The Cure

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Este artigo foi possuído e agora é seguidor do Arquiduque das Trevas e Imperador do Mal, Lord Göthar Tenebrian.

Vamos desejar e admirar o Profeta Tenebrian!

Cquote1.png Louvem-me, aceitem o Goticismo!!! Cquote2.png

Cquote1.png Esses felizes idiotas devem ser exterminados. Nós somos a cura Cquote2.png
Robert Smith sobre The Cure

Cquote1.png Ele é louco. Ele diz que quer nos curar, mas ele é a doença eu sou a cura Cquote2.png
Marion 'Cobra' Cobretti sobre Robert Smith

Cquote1.png Na União Soviética, a sexta-feira cai de amores por VOCÊ!!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre The Cure

Cquote1.png Filho da puta. Cquote2.png
Morrissey sobre Robert Smith

Cquote1.png Você traiu o movimento Pos-Punk, véio. Cquote2.png
Dado Dolabella sobre The Cure

The Cure é uma banda emo punk indie gótica que em convênio com o satã tem o interesse de induzir pessoas ao suicídio. Robert Smith, líder da banda, é considerado culpado por mulheres terem AIDS atualmente. Sua apologia ao bissexualismo, passou a doença dos gays góticos para as mulheres.

[editar] Formação

Robert Smith em foto para a polícia, após ser pego cheirando gatinhos.

Em 1978, uma época em que o mundo estava muito rosa, cheio de boates emo, frescurebas e todos gays do mundo contaminados com AIDS, surge de uma caverna nos confins da Inglaterra próximo a uma fazenda chamada Crawley, um vampiro músico chamado Conde Robert Von Smith.

Robert Smith teve uma infância conturbada, além de ser violentado pelos pais, queimou duas escolas, assassinou um metaleiro e um emo, para tentar provar que não era gay (em vão).

A história do The Cure na verdade é a história de seu vocalista Robert Smith, sendo ele líder e ditador da banda, quando perdia a paciência sugava o sangue de seus companheiros matando-os. Isso explica por que o The Cure teve 137 formações até hoje seguindo o estilo: Robert Smith + 10.

Robert Smith é o faz tudo da banda. Como tal escolheu o nome da banda por achar que sua depressão fosse a cura para o que classificou como "Felicidade Imbecil e Retardada". Ele usa maquiagem pois na verdade seu sonho sempre foi ser palhaço de circo, a maior frustração de sua vida.

[editar] Trajetória

Fã euforico de The Cure.

Na década de 80, o The Cure se concentrou em lançar músicas com apologia ao gothicismus, a violência, a matança, ao bissexualismo e ao suicídio. A formação inicial era Robert Smith, Laurence Tolhurst e Lord Simon Van Gallup. Tolhurst sempre foi um estorvo para a banda, não cheirava nem fedia. Já Gallup, renomado vampiro sempre rivalizou com Robert Smith o posto de fodão e volta e meia caia na porrada com Robert Smith, nessa época foi lançado o álbum de sucesso gótico Pornography, onde há apologia ao sacrifício de virgens loiras.

Em 1984 cada integrante vai para o seu canto e Robert Smith faz bicos como guitarrista fuleiro quarto guitarrista da banda Siouxsie And The Banshees, até um dia que Robert Smith ressucita uns zumbis tocadores de Mambo Jambo e lançam dois álbuns horríveis (Japanese Whispers e The Top), cheio de batucadas, musiquinhas alegras e gritinhos, esses discos então decepcionaram profundamente os fãs mortuários de The Cure.

Só em 1985, quando 5 poderosos vampiros se unem a Robert Smith que sai um álbum verdadeiramente gótico, o The Head on the Door.

Depois disso, o The Cure começa a lançar álbuns caça-níqueis como coletânias e shows ao vivo para ficarem milionários.

