The Legend of Zelda: Ocarina of Time

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Virtualgame.jpg The Legend of Zelda: Ocarina of Time é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, uns metroids chupam a Samus.


A Lenda de Zelda: O carinha do Tempo
The Legend of Zelda Ocarina of Time capa.png

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Não-intendo
Publicador Não-intendo
Ano 1998
Gênero RPG-Ação-Hentai
Plataformas Não-intendo 69, Game Tude, 3DS, Project 69, WiiHare
Avaliação 69/100
Idade para jogar Maiores de 18 anos

Cquote1.png Now Link, has saved the day, put Ganon, in his grave... Cquote2.png
Música tosca criada pelo Sistem of Adão após usarem as drogas deKU

Cquote1.png Qual é a fraqueza da aranha gigante que me mata sempre? Cquote2.png
Você desesperado procurando a fraqueza da Ghoma após morrer 356357 vezes

Cquote1.png A Triforce!! Eu vi uma foto do nego que pegou ela!! Cquote2.png
Profissional viciado sobre hoax lendário de The Legend of Zelda: The Ocarina of Time

Cquote1.png Onde tá? Cquote2.png
Noob viciado sobre Triforce

Cquote1.png Acabei com todas as galinhas... WUOAAAAH! Cquote2.png
Bruce Lee sobre as galinhas assassinas de Zelda.

Cquote1.png Eu peguei a Triforce, descobri o lugar colocando uma das galinhas no saco! Cquote2.png
Kid Bengala Capitão Nascimento sobre The Legend of Zelda: The Ocarina of Time

Cquote1.png Tãnananannnnn!! Cquote2.png
Link sobre Baú

Cquote1.png Esse carinha de verde aí é o Zelda? Cquote2.png
Sua mãe sobre The Legend of Zelda: Ocarina of Time

Cquote1.png Não, esse é o Peter Pan! Cquote2.png
Seu tio sobre Link

Cquote1.png Sages, depressa! A PANELA! Cquote2.png
Princesa Zelda após você derrotar o Giant Pig Ganon

Cquote1.png Ao ver uma galinha tente acertá-la o máximo de vezes possíveis! Cquote2.png
Detonado filho-da-p#[email protected] confiável sobre The Legend of Zelda: Ocarina of Time

Cquote1.png Quase que eu pego ela, ela é linda demais, dizem que ela é muito boa Cquote2.png
Nerds discutindo sobre a Saria

Cquote1.png Ocarina of Time tem 13 letras! Cquote2.png
Zagallo sobre Ocarina of Time

Cquote1.png OMG!!! O Sheik era a Zelda!!! Cquote2.png
Noob jogando esse Zelda pela primeira vez

Cquote1.png Boa essa marca de relógio Cquote2.png
Carla Peres sobre Ocarina of Time

The Legend of Zelda: Cocaína of Time é o primeiro jogo decente da série The Legend of Zelda, desenvolvido pela Não-intendo, jogo de aventura-plataforma-RPG que narra a saga das aventuras de Link, uma criatura metade gnomo e metade elfo que vai encarar altas confusões numa busca alucinante para perder a virgindade com a princesa de Hyrule. O jogo fez tanto sucesso que foi a inspiração para filmes fantasiosos e surreais como o clássico de Waldisnei Alice no País das Maravilhas e sua versão mais pesada intitulada Sucker Punch.

Jogabilidade[editar]

Um cartucho de The Legend of Zelda: Ocarina of Time banhado a ouro para ser vendido 400 vezes mais caro (tem otário gente que compra mesmo).

Ocarina of Time é considerado por especialistas comprados pelas grandes corporações como sendo o primeiro jogo decente da série The Legend of Zelda. Lançado para N64, console que quebrou paradigmas trazendo um monte de jogo em 3D (enquanto no PS1 tinham que se contentar com Bubsy 3D), Ocarina of Time não escapou à tendência, vindo a ser o primeiro Zelda com jogabilidade totalmente focada em matança em 3D. Neste jogo, controlamos Link e suas ações, podemos caminhar livremente pelo mundo de Hyrule, que assim como o protagonista é muito pequeno e totalmente limitado, embora por algum motivo estranho a Wikipédia diga o oposto sobre esse fato, o que é descaradamente uma mentira.

Neste jogo Link precisa enfrentar muitas aventuras.

Link começa a aventura com um inventário bem vazio, mas na medida em que o jogo progride e Link pilha e saqueia todo tipo de vilarejo, ele vai aumentando sua coleção de itens e armas furtadas de pessoas inocentes, deixando-as sem qualquer defesa contra os monstros e diabos que existem aos montes no mundo. Não apenas isso, Link ainda pode estuprar e matar monstros em geral, podendo inclusive usar fatalities e arrancar corações das criaturas para o seu próprio benefício. 70% desses itens são tremendamente inúteis e meramente opcionais, geralmente recompensas que o jogador recebe ao concluir side-quests estúpidas e patéticas. Além disso, Link possui uma brecha dimensional em sua cueca, e isso explica como ele consegue carregar trezentos itens dentro da roupa.

Há basicamente dois objetivos no jogo. A main quest, na qual Link passará por grandes aventuras em busca de conseguir perder a virgindade, mas na maior parte do jogo o que temos à nossa disposição é um simulador de como ser um vândalo e trombadinha inconveniente. Devemos, portanto, invadir casas e intimidades das pessoas, quebrar seus vasos, espancar seus animais, vandalizar e cortar seus jardins, explodir suas pedras... enfim, fazer peraltices do gênero. E não apenas isso: depois que sair e essas pessoas inocentes comprarem vasos novos após o jogo tentar salvá-las da miséria, devemos voltar lá e vandalizar de novo, e assim assaltar essas pessoas mais uma vez, levando os rupees escondidos nesses vasos.

Além da enorme variedade de itens para espancar pessoas aleatórias e vandalizar o mundo ao nosso redor, em determinado momento do jogo Link encontra uma fada travesti... Ou melhor, drag queen... Ah, sabe-se lá se é isso é rosca ou parafuso, o que interessa é que ela nos dá uma "barra de boy-magia", que pode ser interpretada como "barra de magia", mas serve para Link ficar apto a soltar poderes que requerem uso de purpurina (daí o termo boy-magia). Para restaurar essa barrinha é necessário beber uns potinhos de Mountain Dew, os quais podem ser encontrados espalhados de qualquer jeito pelo cenário.

Como em todo jogo de Zelda que se preza, Ocarina of Time também oferece muitissíssimas dungeons (no português: masmorras), que na verdade são apenas míseras oito. Afinal, o que esperar dos japoneses que acham 10 centímetros grandes coisas? 8 dungeons parece muito para eles mesmo. É mais que sete, pelo menos. De todo modo, Link deve enfrentar furries, lagartos gigantes, esqueletos, mulheres fetichistas com fogo no rabo, aranhas e uma enorme variedade de outros monstros desconhecidos até mesmo pelo IBAMA, enquanto o jogador resolve puzzles direcionados a crianças de apenas 11 anos de idade. No final de cada dungeon, deve assassinar cruelmente algum enorme monstro inocente que não fez nada pra ninguém e só estava quietinho na sala dele aguardando a morte chegar, para depois arrancar o coração do bicho e ainda usar para si numa espécie de ritual satânico que prolonga a própria vida.

Este foi o Zelda que introduziu o sistema de combate em Z-targeting, o qual permite que o Link alveje ​​pessoas indefesas quase que garantidamente, facilitando assim os assassinatos cometidos pelo protagonista para que o mesmo faça a maior chacina possível enquanto viaja por Hyrule. Não bastasse tudo isso, esta mira automática é proporcionada pela fadinha Navi, que tem muitas utilidades, inclusive ser irritante. Mesmo que o Link não tenha o grandioso poder de falar, devido a seus pais o terem confiado para ser criado por uma árvore bigoduda quando ele era um bebê, sua mudez é logo compensada pela presença da irritante Navi que está ali para falar tudo pelos cotovelos dos dois e regularmente proporcionar informações vitais para Link. Estas são completamente necessárias para ajudar em sua aventura, e surgem em frases tais como "Death Mountain sounds like a good place to visit" ou "Hey! Those iron boots you have could sink to the bottom of Lake Hylia! Maybe that's where the next temple is!" porque, aparentemente, o público-alvo da Nintendo não sabe que a Montanha da Morte é inofensiva, nem que o metal afunda na água, aí precisa dessas dicas de jerico vindas da excelentíssima "Capitã Óbvia".

Enredo[editar]

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Link é morador da Kokiri Village, cidade em que gnomos desmatam a flora nativa para construir suas casas dentro dos troncos das árvores. Engenharia ambiental de última geração!

Cquote1.png Ei!! Listen!! Acorda porra!! Cquote2.png
Navi a fada sobre Link

Cquote1.png P# [email protected] qu& [email protected]!! Cquote2.png
Link sobre Navi enchendo o saco

Cquote1.png You shall not pass! Cquote2.png
Mido sobre você não ter faquinha e escudo ainda

Tudo começa com Link tendo um longo pesadelo horrível, no qual um monstro narigudo solta um hadouken e mata ele. Quando acorda, percebe que tem uma bola luminosa flutuante enchendo o saco e trollando o pobre coitado, chamando-o de gnomo fraco e indefeso. Essa bolinha flutuante esquizofrênica possui amplo vocabulário (na verdade ela só fala Hey! e Listen, o resto tem que ler), e essa bola reluzente flutuante vai ficar flutuando sobre a cabeça de Link para sempre, momento em que ele percebe que foi acometido por uma grande maldição. Ao sair de sua casa, Link nota que é morador do Bosque Encantado.

A primeira guria que Link conhece é uma punk de cabelos verdes chamada Saria, uma guria que dá mole pra ele o tempo inteiro (como muitas outras personagens femininas ao longo do jogo também darão mole, em vão). Link pode escolher entre pegá-la e assisti-la fazer um strip-tease, ou fazê-la ficar parada ali mongando, e eu sei que você escolheu fazê-la ficar parada mongando.

