Tienda del Chavo

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa


Cquote1.png Bem bolado, bem bolado... Cquote2.png
Silvio Santos sobre Tienda del Chavo
Cquote1.png Cê não vai com a minha cara? Cquote2.png
Quico sobre Tienda del Chavo

Nota usada para pagar os copos de 50 cruzeiros.

A Tienda del Chavo é uma rede de puteiros mexicanos bares mundialmente conhecida, cuja origem está em cem cruzeiros que o menino Chaves ganhou após realizar a singela atitude de buscar dois litros de leite para a Bruxa do 71.

A origem[editar]

Como já foi dito, Chaves ganhou cem cruzeiros após buscar dois litros de leite para Dona Clotilde. A princípio, o garoto ponderou a possibilidade de utilizar o dinheiro para cheirar gatinhos, no entanto, Chiquinha, sua conselheira financeira e amorosa, convenceu-o a introduzir-se no mundo do berbércio, como o próprio garoto nomeara o negócio.

A princípio, a Tienda consistia em caldeirões postos sobre caixotes, nos quais eram colocados os refrescos. Chaves enfrentou forte concorrência, e a falta de recursos obrigou-o a usar água poluída do rio Tietê. A deficiência na clientela por muitas vezes o fez pensar a possibilidade de abandonar o negócio.

O início

DEFINIÇÃO: Não é um comércio, é um bebércio." by Chavo

Os sabores[editar]

Chaves causou uma revolução na indústria das bebidas, estabalecendo nomenclaturas a sabores que até hoje são uma sensação entre os consumidores. Segue a lista:

  • A de groselha, que parece de limão e tem gosto de tamarindo
  • A de tamarindo, que parece de groselha e tem gosto de limão

Outros nomes incluem gromaica, tamão, limerindo, gomarindo, limelha, etc. Também estão disponíveis os copos de água suja para lavar os copos, mas estes não valem nem um centavo.

Piora nas expectativas[editar]

O horizonte do negócio de Chaves era obscuro ante a falta de clientes, porque os negocios internacionais não foram expandidos para outro país, salvo raras exceções, como Nhonho, cujo enorme consumo garantia boas divisas para os bolsos do pobre menino de rua. Mas o pior estava por vir.

Dona Florinda, fazendo uso do tráfico de influências de Paulinho da Força, conseguiu um grande fundo de investimentos no BNDES. Numa atitude capitalista e selvagem, surgiu o maior concorrente de Chaves até então: o Super de Quico, uma barraca equipada com o que havia de mais moderno na produção de refrescos, como o Juicer Philips Walita.

O grande concorrente

Ainda, Senhor Barriga, sob o efeito de cogumelos alucinógenos, tropeçou sobre a Tienda, arruinando os refrescos. Arrependido, ele deu a Chaves dinheiro suficiente para cobrir o prejuízo, dando ao garoto uma possibilidade de retomar o bebércio, desta vez sem insistir nos erros do passado.

O grande salto para frente[editar]

Além da generosa quantia doada por Seu Barriga, uma desavença do destino veio a auxiliar Chaves ainda mais na progressão do seu negócio.

A Crise Econômica Mundial de 2008 reduziu drasticamente o consumo de refrescos nos países ricos, arruinando o esquema de exportação de suco de banana de Quico. O dinheiro arrecadado com refrescos vendidos na rua não cobririam os custos de produção, tornando-se insustentável o negócio de Quico, que não viu outra alternativa senão derrubar a barraquinha.

Uma das unidades da Tienda del Chavo

O cenário era perfeito para Chaves, que passou a traficar refrescos para comunidades argelianas no deserto do Saara, já que por lá as únicas bebidas disponíveis era o suor salgado dos jornadeiros e xixi dos camêlos que os-carregavam. O próximo passo foi a inauguração de uma nova unidade da Tienda del Chavo.

Ela tornou-se famosa rapidamente, espalhando filiais pelo mundo todo (Nova York, Paris, Londres, Moscou, Bagdá, etc...) e tornando-se uma das franquias mais cobiçadas e invejadas.

Veja[editar]