Tentativa de Golpe de Estado na União Soviética em 1991

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MarioStalin.jpg Atenção, kamarada!

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St Basils Cathedral-500px.jpg ДECCИКЛOПEДИА

Estin artigovski é russki!

Ele não gosta muito de georgianos.

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Mikhail Gorbachev curtindo um Psy minutos antes do início da tentativa de golpe.

Cquote1.png Você quis dizer: Tentativa de puxar o tapete do Gorbachev Cquote2.png
Google sobre Tentativa de Golpe de Estado na União Soviética em 1991
Cquote1.png É uma cilada, Bino! Cquote2.png
Pedro sobre a Tentativa de Golpe de Estado na União Soviética em 1991
Cquote1.png Выйду, выйду в рожь высокуюот уж пала ночь туманная. Все товары разложу. Cquote2.png
Membro linha dura do PCUS sobre a Tentativa de Golpe de Estado na União Soviética em 1991
Cquote1.png Isso aê, pega esse filho da puta! Manda essa de merda de Perestroika e a Glasnost pra casa do caralho! Cquote2.png
Nerd Comunista sobre Tentativa de Golpe de Estado na União Soviética em 1991
Cquote1.png Gole de Estado? (Hic!) Nessa merda quem vai (Hic!) dar gole é só eu! Cquote2.png
Boris Yeltsin sobre Tentativa de Golpe de Estado na União Soviética em 1991
Cquote1.png Ih, fodeu! Cquote2.png
Mikhail Gorbachev sobre Tentativa de Golpe de Estado na União Soviética em 1991

A Tentativa de Golpe de Estado na União Soviética, ocorrida entre 19 de agosto de 1991 e 21 de agosto de 1991 foi a última tentativa desesperada dos membros da linha dura (Ui!!!) do Partido Comunista da União Soviética de evitar o Colapso da URSS, buscando por meio de um golpe limar da presidência Lex Luthor Mikhail Gorbachev, o careca com um morango desenhado na testa.
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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Tentativa de Golpe de Estado na União Soviética em 1991.

Antecedentes[editar]

Fila para busca de suprimentos em Moscou, 1990. Observe que os russos não sabem formar filas (provável efeito da vodka).

Cid Moreira Konstantin Chernenko, a última múmia da Era da Estagnação, foi pro colo do capeta em março de 1985. Juntamente foi a era Brejnev e a estabilidade da União Soviética com a eleição do suecessor de Chernenko , Mikhail Gorbachev. Este resolveu dar na telha de deixar de lado o velho modelo sovíetico de governo, que se baseava na economia falida planificada e de meter bala em qualquer um que ousasse discordar do governo, iniciando a Perseguida Perestroika e a Glasnost, sendo tentativas de, respectivamente, recuperar a máquina econômica enferrujada soviética e de fazer com que o governo fosse mais aberto. No entanto, a linha Motumbo dura do PCUS viu com péssimos olhos a iniciativa do carequinha.

Cquote1.png Tudo isto é uma putaria! PUTARIA, PUTARIA, PUTARIA, PUTARIA!!!!! Cquote2.png
Alborghetti sobre a URSS em meados de 1991

Devido ao estado totalmente fodido da economia da URSS, tudo faltava, desde papel higiênico a vodka, este último produto de extrema necesidade dos russos. Filas quilométricas (mas nem comparadas às do INSS) formavam-se em mercados e pontos de distribuição de suprimentos. A situação era insustentável e algumas repúblicas soviéticas estavam começando a trair o movimento, véio! As primeiras a abandonar o barco foram as repúblicas bálticas, seguidas pela Armênia e Ucrânia. Em junho de 1990 a Rússia resolveu pedir água. A cada dia menos URSS sobrava para ser comandada. E os camaradas só estavam de butuca encima do Gorbachev pra ver se ele ia fazer alguma coisa ou se ia ficar de pato.

