Thiê

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Doriapinga.jpg Este artigo é sobre uma subcelebridade

e nunca saiu na Veja.

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Certamente, seus fãs idiotas alienados o odiarão!

Cquote1.png Isto é uma bichona! Cquote2.png
Paulo Silvino sobre Thiê
Cquote1.png Você traiu o movimento hétero, véio! Cquote2.png
Dado Dolabella sobre Thiê
Cquote1.png Esse seu cabelo é tudooooo!! Cquote2.png
Emo sobre Thiê
Cquote1.png Tá me eshtranhando nêga? Focófi! Cquote2.png
Thiê sobre Emo
Cquote1.png Essa garota não entende nada de cabelo! Cquote2.png
Chimbinha sobre Thiê
Cquote1.png Djá écsperimentou ecscova de tchocolate? Cquote2.png
Walter Mercado sobre Thiê
Cquote1.png Ai! Só faço ishcova com ishpérrma dzi cavalosh! É tuuuuuudo! Tão cheirosinho! Cquote2.png
Thiê sobre Walter Mercado
Cquote1.png Mash já echprimentei os cabosh dzi muitash ishcovash! Cquote2.png
Thiê sobre Walter Mercado
Cquote1.png Brandoooonnnn....me possui! Cquote2.png
Thiê

Thiê, o pior para você, em momento de êxtase.

Thiê, Titi ou aquela garota da chapinha é um personagem carimbado (ui!) da cena carioca de Hard Rock. Figurinha facilmente reconhecida no meio, é o dono de um sedutor rebolado que, somado aos seus truques capilares, fazem dele um Don Juan com colete de oncinha à frente da banda Lion Heart.

Até hoje, Thiê tenta passar uma imagem hetero para o público, o que permitiria à Láion Hárti fazer sucesso, principalmente entre a mulherada. Nesse sentido, Thiê tem enfrentado duro treinamento para suportar a presença da "fruta", encarando uma vagina de silicone por alguns minutos por dia... Acredita que está progredindo muito, pois, segundo relata, até já parou de vomitar e de desmaiar quando encara o "obejeto". "Resta saber o que acontecerá quando eu for apresentado a uma de verdade", revela o artista, com uma indisfarçável feição de quem está olhando para um mocotó de anteontem.

Vida e Obra[editar]

E Deus falou: desce e arrasa![editar]

Thiê desde de pequeno já mostrava sinais de interesse pelo mundo artístico ao vestir-se com as roupas da mãe para imitar Gloria Gaynor. Vendo no filho a filha que sempre quis ter, sua família investiu no pequeno rebento colocando-o em aulas de ballet clássico, jazz, sapateado e cursos de modelos mirins de passarela. Só faltou colocá-lo em aulas de canto. No desabrochar da sua puberdade, Thiê iniciou a descoberta de ídolos consagrados do Hard e Glam Rock (a.k.a. Homo Rock, Glitter Rock, Baitola Rock, aquela banda de viados, etc) tais como W.A.S.P., Cinderella, Twisted Sister, Grupo Polegar, Cid Guerreiro, Sidney Magal, Walter Mercado e Hebe Camargo (às vezes confundidos como sendo a mesma pessoa), dentre outros. Todos esses, contribuíram para o crescimento dentro de si (UI, "BRÉÉÉÉNDOMMMMM!) de uma personalidade marcante e que, por onde passa, chega causando e arraaaaassa!

Uma purpurina e uma doutrina[editar]

Para muitos o Hard Rock era já considerado algo ultrapassado ou em vias de extinção, coisa de velho baitola recalcado com calça fritando os ovos que gostava de fazer biquinho. Eis que Titi resolveu mostrar para quê veio ao mundo e decidiu entrar com tudo, dando TUDO de si (UI, "BRÉÉÉÉNDOMMMMM!) para alcançar a carreira e reconhecimento artístico que sempre almejou. Fez de tudo um pouco para aprimorar seu talento: desfilou na Império Serrano (escola na qual foi rainha da bateria), participou de comerciais de televisão, foi dançarino do Latino, atuou em uma novela da Globo (se lembram da Babalu?), além de integrar o renomado grupo das Paquitas que, até sua entrada, era um mero aglomerado de estrogênio e vozes medíocres.

Thiê no início de sua carreira artística em famoso grupo tupiniquim.

Não se sabe precisamente quando Thiê formou sua primeira banda de Hard Rock, mas acredita-se que foi no final dos anos 90 - segundo dados do IBGE (Instituto de Bandas com Glitter e Esdrúxulas) -, visto que no seu próprio espaço-tempo o Sistema Glitteriano Solar encontra-se estático nos anos 80.