[editar] Discografia

Capa satânica de um álbum do The Cure

Se você quiser uma música para dormir:

  • Three Imginary Boys (Árvores e Bois Imaginários): Seus principais hits é Killing an Arab (Como Matar um Árabe) com letras nazistas, anti-semitas e Saturday Night (Sábado a Noite na Rua Augusta).
  • Boys Don't Cry (Cabra Ômi Não Chora): Esse álbum ensina aos góticos como disfarçar a sua gayzice. Na verdade, na verdade, é a mesma bosta do anterior, só acrescentando a faixa-título que você já ouviu 4.768 vezes.
  • Seventeen Seconds (18 Segundos): Álbum de apologia a pedofilia. Contém o hit Forest, com uma música atormentante sobre uma floresta mal-assombrada.
  • Faith (Fato): Lançou a música Drowning Man (Como Afogar um Homem Japa), seguida fielmente por estudantes da USP em trotes. A música título deste álbum só veio realmente fazer sucesso na comunidade gay quando recebeu covers de sucesso feitas pelos famosos cantores pederastas George Michael e Fred Durst da banda Limp Bizkit.
  • Pornography (Pornô): Contém clássicos como 100 Years (Tô Véio) e Siamese Twins (gatos gêmeos siameses grudadinhos um no outro). O auge do suicídio na carreira da banda, tanto que Robert Smith "se suicidou-se" 3 vezes neste período. A situação ficou tão feia, que o Simão Galopa, baixista da banda, se matou-se também. Contou com participações especiais de Alexandre Frota e Xuxa Meneguel em sua mais tenra idade, participações estas que estigmatizaram a carreira de ambos.
  • Japanese Whispers (日本語日本語日本語): れることができれば人間的能力の増強が大きく期待できる。つまりアスフ(ァルトの隙間に)咲いている花のように、涙の数だけ強くなれる。ちなみに絶望でない状態が幸福である。.
  • The Top (Tic Tac): Antes de gravar esse álbum, Robert Smith assassinou os integrantes da época e teve que se contentar com um grupo de Mambo Jambo para gravar esse álbum pop que foi apedrejado pelos góticos.
  • The Head on the Door (Cabeça contra a Porta): O álbum de mais sucesso, utiliza desde ritmos mexicanos a japoneses e conseguiu com sucesso induzir até hoje 2000 pessoas ao suicídio. Seus principais hits são: Blood (Sangue), onde Smith expõe o extase de chupar; Baby Scream (Choro de Nenê), onde Robert tortura um bebê até a morte; Sinking (pia_ndo), última faxa do disco instiga o ouvinte a se suicidar em uma pia, além de Close to Me onde Smith pede a alguém para fechar a já citada porta.
  • Kiss Me Kiss Me Kiss Me (Me beija, me lambe, me joga na parede e chama de lagartixa): É nesse álbum que Robert Smith finalmente sai do ármario.
  • Disintegration (Esquartejamento): Último álbum de sucesso do The Cure, pois em uma performace em um show de divulgação do disco, Robert Smith esquartejou seus atuais companheiros de banda e não conseguiu nunca mais fazer bons discos.
  • Wish (Vixi): Robert Smith esfrega uma lâmpada maravilhosa e faz três desejos pedindo a destruição da Terra.
  • Wild Mood Swings (Clubes de Swing Selvagens da Moda): As letras são, em sua maioria, inpiradas em experiências que Robert e sua esposa tiveram em clubes de swing, que na época faziam muito sucesso nas noites londrinas. A canção "Club America", por exemplo homenageia diretamente o clube mais frequentado pelo casal. Também inclui outros "sucessos" como "Strange Attraction" e "Want" que falam de perversões sexuais diversas.
  • Galore (Galera): Coletânea concebida por Robert Smith devido a uma pesquisa de opinião, depois do lançamento do álbum acima, em que os fãs disseram que o próximo álbum ideal teria "o mínimo possível de músicas novas". Foi um dos maiores sucessos da carreira recente da banda.
  • Bloodflowers (Sangue é o que quero!): Músicas sinistras e que dão sono em 1 minuto de música.
  • The Cure (A Doença): Álbum de final de carreira feito de qualquer jeito. Nem criatividade para o nome tiveram.
  • 4:13 Dream (Soninho da tarde): Último cd deles. Conta com o mega flop "The Only One" (o único que deu)

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