Tomb Raider: The Last Revelation

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Virtualgame.jpg Tomb Raider: The Last Revelation é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, Eirin Yagokoro tenta selar a lua em Touhou 8


Tomb Raider: Lara Revela Tudo
Tomb Raider The Last Revelation.jpg

Jogo premiado com o título de seios mais bem feitos do Playstation

Informações
Desenvolvedor Core Design
Publicador Eidos Interactive
Ano 1999
Gênero Erótico, Aventura
Plataformas Playstation, PC
Avaliação 52%
Idade para jogar 18 (pedofilia, heresia)

Tomb Raider: The Last Revelation é o quarto jogo da série Tomb Raider (o Emmanuelle dos games), que narra as aventuras eróticas de Lara Croft pelos lugares mais escondidos do mundo. Nessa continuação o jogador escutará novos gemidos e novas poses sensuais de Lara nessa eletrizante aventura baseada nas profecias do apocalipse previsto pelos Maias de 2012.

Enredo[editar]

Lara enfrentando o esqueleto, lutando para salvar Greyscow das garras do mau.

O jogo começa com uma curta cena de flashback na qual Lara Croft relembra de sua adolescência na qual abastecia o mercado de prostituição infantil da Indochina. Enquanto ela e seu ex-cafetão Werner Von Croy exploravam um puteiro antigo chamado Angkor Wat (a maior casa de prostituição de menores do mundo, aonde se fica sabendo onde Lara adquiriu tanta experiência sexual nos dias atuais) em busca de brinquedos sexuais milenares a pequena Lara consegue decifrar um texto em khmerda que dizia que aquele que perturbasse o sono de Dercy Gonçalves tomaria no cu e iria para a puta que o pariu, quando uma armadilha prende Von Croy que some para sempre.

Já adulta, Lara Croft volta ao Egito na esperança de encontrar o fóssil perdido da Dercy Gonçalves, porém, Lara se fode (desta vez em outro sentido... na verdade, nos dois sentidos) e descobre que a "Porra da Dercy" ainda não está morta e na espalhando o caos e terror nas ruas de caralho Cairo. O pior de tudo que ainda descobre que seu ex-cafetão Von Croy virou gay e começou a contratar apenas go-go-boys que recebem a missão de matar Lara Croft. Para não perder a viagem, Lara resolve fazer a merda de acordar o deus egípcio Setho Kaiba, e passa o resto do jogo tentando matar o coisa-ruim, com direito a muitas noites quentes de sexo puro, mamadas noturnas e inúmeras historinha de fadas e canções de ninar. Algumas cenas contam com a participação especial de Warner Bros[carece de fontes] no papel de velho pedófilo que come a Lara nas fases de flashback, em que ela tem 16 anos. Setho Kaiba tem como principal objetivo populariza o furry no mundo, uma doença mental que atinge alguns humanos desde o Egito Antigo fazendo-os sentir atração sexual por seres antropomórficos. Claro que Lara Croft, seguindo os conselhos do fóssil de Dercy, a antiga rainha das putas, deve começar uma jornada para impedir que a humanidade sucumba a tão terrível destino.

Visitamos então as tumbas de Karnak, ainda no Egito, em busca de cartas raras de Yu Gi Oh para tentar vencer o grande vilão do jogo Setho Kaiba. Mas chegando lá, além de sermos roubados por nosso ex-cafetão, só encontramos armadilhas e múmias que após 2 milênios sem sexo querem esturpar a pobre Lara, que precisa se defender de tais aberrações.

Ficamos sabendo da lenda da Fantasia de Horus de Clóvis Bornay, feita sob medida para Cleópatra VII para o carnaval de 1990. Tal fantasia foi conhecida pelo seu poder de chocar tanto que nem Setho Kaiba no alto de sua viadagem poderia resistir uma mulher nessa fantasia semi-furry. Então visitamos as catacumbas de Alexandria na busca de tal roupa. Muitos passistas em fantasias de carnaval ridícula tentam impedir Lara de chegar a seu objetivo, em vão, ela consegue pegar a fantasia de Horus e agora sabe que pode enfrentar o grande vilão Setho.

O que Lara Croft não esperava quando voltasse para o Cairo é que a cidade estaria no meio da Primavera Árabe e a Praça Tahrir ocupada por manifestantes violentos. Ela até conversa com um sargento que termina morto na sua tentativa de depor Hosni Mubarak que acaba de fato perdendo o poder e seres sombrios (Conselho Supremo das Forças Armadas do Egito) assumem o controle do Egito, lanlando a nação nas trevas.

Depois de tantas aventuras, é a hora de Lara ir fazer um turismo nas Pirâmides de Gizé. Chegando lá invoca Horus que começa uma batalha contra Seth que finalmente é selado. Von Croy que foi exorcizado nesse meio tempo aparece e tenta salvar Lara de cair no buraco, mas a protagonista se recusa a receber tal ajuda já sabendo que se devesse a vida para aquele canalha teria que ser a prostituta dele para o resto da vida, então cai no buraco infinito para a sua provável morte.

Jogabilidade[editar]

A jogabilidade é totalmente similar aos três jogos anteriores, mas o que importa mesmo é o shortinho colado que agora faz parte do jogo. Novidade mesmo é que agora há a opção de poder ficar de quatro, e os seios de Lara já balançam nessa versão.

O jogo causou muita controvérsia entre a família cristã, uma vez que a Lara Croft protagoniza boa parte das putarias do jogo ainda com seus tenros 16 anos de idade. A Eidos, produtora do jogo, por sua vez, alegou que tudo isso não passa de ficção.

Recepção[editar]

O jogo na época deixou muitos fãs punheteiros tristes, pois achava-se que a puta mais famosa do mundo havia falecido tentando fuder com matar o Deus Egípcio.

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