Uma árvore gigante e bigoduda chamada A Grande Árvore Dedo no Ku chama Link; mas antes, ele deve descolar algumas tranqueiras. Por exemplo, achar uma faquinha podre escondida num beco estranho do bosque, onde uma bola fica rolando eternamente e quase ninguém tem curiosidade de saber o porquê dessa bizarrice eterna se manter ali. Além disso, em conformidade com a profissão de ladrão, Link precisa assaltar os vários outros duendes da vila com sua faquinha até arrecadar 40 ruppers (dinheiro local, 1 rupper vale 5 centavos), montando um grupo com os rappers pra comprar uma ripa de madeira (que usará como escudo) numa loja de marcenaria, situada no meio da mata.

Agora sim o Link pode ir até a árvore Dedo no Ku, desta vez muito bem equipado. A árvore vai falar que está com um puta fungo no interior de suas raízes e vai explorar a boa vontade de Link pedindo para que o gnomo o ajude. Assim, o nobre aventureiro entra na boca dessa árvore escrota, para fazer um bico de cirurgião e ajudá-la a solucionar o seu problema.

Inside the Great Dedo no Ku Tree[editar]

Gohma, o primeiro chefão é um Descíclope raivoso.

Dentro da Dedo no Ku Tree você nota que ela na verdade é oca e está repleta de botões, baús e salas perfeitamente desenhadas, como se um arquiteto ou designer dos cenários de Star Wars tivesse passado por ali bêbado. Por perceber que tudo nesse lugar desafia a lógica da botânica e da biologia geral, conclui que esse é o motivo da árvore estar morrendo, mas o infeliz vai embora capengando. O ambiente é fácil de se explorar porque é tudo ainda uma espécie de tutorial, onde basicamente você precisa ficar usando paus para queimar teias e acender tochas (como já mencionado, não existe conhecimento de botânica no mundo que explique a lógica do interior desta árvore) repetidas e repetidas vezes... O local é recheado de puzzles que exigem todos os movimentos básicos, e a fadinha Navi, sabendo que a maioria dos jogadores são uns n00bs desgraçados, enche o saco a todo momento para dar uma dica mais óbvia que outra.

O subchefe é uma planta marrenta que cospe nozes fazendo barulho de peido. Ele é uma árvore capaz de andar e sambar loucamente (danem-se as raízes), que se esconde numa moita estranha impenetrável e a prova de fogo, sendo impossível queimá-lo ou incendiá-lo. Por isso, a opção é rebater as nozes e as castanhas-do-pará com um taco de baseball até ele ser derrotado. Esse bicho ainda dá uma de X9 e fala uma senha antes de entregar o prêmio: um incrível estilingue de brinquedo que atira uns troços redondos amarelos (e não me pergunte o que isso fazia dentro de uma árvore gigante e oca).

O chefão final é o GOHMA, Parasitic Armored Arachinid, sendo ele o principal motivo do incômodo que a Dedo no Ku Tree estava sentindo. Este parasita de um olho só é um desesperado desbitolado e descíclope que, após muitos anos dedicados à Desciclopédia, ficou maluco e agora caga ovos infinitos de onde umas aberrações bípedes brotam, completamente despirocado das ideias. Apesar de ter muita marra, o bicho sente dano por tirinhos de estilingue, isso quando fica com o olho vermelho após tantas horas olhando pra tela do computador enquanto acende, puxa, prende e passa.

Depois de atravessar toda a árvore, derrotar um câncer e ganhar uma pedra verde sem valor monetário algum, a árvore Dedo no Ku se livra do Link, aquele parasita da cidade (pois não trabalha e é sustentado), e fala para ele ir tentar a vida como camareira da Princesa Zelda.

Tentando pegar a Zelda[editar]

Link impressionado sobre como o mercado de Hyrule é repleto de coisas feitas de papelão e isopor, como num autêntico episódio do Chapolin.

Cquote1.png Socorro!! Tarado!! Cquote2.png
Princesa Zelda sobre Link invadindo seu quarto

Após ser expulso de sua cidade natal, Link ganha um presente de despedida de sua namoradinha Saria: um pedaço de pau com buracos para enfiar no cu e fazer fios de bosta assoprar e criar um som desafinado, mas o suficiente para fazer a música dos Simpsons. Link aceita o presente por educação mesmo, tanto que, mais pra frente, vai se livrar dessa porcaria quando achar uma flauta melhor.

Link então se depara com a Hyrule Field, a região central que conecta todos os ambientes do jogo, e ficamos sabendo que dá para caminhar de uma ponta a outra do reino em apenas 30 segundos. The Flash ficaria surpreso. Mas, por enquanto, o objetivo é chegar no Mercado de Hyrule e depois no castelo. No mercado, Link gasta suas rupees, e ainda pode continuar com o velho vício de estuprar casas, quebrar os vasos e souvenirs de todo mundo só por diversão, antes de comprar roupas ninjas e outro escudo monstrão para invadir o castelo da Princesa Zelda. Se quiser, o jogador pode fazer com que Link ainda possa visitar o submundo da cidade noturna, lugar especial onde a cidade fica empesteada de portadores da síndrome de Down e vira-latas, onde o cassino com seus mini-games e caça-níqueis podres também está aberto. Ninguém nessa parte da cidade quer falar com você (e quem em sã consciência falaria com um gnomo mudo com uma bolota flutuante e falante ao lado?).

De qualquer modo, Link precisa invadir o castelo de Hyrule (onde decide ir bancar o espião) e conseguir atravessar o local o mais rápido possível. Mais uma vez, The Flash ficaria impressionado: não pelo Link, mas porque todos os guardas são uns brocoiós que sofrem de miopia, estrabismo, daltonismo e cegueira, e por isso não conseguem ver um elfo verde rolando pelos jardins do palácio. Um homem fedorento, vendedor de leite e dorminhoco é quem te ajuda entrar no local, mas só depois dele ficar absurdamente impressionado quando você mostra para ele como um ovo vira uma galinha só porque amanheceu, algo que desafia tanto a lógica, mas tanto, que ele fica maluco de vez e sai correndo para nunca mais ser encontrado. Uma vez atravessado todo o palácio, Link invade o quarto da Princesa Zelda na maior cara de pau e deselegância (não encontra nada, então precisa ir para um jardim onde ela fica espiando por uma janela o que o tal de Ganondorf fica fazendo - ela é uma autêntica voyeur, não sairá de perto daquela janela por nada durante as próximas horas do jogo).

E como se sabe, o Link sempre foi meio boiola, nem ficou de pau duro para a princesa, e a Zelda decide chantagear o pobre garoto, ameaçando que vai espalhar para todo o reino que gnomos em geral são broxas e de pinto pequeno. Assustado, Link decide que vai obedecê-la. Afinal, a missão que a princesa deu não pareceu tão difícil assim, ela apenas disse: "Quando você me der três pedras bonitas. Uma verde, outra vermelha e outra azul, eu dou outra coisa pra você". E depois chama sua guarda-costas chamada Ímpar para expulsar o Link da cidade.

A pedra vermelha[editar]

Galinha de Kakriko Village atacando um pobre bebê indefeso. É por isso que não existem recém-nascidos nesse vilarejo.

Depois de ser expulso do castelo, Link decidiu procurar primeiro pela pedra vermelha. Ao avistar de longe uma montanha vermelha, ele decide ir minerar no local, achando estar no Minecraft. É chegando no sopé da montanha que percebe que o caminho está fechado, no Kakariko Village, onde é preciso ter autorização imperial para subir. Como a Zelda Melo é uma patricinha, ela descola a autorização facilmente, assinando um documento que não prova nada. Antes disso, Link ainda dá uma passada no cemitério da cidade, onde faz amizade com o coveiro e entra numa cova gigante recheada de morcegos, fantasmas e zumbis que gritam "IIAAAAAAAAAAAAAEEEAAAAAHH!!", te paralisam e te enrabam com a maior agressividade, sem nenhum xaveco antes. Mas é ali que Link aprende uma música diferente, tão satânica que desafia as leis da mecânica celestial clássica e faz dia virar noite e noite virar dia.

Após escalar a árdua Montanha da Morte, precisando desviar das infinitas bolas que correm atrás do Indiana Jones e possuem disposição pra descer a ladeira sem parar (quem desenvolveu essa porra de caminho?), Link finalmente atinge uma caverna que é a cidade dos Gorons (seres em forma de bolas de pedra que são comedores de pedra e mais parecem cocôs, como uma versão gorda do 50 Cent, e isso até se nota pelo linguajar deles que se chamam de "brother"). Todos esses Gorons estão estressados e rolando sem parar, e se você se descuidar o Link pode ser atropelado.

Sabendo que o chefe dos Gorons está trancado em sua sala, provavelmente batendo punheta enquanto vê um pôster do Coisa para precisar de tanta privacidade assim, Link precisa acender todas as tochas do local, até todos os Gorons se cansarem de sua burrice e abrirem o salão que o leva ao chefe da cidade. O seu nome é Darunia, mandachuva das quebradas. Ele tem cara de mau, mas quem o conhece sabe que ele é gay e fã de ursão peludo manso, por isso basta você tocar uma música emo que você aprendeu com sua putinha amiguinha Saria lá na floresta para que Darunia solte a franga e se enamore por você. Ele diz que tem um calango gigante na caverna de suprimentos dos Gorons, e explora sua boa vontade pedindo que você expulse o bicho dali e traga novamente a paz à cidade dos Gorons. Em troca, ele dará a Link uma Pedra Vermelha Bonita, dessas que ele tanto precisa pra carcar na princesa.

Caverna do Calangão[editar]

Dodongo, o calango gigante se oferecendo para um boquete.