Para jogar gasolina encima da fogueira, a Glasnost acabou liberando geral a liberdade de expressão. Todo mundo começou a falar e criticar tudo e todos. Os gurpos nacionalistas e os porcos capitalistas anti-comunistas saíram do armário e começaram a cantar de galo e fazer manifestações. Enfim, a União Soviética, de Kaliningrado a Vladivostok, virou uma verdadeira putaria, uma terra sem lei. E ninguém sabia o que fazer, nem mesmo Gorbachev, uma vez que ele não esperava que as coisas esquentassem tanto. Mas ninguém contava com a astúcia da linha dura do PCUS, que, agindo tão sutilmente quanto uma marretada, decidiu pôr ordem naquela merda toda através do clássico modelo soviético: usando o exército e toda a força militar necessária, aplicando um Pilão Giratório golpe de Estado.

O golpe[editar]

Boris Yeltsin encima de um tanque, angariando trocados para comprar vodka e arrancando suspiros das camaradas.
Vista parcial do Kremlin de Moscou, a humilde residência do presidente ditador da URSS, que foi tomado sem gelo pelas forças golpistas.

O golpe iniciou-se em 19 de agosto de 1991, com algumas divisões do Exército Vermelho cercando e tomando o Kremlin de Moscou, levando Gorby e a família para a península da Crimeia, um fim de mundo pertencente à Ucrânia. Vieram com a velha desculpa de que o presidente havia adoecido e seria substituído temporariamente por uma junta do partido comunista. Obviamente, isso não colou para os russos, já que nenhum presidente saía vivo do Kremlin. Imediatamente se tocaram de que tratava-se de outro um golpe. Também lembraram do golpe que depôs Sukita Nikita Khrushchov para colocar no poder Leonid Brejnev. Temendo que semelhante merda acontecesse de novo, com a coragem proporcionada pela Glasnost vodka, o povo fez o que nunca se havia visto na história daquele país: enfrentar o Exército Vermelho (incluindo tanques) de peito aberto.

Neste momento a cidade e toda a URSS tinha virado de vez a Casa da mãe Joana. No entanto, eis que apareceu o homem errado na hora certa: Boris Yeltsin. Esse simpático pudim de vodka, através de um discurso de várias horas ininterruptas, conseguiu demover o golpe ao instigar a população com sua ampla fonte de conhecimento: a filosofia de boteco. Seus argumentos eram tão contundentes e poderosos que levou os próprios golpistas a desistirem. O ápice foi quando Yeltsin, a fim de observar o preço do litro de vodka no mercado da esquina, subiu em um tanque e esticou os braços. Isso foi entendido como um brado à multidão furiosa, do mesmo modo que Dom Pedro I fez ao proclamar a independência do Brasil.

A tentativa fracassou e Yeltsin se tornou a marca e o exemplo da resistência à deposição de Gorbachov, sendo o verdadeiro mártir vivo do golpe. Embora Gorby tenha retomado ao poder e a Moscou, era tarde demais. Boris se tornou o novo sex symbol da Rússia. Quem realmente estava com o poder era Yeltsin, e este não ia hesitar em phoder qualquer um que estivesse entre ele e a presidência da Rússia. Era uma questão de tempo até a URSS peidar pra muzenga e Mikhail Gorbachev ir pro buraco junto com ela.

Reações[editar]

Cquote1.png Quê? Sem vodka? Droga! Cquote2.png
Boris Yeltsin, em sua posse como presidente da RSFS da Rússia.

A primeira e mais impressionante reação à tentativa de golpe veio do próprio povo soviético, que iniciou inúmeros panelaços em Moscou e Leningrado, principalmente. Não queriam saber de outro comunista lunático assumir a presidência, já que o careca com um morango tatuado na testa, apesar de ser um incompetente, tinha pelo menos dado liberdade. A ação de Boris Yeltsin como defensor do governo legal fez o mesmo subir vertiginosamente na moral do povo russo e nos conceitos dos porcos capitalistas países ocidentais. E Gorbachev mais uma vez foi visto como um incompetente, incapaz até mesmo de agregar o próprio partido.

