Treze Futebol Clube

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Treze Futebol Clube
Escudo do Treze.png
Brasão
Hino '
Nome Oficial 13 não tem treze letras
Origem link={{{3}}} Paraíba- Campina Grande
Apelidos Galo da Borboleta
Torcedores Trezeanos
Torcidas
Fatos Inúteis
Mascote
Torcedor Ilustre
Estádio PV
Capacidade
Sede la na esquina da casa do caralho
Presidente
Coisas do Time
Treinador
Pior Jogador Nuvola apps core.png
Melhor Jogador Crystal Clear action bookmark.svg.png
Patrocinador Prefeitura de Campina Grande
Time
Material Esportivo Garra Team
Liga Copa filhos do Mc katra
Divisão 109ª Divisão
Títulos Copa Sidney Magal: 1979
Ranking Nacional entre os Xv de jaú e XV de Piracicaba
Uniformes



Cquote1.png Esse é bom até no nome! Cquote2.png
Zagallo sobre Treze FC
Cquote1.png Retiro o que disse... Cquote2.png
Zagallo ao ver um jogo do Treze

Treze Futebol Clube é um time paraibano pioneiro no rebaixamento para a Série D do Campeonato Brasileiro, e primeiro time a subir para a Série C fazendo questão de ser via Tapetão.

História[editar]

Fundação[editar]

Uma turma de matutos-peladeiros dos sítios em Cupina Grude, no ano de 1500 e la vai pedrada, se reuniram em um boate na intenção de dançar discoteca e criar um timinho de futebol de botão. Como eles eram 13 e tinham muito azar, colocaram o nome do time de Treze e o nome do mascote de galo devido ao "jogo da bicha".

Quebra de recorde de mais tempo sem pagar contas: Enquanto Seu Madruga não pagou apenas 14 meses de aluguel ao Sr Barriga, o Treze do ano de sua fundação até hoje nunca pagou a CAGEPA (Companhia de Água e Esgotos da Paraíba).

Série A 1977[editar]

A primeira aparição do Treze em nível nacional foi na Série A de 1977, edição em que cravou a maior goleada sofrida por um time paraibano na Série A, quando na data de 30 de outubro conquistou a façanha de ser derrotado pelo Santinha pelo placar de 6 x 0. Naquele torneio terminou no honroso 55º de 62 clubes, uma posição considerada boa para o nível paraibano.

Década de 80[editar]

Após os vexames nos campeonatos brasileiros que eram disputados por mil times, o Treze decidiu desistir da Série A e se concentrar apenas nos campeonatos estaduais, onde nem isso conseguia grandes coisas. Quando a CBF inventou a Série B para alocar todos times semi-amadores do Brasil, o Treze já logo se interessou, e no ano de 1988 disputou a série de acesso na qual foi imediatamente rebaixado pra a Série C, não apenas uma, mas 2 vezes seguidas em 1988 e 1990. Mas para não perder a tradição de conquistar suas coisas no Tapetão, foi salvo da queda nesses anos.

Campeonato Paraibano de 1994[editar]

O ano que ficou marcado na história do Treze foi o seu rebaixamento para segunda divisão do dificílimo Campeonato Paraibano de 1994. A humilhação foi tanta que seus diretores compraram todos jornais e todas súmulas do campeonato e queimaram num forno qualquer registro deste torneio numa tentativa de apagar a história.

Temporada de 1998[editar]

Foi no ano de 1998 que o Treze bateu o recorde de maior goleada sofrida numa Copa do Nordeste de Futebol, quando o Sport o derrotou por singelos 6 X 0 no dia 12 de março. E não satisfeito com isso, o Treze escolheu um time ainda pior e de menor tradição para perder de ainda mais, visto que os recordes positivos eram difíceis demais de conseguir, o Treze também conquistou a maior goleada sofrida por um time paraibano na Série C, quando se submeteu a perder para o Bolachas Confiança de Sergipe pelo módico placar de 7 x 0 em 9 de agosto daquele ano.

Copa Nordeste de 2002[editar]

Após bater o recorde de maior goleada sofrida em todas divisões, no estadual e no que mais for, bateu o próprio recorde na Copa Nordeste de 2002 ao sofrer 4 x 0 do Botafogo da Paraíba.

Copa do Brasil de 2005[editar]

O ano de 2005 é o único relembrado com carinho pela torcida do Treze, pois o time foi o grande campeão das quartas-de-final da Copa do Brasil. Para os trezeanos, isso é título. Para a conquista do título inédito o Treze passou por forças como Ulbra-RS, São Caetano e Coritiba sendo eliminado nos nos pênaltis pelo Fluminense, que é o único time do Brasil que possui advogados melhores que os do Treze, e por isso conseguiu aqueles pênaltis roubados onde o goleiro se adiantou 3 metros para agarrar as cobranças do Treze

Copa do Brasil de 2006[editar]

Animados com o desempenho na Copa do Brasil anterior, o Treze chegou todo empolgado para a edição de 2006, mas logo na primeira fase perdeu para o CENE, o time mais fraco do Mato Grosso do Sul, e encerrou o ano ali mesmo.

