The Vaccines

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Certamente, seus fãs idiotas alienados o odiarão!

Indiemo.jpg Let's see any iranian film?

Este é um artigo INDIE!

E seu maior sonho é ir para São Petersburgo.

Undersk.jpg
The Vaccines
Seringas123.jpg
The Vaccines em sua formação característica.
Origem Londres
País Bandeira da Inglaterra Inglaterra
Período 2010 -
Gênero(s) Indie
Gravadora(s) Columbia Records
Integrante(s) Justin Young, Árni Hjörvar, Freddie Cowan e Pete Robertson (guitarra)
Ex-integrante(s) {{{exintegrantes}}}
Site oficial {{{site}}}

Cquote1.png Você quis dizer: The Strokes Cquote2.png
Google sobre The Vaccines
Babel fish.gifTraduzindo: As Vacinas
Babel Fish sobre The Vaccines
Cquote1.png Experimente também: Arctic Monkeys Cquote2.png
Sugestão do Google para The Vaccines
Cquote1.png Se eles são vacinas, quero ficar com tétano AGORA! Cquote2.png
Indie bêbado sobre citação acima
Cquote1.png Salvação do rock! Cquote2.png
Revista típica indie sobre The Vaccines
Cquote1.png The Strokes é semana retrasada, Arctic Monkeys semana passada, a onda agora é The National, The Drums e The Vaccines! Cquote2.png
Indie modinha sobre The Vaccines

The Vaccines é uma banda indie e de post-punk revival (mesma merda) que surgiu no ano de 2010 com o intuito de ser uma cópia perfeita do The Strokes a nova banda indie desse mundo, para salvar o movimento que já está ficando tão blasé quanto seus integrantes. O grupo é formado por Justin Young (vocal), Árni Hjörvar (baixo), Freddie Cowan (bateria) e Pete Robertson (guitarra).

A banda[editar]

A cara de mal nada mais é do que farsa pra vender mais

Em 2010, o The Strokes estava morto, não lançava CD há mais de oito mil anos e os fãs estavam doidos pra ceder logo e virar fãs de Restart ouvir uma coisa qualquer que parecesse com os Strokes. Eis que quatro pederastas indies, que se encontraram de modo nada convencional na rua (fontes seguras afirmam que os quatro estavam passando na mesma calçada e se esberraram um no outro simultaneamente, bom, provável, como são indies, andam olhando pro chão pra ver se tem uma graninha ali esquecida pra comprar um café num Starbucks mais próximo, mais indie impossível).

Ao perceberem que tinham a mesma intenção, decidiram se unir e formar uma banda. Bom, na verdade dos integrantes quem sabe tocar algo são Freddie e Pete, Justin era fã de karaoke de fim de semana (sempre vencia sua avó). Árni Hjörvar na verdade era indie mas não sabia tocar nada, mas está na banda pois é amigo do dono da banda da esquina, que vende a revista NNE e o cara sempre arranja essa revista pra ele (pois mais ninguém tem interesse de ler essa merda), e, por ter um nome bem diferente e indie. Claro, se os Strokes chegam até a ter um brasileiro no grupo, os Vaccines teríam que ter algum ET no meio também.

Por isso o cara foi escolhido pra ser baixista, ninguém iria o ouvir e por isso não ia prejudicar a futura banda em nada. Bom, ele mesmo ia se ouvir, pois dizem que os baixistas ouvem o que eles mesmos tocam, mas nada que um fone de ouvido nele resolvesse esse problema de ter que ouvir algo. Ou, melhor, ele só finge que toca, mas em apresentações ao vivo é inviável fingir que toca algo.

Eis que pra aparecer, eles obviamente se vestiam igual Carmem Miranda, faziam músicas emos disfarçadas de movimentadinhas e com o estilo foda-se comum entre indies, e começaram a entrar em tudo quanto é rede social para se divulgar, primeiramente igual você faz com seus amigos pedindo pra eles comentarem suas fotos sensuais de cueca que você põe no seu Orkut.

Chegando à fama (entre os indies, você certamente caiu aqui pelo botão Página Aleatória)[editar]

Origem dos caras. Agora que você sabe onde é, pode apedrejar a vontade.

Sim, os comentários de que eles eram uma merda escorreram logo entre os amigos deles, e assim numa típica corrente (igual aquelas de Orkut também) todos na região da Inglaterra (especificamente num subúrbio qualquer de Londres), logo muitos ficaram sabendo que eles tocavam mal, o que atraiu os indies, visto que como tocam mal, só eles iam gostar dos Vaccines, e isso é cult e diferente, é indie.

