The House

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Midna é humana! ALERTA DE SPOILER GAMÍSTICO!

Este artigo gamístico pode conter spoilers que revoltam os nerds, como o fato de que:
Dois strikes e uma falta com uma tacada normal é um Out!

Portanto, leia com cuidado.

The House
The House corredor.jpg

O jumpscare final. Olhando assim não parece tão assustador para o "final scare", mas o criador do jogo cria uma atmosfera segura antes de lançar essa bomba

Informações
Desenvolvedor Sinthai Studio
Publicador A própria internet
Ano 2005
Gênero Cagaços/point-and-click
Plataformas Adobe Flash (hue!)
Avaliação 87% de quem sobreviveu; 100% dos que não sobreviveram
Idade para jogar De preferência quem já tiver com o pé na cova e já viveu bastante

Cquote1.png É teste pra cardíaco, amigo! Cquote2.png
Galvão Bueno sobre The House

Cquote1.png Joga aqui isso, é bem legal, você vai gostar! Cquote2.png
Filho da puta sobre The House

Cquote1.png I HATE THESE GAMES!!! Cquote2.png
Pewdiepie sobre The House

Cquote1.png Ai que susto! Cquote2.png
Doutora Carla sobre o cu piscando de medo

The House é um jogo de horror point-and-click feito em Adobe Flash e criado por um estúdio tailandês, portanto se você achava que na Tailândia só tinha lutador e traveco se enganou. Mas o problema é que esse joguinho de Flash não é um jogo comum. A cada segundo do jogo o coração fica se segurando pra não pular da boca do jogador. O filho da puta que fez esse jogo merece morrer empalado por um mastodonte zulu, ir pro inferno, ressuscitar, só para morrer empalado novamente pelo mesmo mastodonte zulu e ir ao inferno de novo, simplesmente porque esse jogo não é de Deus.

Ficou famoso no ano de 2005 pelos Ircs da vida, e voltou à fama após Pewdiepie se cagar jogando. Mesmo sabendo todos os spoilers dos cagaços, o pânico ainda permanece ao jogar novamente, ou mesmo só assistindo vídeo no Youtube de trouxas jogando (e levando sustos por tabela) só pra buscar conteúdo pra fazer um artigo. Este jogo é um dos pais dos atuais games de susto da internet, quando a internet não tinha nada que prestava a não ser ver vídeos nojentos, nem Desciclopédia tinha direito. Jogar The House pode ser considerado tentativa qualificada de suicídio.

Enredo[editar]

O próprio jogo dá um spoiler sobre o que acontece com quem joga isso - caga a cama toda
Nesse jogo, até a bonequinha assusta

Há uma casa vazia, no meio do nada (a tal The House do título), com um aspecto assombroso que parece ter sido a casa projetada pela sogra tepeêmica do Lúcifer. Atualmente está vazia porque toda a família que morava na casa cometeu suicídio. E o protagonista do jogo vai investigar esse caso arquivado. Acontece que a família não cometeu suicídio coletivo. Segure-se que lá vem spoiler, e é para seu bem. Quando joguei isso, gostaria que alguém tivesse me dado spoiler; hoje seria uma pessoa normal...

Enfim, na verdade deu uma louca na mãe de família, que tava trepando com o vizinho, e ela simplesmente matou todos os filhos e o marido por nada, mas bateu um arrependimento posterior e aí sim essa vaca do demônio se matou, mas não sem antes matar o vizinho Ricardão também (que não aparece no jogo, mas é um personagem secreto que aparece após o jogador morrer de verdade com os sustos). O problema é que agora esses fantasmas filhos da puta (porque a mãe era uma puta mesmo, fazer o quê?) e o fantasma corno estão assombrando a casa, pedindo ajuda pra alguém saber a verdade (Vai mudar alguma coisa na vida dos falecidos? Neca de pitibiribas, vão continuar mortos).