Esta é a caverna onde os Gorons colhem suas pedras para comer, mas ela foi conquistada por um monstro boqueteiro gigante, e o altruísta Link vai ajudar a desinfestá-la desses calangos malignos. Agora munido de bombas, Link é um terrorista que explode coisas, empurra caixotes e aperta botões. Mas muito cuidado com os morcegos de fogo estrategicamente posicionados que estão ali para te relembrar como o escudo de madeira dos Kokiri são altamente inúteis: se bater um foguinho, eles queimam até virar cinzas em menos de 5 segundos.

O subchefe é uma dupla de calangos espadachins, irmãos que carregam uma faquinha de passar manteiga no pão e gritam feio tentando intimidar o jogador. Porém, são bem burros e atacam um de cada vez (quem sabe para evitar de se acertarem). Uma vez derrotados, o prêmio que oferecem são um estoque ilimitado de bombas. Não vai demorar muito para que Link aprenda com os muçulmanos diversas táticas de como usar tantas bombas.

O chefão final é o KING DODONGO, Infernal Dinosaur, um bucetossaurus de tamanho desproporcional, que usa ataques igualmente desproporcionais e morre após receber um dano desproporcional a seu tamanho. Ele é meio pervertido e vai abrir a boca gigante ameaçando dar um boquete no Link, e depois que vê que foi recusado sai rolando igual um tatu maluco até dar cabeçada numa parede. Morre bem fácil depois que Link joga umas bombas dentro da "boca-buceta" dessa estranha criatura, explodindo o estômago dela e garantindo uma morte terrível e dolorosa ao monstro.

Depois de penar lá dentro e vencer o calango gigante, Darunia agradece Link, entregando para ele uma pedra vermelha bonita com nenhum valor monetário aparente.

Visitando os Homens-Peixe[editar]

Zora te desafiando pra ver quem consegue catar mais lixo dentro do Rio Tietê. Se você vencer o desafio do Arquivo X, ganha uma bola de gude que te ajuda a mergulhar até o pré-sal.

Cquote1.png Blurph Cquote2.png
Jabu Jabu sobre Link golpeando suas víceras

Agora Link precisa de uma Pedra Azul Bonita. Ao sair de Death Mountain e Kakariko Village, Link segue o leito da porra (ou leite de porra) de um rio cheio de lulas cuspidoras de pipocas gigantes e sapos dançarinos. Tudo isso para chegar na nascente do rio onde moram os Zoras, seres desprovidos de vergonha na cara e genitálias, o que reforça as teorias de que são assexuados. Esses Zoras vivem num cubículo úmido, reclusos porque as outras raças os confundem com alienígenas nadadores desprovidos de piroca ou buceta, mas é jogando com um deles que se conquista uma bolha para conseguir mergulhar no Lake Hylia, onde Link consegue um pote com uma carta dentro. Tal carta foi escrita com a caligrafia do punho da Princesa Ruto. O conteúdo é: "Estou cansada de só fazer sexo anal devido à ausência de vagina no meu corpo, vou procurar novas aventuras sexuais extremas, por isso estou invadindo o corpo do Lorde Jabu Jabu pelo cu - Beijos da Princesa Ruto".

Mostrando a carta da princesa para o rei obeso, o mesmo já preocupadíssimo com a sanidade moral de sua filha, e envergonhado por descobrir que havia criado uma princesa tão devassa, decide abrir passagem para Link encontrar a tal baleia gigante chamada Jabu Jabu e assim resgatar a princesa. Não apenas da baleia, mas também do bacanal que a "príncipa" estaria fazendo nos intestinos da criatura sagrada dos Zora. Ao encontrar a baleia, Link percebe a vida de merda que aquele animal leva, e compreende porque os Zora não deixam uma alma chegar perto: é para que o Greenpeace não os denuncie por maus tratos. A baleia está numa lagoa que é praticamente do tamanho do corpo dela, eternamente encalhada e condenada a uma vida de merda até que chegue sua morte, por isso Link é gentil e compadecido pelo pobre animal coitado, e para tornar seu dia mais feliz oferece a ele um lambari, o problema é que Link acaba sendo engolido junto de brinde.

Dentro da baleia tosca[editar]

O câncer que afeta a baleia.

Tal como Jonas ao chegar dentro de uma baleia, Link percebe que tudo o que estudou sobre Biologia na escola sempre foi uma grande mentira, pois o interior do animal não é nada parecido com o que estudamos nos livros, tanto que suas vísceras nojentas possuem até elevadores para facilitar o transporte de quem perambula por dentro da baleia. O interessante é que tem de tudo na barriga desse ser. Ao que parece, ele é mal alimentado e come qualquer porcaria, como por exemplo: monstros, baús, bumerangues, águas-vivas elétricas, caixotes, e até a Princesa Ruto. A princesa, por sua vez, é uma grande folgada e se recusa a andar (tipo esses caras de pegadinhas fajutas que fingem ser cadeirantes), precisando ser carregada feito um peso morto.

Ruto está frustrada porque não encontrou a aventura que desejava ter ao entrar nas vísceras do Lorde Jabu Jabu. Afinal de contas, é muito difícil encontrar uma diversão nessa vida quando não se tem uma buceta (no caso dela), mas mesmo assim, a vadia tem cu e não vai descansar até ter o melhor sexo de sua vida. Ao encontrar Link, decide assumi-lo como seu escravo sexual, ordenando-o que a pegue pela bunda e a carregue para vários lugares, podendo inclusive praticar um pouco de sadismo arremessando-a longe caso sinta vontade. Durante a aventura no interior da baleia, Link cura uma azia do bicho, depois cura uma prisão de ventre ao visitar os intestinos do animal onde vivem umas lombrigas gigantes, que são de bom grado exterminadas.

O subchefe é uma lula gigante e retardada, animal pertencente ao mesmo filo de entidades como Lula, Lula Molusco e Hydron. Este animal não possui cérebro, assim como seus irmãos, e fica apenas correndo em círculos como um grande retardado mental. Uma vez que ese bicho esdrúxulo é derrotado, Link adquire um fabuloso bumerangue mágico.

O chefão final é o BARINADE, Bio-Eletric Anemone, uma espécie de câncer ambulante misturada com úlcera de estômago que está afetando a saúde da baleia Jabu Jabu, por isso é necessário usar muita quimioterapia para derrotá-lo, além de muitos golpes de bumerangue mágico para cortar seus tentáculos estupradores.

Uma vez solucionada a úlcera do Lorde Jabu Jabu, Link e Ruto saem de dentro da baleia, e a puta princesa dos Zora decide que quer casar com o Link, porque ele, sendo o elfo passivo que é, não sentiria falta da ausência de vagina na Ruto e seria um bom capacho para a princesa. E como prova desse voto matrimonial, Ruto entrega para Link uma Pedra Azul Bonita desprovida de qualquer valor monetário como anel de noivado e fica esperando por Link para sempre... que nem uma boa esposa otária enquanto ele some dali mais ligeiro que enterro de pobre para continuar sua missão de pegar a Princesa Zelda.

Indo trepar com a Zelda[editar]

Ganondorf praticando sadomasoquismo com Link.

Cquote1.png Filha da Puta!! Cquote2.png
Ganondorf sobre Princesa Zelda

Cquote1.png Vadia, me enganou! Não trepamos porra nenhuma! Cquote2.png
Link sobre Princesa Zelda

Cquote1.png Será que é possível trepar com a Navi? Cquote2.png
Nerd após ler uns hentais bem pesados

Cquote1.png Ha-ha, vai ficar virgem para sempre. Cquote2.png
Navi sobre realidade da vida sexual de Link

Feliz da vida, Link volta para o castelo da Princesa Zelda para ver se ela vai mesmo cumprir a promessa de chupar o pau do Link três vezes se ele levasse as três pedras coloridas bonitas para ela. O estranho é que a medida em que Link se aproxima do castelo, um inexplicável eclipse solar ocorre e tudo fica escuro. Desesperada e sem saber como fugir de sua promessa sobre os "basquetes", a Princesa Zelda foge de cavalo e atropela Link (até parece que ela toparia trepar com Link), mas só pra não ficar feio demais, ela ainda arremessa uma bugiganga numa poça que há por ali, e perseguindo a princesa está o fabuloso Ganondorf (ela não aguentou a jeba dele). Inicialmente ele nem repara na presença no nanico do Link, mas quando o vê, solta um hadouken que amaldiçoa Link, fazendo-o ficar com um nariz enorme depois de adulto (assim como todos os personagens do jogo).

Num erro clássico dos vilões, Ganondorf subestima Link, perdendo a chance de matá-lo ali mesmo (por ser otário), permitindo que Link treine bastante e possa ficar fortinho para pedir sua revanche depois. Sem ter mais o que fazer, Ganondorf vai embora.

Pegando a Ocarina que Zelda deixou para trás, junto a ela há um bilhetinho com a musiquinha dela que serve para abrir uma entrada secreta no templo budista da cidade, mas chegando lá Link descobre os nudes secretos que a Zelda tirou enquanto estava com o negão de tirar o chapéu, o Ganondorf. Desolado, ele decide se livrar das três pedras inúteis que tinha, para então descolar uma espada no local e dormir tristemente, todo deprimido feito um bêbado durante sete anos, hibernando no templo budista e acordando só quando ficar adulto (com uma puta ressaca, é verdade). Enquanto está desacordado, Link passou 7 anos sendo abusado por um velho gordo e chato que fala uma meia hora de papo furado que ninguém nem lê e fica com o dedo doendo de tanto apertar "A" para pular todo esse falatório do velho. E tudo isso só pra receber uma tigela dourada a fim de comer farofa no final da joça. Em resumo, ele diz que admira Link como colecionador de tranqueiras, e que por isso devem procurar toda a coleção das demais 5 tigelas para levar ao castelo do Ganon com o intuito de praticar BDSM com alguma puta do local. Já sabemos quem vai e quem não vai...