Mas ainda não faziam muito barulho no mundo da música, até que finalmente se deram conta de que tinham que arrumar um lugar com um público disposto à sofrer essa sessão de tortura ver a apresentação deles. Pra isso decidiram invadir inicialmente um Starbucks, subir num balcão e chamar a atenção de todos dançando como gogoboys começando a cantar uma música deles aleatoriamente, pelo menos até o tempo que alguém os expulsasse.

E deu certo. Invadiram um Starbucks junto com um idiota qualquer que estava com uma câmera TekPix que havia acabado ganhar de Dia das Crianças e começaram a cantar. Iam ser expulsos pelo pessoal que ainda tinha algum senso de consciência conhecidos como seguranças do Starbucks (que como todo bom segurança com aspecto que mais lembra um armário, só rap que é música, mas nesse caso eles ainda tinham consiência por ver que os caras franzinos que pareciam franguinhos estavam cantando e pulando igual pererecas doidas no balcão da loja)...

...mas como o mundo é uma caixinha de surpresas...

...foram impedidos pelo gerente da área, até porque quem costuma frequentar o Starbucks são outros franguinhos franzinos nerds que gostam daquilo (vide o sucesso que a Dança do Nerd fez). A animação foi tanta que começaram a cantar uma música em tom de provocação inclusive para o seguranças, que ameaçaram se retirar do recinto por não aguentar ver tanta viadagem, uma música com os versos if you wanna come back, is allright, is allright, is allright if you wanna come back (se vocês quiserem voltar tá tudo beleza, tá tudo beleza se vocês quiserem voltar!!), cantada num improviso (tudo porque eles viram É Tudo Improviso no dia anterior e se empolgaram) e que fez com que os indígenas pulassem igual loucos.

Quando voltaram pra casa trataram de jogar no Youtube pra ver se fazia algum sucesso (se fizesse igual o hit de Rebecca Black fez no Mundo do Contra tava mais que perfeito). E fez, muito por culpa de tanta animação, alguns esperam que eles façam um cover de Shine Happy People do R.E.M. em um futuro próximo, vide, num próximo disco.

Primeiro CD[editar]

Justin Young e o seu figuran...ops! Freddie Cowan animados durante If You Wanna na primeira apresentação da vida deles.

Ao ver que fizeram sucesso maior do que muitas outras bandas indies fazem até hoje (atingiram mais de meia dúzia de pessoas- descontados os praticantes de cheiramento de gatinhos, um recorde indie), logo lançaram um CD, cuja estratégia foi misturada entre CD's pra encher linguiça (vide, você ve um CD com 12 músicas, sendo que só 4 tem mais de 4 minutos), de músicas estilo Prog-and-play, que tem 8 minutos sendo que 6 disso é em semi-silêncio (parece que o Justin Young entra e sai de um estado de coma durante a gravação de algumas músicas com 8 minutos).

Sendo que as músicas de um minuto e meio são as melhores, vai ver porque foram escritas num momento de ápice de Justin Bieber Young, num efeito da maconha, sendo que a música era pra ter 4 minutos, mas ele esqueceu o resto, só lembrou um refrão, o que deu um minuto de música. O nome do CD é What Did You Expect From The Vaccines?, que foi lançado por uma gravadora que não é independente, o que já mostra que a banda tem futuro para ser modinha indie.

Muitos afirmam que a Columbia Records partiu pra cima dos Vaccines como se eles fossem uma jóia rara, bom, parece que The Vaccines é mesmo uma vacina, com uma bela dose de dinheiro para quem está por trás de tudo, vai ver por isso atraiu tanta gente em tão pouco tempo. O nome é What Did You Expect From The Vaccines?, com típico nome longo que faz com que ninguém lembre e faça com que a pessoa pesquise e decore o nome pra poder pedir o disco ceto numa loja indie qualquer, e, pesquisando assim, já é um poser a menos.

Integrantes[editar]

João Canabrava Justin Young torturando o microfone.

Justin Young

O vocalista da banda tem um estilo igual ao de Julian Casablancas mas com uma voz de Alex Turner gripado, o que o torna um plágio duplo mal feito, ou, se preferir, o primeiro indie paraguaio da história. Apesar disso ele é o sósia de Tom Cavalcante loiro, e, é mais engraçado que o mesmo, póis conta uma piada sensacional, ao dizer que o The Vaccines vai fazer muito sucesso e que já tem uma legião de fãs. E outra ainda maior, onde ele diz que não se assemelha à nenhum outro vocalista indie.

