Torres

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Torres Torrica Beach
Bandeira de Torres.jpg
Bandeira
"A Mais Bela a Feia Praia Gaúcha"
Hino "Vai toda vida que tu chega... Óssa Senhora! "
Local Quase em Santa Catarina, mas ainda no Rio Grande do Sul, graças a Deus.
Idioma Torrensês e Portoalegrês, além dos idiomas gringos.
Geografia
Clima Chuvoso, mas Seco, com pequenas variações diárias de temperatura. 6º melhor microclima do mundo.
Locais de referência Parque da Guarita, Morro de Farol e Cabana's Bar.
Economia Turismo, Balonismo, Gringalhada e Balonismo.
Produtos exportados Fumo, Arroz, Banana, Gelo e Maconha.
Política
Governo
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Democrático.
Atual prefeito
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Nílvia Contra-mão
Vice-prefeito
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Um véio (ninguém conhece)
Mídia
Cidadãos ilustres
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Eliezer Ramos Jr., Edson Souza Couto, O Mendigo da Rodoviária, Kinha da Torrika, Mimi (arroz de churrasco), Nando, Jorge Louco (é só dar uma Coca 2 litros)
Esporte símbolo Queda de Balões, Surf no Valão
Santo local Jesus Negão


Cquote1.png Você quis dizer: Balonismo Cquote2.png
Google sobre Torres
Cquote1.png Você quis dizer: Valão Cquote2.png
Google sobre Torres
Cquote1.png Você quis dizer: Gostosas na Prainha Cquote2.png
Google sobre Torres
Cquote1.png É uma cilada, Bino Cquote2.png
Pedro sobre Torres
Cquote1.png Local: Torrik Beach Cquote2.png
Orkut das Patricinhas sobre morar em Torres.

Torres, cidade localizada no litoral no norte gaúcho, é conhecida como "A Mais Bela, a Feia Praia Gaúcha", e finge ser grande dando uma de capital regional, mas na verdade não tem nada além das praias e do Nacional.

História[editar]

Torresville, Torres ou como chamam os playboys de Torrica Beach, pequeno povoado litorâneo localizado ao nordeste da Região Sul (a melhor), uma das três regiões dos Estados Unidos do Sul, destaca-se pela geografia única da Região Sul: três morros para maconheiros Tchêvillenses (moradores da Vila São João) e torrenses, é claro, se chaparem com vista pro mar.

População[editar]

Torres tem uma população considerável, em torno de 35.000 habitantes. Pesquisas manipuladas mostram que no verão essa população chega à 200.000. Esses milhares de farofeiros turistas trazem muito o único dinheiro pra cidade que é morta no inverno. Os tais turistas vem de diversos lugares como Caxias do Sul/RS, Argentina, Uruguai, Portoam Aleagream e costumam visitar o Parque da Guarita e o Morro do Farol.

Língua[editar]

Os torrenses têm uma característica única no seu vocabulário. Se por um lado os tchêvillenses falam "tu vai, tu tá, tu qué", os torrenses preferem falar "tu vais, tu tais, tu quéis". Fica mais bacana e dá pra tirar sarro dos vilenses.

O jeito de falar é muito semelhante ao jeito dos manézinhos de Santa Catarina, porém as palavras são nativistas gaudérias (de grosso mesmo). Ou seja, os maconheiros playboys e surfistinhas de Torres consideram-se o centro do mundo, já que não são nem gaúchos, nem catarinenses. Os nativos que chegaram a ir para Portoam Aleagream para trabalhar (consequentemente se ferraram e voltaram pra casa da mamãe pq não aguentaram o tranco) acabam querendo falar como Portoamleamgreanseam e ficam parecendo veados (igual os da capital).

As "torres", amontoado de pedra no mar, são três (na verdade são quatro, mas como não dá pra subir numa delas pra fumar maconha, só acham que tem três):

Torre Centro ou Morro da Guarita[editar]

Local para os gringos fumar maconha, comer china gorda de rua e se suicidar. Alguns juram ter visto monstros, padres, sereias por lá....algumas lendas como a do duende das furnas ( que esconde um tesouro em um pequeno buraco por essa localidade) e a lenda do boi da pedra vermelha são contadas por velhos pescadores que ali alçam suas linhas de 200 metros para atingir o mar. Claro muito dos pescadores encontram-se aliados a fortes alucinógenos, então criando o ar de dúvida sobre suas falácias. Também há estupradores que rondam essa área, sobem o morro de madrugada usam drogas como crack, ecstasy,maconha, casca moida de tatuira misturada a escama de tainha. Então cuidado ao ir lá. melhor horário é das 10hrs da manhã até 20 horas.

Torre Sul ou Morro da Itapeva[editar]

Também usado para fumar maconha, só que pros chinelos sem carro que gostam de subir pelas trilhas. Lá também planta-se maconha.