Começa a treta pra valer. A floresta está fudida[editar]

Cquote1.png O que aconteceu com essa porra!! Cquote2.png
Link sobre Hyrule fudida

Cquote1.png Olha o tamanho desse lugar... Quem que cavou a cova dele? Cquote2.png
Navi sobre Coveiro do cemitério de Kakariko Village

Cansado desse velho gagá chamado Rauru, Link ouve a história de que precisa reunir seis tigelas milagrosas para convencer a Princesa Zelda a se comportar feito cadela e assim ter acesso ao palácio de Ganon. Decide então partir nessa nova jornada, descobrindo que ele, na verdade, não era bem um duende, pois duendes não crescem e ele já está todo adulto após despertar do seu sono de 7 anos. Assim como um típico bodybuilder.

Resgatando a sua autoconfiança e a vontade de comer a princesa Zelda mais uma vez, Link sai do Temple of Time. Porém, já se passaram sete anos, e muita coisa mudou. Ganondorf ganhou a Quarta Guerra Hyruleana Mundial e conquistou o mundo; sob seu comando, ele passou a isentar de impostos zumbis e entidades malignas em geral que se proliferaram por todos os lugares, arruinando tudo.

O mundo está uma verdadeira bosta, mas é incrível que a primeira coisa que vem à cabeça de Link é rever um grande amigo seu, o coveiro beiçudo do cemitério de Kakariko Village. Mas ao chegar no cemitério, uma grande tristeza se abate em Link, ao descobrir que "o coveiro foi encovado" e que nem mesmo pôde ir ao seu funeral. Grande mistério... Jamais saberemos quem enterrou o coveiro, talvez tenha sido ele próprio. Demonstrando sinal de brilhante inteligência, Link resolve cavar a cova do coveiro para falar com o fantasma dele, e ao encontrá-lo (é isso aí, o fantasma dele está lá mesmo), decide fazer o que qualquer pessoa normal faria ao encontrar o espírito de um velho amigo: apostar uma corrida numa cova labiríntica. Caso vença a competição, Link ganha um excelente e exclusivamente grátis Hookshot.

Lost Woods. Aqui você só se perde se for burro.

Depois de rever o fantasma velocista do amigo, agora Link decide ir rever sua querida terra natal e sua putinha que a deixou na friendzone, a pirralha Saria, o seu antigo amor, e ver se ela ainda está dando mole para ele.

Voltando para Kokiri Forest, Link encontra seu antigo lar todo fudido, cheio de merda e infestado de bichos escrotos. Percebe que foi administrado por algum prefeito brasileiro e que por isso caiu em decadência até não sobrar um gnomo vivo. Madeireiros e seringueiros ferraram e serraram indiscriminadamente a Dedo no Ku Tree, tirando toda a madeira e leite do pau que encontravam, e com o tempo, todo o povo da cidade deu o fora ou se extinguiu. Os poucos remanescentes fugiram para um lugar maluco chamado Lost Woods.

Cquote1.png Merda!! Cquote2.png
Você quebrando o controle com raiva de Lost Woods

Lost Woods é uma parte da floresta que na verdade são salas quadradas labirínticas, dentre as quais Link precisa sempre escolher entre três caminhos. Se errar, volta para o começo. É um jogo de tentativa e erro, mas o caminho certo é: esquerda, direita, direita, frente, esquerda, direita, fale com a coruja, frente, esquerda, frente, direita, direita, direita, esquerda, derrote dois espantalhos, direita, esquerda, esquerda, frente, direita, direita, esquerda, esquerda... direita, frente, esquerda, direita. E dá uma rodadinha. Note a lógica dos caminhos: se Link faz um caminho de deslocamento a (3X).643 - V0/d e desloca-se a 0,50 m/s2, então multiplique por 2π. Siga essa lógica mais treze vezes e meia, e você poderá alcançar o covil hiper-secreto de Saria para talvez entrar na batcaverna dela.

Mas a vida é uma surpresa de caixinhas! Ao chegar no local e não encontrar Saria (nem a batcaverna), Link se depara é com um ninja sinistro e meio gay tocador de harpa e arremessador de shurikens. Ele toca uma música para o elfo, o paquera um pouco, solta um estalinho e vai embora sem dar mais explicações... Que diabo é isso??? Note que, até hoje, ninguém foi capaz de descobrir de onde ele tira essa harpa. E usando o gancho, agora Link pode ter acesso ao Forest Temple, onde tentará encontrar Saria e ver se ela ainda está dando mole pra ele, para quem sabe assim sair de 7 anos de seca para entrar na bat... Tá bom, e de bônus ainda receber uma das 6 Tigelas Sagradas.

Forest Temple[editar]

Eles não sabiam o que criar para ser o chefe desse templo, então inventaram esse sósia do Ganondorf.

Local escondidíssimo no meio da mata, o Forest Temple é infestado de aranhas gigantes e lobos, sendo ele o primeiro desafio realmente razoável que o jogo oferece. Ao entrar nesse templo, Link já percebe que vai precisar caçar quatro fantasmas pilantras que sequestraram cruelmente quatro tochas que dão acesso ao subsolo do local. Como Link adora tochas (para ficar bem atochado), ele parte louco atrás desses fantasminhas nada camaradas. Nota especial para um corredor psicodélico, onde Link, antes de entrar, precisa cheirar um pó mágico para assim ter a doce ilusão de que a sala gira e vacilão roda.

Os subchefes é a trupe dos quatro fantasminhas pilantras, que na hora do combate entram dentro da parede, e são um saco de derrotar por causa disso. Link consegue ali o seu arco e flechas, e finalmente pode aposentar o estilingue de vez.

O chefão é o PHANTON GANON, Evil Spirit from Beyond, que não passa de uma cópia e preliminar do último chefão. Serve para lembrar os sábios zeldamaníacos da luta contra o mago de Agahnim em A Link to the Past com sua batalha simplória, a qual consiste em ficar rebatendo hadoukens com a Master Sword. A sala do chefão é numa merda de um museu, por causa da lei que obriga a criar jogos educativos. Para vencê-lo, Link precisa antes crivar o cavalo voador do Vingador com flechas, torturando o animal que tem o poder sinistro de se introduzir em quadros na parede. Para adivinhar de qual daqueles quadros esse Ganon-Cópia vai brotar, é necessário ao jogador fechar os olhos e usar a Força. Depois do cavalo apanhar muito, Ganon vai ficar flutuando e atirar hadoukens no Link; não sendo ele muito bom em baseball, eventualmente não vai conseguir rebater essas bolotas, e uma hora acaba torrando e morrendo.

Como recompensa, Link encontra sua amiga de infância Saria, mas a pirralha não cresceu nem 1 centímetro e ainda parece uma garotinha de 10 anos de idade, o que além de ser perigoso não dá nenhum tesão. Então, Link pega uma tigela verde, apenas para aumentar sua coleção, e vai embora.

Indo chorar nos ombros do Darunia[editar]

Goron City, uma cidade em formato de cu.

Cquote1.png Meu nome é Link?! Que merda de nome idiota é esse??? Cquote2.png
Filho de Darunia sobre seu nome

Link sai do Forest Temple abalado e chocado em 220 volts, ao descobrir que Saria também deu para o Ganondorf. Por isso, o protagonista jura vingança contra Ganondorf, que está passando o rodo em geral e pegando todas as mulheres que ele quis. A ideia agora é formar uma aliança com o chefe dos Gorons Darunia, velho amigo, para matarem o Ganondorf juntos. Mas ao chegar em Death Mountain, Link percebe que os Gorons também foram extintos. Os poderes malignos de Ganondorf ressuscitaram um dragão magricelo na montanha, e este devorou todos os gorons. Na verdade, resta um bebê goron retardado que ainda está girando desesperadamente sem ter para onde fugir. Claro que Link faz a coisa mais sensata, que é explodir o coitado e obrigá-lo a levá-lo ao tal dragão. Pra confundir ainda mais, saiba que o nome desse pequeno Goron também é Link. O Link (que você controla, não o goron) está em uma fase meio marrenta, igual a um jogador de futebol se achando o tal só porque cresceu alguns centímetros devido ao milagre do pó Royal. O goron bebê, que vira seu fã, lhe fornece o uniforme do America do Rio para você se camuflar quando cair na lava e te deixar imune a ataques de menstruação que alguns inimigos grotescos eventualmente possuem.

Antes de chegar no local onde o dragão está, o MilkSheik aparece novamente para se mostrar e apresentar um pouco mais de sua música harpial desafinada. Antes que você possa abraçá-lo com toda emoção, ele entra em combustão humana espontânea e aparentemente morre.

Fire Temple[editar]

É esse o porra que comeu os gorons há 7 anos atrás, está magro assim porque sua refeição terminou.

Templo gigante cuja porta do chefão está logo na entrada do local, bem do seu lado. Mas o burro do Link, por peninha ou gostar de dificuldade mesmo, resolve subir todo o imenso lugar só para salvar alguns Gorons enjaulados, precisando tomar muito morcego de fogo na cara durante o processo, sem contar a quantidade exagerada de lesmas de fogo que se aproveitam de seu formato achatado, especialmente projetado para que os golpes de espada horizontais de Link não as acertem.

O subchefe, chato pra caralho, é um patinador dançarino pirofágico que pega fogo e dança feito uma biba. Porém, se tomar um tiro de gancho, descobrimos que ele não passa do Corpo do Benito que está ali fazendo um bico como subchefe. Nesse momento ele começa a fugir, até lembrar que pode pular de volta na fornalha e readquirir seu formato de patinador dançarino. É derrotando esse bicho que temos acesso ao Martelão, ideal para esmagar certos botões enferrujados que existem aos montes no lugar.

O chefão é o bizarro VOLVAGIA, Subterranean Lava Dragon, um dragão magrelo em formato de piroca que possui um problema sexual gravíssimo, pois ele gosta de enfiar o pau em si próprio. Ele sofre de desnutrição e precisa constantemente comer gordura. Então, nada melhor do que saborear bosta comedora de pedra Gorons. Mas ele não recusa devorar o Link quando este aparece, e para vencê-lo Link só precisa esmagar a cabeça do bicho com aquele martelão, igual àqueles jogos infantis de fliperama. No final, você encontra o espírito do Darunia, e ele entrega uma tigela vermelha para enfeitar a coleção de Link.