Temporada de 2010[editar]

Ser eliminado na Copa do Brasil de 2010 para o inexpressivo Votoraty da quarta divisão do Campeonato Paulista e tomando 4x0, é mole? Além de aparecer na ESPN ao vivo fazendo cai-cai nesse último jogo, o Treze caiu na real e percebeu que nunca mais repetiria a façanha de 2005, desistindo de disputar Copa do Brasil.

Já pela Série D de 2010 conseguiu ser o único time do mundo a ser eliminado pelo Araguaína (que time é esse?) em qualquer competição oficial, e em casa! Esse time tem um boi no escudo.

Série C de 2012[editar]

A principal característica tática do Treze é a catimba, se por acaso os jogadores percebem que vão perder de goleada, para evitar igualar-se os vexames do Botafogo que perde de 10 a 0 e estas derrotas são as únicas alegrias do Treze, para não igualar estes resultados negativos usam sempre a mesma tática. Em primeiro algum jogador finge estar com dor de barriga e pede ao árbitro para cagar e foge, outro diz ao árbitro que o namorado dele chegou ao estádio e precisa sair para agradar o bofe, enquanto outro cai no chão dizendo que quebrou a perna em cinco lugares, isso tudo depois das três alterações feitas para que o juiz acabe logo o jogo por insuficiência de atletas em campo.

E mesmo assim quando perde no campo, entra na "injustiça comum" e através de liminares consegue vaga garantida na final da copa Fifa de clubes até o ano de 2020, de maneira que o Galo é conhecido mundialmente como o time da virada (de mesa)!

Foi nessa tática que conseguiu uma vaguinha na série C de 2012, mesmo ficando na quinta colocação da Série D do ano anterior, o advogado do Treze alegou que o Rio Branco do Acre era um time fictício e não poderia subir de divisão. Na verdade os advogados do Treze estavam até certos dessa vez, tanto que o Rio Branco encerrou aquela competição com zero pontos sem comparecer aos jogos, afinal ele realmente não existia.

Série C de 2014[editar]

Após uma campanha frustrante em 2013, quando nem subiu, nem desceu de divisão, em 2014 o Treze provou que é bom só de tribunal mesmo, porque em campo conquistou a façanha de um rebaixamento na Série C, um feito para pouquíssimos times ruins da sociedade brasileira. Nem mesmo incríveis rivais como ASA de Arapiraca e Águia de Marabá foram o bastante para salvar o Treze, que a cada dia, com a modernização do judiciário, encontra cada vez mais dificuldades de subir de divisão no tapetão e não sabe mais o que fazer, porque jogar bem o futebol está completamente fora de cogitação por enquanto.

Série D de 2015[editar]

A porcaria do Treze conseguiu a façanha de ser eliminado na primeira fase da competição ao ficar atrás do Estanciano EC. Isso não merece mais do que uma linha de explicação nessa seção.

Campeonato Paraibano de 2016[editar]

Aí chega um momento que você pensa "bem, acho que agora o Treze vai se recolher a sua insignificância e parar de atrasar a vida dos outros acionando tribunais e tentando ganhar coisas no tapetão". Mas só foi o clube tentar passar um 2015 sem tapetões e com lisura (o que resultou num ano de fiascos em 2015), que em 2016 já começou em grande estilo, com derrota em campo perante o Campinense e apelação nos tribunais para tentar ficar com a vaga. Quem sofre com isso é o campeonato paraibano, disparadamente o mais atrasado do Brasil de modo que em maio até estados como Roraima e Amapá já haviam definido os seus representantes na Série D de 2016, enquanto as duas vagas da Paraíba permaneceram longos dias em aberto, e o CSP esperando a definição de quem mandava mais malas pretas nos tribunais.

O mascote[editar]

O galo, que tem a mulher galinha, o filho frango e ainda dorme montado num pau. Aliás, os mascotes dos principais times da Paraíba são incrivelmente originais: uma raposa e um galo. Já viu isso em algum outro estado? Atualmente a equipe esta mudando de mascote, a conhecida Thamnodynastes pallidus (cobra-corre-campo) é o novo mascote em virtude do costume de abandonar o campo quando a situação está "apertada".

Títulos[editar]

  • Uma caralhada de campeonatinhos locais que ninguém se importa fora os paraibanos.
  • Rebaixamento para segunda divisão do dificílimo Campeonato Paraibano de 1994
  • Conseguir uma liminar na justiça de Campina Grande para jogar campeonatos
  • Campeão das quartas-de-final da Copa do Brasil de 2005
  • Mas a maior glória do Treze Futebol Clube foi sem dúvida a vitória sobre o melhor time do Nordeste, seu pai, o Campinense Clube. Apesar de valer apenas 3 pontos, promoveu-se em Campina Grande uma das maiores carreatas da história.