Gameplay[editar]

É jogando essa droga que a pessoa faz um teste do coração gratuito. Há quem morra de ataque cardíaco duas vezes jogando isso. O autor do artigo só não cagou na cadeira nos primeiros minutos de jogo porque tem pregas de aço, mas ao fim do jogo era merda pra tudo que é lado. Toda a atmosfera do jogo é aterrorizante, a começar com a fotografia do jogo e a música, que já assustam logo de cara. Jogar isso com fone de ouvido às três horas da manhã sozinho numa casa isolada deve ser uma experiência pior que ficar preso num ônibus no meio do engarrafamento de São Paulo.

É inevitável essa cara quando se joga isso

O jogo não tem fase normal corrida, não há um game over, ele é contínuo, só serve pra dar susto. Cada fase do jogo possui um jump scare, mas não é um jump scare frouxo igual esses de Whatsapp ou joguinhos infantis do Slenderman. Não mesmo, aqui o negócio é hardcore. O game over só ocorre no final, no último susto, mas quem leva esse game over é o coração e as roupas de baixo.

Estágios[editar]

Isso deveria ser proibido! Onde estão as associações protetoras das crianças, os censores e a Maria do Rosário quando precisamos deles? Decerto o autor do jogo matou o próprio sobrinho e cortou sua cabeça pra colocar no jogo

Não é uma coisa que se diga Cquote1.png meu deus, que fase complicada Cquote2.png e tal, na verdade, nesse jogo, nem há como perder (exceção às pregas de tanto piscar o cu nos sustos, e talvez a vida).

Nas fases, o jogador corajoso só fica clicando nas coisas sem ler nada até levar o susto. É tipo um Myst misturado com Scooby-Doo e os sustos de Ocolast. São cinco estágios ao todo para se divertir na madrugada, com uma arma de sal grosso ao lado caso algum barulho assustador surja.

Sala de jantar[editar]

A banda Os Mutantes, da Rita Lee, já tinha previsto esse jogo. Cquote1.png As pessoas na sala de jantar são ocupadas em nascer e morrer Cquote2.png. Na sala de jantar é onde ocorreu a primeira morte, a puta doida matou o filho decapitado. O pirralho só nasceu e morreu.

Umas investigadas nas coisas da sala de jantar, inclusive nos brinquedos do moleque, e então a cabeça do moleque cai na nossa frente, dando um puta susto. Se não morreu aqui, logo de cara, o coração tá saudável, mas na piscadinha anal do susto da cabeça já se foram umas vinte pregas.

O pior é que a cena da queda da cabeça dura uns milésimos, nem conseguimos ver a cabeça direito, e ainda assim cagamos o intestino. Acho que foi jogando The House que a Dirty Garden Girl ganhou o poder dela de atirar o intestino a distância.

Banheiro[editar]

O estágio do banheiro. Aquele fantasma na cortina vai jogar a mão na tela; tô dando spoiler pra salvar sua vida

Depois que sofremos o primeiro susto, parece que já vamos nos adaptar ao jogo. Nesse banheiro que parece pertencer à família Sawyer, o ambiente já dá uns arrepios. Foi nesse banheiro que a puta louca matou a filha mais nova, provavelmente afogada, mas eu não pude ler pois estava com os olhos parcialmente fechados e tremendo pra caralho, então é só suposição.

Outra coisa inevitável; ter de limpar a merda resultante dos sustos

Tudo está indo bem até que as coisas começam a piscar, então é hora de preparar o coração pro susto que vier. Até que, de repente, surge um fantasma na banheira! Porra, o susto até que foi pequeno, graças a deus, então a gente já pode respirAAAAAAAAAAAAAAAAAA filho da puta! Um jumpscare fodido aparece na tela. O fantasma da guria joga a mão na tela! E aqui desejamos o pior dos sofrimentos pro criador do jogo e pra todos os descendentes até a décima linhagem. Um corredor polonês de pirocada de jumento no rosto é pouco pra esse desgraçado.