Nos domingos o local de encontro dos playboys surfistinhas com carro do papai e das loiras vadias patys otárias maria-gasolinas ficarem se fresquiando é a "prainha". Ficam lá andando de um lado para o outro, tomando um chima de carango (tudo popular) na frente da baia do coroa.

Uma prática comum é a criação de Raves onde se toma muito ecstasy, puta, maconha e, naturalmente, ninguém come ninguém.

Por falar em puta, só há dois lugares onde dá pra encontrar: uma fica na avenida principal (é a única na cidade inteira) e a outra é perpendicular a ela, mas não vou dizer onde é.

Expressões da região[editar]

dingo

biguá

chupim, donde sai o verbo "chupinzar"

âssa, maiszé tanso

óssa, poco tanso

âssa, tais assim é? tais assim

hã hã, tais pensando o quê, rapaiz?

óssa vida

tais loco rapaiz?

óssa óssa puta merrda

ãh ãh ãh

âssa sinhora

Triiii legal

Ou não hein

Vish

Evolução da Língua[editar]

Como todo lugar onde analfabetos pessoas se escondem moram, existe uma puta alteração no vocabulário... Não Veja agora um exemplo:

Nossa Senhora!

Nossa?!

Ossá!

Âssa!

Ssa!


Diálogo comum[editar]

- Hã Hã, vo te dá-lhe

- Mais dá-lhe, dá-lhe que eu dou-lhe.

-Ti dolhi, um rabo de arraia e uma avuadera!

Praça XV[editar]

Local onde bebados rockeiros ficam tocando violão e berrando até arrebentar sua garganta, também local onde os chamados "pops"(bando de idiotas que acham que são os pegadores) se reúnem para tomar coca-cola.Alguns se reúnem depois da balada p se drogarem e pegar as putas q aparecem por la depois q o cabanas e outros prostibulos da regiao encerram seus trabalhos!!! As pirralhas estão sempre por lá também, se acham as de mais, quando não são nada, apenas as putinhas sem noção que acham que tem moral pra falar dos outros! Pior é aquelas gurias patys que acham que são rockeiras e tem moral, que bebe uma ice e se pagam de bêbadas, é isso tbm tem lá. Os manos as vezes dão o ar querendo ganhar espaço, mas eles tem medo dos chamados satãnicos que os rockeiros fazem, então eles nem vão. Ponto de encontro da piazada, uma creche. Sem contar quando não está virando num asilo.

Quatro Praças[editar]

É o lugar onde toda a viadagem da cidade se encontra de tarde para sentar em rodinha enquanto cada um estimula a genitalia do companheiro à direita, nesse lugar se encontra uma raça extremamente rara que se encontra apenas na praia de torres: os funkeiros emos(emos que começaram a escutar funk), que são uma raça que apesar de ter plena aparencia de emo(franja e calça colada) escutam funk. Os seres dessa rara espécie para não ser extinta se organizaram em um grupo sob a liderança de Augusto Oliveira (mais conhecido como "Gutynhu" o primeiro emo funkeiro). Mas nas Quatro Praças tambem se reunem Skatistas, maconheiros e Skatistas maconheiros, que ficam a maior parte do tempo fumando e andando de skate(óbvio). Algumas gurias retardadas frequantam a praça em busca de um skatista para comer seu rabo lhe fazer compania mas raramente conseguem, pois os Skatistas só quem praticar e debater manobras, e "bater games".

Pit Stop[editar]

É lá que o bicho pega! Irraaaa! Iriiiii! Local onde se reune um monte de bebados e putas pra enche a cara antes de ir para SEXOneja! Tá ligado que no findi, antes da balada maneira, tu tem que encontrar os parça pra decidir em qual único lugar tu vais. Mas lá é o demonho: se num lado eles se ajuntam tudo dentro dum posto minúsculo um monte de carro 1.0 de retardado que socam no cu o açulerador pra dizer que tem pau pequeno carro massa, no outro fica a galera do mal, soh olhando os ridículos playboys e gozando deles, tomando vinho de garrafa pet, ajeitando o cabelo imaçaronhocado que lavaram com detergente no sábado passado. Lá atrás tem uns banheiros que até rola uns boquetão de vez em quando, mas tem que meter a mina no chicote sem dó, e se imbaça, até a irmã dela entra. Mas a minha indicação é pra gozar na boquinha pra ela ficar isperta, e se ela reclamar, vira ela e soca-lhe no cuzinho pra ela ficar mais isperta ainda.

Prainha[editar]

Nos finais de semana de inverno é o ponto de encontro dos playba da torrika. É o local em que todo torrense vai para ostentar sua caranga, dando voltas e voltas sozinho, com os vidros abertos e óculos escuros, gastando muita gasolina.