Torcida Organizada

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Mafiapre.jpg Esse artigo tá pro crime!
Este artigo fala sobre um bando, uma quadrilha ou sobre um criminoso qualquer. Ele usa de sua influência nas forças armadas para praticar crimes numa boa e não paga impostos, pois é protegido pelo governo. Tem boa convivência com os populares, frequenta estádios de futebol apenas para fazer baderna e tem supostas ligações com a máfia.

Aviso: Alto nível de corrupção!

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Isso é só pra você se ligar no dialeto das "torcidas"

Cquote1.png Você quis dizer: Multidão Furiosa Cquote2.png
Google sobre Torcida Organizada
Cquote1.png Você quis dizer: Cambada de Vagabundos Cquote2.png
Google sobre Torcida Organizada
Cquote1.png Muito fracos. Detono todos eles de uma só vez. Cquote2.png
Chuck Norris sobre Torcedores organizados
Cquote1.png É mesmo? Cquote2.png
Torcida do Corinthians sobre Chuck Norris
Cquote1.png Não, não, não tá mais aqui quem falou Cquote2.png
Chuck Norris, se borrando de medo sobre Torcida do Corinthians
Cquote1.png Esse problema só se resolve mexendo na educação. Cquote2.png
Cristóvam Buarque sobre Torcidas Organizadas
Cquote1.png Vamo detoná os alemão! Cquote2.png
Torcedor Organizado sobre rivais
Cquote1.png Aí parffeiro, tu num vai tirar onda comigo não, valeu pexe? Cquote2.png
Romário sobre antes de enfiar a porrada num torcedor organizado
Cquote1.png Entre para uma Torcida Organizada e aumente o diâmetro do seu círculo! Cquote2.png
Orkut sobre Torcidas Organizadas
Cquote1.png Ô Lôco meu!!! Cquote2.png
Faustão sobre Torcidas Organizadas
Cquote1.png Se pudesse eu criarra mil!!! Cquote2.png
Jeremias sobre as torcidas organizadas do Porto-Caruaru
Cquote1.png Ãhhhhhh.... Num sei! Cquote2.png
Casagrande sobre Torcidas Organizadas
Cquote1.png Acho a torcida organizada do Grêmio muito violenta, aquela tal de Gaviões da Fiel. Cquote2.png
Carla Perez sobre Torcidas Organizadas
Cquote1.png Nossa, que merda é essa?? Que putaria do caralho!!! Cquote2.png
Dercy Gonçalves sobre Torcidas Organizadas

Testículo Histórico

Encontro de torcidas sediado em Pelotas, em 1924.

As torcidas organizadas já existem há muitos anos. Foram disseminadas na Europa, na época das Cruzadas, onde bondes de muçul-manos e bondes de cristãos se cruzavam-se entre si, e acabavam gerando filhos. Foram combates extremamente sangrentos, o sangue jorrava do cú da galera, pois ambos queimavam a rosca alheia com muita voracidade, segundo relatos relatados na época. Também foram documentadas batalhas históricas envolvendo a torcida organizada do Roma, ou simplesmente Ro-Manos. Várias confusões e arrastões aconteciam do lado de fora dos estádios e/ou anfiteatros entre as galeras, a mais famosa foi a batalha do Estádio Coliseu, deixando 24 cús arrombados, 69 mortos e 171 feridos. Conta a história que muitos gladiadores possuíam torcidas organizadas, como a TOAG (Torcida Organizada - Alexandre o Grande) e a Torcida Jovem Irmãos Graco. Também, foi com a ajuda de seus parceiros, que Mao Tse-Tung conseguiu dominar a ala do estádio reservado aos chineses. Reza a lenda que, ainda hoje, a TORC (Torcida Organizada Revolução Chinesa) é o bonde mais temido pelos alemão(chineses capitalistas)

Mais adiante, houve batalhas sinistras na França, lá por volta de 1789, onde nego já pegava pesado (no mal sentido é claro). Mais bem-equipados e mais selvagens, os torcedores organizados franceses, inconformados com a perda do título mundial de futebol, começaram uma selvageria generalizada por todo o território francês, arrancando cabeças (de cima e de baixo) dos “alemão” com guilhotinas. Um tal de Napoleão Bomnaporrada saiu-se vencedor e seu plano foi espalhar sangue não só pela França, mas por toda a Europa. A TORF (Torcida Organizada Revolução Francesa) partiu para o ataque com hooligans de toda a Europa. Mas infelizmente Napoleão foi derrotado na batalha do Estádio de Waterloo, onde foi severamente enrabado até a morte.

No século XX as batalhas mais sanguinárias ocorreram entre 1939 e 1945, quando os alemão, liderados por Adolf Hitler, notório pai dos Emos, invadiram o lado da arquibancada destinado aos poloneses, durante um amistoso entre Alemanha e Polônia. Durante este período, o bonde da Torcida Ju-deu a bunda inúmeras vezes pra TON (Torcida Organizada Nazista). Foi um massacre tão humilhante que os Judeus se mudaram lá pro Oriente Médio, onde entrariam num confronto que dura até os dias de hoje com várias facções organizadas surgidas mais tarde, como a TJP (Torcida Jovem Palestina), a Gangue do Hezbollah, a Fanáticos do Hamas, isso só pra citar algumas.

