatos
Ferramentas
Outras línguas