Cozinha[editar]

Essa cozinha, que provavelmente foi usada como cenário para o filme O Massacre da Serra Elétrica, é certamente a cozinha mais medonha do mundo. A gente até começa a entender o sofrimento da dona de casa e relevar a traição, a psicose e os assassinatos. Ao investigar o quarto, surge uma boneca medonha enforcada do nada (que parece a boneca da menina-fantasma do corredor), mas é um sustinho leve pra quem já teve um microinfarto anteriormente nos dois primeiros estágios.

Logicamente, a gente já está mais vacinado e começa a se preocupar com qualquer coisa que apareça na tela e, a qualquer piscada ou ruído suspeito, já viramos a cabeça pro lado pra não levar aquele susto toco y me voy. Clicando nas coisas, aparece o jumpscare da rodada. Esse até que foi uma fase bônus pra recuperar 'life' pois o susto foi menos intenso, talvez até tenhamos criado imunidade aos sustos.

Sala de estar[editar]

Momento do tiro na testa do quadro; menos assustador, mas ainda sim causa uma freada na cueca

A sala de estar mais soturna de todos os tempos. Aqui foi onde morreu o marido. Pelo aspecto da sala de estar, ou ele morria assassinado ou se matava de tédio.

Umas analisadas pelo ambiente, clicando várias vezes no quadro do homem, e o retrato do homem vai mudando. O quadro mexe os olhos, cai no chão, vai sangrando e até que, de repente, um tiro inesperado da testa no quadro. Esse valeu um pulinho das nádegas, mas também foi menos assustador. Realmente upamos bem o level de aguentar sustos pois já não há mais tanto medo em jogar.

Cquote1.png Meu deus do céu, Berg, mataram o cara em nossa frente Cquote2.png
Corre Berg! sobre o tiro no quadro

Corredor[editar]

Sério, esse corredor de filme de horror, quem não sabe que vai aparecer um bicho no meio do corredor pra dar um cagaço? Já joguei muito Resident Evil, filho!

Uma amostra da continuação

Essa é a última fase, e a aparição da vez deverá ser da antagonista do jogo. As clicadas no ambiente de sempre e então aparece a infeliz, fazendo cosplay de Samara Morgan dos cabelos lisos e sedosos. E sim, ela dá um belo dum cagaço no jogador que baixou a guarda por causa dos sustos leves anteriores. É um susto meio que inesperado, mesmo ela aparecendo antes pra mostrar a fuça, porque essa porra engana bem. O criador do game fez uma boa armadilha ao jogador despreparado, manipulando a situação e fazendo tudo parecer pacífico (tipo praticar marcha atlética na Faixa de Gaza), até que vem o susto real e o jogador sente o brioco fechar tanto que não passa nem átomo.

Em primeiro momento surge um microssusto, pra dar uma miguezada e fingir que é igual às duas fases anteriores só do sustinho serelepe. Mas então vem o "final jumpscare" e aí não tem como não cagar, mesmo que a produção de bosta pelo sistema digestivo naquele momento não esteja concluída. O que já tiver sido produzido é colocado pra fora.

Conclusão do jogo[editar]

Essa é a versão antiga do susto do corredor (final scare). A fantasma era mais sexy, mas menos assustadora. Daí o criador chegou na perfeição do susto (primeira imagem, canto superior direito)

E então o protagonista oculto do jogo - você detetive com amnésia - leva um mar de susto, e fim do jogo. No fim The Game só serviu pra dar cagaços e não se preocupou muito com o enredo. Ao fim do jogo, é impossível não ter, no mínimo, uma marca de beijo enrugadinho de batom marrom na roupa de baixo. A Categoria:Coisas que deram merda nunca fez tanto sentido literal a um artigo.

Continuação[editar]

Não contente em apenas foder, agora o criador do game também quer estuprar violentamente o coração das vítimas, e por isso fez uma continuação ainda mais vil, The House 2. Ainda não possui artigo aqui, mas um dia será criado. Quando? Talvez quando o autor recuperar a sanidade e a vontade de viver.

Ver também[editar]