Gelo? Mas há um deserto escaldante logo ali[editar]

Zora's Domain congelado. Dizem que se você conseguir descongelá-lo terá acesso à lendária Triforce.

Cquote1.png Cadê a baleiazona?? Cquote2.png
Você sobre Lord Jabu Jabu

Cquote1.png Eu consegui Cquote2.png
Viciado maníaco sobre nadar em Zora's Domain adulto

Depois de tantas decepções, a única saída que o Link adulto percebe ter é voltar para o Zora's Domain e assumir seu casamento com a princesa Ruto, a mulher-peixe-alienígena que te ama e não tem vagina. Mas as tragédias não terminam, e nem isso Link pode ter porque, ao chegar no local, vê que está tudo congelado e a raça Zora foi transformada em almoço para a Páscoa. O Rei Bagre Gordo Gigante é o único que parece vivo, mas ele está cumprindo pena dentro duma espécie de redoma vermelha feita de menstruação mágica petrificada, não que ele esteja diferente de como fica fora dessa redoma. Até a baleia gigante morreu... também, com aquele estômago cheio de porcaria, ela não tinha muitos anos de vida mesmo, não restou nem a sua carcaça, deixando surgir nas imediações uma caverna que ninguém sabe como surgiu ali.

Ice Cavern[editar]

Caverna louca onde quase todas as salas são ringues de patinação que os Zoras criaram para se entreter quando começou a nevar, o que, aliás, é mais um desafio lógico que a meteorologia nunca conseguiu explicar: como é possível nevar a 100 metros de distância de um deserto e de uma montanha cheia de lava? Mas é com a curiosidade de poder patinar um pouco que Link decide explorá-la, não por algum outro motivo especial. É lá dentro que constata, outra vez, que a escola só lhe despejou mentiras e que as leis da Física, especialmente da termodinâmica, realmente não se aplicam ao mundo ele vive. O sujeito consegue recolher fogo num pote (tudo o que você estudou sobre combustão, combustível e comburente, pode esquecer) e depois abre esse mesmo pote em frente a algumas pedras de gelo para assim derretê-las, porque nesse mundo de Zelda é assim que derretemos gelo, enxugá-lo levaria uma eternidade.

O lugar é cheio de morcegos de gelo filhos da puta, que só de triscar, congelam Link da cabeça aos pés (já foi mencionado que as leis da termodinâmica não se aplicam à física desse jogo né?). Para derrotá-los, basta tacar flechas que os bichos morrem. O problema é que os vagabundos fizeram um ninho e são muitos, então pode ser melhor esperar que eles te matem antes mesmo.

O subchefe final é um Lobo Branco que não passa de um inimigo reciclado do Forest Templo, a única diferença é que ele pegou pneumonia de tanto viver naquele lugar gelado e os olhos ficaram vermelhos, além de ter acumulado neve nos pelos. Por isso que o coitado fica espirrando enquanto "tenta" lutar. É ali que conseguimos as botas de ferro, que são a maior bizarrice possível nesse jogo sem sentido.

Cquote1.png Caralho que bosta, não ganhei a medalhinha Cquote2.png
Você depois de derrotar aquele lobo ridículo da Ice Cavern

Sheik aparece de novo e fofoca que Ganondorf também pegou e estuprou a Ruto (mesmo ela não tendo vagina, teve que ser no oral mesmo). Sheik ainda dedura que a esposa de Link fugiu para o Lake Hylia de tanta vergonha, ensina mais uma música de teletransporte e depois vaza dali. É claro que, antes de ir tirar satisfação com a sua esposa, Link descongela o seu sogro, o Bagre Rei Gordo, e para desafiar a lógica mais ainda, ele presenteia Link com uma túnica azul. Um trapo que permite a Link respirar embaixo da água, o que nos leva a crer que Link respira pelos poros do peito que fornecem oxigênio direto ao pulmão, igual uma barata, e não pelo nariz de tucano. Com esses dois novos incríveis itens que não apenas desafiam a lógica como a fodem de vez, Link pode vasculhar agora as profundezas de Lake Hylia para reencontrar sua esposa, que ainda deve estar lá esperando...

Water Temple[editar]

Muito antes do Rezendeevil, amoebas já faziam suas vítimas.

Cquote1.png Vou pescar um pouco Cquote2.png
Link visitando Lake Hylia no futuro, enquanto o mundo inteiro sofre sob domínio de Ganondorf

É aquela fase da água, local considerado um dos lugares mais chatos e maçantes de todos os jogos, em especial todos os Zeldas. O Templo de Água consiste num intrincado sistema de andares e de níveis de água que embaralham a cabeça de qualquer um. A princesa Ruto está lá dentro, mas ainda bem que dessa vez Link não vai precisar pegar na bunda da comadre e carregá-la para todo canto, mas ela continua a mesma puta de sempre, recusando-se a usar roupas e nadando por aí completamente nua. É necessário subir e descer a água muitas vezes para solucionar os puzzles do local.

Continuando a desafiar a lógica, toda vez que veste as Botas de Ferro o Link afunda como se estivesse usando um escafandro completo. Só isso já é o bastante para achar a situação bem bizarra, sem contar que uma roupa azul o faz respirar sob a água, mas ao guardar as botas de ferro na cueca, Link volta a flutuar quando na verdade o tanto de item que ele guarda na cueca o faria afundar como uma pedra logo de cara.

O subchefe é o Dark Link, irmão gêmeo do Link, só que é transparente e tem sangue no zóio, além de ficar esperando seu rival sob uma árvore capenga. Era para teoricamente ser uma das lutas mais emocionantes desse jogo, mas na prática você apenas esmaga os botões dos golpes. Copia todos os movimentos do Link e ainda é discriminado só porque é feito de sombras. Ele dá como prêmio um Correntão.

O chefão final é o MORPHA, Giant Aquatic Amoeba, um pedaço de amoeba enfeitiçada com macumba que controla uma gelatina sabor tutti-frutti. O monstro habita uma sala alagada e só sabe fazer a mesma coisa: criar pirocas enormes de amoebas para tentar estuprar o pobre Link. É necessário manter-se longe e puxar a amoeba com o gancho para fora da água, para assim trucidá-la e realizar o sonho dos haters do RezendeEvil ao obliterar um pedaço demoníaco de amoeba sem precisar usar coca-cola. O espírito de Ruto então aparece, entrega a tigela azul para seu esposo, dá aquele sermão dos infernos sobre a eternidade que passou esperando o indivíduo e, por fim, dá-lhe aquele merecido pé na bunda.

Harvest Moon: Vida no Campo[editar]

Malon. O maior sonho de consumo dos fãs de Zelda. Note o olhar de puta apaixonado da jovem moça e seios piramidais como os da primeira Lara Croft. Nem dá pra suspeitar que é amante de zoofilia.

Cquote1.png Que mané Link. Eu gosto só da Epona Cquote2.png
Malon sobre zoofilia

Depois de sofrer mais uma decepção amorosa, ao ser dispensado até pela Princesa Ruto, uma mulher que nem vagina tem, a essa altura Link já tá com as mãos cheias de calos e desistindo de perder a virgindade. Ele decide largar tudo e voltar para o Temple of Time (Sheik aparece outra vez e blá blá blá, música e tal); você nota que ali há um buraco negro temporal que é acionado ao introduzir algo pontiagudo numa pedra. Link decide enfiar sua espada ali e volta sete anos no passado. Fica desapontado, pois todo mundo já transou e só ele é virgem ainda. Link força a memória para lembrar onde mais no mundo há alguma mulher gostosa para ele tentar pegar, quando lembra-se daquele leiteiro que falou alguma coisa sobre ter uma filha e bonita, então Link vai para o Rancho de Hyrule.

E é lá no rancho que Link encontra a pequena e doce Malon, uma guria que passa os dias cuidando de uma égua chamada Epona. Como Link está matando cachorro a grito, dá umas cantadas nela, facilmente conseguindo a simpatia da garota, mas acaba caindo na friendzone dela. Malon até parece dar um certo mole, mas o problema é que o Link percebe que ainda nem chegou na puberdade, o que o impossibilita até de ter ereção. Então, ele decide voltar ao Temple of Time para avançar no tempo, ficar "adúltero" e tentar dar uns pegas na Malon adulta também.

De novo adulto, Link corre de pau duro até as ruínas do rancho para ver se finalmente tira o atraso, mas ao chegar no local, outra grande decepção para colecionar. Malon foi vendida como escrava sexual para um velho fedorento nojento bigodudo chamado Indigo, que ficou com nojinho dela quando descobriu que a inocente já havia perdido a virgindade com os cavalos do rancho, então Indigo nunca a comeu e a largou por ali. Chega a hora do desafio, e Indigo topa soltar a sua escrava se Link vencê-lo em uma corrida injusta de cavalo. Para vencer tal corrida é necessário usar Epona, a égua parceira de Malon, amaciando-a com feromônios equinos masculinos. Depois de perder muito dinheiro nessas apostas, e finalmente ganhar uma mísera corrida pra receber toda a fazenda de uma vez, o maltrapilho fecha os portões e te prende no local. Mas aí é só fugir pulando os muros, afinal agora está com uma égua que pula sobre qualquer coisa.

Como Link é um bom samaritano (e não menos idiota), ele doa a fazenda para Malon, fazendo o café da manhã pensando no almoço e imaginando um casamento com ela no futuro, mas a pilantra dá o golpe do baú e fica com todas as riquezas só para ela, deixando Link apenas com a eguinha pocotó.

Putaria no deserto[editar]

Link precisando defender-se do ataque de uma Gerudo ninfomaníaca.