Desde o acidente de Chernobyl o governo Gorbachev aparentava ser incompetente. Com a tentativa de golpe em 1991, a incompetência ficou bem clara para o ocidente (e para os russos).

No ocidente o golpe foi visto como um ataque à lei soviética, condenando a ação e observando que Gorbachev era o verdadeiro presidente ditador da União Soviética (porque convinha que ele continuasse no poder). Os Estados Fodidos cancelaram temporariamente toda a ajuda econômica até que o golpe fosse derrotado e, se não fosse derrotado, ia dar quebra pau mano. Outros países se escondiam dentro do armário embaixo da cama, com medo de que uma guerra nuclear começasse caso um comunista bitolado assumisse a presidência.

No entanto, o que realmente surpreendeu foram as ações de Mikhail Gorbachev ao voltar da Crimeia, após o fracasso do golpe. O ditador ordenou a dissolução do Politburo, a ilegalidade do PCUS, além do confisco de todos os bens, dinheiro e imóveis do partido e a prisão de todos os judas que tentaram dar a rasteira nele. Inclusive, um dos atos mais bizzaros desse evento foi a assinatura dos mandados de prisão dos golpistas por parte do ministro da defesa, Dmitri Iavoz. Iavoz era um dos golpistas e, portanto, assinou o próprio mandado de prisão (certamente efeito da vodka). Realizando uma limpa no Kremlin, Gorbachov instituiu novos ministros e tentou acelerar o processo de reformas, mas o mesmo Boris Yeltsin que o salvou em agosto acabaria com ele em dezembro. Yeltsin, após o fim do golpe, conseguiu obter o comando dos sistemas de comunicação e econômicos da Rússia, se tornando, de fato, o presidente da RSFS da Rússia.

Consequências[editar]

O golpe foi um verdadeiro tiro no pé do Partido Comunista da União Soviética, posto que o poder do mesmo foi pulverizado por Gorbachov quando o mesmo retornou a Moscou. A dissolução do Poliburo e do Alto Comando da KGB removeu o comunismo do comando da federação. Embora Gorby fosse um comunista comedor de criancinhas, ele não tinha escolha, teria de encher o Kremlin de porcos capitalistas frente à situação anterior.

Remover o comunismo do comando da União Soviética foi o mesmo que soltar um cachorro faminto num matadouro, ou seja, tudo virou de pernas pro ar. A repressão cessou de vez, o exército se desestruturou e a suruba internacional entre as ex-repúblicas soviéticas começou. A tentativa do presidente de implantar um tratado que daria mais autoridade às repúblicas socialistas mas que mantivesse a união entre elas foi sumariamente ignorada e atropelada. O poder de Gorbachev estava esvaziado, era apenas um enfeite, como a Rainha Isabel II do Reino Unido.

A ascensão de Boris Yeltsin à presidência da RSFS da Rússia foi desastrosa para a URSS. Ele reconheceu a independência dos estados bálticos e da Ucrânia, além de ter completado o processo de inependência da RSFS da Rússia para a agora Federação Russa. Além disso, reuniu-se com os líderes de todos os países que terminam com istão, como o Cazaquistão, Uzbequistão, Cagaquistão e Putaqueparuistão a fim de implantar a Comunidade dos Estados Independentes (ÇEI), que ocuparia o espaço geopolítico da URSS.

Dessa forma, só sobrou mesmo Nova Zembla e o Turcomenistão para Gorbachev comandar. De fato, quase toda a URSS tinha se quebrado em mais de oito mil pedaços. E não havia super bonder que revertesse isso. Era só uma questão de arrumar as malinhas, desligar as luzes do Kremlin e dar adeus à Mãe Rússia, fato esse que Gorby consumou em 25 de dezembro de 1991.

Ver também[editar]