Árni Hjörvar

A loira O loiro tem um aspeco hippie, misturado ao de um surfista, o que o torna quase que como o atrativo de atenção pra banda em shows ao vivo, pois, apesar de ser baixista, tem um nome estranho, uma aparência estranha e de longe parece o Tom Meighan, de outra banda indie, chamada Kasabian (olha que os Vaccines já fazem mais barulho que os Kasabian, que já colocaram músicas em tudo quanto é jogo)...

Freddie Cowan

Freddie Crueger Mercury nada mais é que o Marco Luque tentando fazer sucesso como baterista, talvez prevendo que um dia o CQC deixará de fazer sucesso como acontece como Pânico na TV e ele precisará viver de alguma outra coisa. Como só precisa ficar batucando, coisa que até eu e você, caro descíclope, conseguimos fazer, ele não tme muito trabalho, apesar de isso exigir um pouco de esforço (ou esqueceu que o QI dele é tão baixo quanto o seu de um lápis?

Pete Robertson

O guitarrista das Vacinas costuma usar agulhas de seringas no lugar de uma palheta tradicional de guitarra. Costuma aparecer como um quase figurante nas (poucas) fotos da banda vistas por aí, muito porque não quer aparecer (será que a cara dele de delinquente ajuda - ou é pura vergonha de ser integrante desse grupo mesmo?). Alguns assemelham a banda aos Ramones, vai ver porque esse mané também não sabe tocar muitos acordes...

Álbuns[editar]

What Did You Expect From The Vaccines? (2010)[editar]

Nada mais indie do que uma mulher provavelmente bêbada numa foto sem sentido em um álbum sem sentido de uma banda cujas músicas são sem sentido. Isso fez com que os fãs cuja vida também não tem sentido adorassem.

Wreckin' Bar (Ra Ra Ra) - Acelerê no Bar (HA HA HA!) - O Vaccines se gaba por saber dancar a dança do Acelerê (lembra do Rouge? Não? nem eu...) no balcão do barzinho do Starbucks.

If You Wanna - Se Tu Fosse a Ana - Referência à Ana Maria Braga, pois, se tu fosse ela, ao ver o CD deles, provavelmente diria que essa receita foi mal feita e está errada, por isso é uma merda HMMMMMMM, PERFEITO!

A Lack of Understanding - Entendimento do Galak - Uma música feita especialmente para as pessoas entenderem porque o Galak derrete na boca, e, porque vende tão bem.

Blow It Up - Joga isso pro Alto - Foi quando alguém perguntou o que fazer para deixar o povo ali no Starbucks ainda mais alegre, e Justin respondeu que era pra jogar um Double Ristretto Venti Half-Soy Nonfat Decaf Organic Chocolate Brownie Iced Vanilla Double-Shot Gingerbread Frappuccino Extra Hot With Foam Whipped Cream Upside Down Double Blended, One Sweet'N Low and One Nutrasweet, and Ice pro alto pra todo mundo poder desfrutar um pouco dessa maravilha.

Wetsuit - Suite Molhada - É em alusão ao hotel que ficam durante turnês, como não tem dinheiro pra pagar um decente, pagam um qualquer que seja barato, e assim, ficam em quartos com goteiras como cortesia da casa.

Nørgaard - Google Tradutor não conseguiu traduzir, Babel Fish identificou que é um bagulho norueguês, coisa que até eu percebi de primeira ao ver aquele o fatiado. Seja como for, subentende-se que isso é indie por ser diferente e estranho.

Post Break-Up Sex - Parada Após o Sexo na Lage - Referência à groupies da banda na época em que eram pobres e faziam isso numa lage qualquer, e que tinham que dar olhadas para os lados pra ver se ninguém percebeu que eram eles que estavam lá, muito para evitar que fossem tachados de pobres.

Under Your Thumb - Debaixo da tua Tumba - Pois é lá que você deixará de ser fã do The Vaccines - se tornará fã do AFI ou do Evanescence, bandas amigas de outra amiga sua nessa situação.

All In White - Tudo Branco - Segunda versão do Entendimento do Galak.

Wolf Pack - Pacote do Lobo - Veio após empolgação de Freddie Cowan da banda ao ser citado por Leão Lobo num programa de fofocas, ou seja, já estava famoso!

Family Friend - Amigo da Família - Só para dar um pouco mais de moralidade à banda para não dizerem que não falam de família, e, que não são promíscuos.