Cquote1.png Me prenderam denovo!! Cquote2.png
Jogador ruim sobre mulheres Gerudo

Cquote1.png Piiiii!!! Cquote2.png
Apito das mulheres gerudo sobre Link sendo preso

Link está profundamente decepcionado, como sempre. Suas possibilidades de perder a virgindade estão se esgotando cada vez mais, e ele só tem quatro tigelas coloridas que servem pra nada, e pra coisa nenhuma. O único lugar onde ele ainda pensa que pode encontrar mulher é no covil de seu arquirrival Ganondorf, mais precisamente em sua terra natal, o Gerudo Desert. Link vai para o local e descobre que as guerreiras de Gerudo estão mantendo quatro carpinteiros com sobrepeso como escravos sexuais, mas como eles são machos virgens que dão gritos de macho virgem, querem fugir dali desesperadamente e na base de gritos histéricos.

É claro que Link simpatiza com esses homens que estão sendo abusados sexualmente por uma tribo de ninfomaníacas do deserto, e por isso atravessa o Forte de Gerudo que está lotado de mulheres taradas, todas vestidas de odalisca sensual, salvando um por um aquela trupe de boiolas. Se Link eventualmente for avistado, capturado e preso, nada há para se preocupar: as mulheres Gerudo desejam secretamente serem enrabadas por aquele elfo bonitão, por isso sempre o lançam na prisão com todos seus itens, deliberadamente permitindo que Link escape quantas vezes forem necessárias.

Depois de resgatar os boiolas todos, as mulheres Gerudo acabam por reconhecer a força de Link, e decidem iniciar uma orgia com ele. O problema é que era a primeira vez de Link, e ele fica muito nervoso com toda aquela pressão e putaria, acabando broxando e decepcionando todo mundo, recebendo apenas uma luva aveludada para continuar na punheta.

Decepcionadas com ele (parece ser contagioso), as mulheres de Gerudo banem o coitado para o deserto. Mas Link não desistiu de perder sua virgindade, ele inclusive fica sabendo que Nabooru, a mulher que afirmam ser a mais gostosa de Gerudo, está no Desert of Colossus, então é para lá mesmo que Link vai, para tentar a sorte mais uma vez. Infelizmente, o deserto está tomado por uma tempestade de areia 24 horas por dia, então Link precisa desistir da ideia no momento.

Bottom of the Well[editar]

Os caras que classificaram esse jogo como "Livre para todas as idades" é porque não chegaram nessa parte.

Cquote1.png Putzgrila meu! Quando que eu ia adivinhar isso, meu!? Cquote2.png
Boça sobre como descobrir a entrada para o Bottom of the Well

Cquote1.png Sete dias... Cquote2.png
Samara sobre Link

Nesse outro momento, o jogador é relembrado que está jogando um jogo da década de 1990, que não fica dando moleza e explicando para onde deve ir, ou o que deve fazer, por isso é necessário adivinhar ou ter a brilhante ideia aleatória de ir para Kakariko Village como pivete e ter a sagacidade de deduzir que deve tocar a música da chuva dentro do moinho da cidade, embora não fique claro o que isso tem a ver com fazer o poço se esvaziar (como é que a chuva esvazia um poço de água?).

Mas é descendo nesse poço maldito e repleto de aberrações em seu interior que Link encontrará a lupa mágica. O local está lotado daqueles zumbis estupradores que te paralisam e te enrabam de quatro sem nem piscar. Mas o que enche mais o saco é a presença da porra do Wallmaster, uma mão gigante do deus mercado que surge do nada para fazer um fisting surpresa no cu do Link, que precisa estar sempre atento para não ser pego de surpresa. Além disso, são vários os chãos invisíveis.

O chefe final é um Zumbi Obeso Louco Pescoçudo, que tem como auxílio quatro pirocas zumbificadas e enterradas no chão que atacam e estupram Link caso ele se aproxime demais. Vencer esse chefe é apenas questão de superar seus novos medos...

Spirit Temple[editar]

Nabooru prometendo sexo anal para Link.

Cquote1.png Que doido meu!! Cquote2.png
Cara que levou um mês para descobrir onde fica Desert of Colossus

Com a brilhante lupa em mãos, agora Link será capaz de avistar o Gasparzinho no meio do deserto de Gerudo, e ele gentilmente o guiará para o Spirit Temple sem cobrar pelos serviços. Infelizmente está tudo fechado, mas o Sheik ensina mais uma musiquinha de teletransporte, então dá pra ficar pirralho e explorar o local ainda como criança.

É na forma de moleque que Link encontra a Nabooru, decepcionando-se (de novo) porque ela nem era tão gostosa assim como todos diziam, é só uma nariguda esquisita com quadris desproporcionais e até meio careca. Mas como estava na seca, Link decide dar em cima dela mesmo assim, e Nabooru, ao perceber que estava lidando com um moleque entrando na puberdade, decide abusar de sua boa vontade, pedindo que Link entre no buraco pequeno para pegar um tesouro. Mas como esse jogo se trata de uma saga para tentar perder a virgindade, duas bruxas raptam a Nabooru antes que ela pudesse cumprir sua promessa, e fazem lavagem cerebral nela. Por isso, ao voltar ao local como adulto e tentar salvar Nabooru, ela nem lembra mais de Link, e na verdade vai é atacar o jogador.

O templo consiste em te obrigar a ficar empurrando espelhos de um lugar para outro a fim de refletir a luz solar. Fogo, lanterna e luz elétrica não funcionam lá.

O subchefe é um grandão de armadura chato bagarai. O cara é grande, lento, e carrega um machado monstruoso que arranca muitos corações, por isso é necessário fazer vários ataques suicidas até conseguir, por alguma cagada, vencê-lo. É bom estar preparado, pois Link vai enfrentar uns 98 desses só nesse templo, ganhando no final um escudo de espelho. Agora, como aquele vidro supostamente frágil não quebra com as porradas mais violentas, é mais um mistério da física inexplicável de Zelda.

A chefe final é a TWINROVA, Sorceress Sisters, duas bruxas russas e caquéticas que soltam bufas foderosas em cima de Link, só que uma peida queimando enquanto a outra peida gelado, então não dá pra acender todos os peidos. Ao invés de facilitar os retoques da maquiagem do Link com o Escudo Espelho, é ali que o item se mostra útil, sendo perfeito para refletir essas bufas. No final, elas ainda se fundem e se transformam num traveco gigante, mas a tática de refletir as magias continua a mesma. Resgatada de seu destino cruel de escrava sexual das duas bruxas feias, Nabooru não pode cumprir sua promessa por sexo anal porque já está morta, mas como prêmio de consolação, entrega uma tigela amarela para Link... Baita prêmio!

Cemitério macabro[editar]

Cquote1.png Viajou Cquote2.png
Review sobre Cemitério de Zelda

Mais uma decepção amorosa, e Link não pôde comer nem a Nabooru, a vadia mais oferecida de todo o jogo. Parece que não há mais com quem Link possa perder a virgindade. Ele não aguenta mais punheta. Mas então, num desespero, ele se lembra da existência da guarda-costas de Zelda, aquela baranga que mais parece um homem chamada Ímpar, então Link decide procurá-la.

Link vai para Kakariko Village à procura dela, já que a grandona é prefeita daquela budega apesar de nunca ter sido vista ali. Claro, pois ela morreu. Não que Link ligue pra isso, ele vai para o cemitério tentar achar o fantasma da mulher (o desespero está mesmo grande nessa altura do jogo), mas aí ele encontra Sheik sendo atacado por um estuprador invisível. Depois de apanharem para a sombra, Link e Sheik tocam algumas músicas para desestressar, e Link vai à caça da sombra que está relacionada tanto com par, quanto com Ímpar. Para isso, precisa acender umas velas a fim de completar um ritual satânico e assim entrar na tumba de Ímpar, para resgatá-la e pegar o último tigelão.

Shadow Temple[editar]

O penúltimo chefe do jogo é uma piroca gigante com fimose.

Esta tumba monumental e cheia de zumbis está escondida em Kakariko Village e ninguém sabia de sua existência, mas o que esperar de uma cidade onde vive um cara que foi transformado numa aranha, mas que depois de se livrar da maldição passa 7 anos só dançando sem parar no mesmo lugar? Todo dia é feriado municipal nessa budega? Já o Shadow Temple está cheio de aberrações, mas é verdade que quase todas são só inimigos reciclados, porque a essa altura do jogo os produtores já estavam de saco cheio e correndo contra o relógio.

É ali que Link adquire as Hover Boots, para extravasar de vez qualquer ausência de lógica nos itens disponíveis nesse jogo. Esses sapatos são revestidos de sabonete, o que o faz andar como se estivesse tentando correr no gelo e possibilita flutuar por 2 segundos, assim evitando alguns abismos.

O chefão final é o BONGO BONGO, Phantom Shadow Beast, um baterista e tambuqueiro da Salgueiro, que teve uma morte traumática num acidente durante o desfile na Sapucaí, mas através de uma macumba o seu espírito foi ressuscitado no formato de um zumbi em formato de pênis com fimose, o que faz ele ficar muito tímido, claro, por isso é obrigatório usar a lupa para tentar enxergar esse pênis ambulante e maligno. Para derrotá-lo, Link precisa golpear as mãos desse tamborista até ele cair para então poder fazer a circuncisão no pênis desse monstro, até que o mesmo tenha uma hemorragia grande e derreta como se fosse piche. Após essa vitória, Link recebe uma tigela roxa, a última dentre as tigelas sagradas.

SHEIK É A ZELDA[editar]

Sheik finalmente soltou a franga e revelou sua real identidade.

Cquote1.png O Sheik tem pinto e é inteligente, e a Zelda tem buceta e é burra, e eles são a mesma pessoa Cquote2.png
Incoerente Nintendo sobre sua personagem

Não foi nem com a Ímpar que Link perdeu o cabaço, ela morreu mesmo, então o jogo está chegando ao fim e o protagonista não concluiu sua jornada em tentar perder a sua tão protegida virgindade. Só sobrou uma pessoa no mundo para ainda tentar comer, o tal Sheik, e talvez Link assuma sua bissexualidade com isso, só que mal sabia ele quem realmente era o Sheik...