A eclosão de um mito[editar]

Como todo esforço um dia é recompensado, o sucesso chegou na vida de Titi através da consagrada banda Lion Heart, muitas vezes ofuscada pelo brilho da sua presença de palco, mesmo tendo contado com Alcione na bateria. A banda tem sido apontada como referência brasileira deste gênero musical em vista da legião de fãs que tem colecionado, como a Associação de Cabeleireiros e Manicures de Mesquita e aqueles posers com o peitinho de fora que freqüentam a meca decadente do metal carioca - vulgo Gáragê no dialeto da zona norte da capital, fora 3 milhões de Paulistas de opção sexual uranista e pederasta, que engrandecem a Parada Gay de Sum Paulo.

Thiê: ícone fashionista.

O grupo tem presenteado seu público com uma seqüência marcante de hits presentes no álbum Now or Never (vulgo Nazôreba). A grande obra-prima deste trabalho é a canção Teu Olhar que tem embalado diversos corações - inspirada em cenas do filme "O Segredo de Brokeback Mountain" que, segundo Titi, lembra cenas vividas por ele em um acampamento de meninos na Floresta da Tijuca nos anos 80, juntamente com integrantes do Dominó, Polegar e Menudo (bandas ícones do movimento HÁRDI ROCKI BRASILEIRO). Segundo Titi, depois desse acampamento HÁRDI, que teve a visita de GUGU LIBERATO e KID BENGALA, sua vida (e suas pregas) jamais foram as mesmas.

Titi, segundo tenta fazer crer em um dos elaboradíssimos "clips" da Laion Hárti Facófi, aprecia felação e refere-se pornograficamente ao ato, dizendo que vai "subir para fazer um BOQUETI", sendo que se pode ver, no vídeo, que nenhuma das garotas do clip "sobe" antes ou junto com ele ou, ainda, depois dele. Assim, crê-se que o BOQUETI em questão não passou de auto-felação inspirada na lenda de Marilyn Manson Teló. Todavia, como Titi não retirou suas costelas (a exemplo de Manson Teló) e como é uma travesti operada, o ato não chegou a consumar-se. Outra versão apurada por Sherlock Holmes dá conta de que Titi, na verdade, subiu, naquela ocasião, para chupar um pau postiço e socar um dos litros de Jack Daniel's (que desapareceu do set de filmagens do clip) no rabo, enquanto experimentava um novo baton da grife Anna Pegova nos lábios anais e cantava o hino mundial do HÁRDI RÓCKI FACÓFI "It's Raining Men", de Gloria Gaynor Borgir.

O Futuro do Gleim[editar]

Aos leigos e populares, Gleim é a maneira fashionista do ícone Thiê referir-se à Glam, pois ele tem licença poética para ditar até novas tendências linguísticas e anais. Muito se discute sobre a sobrevivência de tal gênero ainda nos dias de hoje. Porém - de acordo com o senso comum - desde quando isso tem futuro? Para aqueles que pensam desta forma e criticam o estilo de vida purpurinado, seguem as palavras sábias microfonadas do mito: "se não gostou, focófi "! Para o futuro, Titi diz que o HÁRDI RÓCKI FACÓFI da Láion Hárti vai ficar ainda mais pesado do que o observado no hit "Teu Olhar" e dispara: faremos composições com LUÍS CALDAS (metaleiro bléqui metal satanista "fio" do Capeta). Inclusive o nome do novo trabalho da banda já está disponível e será "VIVER PRA AGASALHAR" (o título do trabalho é uma referência ao seu hábito e prazer em "agasalhar" croquetes e outros objetos fálicos).

Em recente entrevista concedida a MEMBROS da DESCICLOPÉDIA, enquanto fazia, em um SPA, clareamento do furico anal com raios laser e chapinha para alisar e aloirar os pentelhos do toba, disse Titi, também, que pretende mostrar nos shows da Láion Hárti, algumas apresentações performáticas do seu reconhecido estilo de vida HÁRDI RÓCKI GLEIM, tais como enfiar a bateria inteira no rabo sem cuspe (UI, BRÉÉÉÉÉÉNDOMMMMMMMM!) e encher o cu de cacos de vidro pra ver a malandragem cortar os ticos.

Além disso, devido às gozações desse povo imundo e invejoso da DESCICLOPÉDIA, Titi afirma que está dando um basta ao termo "facófi", passando a adotar, de agora em diante, o termo "fâck me", que tem mais a ver com o estilo pesado da sua bunda (ops... banda).