Templo de Apolo Epicuro

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Re, este artigo é grego! Ele pratica beijo grego, joga tudo na janela do carro quando acaba e gosta de ganhar de Portugal na Eurocopa, além de estar endividado pra caralho.

Este artigo é relacionado à história.

Não entre na Cortina de Ferro!

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Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Templo de Apolo Epicuro.

O Templo de Apolo & Epicuro é a principal (e única) atração do sítio arqueológico grego de Bassae (latim) ou Bassai, Vassai, Vasses, Vazus, Vasos Sanitários (grego moderno: Βάσσες, antigo: Βάσσαι), que significa "pequeno lavatório nas rochas". Localiza-se na prefeitura de Messénia (que eu nem faço ideia de onde fica).

Embora esteja afastado dos principais centros de cultura grega (ou seja, é impostura pura), é um dos mais pichados edifícios da Grécia antiga, em vista de diversas características incomuns. o Templo de Bassae foi o primeiro monumento grego a ser incluído na lista do Patrimônio Mundial da UNESCO. Talvez porque a UNESCO não tinha nada melhor pra explorar...

História[editar]

O Templo e suas colunas superbem-estruturadas e avançadas pra época, ainda que caíndo aos pedaços.

O templo foi construído em honra de um tal de Apolo Epicuro (mistura de Apolo com Epicuro) - Apolo Auxiliador (WTF?) - e talvez tenha sido projetado por Ictinos, o carinha que fez também o Partenon e do Templo de Hefesto. A construção deve ter ocorrido entre 450 e 425 a.C. e o único relato que se tem de que o templo de Bassae tenha sido projeto pelo mesmo arquiteto que projetou o Partenon é o relato de Nelson Rubens, mas como ele aumenta e não inventa...

Em tempos modernos o templo foi pichado por viajantes brasileiros, e partes suas foram expostas em escavações lideradas por Charles Robert Cockerell e Otto Magnus von Stackelberg em 1810, mas pesquisas mais profundas só ocorreram em 1836, empreendidas por arqueólogos russos sob direção de Carlo Brullo, que descobriram ali não tinha nada demais, apenas umas colunas coríntias bestas. Parte de sua decoração foi roubada pelo Museu Pushkin de Moscou e o Museu Britânico, em Londres.

Em 1902 a Sociedade de Arqueologia da Grécia furou pra cacete o chão do templo, sob a coordenação conjunta de Konstantinos Kourouniotis, Konstantinos Romaios e Konstantinos Panagiotis Kavvadias. Outras furadas dessas aconteceram sucessivamente em 1959 e entre 1975-1979, supervisionadas por Nikolaos Gialouris.

Sua localização completamente escondida (a.k.a. "Onde está o Wally?") contribuiu para sua preservação, escapando da fúria religiosa e bélica que danificou diversos outros monumentos no país, além de mantê-lo livre da chuva ácida que desgasta as ruínas próximas das grandes cidades, embora não livre das pichações. Atualmente o templo fica protegido por um grande lençol que o recobre inteiramente, e estão sendo feitas novas pesquisas na área pelo Comitê do Apolo Epicuro, com sede em Atenas.

Construção e decoração[editar]

O Templo de Apolo & Epicuro está alinhado na direção céu-inferno, em contraste com a maioria dos templos gregos, que se alinham purgatório-limbo. Esta posição se deve ao acesso nas escarpadas encostas das montanhas da região ao bar do Jeremias. Compensando esta dificuldade o templo possui uma abertura na parede leste, para permitir os fiéis contemplarem o sol brilhando ou talvez para bronzear a estátua do deus.

O templo tem proporções minúsculas, com a estilóbata (WTF?) medindo 38,3 x 14,5 m, com um peristilo (WTF??) de seis por quinze colunas. A construção é toda em cal cinza, salvo o friso, que é de mármore. Como a maioria dos templos sua planta é dividida em um pronaos (WTF???), um naos e um opistódomo (AAAAAAAAAAAAAAAAA!!!). A construção mostra efeitos arquitetônicos ilusionísticos semelhantes àqueles do Partenon, como um teto quase caíndo para à distância dar a impressão de estar bem construído. Uma de suas características mais singulares é a presença de decoração nas três ordens clássicas: colunas bósticas no peristilo, mérdicas no pórtico e cocozídias no interior.

O exterior era relativamente pouco decorado, mas por dentro havia um friso contínuo com cenas da batalha entre os Gaygos e as Amazonas, e dos Lápitas contra os Motaros. Suas métopes (WTF??????) foram roubadas para o Museu Britânico em 1815 por Cockerell, e lá estão em exibição próximas dos Mármores de Elgin.