Enquanto caminhava triste nas redondezas de Temple of Time, Sheik apareceu outra vez, mas Link não estava a fim de cantar musiquinha não, estava mesmo era querendo sair da seca, e propôs um troca-troca. Emocionado com a proposta, Sheik fala um monte de coisa que ninguém se importa e se transforma na sua versão patricinha, na Princesa Zelda (adulta e muito mais gostosa), animando-se a finalmente tirar a virgindade de Link. Deu até umas flechas bonitas de ouro como presente de noite de núpcias.

Link e Zelda já estavam se preparando para a pegação, quando Link, de tão azarado, vê que Ganondorf surge e estraga prazeres, raptando a Zelda. Link não tem outra alternativa: se quiser perder a virgindade, vai precisar resgatar a princesa do vilão.

A torre fálica[editar]

Ganon em sua forma final de javali-alce-corno-veado com rabo de cobra coral.

Cquote1.png Não tinha elevador? Cquote2.png
Link sobre escadaria da Torre do Ganondorf

Depois dessa putaria toda, Link invade o castelo de Ganondorf, que mais parece um pintão negro (cuja arquitetura foi inspirada no membro do próprio Ganondorf, que naquele momento está num delicioso gang bang com a Zelda). Depois de completar um monte de mini-games pentelhos e subir uma escada quase interminável, Link finalmente se encontra com Ganondorf, todo pimpão tocando punheta órgão, descansando após já ter gozado na Zelda.

Aquela bola inútil da Navi fica toda medrosinha e some, deixando Link para jogar uma partida de tênis com Ganondorf pra ver quem vai ser "o mais fodelão de Hyrule, he-he". Só que depois de vencer Ganondorf na partida de tênis, Link e Zelda nem tem tempo direito de procurar pela torre um quarto onde pudessem finalmente trepar, porque o escroto do Ganondorf ficou tão puto da cara que implodiu o seu próprio castelo. Link e Zelda saem correndo dali (com tamanha calma que, por sinal, a puta da Zelda para do nada e fica olhando pra tua cara em vez de abrir os portões) e quando finalmente Link vai trepar... (pausa dramática)... o veado do Ganondorf ressurge das cinzas na sua forma suprema: uma mistura de porco com veado com alce, e Link precisa dar uma surra no desgraçado outra vez até matá-lo definitivamente (será?). E a Zelda, já cansada de toda essa viadagem, acaba não trepando com Link...

O grande momento na vida de um jogador de Zelda.

Finalmente, uma trepada[editar]

Cquote1.png Será que eu nunca vou foder? Cquote2.png
Link sobre sua jornada de frustrações em Hyrule

Agora o zeramento. A Princesa Zelda começa a falar um monte de bosta... Link fica lá ouvindo com aquela cara de bocó dele, pensando que aquele falatório vai dar em nada e que provavelmente será empurrado para a friendzone como sempre foi, até que finalmente a Zelda resolve dar pra Link! Viva! Conseguiu! Até que enfia enfim... Essa deveria ser a sua reação, não é? Só que não é bem assim, pois no final da trepada, Zelda revela que aquilo foi apenas um sonho erótico e te manda de volta para o passado, junto com a porra da ocarina como se nada tivesse acontecido. Ou seja, no final, Link vê só purpurina e vai embora.

Novamente como uma criança, a porra da bolota da Navi te dá adeus pra sempre (graças a Deus). O problema é que, como Link voltou a ser um moleque sem pelo no saco, seu pau não sobe e ele acaba de novo na mão... ou não.

Enquanto isso, no Lon Lon Ranch (aquela fazenda improdutiva que Link doou para a Malon), está rolando uma puta orgia entre todas as raças do reino, orgia para a qual o Link nem foi convidado, coitado, para comemorar o fim da era de trevas do terrível metelão Ganondorf (que no fim das contas fodeu a Saria, a Malon, a Ruto, a Zelda e até o dragão da tua mãe...).

Por fim, depois de toda essa puta falta de sacanagem, Link resolve fazer uma última tentativa para ver se consegue foder pelo menos uma única mina nesse jogo, daí ele volta até o castelo de Hyrule, onde se reencontra com a Zelda criança. Porém, pra azar do garoto, o jogo termina no mesmo momento que ele revê a vadia. Link permanece virgem e puro.

FIM.

Hyrule[editar]

O mapa de Hyrule, totalmente ilógico, onde desertos, montanhas, lagos, florestas, geleiras, planícies e cidades ficam a alguns metros uns dos outros.

Cquote1.png Tu estavas no deserto há um segundo atrás! Como isso pode? Cquote2.png
Professor de Geografia sobre você já estar num lago

Kokiri Forest[editar]

A floresta dos "duentes", onde gnomos e purpurina convivem pacificamente.

Kokiri Forest não é bem uma floresta apesar de seu nome, é apenas um Bosque Encantado onde vivem gnomos, duendes, fadas, espantalhos vivos e anomalias da natureza em geral. O local é facilmente reconhecível por sua atmosfera repleta de purpurina. A liderança do local é de uma árvore gigante e bigoduda que foi carinhosamente apelidada como The Great Dedo no Ku Tree (cujo nome no português se traduziria como "a árvore que acha ótimo enfiar o dedão no cu"). Seres humanos morrem estranhamente quando entram nesse lugar, então o local é indefinidamente habitado apenas por gnomos, embora estes também não sejam muito amigáveis com a natureza, comumente sendo vistos desmatando árvores para criarem as suas casas.

É esse bosque que tem conexão com a famigerada Lost Woods, um labirinto cretino onde, aliás, vive o vilão do próximo jogo, o SkullKid. A Saria fica escondida no final do labirinto, pois é emo e sofre bullying demais para viver junto dos outros gnomos.

Sete anos depois...

No futuro, Kokiri acaba ocupada por bichos escrotos que matam toda a sua população de duendes, e assim o local vira um pântano hostil e repugnante sem nenhuma lojinha e cheio de ervas daninhas.

A Lost Woods é ocupada por um grupo de marombeiros segurando tacapes enormes. Embora o seu tamanho assuste, como são marombeiros eles não possuem cérebro, então caso Link consiga se aproximar, consegue golpear os testículos broxas desses monstros para assim derrotá-los.

Após Link salvar a Saria no Forest Templo, nasce o Dedo no Ku Sprout, mas a presença dele é inútil e irrelevante. Uma coisa que você não irá entender é o fato de que, se você salva a floresta sete anos DEPOIS, como o broto irá aparecer sete anos ANTES?

Hyrule Field[editar]

Aqui você cruza quilômetros em alguns segundos (coisa de RPG).

Cquote1.png Olha só isso!! Que coisa bela!! Cquote2.png
Nintendista fanático boiolinha sobre Hyrule Field

Cquote1.png Gwirahwlchs!! Cquote2.png
Esqueletos que aparecem a noite sobre Link

Cquote1.png Listen! Link, esse lugar é grande pra cara#$%... Cquote2.png
Navi sobre Link

Cquote1.png Prefiro o Hyrule Field de Twilight Princess. Ele é bem maior. Cquote2.png
Espaçoso sobre Hyrule Field de OoT

Hyrule Field é uma planície gigantesca de quilômetros de extensão, mas que pode ser atravessada em segundos e a pé (de cavalo fica ainda mais rápido). Este local, que conecta as outras áreas do jogo e acaba sendo constantemente visitada, é o ambiente que desperta um verdadeiro frenesi em nintendistas zeldamaníacos que elogiam o local e se emocionam com a sua musiquinha.

Não há muito o que se fazer ali, sendo um ambiente apenas de passagem, mas é o lar de uma moita assassina que, caso você se aproxime demais, vira um abacaxi voador gigante e começa a tentar te fatiar com pedaços de casca de abacaxi. E derrotar essa porra não dá nada de recompensa, por isso é melhor ignorá-la.

Durante a noite o lugar vira um verdadeiro inferno: após o lobo uivar serão 12 horas (que passam em uns 60 segundos de gameplay) de infinitos esqueletos brotando da terra.

Sete anos depois...

No futuro, esse é um dos lugares que menos se modifica, talvez porque os produtores do jogo, ao verem o tamanho gigante daquela planície, decidiram que era melhor evitar a fadiga e não redesenhar aquilo tudo pra cortar tempo e custos. A única diferença é a existência de 10 macumbeiros secretos (Big Poe), que só aparecem se você estiver em cima do cavalo, e servem para você ganhar a porra de um pote de um vendedor sem cabeça.

Hyrule Castle[editar]

Saca a espada, Rei Arthur!

Cquote1.png Ela entende... Cquote2.png
Princesa Peach sobre experiência sexual da Princesa Zelda

Castelinho da Princesa Zelda, conhecido como Templo das Orgias, é onde Zelda realiza suas fantasias sexuais junto com todas as outras princesas de jogos de video-games. Nesse castelo de putaria máxima, seus guardas são meticulosamente selecionados: todos são estrábicos, míopes e cegos, assim não podem enxergar as putarias da princesa, e também não veem um gnomo arruaceiro que corta plantas e potes.

Abaixo do castelo, está o Mercado (Market), onde vive uma legião urbana de pessoas que se atêm veementemente às suas rotinas. Todos os dias quando acordam não lembram mais o tempo que passou, e vão para os mesmos lugares fazerem as mesmas coisas. De noite os portões se fecham, porque o lugar fica infestado de cachorros vira-latas, e os guardas querem impedir que os esqueletos e zumbis asiáticos entrem ali só para comer esses cachorros.

É ali que fica o Templo do Tempo, ou Tempo do Templo, uma ruína templária budista abandonada pelo povo ateu satanista. É o local onde está a espada do Rei Arthur que lhe permite viajar na maionese e no tempo, além de ficar alternando entre ser um moleque e um adulto.

Sete anos depois...