No Brasil

Hooligans fazendo o que sabem de melhor

O Brasil desenvolveu bem as técnicas de luta entre torcidas, mesmo que armadas precariamente. Os primeiros confrontos que se têm notícia vêm do século XIX, quando houve a batalha com a torcida do Guarani do Paraguai. Escravos brasileiros, em sua maioria corintiana ou flamenguista, conseguiram sua liberdade tendo que sair na porrada com os paraguaios. Hoje em dia as torcidas se concentram mais nas grandes capitais brasileiras, mas não são tão bem armadas quanto as galeras do 1º mundo. E estão intrinsecamente ligadas aos clubes de futebol, tanto que os mesmos, pasmem, incentivam esse bando de inúteis até hoje. Um nome muito comum entre as torcidas daqui é Torcida Jovem. Um censo do IBGE estimou que há cerca de 819.786.431 torcidas jovens em nosso país.

Alguns ataques recentes de torcidas foram notórios, como o ataque de coquetel molotov (NÃO, VOCÊ NÃO LEU ERRADO) da torcida do Palmeiras a um ônibus de Flamenguistas, lá por volta de 1993. Doze anos depois, os rubro negros estraçalharam um botafoguense com golpes de foice (ISSO MESMO QUE VOCÊ LEU, FOICE). Mas mesmo assim, nossas torcidas ainda usam armamento precário, como por exemplo facas, paus, pedras, rojões, malvinas, revólveres e fuzis. Com o aumento da globalização, as torcidas daqui estão passando a se equipar como as de outros países desenvolvidos, como granadas, Uzi, mísseis teleguiados, armas químicas (algumas vezes são usadas, quando alguns bondes peidam na hora do combate com rivais), biológicas e armas de destruição em massa, como supostamente os bondes americanos suspeitam de que as torcidas iraquianas tenham escondido.

Há pouco tempo atrás, outra batalha entrou para a história. Foi quando os torcedores do flamengo, inconformados com a impossibilidade de assistir seu grande time jogar, mais precisamente as jogadas de mestre do rei Obina, começaram a incendiar os ônibus da cidade, pois eles afirmavam que se nois num for pro maraca, os alemão também num vão não!


Nomes de torcidas brasileiras

Em geral, as torcidas daqui possuem nomes escrotos.

E as torcidas entre si se apelidam, criando nomes mais escrotos ainda, o que torna a brincadeira um verdadeiro circo.

É muito fácil apelidar as torcidas daqui (pras torcidas organizadas é com duplo sentido) que é com eles mesmo, tanto dando quanto recebendo. Ex: marias azulis, ingaypendente , raca dos viado rubro e negra, etc.

Mas há exceções, é claro.

Vamos a alguns apelidos conhecidos de torcidas organizadas pelo Brasil:

Conjuntura mundial atual

Os ataques mais falados atualmente envolvem os hooligans ingleses contra as galeras do oriente médio, principalmente a TAQJ (Torcida Al-Qaeda Jovem). Americanos usam frequentemente mísseis de longo alcance e tamanho para enfiar no rabo dos alemão, ou melhor, dos terroristas árabes. Entre os asiáticos, surge uma nova ameaça contra os americanos, a GCN (Guerreiros da Coréia do Norte). Esta torcida já estuda o uso de armamento nuclear nos confrontos com os yankees. Tanto que os coreanos do norte já se juntaram aos torcedores iraquianos e iranianos, numa aliança perversa chamada “Bonde do Mal”, que pretende semear pânico nos estádios de futebol pelo mundo.

Como compor um grito de guerra

Bem, para compor um grito de guerra de uma torcida organizada não é preciso muito, basta juntar alguns elementos bem populares e intrínsecos às "galeras", tais como: vocabulário de marginal, associação ao tráfico de drogas e armas, homossexualismo, viadagem, erros infantis de português, ameaças de morte, enfim, fala-se de algumas coisas, mas o futebol mesmo fica sempre em segundo plano. E importante: caso for falar dos inimigos, JAMAIS use "alemães" e sim "alemão", sempre no singular, mesmo que o contexto da frase esteja no plural. O ritmo da música é geralmente popular, pode ser uma letra de carnaval, um funk "norótico" do morro ou então um hip-hop da periferia, "tá ligado"?

Vamos a alguns exemplos de versos que poderiam estar em qualquer música de torcida:

  • Seus cuzões, vou comer vocês todos
  • Meu time é o melhor
  • Vão pra puta que o pariu
  • Meu time é campeão
  • Seus filhos da puta
  • No metrô eu matei 10, hoje eu vou matar 100
  • Hoje eu tô doidão de pó, e vou comer teu cú até sua bunda jorrar sangue
  • Vou quebrá os alemão, vou fazer picadinho de alemão e vou fazer churrasco
  • Vou dar a volta olímpica e meu time será campeão, e você vai ficar vendo na tevelizão
  • hoje vou entrar no chiqueirão e os alemão vão botar a mão no meu pirocão
  • É bom você se enquadrá, senão sua mãe eu vou sequestrá
  • Vou roubar suas bandeiras e farei delas meu papel higiênico
  • Ão ão ão pau no cú dos alemão!!
  • é nOiiS qUe TAH!
  • Bota a cara alemão!!

Mas, como parar uma torcida organizada em fúria?

Junte um monte de gostosas