Terezópolis de Goiás

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Terezópolis de Goiás é como aquela Teresópolis lá do Rio de Janeiro, mas sem as belas paisagens, sem o desenvolvimento social, sem mulheres bonitas, sem a seleção brasileira treinando na Granja Comary, ou seja, é a Terezópolis de Goiás.

História[editar]

Terezópolis de Goiás surge no caminho de Anápolis e Goiânia como uma espécie de favela da favela. Lá foram se aglutinando caminhoneiros, prostitutas, drogados, marginais, bandidos, desempregados e esse tipo de gente, até formarem o vilarejo após um movimentado torneio de truco que decidiu o primeiro prefeito da cidade. Com a construção de Brasília o local ganhou importância, pois estava no meio do caminho para mais um lugar, mas isso nunca reverteu o fato de ser uma cidade ruim, por isso nunca cresce.

Separou-se de Goianápolis em 1993 após um acordo unilateral entre os prefeitos desses municípios que decidiram a independência de Terezópolis de Goiás com uma disputa de subida no pau-se-sebo.

Independente, atualmente a cidade comemora o centésimo parto normal realizado.

Economia[editar]

Terezópolis de Goiás é basicamente formada por barracos residenciais, pontos de prostituição e venda de drogas, além de botecos. Qualquer outra coisa como hospitais, delegacias, corpo de bombeiros, escolas, padarias e comércio decente só no bairro vizinho de Goiânia.

População[editar]

Com meros 6.000 habitantes, a pacata população terezopolina é basicamente formada por chifrudos, bodinhas (garotos que querem ser “playboy”), piriguetes e gays. Além é claro, dos caipiras tradicionais.

Educação[editar]

O nível de analfabetismo do município dispensa comentários, já que o correto do nome da própria cidade deveria ser Teresópolis de Goiás, sem a letra "z"... Mas vai tentar ensinar esse povo...

Cultura[editar]

É difícil achar que existe algum tipo de manifestação cultural num buraco como Terezópolis de Goiás, mas com um pouco de esforço, você fica sabendo que a cidade é um tradicional ponto de realização do famoso Campeonatinho Mundial de Palitinho.

Agora o que é cultural nessa cidade é o ato de amar o próprio carro (comprados no Paraguai) acima de todas as coisas, pois é com os carros que os cidadãos locais conseguem seu ritual de acasalamento com as fêmeas, especialmente se mentir ser amigo do filho do prefeito. Esqueça os sobrenomes, os terezopolinos do sexo masculino são identificados pelos carros que tem, como por exemplo "lembra do João, aquele do corsinha cheio de neon e som?", ou "Sabe o Pedro, o do Palio rebaixado com som?". Uma mulher terezopolina nunca, nunca, nunquinha namorará alguém que não tenha carro, só faz Faculdade de Administração porque o pai obrigou.

Religião[editar]

Monumento da Vagina localizado no Templo Tarado do Amanhecer, em Terezópolis de Goiás.

Apesar das tradições católicas da cidade, a cidade se destaca mesmo é pela existência do Templo Tarado do Amanhecer, uma comunidade de louvor pagã e herética que cultua a vagina. Sonham um dia terem 8 mil médios cultuando o local. Ainda estamos esperando isso.

Lazer[editar]

Terezópolis de Goiás oferece praticamente nenhuma opção de lazer a não ser as prostitutas de R$ 1,99. Para quem não vai à Goiânia, só resta em Terezópolis a única opção de se divertir alimentando os pombos na praça central. Quando querem se divertir, os locais vão em todas as excursões para Caldas Novas, viagens que começam a pagar suas passagens uns 5 meses antes.

Quando não viajam, o jeito é ir ao único bar frequentado da cidade para depois que estiver bêbado sempre gritar ao passar algumas das piriguetes locais: "oh muiezada boua, Eh lá em casa!". Outra opção seria ir nos finais de semana ao único Pit-Dog "badalado" da cidade e sentar-se ali mesmo que não coma nada, sentar e não levantar, pois alguém pode tomar o seu lugar.