Quando Ganondorf conquista o mundo, sua primeira atitude foi destruir o castelo de Hyrule, já que sua amante Zelda fugiu e ele quis tirar-lhe o teto, explodindo o local com sua enorme força apelona e criando um fosso de lava no lugar. Em seguida, trouxe engenheiros havaianos para fazer um show enquanto constroem um castelo futurístico-medieval flutuante e ainda por cima em formato de rola, tudo para ser absolutamente impenetrável (a não ser que você descole seis tigelas coloridas, daí os sábios irão cagar umas bolinhas coloridas e irão fazer uma ponte de merda pro Link atravessar).

Kakariko Village[editar]

Cquote1.png Morri! Cquote2.png
Você sobre galinhas assassinas

Vilarejo que parece ter mais gente (e galinhas) que a capital, é onde vivem as galinhas assassinas que fizeram o jogo Zelda ser tão mundialmente famoso. Kokorikó Village situa-se no sopé de um vulcão furioso, por isso a cidade é constantemente soterrada por lava e gorons rolantes assassinos (ou pelo menos é o que deveria ser, em teoria, porque na prática eles matam ninguém). A vila é muito hostil: suas galinhas furiosas geneticamente modificadas e imortais arrancam três corações por ataque no intervalo de um segundo, por isso muito cuidado. É ali que vive uma família de dançarinos, cuja dança foi considerada tão tosca por um feiticeiro que a família toda foi transformada em aranhas ridículas. Link, então, tem essa side-quest de encontrar e matar 100 aranhas macumbeiras ao redor do mundo, a fim de livrar essa família de dançarinos da maldição.

É nessa cidade que se situa o cemitério macabro para onde vão absolutamente todos os mortos de Hyrule (porém, ironicamente, ninguém morre além do coveiro).

Não bastasse um cemitério sinistro, ali também tem um poço sinistro pra combinar, que originalmente está abastecido com água, mas só serve para proliferar a dengue, já que ninguém vai pegar aquela água parada. Mas quando Link faz chover, o poço esvazia (qual a lógica?) e ele pode pegar uns itens igualmente sinistros lá dentro.

Sete anos depois...

Kakariko Village tem a sua população triplicada por causa de refugiados de Hyrule Castle e da Síria, ambas destruídas. É ali que Zelda é estuprada em sua forma de Sheik, nos momentos finais do jogo, quando um monstro foge e queima a cidade toda.

Death Mountain[editar]

Link se suicidando ao pular na boca do vulcão.

Cquote1.png AAAAAAAA!!!! Cquote2.png
Link sobre queda na lava

A montanha da morte, literalmente. Local conhecido e temido por ser o lar dos mafagafos do mundo de Zelda. Uma montanha incendiada que quer te matar a todo custo, na parte mais baixa bolas que perseguem o Indiana Jones estão caindo infinitamente, desafiando os geólogos a explicar de onde vem tanta pedra... Mais acima na montanha, todos os estudos de geologia feitos até hoje são jogados no lixo e fica pior ainda: começa a chover pedra flamejante do céu, e ainda por cima teleguiada, na cabeça do pobre Link.

Goron City é a cidade das pedritas, um buraco mau feito em formato de cu prolapsado, aerodinamicamente projetado para beneficiar deslocamento por rolagens, que é a locomoção dos Gorons.

E mais adiante, fica a Death Mountain Crater. Caso você não esteja usando uma camisa vermelha do PT nesse local, a atmosfera hostil revolucionária vai sufocar seu nariz reacionário após exatos 45 segundos, tempo em que Link morre afogado no próprio esperma se aparecer ali vestido de PSDB ou PV.

Sete anos depois...

Um dragão comeu todos os Gorons do local e deixou tudo vazio e sem nada para ser feito. A diferença é que agora Link pode se disfarçar de militante do MST, e assim andar livremente pela Death Mountain Crater, que aliás é o local onde encontra uma travesti que aumenta o seu nível de "boy-magia", representado por uma barra verde.

Zora's Domain[editar]

Nada! Nade!

Cquote1.png Ui ! Ui ! Ui ! Ui !... Cquote2.png
Rei Zora dando o cu se deslocando a 1 metro por hora

Cquote1.png Puta qui pariu!!! Cquote2.png
Jogador entrando em Zora's Domain pela primeira vez adulto

Uma caverna cheia de fungos e frieiras, lar de uma raça de alienígenas sem-vergonhas e que não possuem genitais, os Zoras. Ali fica a nascente do único rio que cruza toda a Hyrule até desaguar no Lake Hylia, assim garantindo que ninguém morra de sede. O Rei Zora é um bagre gordo gigante que fica sentado o dia todo você sabe onde, a filha dele que se chama Ruto é ainda pior que o pai e gosta de ser carregada feito a patricinha fresca que é. O rio está infestado de polvos que cospem pipocas, e atrás da cidades está a Zora's Fountain, lar da divina baleia gigante Jabu Jabu, amante de lambaris.

Sete anos depois...

Enfrentando um inverno rigoroso, o Zora's Domain é congelado, sua população não resiste e é extinta. Até Jabu Jabu morre, mas esse morre de tédio mesmo, por não aguentar mais viver naquela pocilga em que o colocaram, acaba sofrendo de infecção intestinal também (você já viu o que tem dentro da barriga dele?). Esta é, definitivamente, a maior tragédia do jogo: os coitados dos Zoras não podem ser salvos. Só é possível descongelar um gelo avermelhado, que logo descobrimos ser apenas raspadinha de morango.

Lon Lon Ranch[editar]

Link aprendendo com alguns machistas que para fazer uma égua andar é preciso de seis cenouras.

Cquote1.png Hei Grasshopper! Cquote2.png
Malon zoando Link

Local onde todo o leite de Hyrule é produzido e monopolizado. O dono do local é um glutão dorminhoco (Mario) que possui uma simpática filha, a menina inocente do campo que já viu o pau do primo, chamada Malon. É ali que Link descola a única fêmea que poderá tocar durante o jogo inteiro, a Epona, objeto sexual da Malon e, mais tarde, do Link.

Sete anos depois...

Um empregado maligno e ambicioso (Luigi) faz um pacto com Ganondorf e conquista o rancho para si. Como ele é idiota e viciado em apostar em corrida de cavalo, o otário aposta tudo contra você; não importa quantas vezes Link perder, ele sempre vai aceitar uma nova aposta estúpida, até eventualmente perder o que tem e ficar todo cagado em ter que ceder a égua.

Cquote1.png NÃO!!! VOCÊ CONSEGUIU PEGAR A ÉGUA, A MELHOR DO RANCHO!!! AGORA O LORD GANNY VAI ME MATAR!!! Cquote2.png
Ingo sobre Ganondorf estuprá-lo ao saber que o idiota perdeu a égua com a qual ele mais trepava

Mas a melhor coisa do rancho no futuro é a Malon estar já crescida, o que certamente rendeu vários hentais bons por aí...

Lake Hylia[editar]

Ganondorf está espalhando o terror pelo mundo? O castelo de Hyrule foi invadido por zumbis estupradores? OK, vamos pescar um pouco no Lake Hylia.

Cquote1.png ... Cquote2.png
Espantalho sobre Link

Uma imensa poça de água. Local meio inóspito que, além de água, tem mais água, um espantalho falante maldito, um laboratório com um(a) velho(a) e um pesque-e-pague muito mal feito: roubado, não-lucrativo, e aparentemente não muito higiênico também, já que seu dono fica eternamente se coçando de forma ridícula.

Sete anos depois...

O lago secou depois que Zora's Domain congelou, e graças a isso o pesque-e-pague fechou, o laboratório fechou, até o espantalho foi embora e ninguém mais quer saber daquele lugar abandonado às moscas.

Gerudo Desert[editar]

Cquote1.png Que tal entrar no meu tiny hole? Cquote2.png
Nabooru sobre Link

Um lugar com muita areia e muita mulher. A entrada de Gerudo Valley é uma ponte suicida estreita e tosca que atravessa um desfiladeiro gigantesco. Com Link menor de idade, ele não pode ter acesso à suruba, então só pode frequentar o local na forma de adulto mesmo, pois o jogo é politicamente correto.

Sete anos depois...

O Gerudo Fortress é a cidade-harém de Ganondorf, povoada por centenas de dançarinas do ventre, submissas sexualmente e tão ninfomaníacas que ao avistar Link já sopram um apito e correm pra cima dele, com o intuito de tentar um "estupro invertido" e ganhar Bolsa Família. Depois dessa fortaleza da suruba existe o Haunted Wasteland, deserto no qual você se perde e acaba voltando para Gerudo. Com a ajuda de um fantasminha, consegue chegar em Desert Colossus, um oásis onde duas bruxas velhas estão pesquisando a fórmula secreta da Herbalife pra ficarem super gostosonas.

Recepção[editar]

Zelda: Ocarina of Time é frequentemente creditado como um dos jogos mais superestimados de todos os tempos, sempre aparecendo nas listas dos sites especializados em primeiro lugar quando fazem enquetes sobre "Qual o melhor jogo superestimado de todos os tempos?", elogiados em todos os sites de análises mesmo por quem nunca jogou, só para não ser excluído mesmo, sendo aquele game queridinho que todo mundo no planeta é obrigado a falar bem caso não queira ser linchado.

A Nintendo Power, um grupo de lobby sobre as marcas de direito da Nintendo, frequentemente chama Ocarina of Time de "O maior jogo de todos os tempos!". Como Ocarina of Time é conhecido como o jogo mais subestimado da história, é comum obter reviews com vários comentários negativos, mas sempre surgem alguns fãs (n00bs) para dizer "OMFG! Meu jogo favorito EVAR!!!!!!!!!!", e como resultado dessas e outras declarações semelhantes de loucura, Ocarina of Time foi classificada pela Agência Mundial Antidoping como droga ilícita por causar loucura e estresse pós-traumático nos jogadores mais intrépidos.

Link se aproveitando de sua da habilidade de viajar no tempo

Cquote1.png Esperei 7 anos para nada, porra Cquote2.png
Link sobre não foder nunca

The Legend of Zelda: Ocarina of Time ganhou o Trofeu Gamístico na categoria Jogo mais superestimado de todos os tempos! Venceu