Tribalistas

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Passarinho.jpg Este artigo é sobre um(a) artista, grupo musical ou uma banda.

Certamente, seus fãs idiotas alienados o odiarão!

Wikisplode.gif
Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Tribalistas.

Cquote1.png Triablistas é demais bro! Cquote2.png
Hiponga débil mental que usa Nike Shox sobre Tribalistas
Cquote1.png As letras são ótimas: bem originais, inteligentes e atuais. Cquote2.png
Intelectualóide retardado da Wikipedia sobre Tribalistas
Cquote1.png Os tribalistas é muito maneiro. Eu curto eles D+. Inclusive ontem fui a um abrigo de velhinhas e cantei uma música dos tribalistas, a "velha infancia". Fui com o meu colegio e os meus FRIENDS amam essa música(por isso que nos cantamos).Mil Beijocas para todos os integrantes dos tribalistas. Cquote2.png
Lara: Débio mental assumida sobre Tribalistas

Capa do CD dos Trollbalistas

Tribalistas é um grupo que faz músicas através de geração espontânea usando ferramentas, ou seja, três cabeças ocas e alguns cigatinhos. Tem como principal hit no ouvido a música (sic) Velha Infância que tem como foco seus fãs emos-pseudo-intelectuais-hipongas, ou seja, a coisa certa acontece, lixo (Tribalistas) deve ficar no lixo (fãs deles).

História[editar]

Foto de integrante do grupo que não quis se identificar, mas com iniciais: C.B.
Integrante secreto (C.B.) literalmente fumando uma tora
Integrante mostrando que também sabe a técnica do Hadouken
Album que mostra a tradução digna de alguém com conhecimentos em Portuñol
Indicação de material não reciclável no CD Tribalixo. Não destrua o meio ambiente, não jogue em via pública.
Integrante secreta: Nada como um desenhista amigo para dar aquela calibrada no visual
Foto do temido "bicho papão" em pessoa. Tire as crianças da sala

Depois de várias águas de cocô coco, alucinógenos de todos os tipos e cores, formou-se esse encosto da música brasileira. Composta por Carlinhos Brownzeado, Carla Perez e Marilyn Manson, o que não quer dizer nada, venderam milhares de CDs no Brasil, o que significa menos ainda. Com (de)composições mais chatas e pseudo-intelectuais que QueiJô Soares e Faustão eles encantam emos, seus amiguxos e hipongas.

Características[editar]

As músicas (sic) falam de temas banais e utilizam toda a sabedoria dos integrantes, ou seja, nenhuma. Além disso, usam rimas ridículas, dignas de crianças da pré-escola, como:

Letra: Passe em casa

Se você não passa no morro
(eu quase morro, eu quase morro)

Além disso, trechos que mostram a fenomenal inteligência na (de)composição das letras:

Letra: o Amor é feio

[...]O amor é sujo
tem cheiro de mijo[...]

Nesse caso anterior vê-se que os compositores estão se relacionando amorosamente com pessoas que têm incontinência urinária.

Abaixo, vemos o nítido sintoma do cheiramento de gatinhos feito pelos (de)compositores.

Letra: Paradeiro

[...]Dentro ou fora de nós
Haverá paraíso.

Abaixo, um apelo subliminar por alguém que ajude eles a fazer o que eles realmente acham/fingem que sabem.

Letra: Um A Um

[...]Me ensina a fazer
Canção com você[...]

Abaixo, o cúmulo da obviedade somado às rimas imbecís.

Letra: Passe em Casa

Passam pássaros e aviões
E no chão os caminhões
Passa o tempo, as estações
Passam andorinhas e verões

Além de rimas de difícil composição como as mostradas no trecho anterior, eles mesclam traduções (des)estilizadas cópias descaradas como a dá música Merry Christmas com, novamente, rimas catastróficas, veja abaixo:

Letra: Mary cristo
[...]
Blim, blom, Nylon
[...]
Carneirinho me dá lã, mé
Passarinhos de manhã, né

Não importa o contexto, o importante para os Tribalistas é rimar e fazer frases com trocadalhos do carilho. O curioso é que o título da música, no qual o débil mental fã normalmente se basearia para entender do que se trata a música, não cria relação alguma com o contexto, por exemplo, abaixo a música (sic) de nome "Mais Um Na Multidão" fala sobre um "leito do lar" e também "amor é fogo e ferve queimando". Isto mostra o quanto o uso de cigatinhos é prejudicial ao raciocínio lógico.

Outra característica importante de se notar é que as rimas são tão bem inseridas no texto que estão sempre no local óbvio na hora óbvia rimando-se sempre a última palavra de cada linha com última da da linha logo abaixo.

Letra: Mais Um Na Multidão

[...]
longe do seu ninho meu andar caminho
deixo onde passo meus pés no chão
só mais um na multidão

o mar de sol no leito do lar
e nem um rio pode apagar
o amor é fogo e ferve queimando
estou ferido agora eu sigo te amando

me cego
te enxergo
[...]

Aqui está uma parte sublime e genial da canção mais famosa do trio que se chama... Bem, isso não importa muito.

Letra: Velha Infâmia

[...]
E a gente canta
E a gente dança
E a gente não se cansa
[...]

É importante perceber que quem "não se cansa" são os monótonos construtores de rimas membros deste grupo.

Veja como até o próprio trio utiliza o "Gerador Tribalistas" (Vide Links) na composição desta peça rara:

Letra: Já sei rimar

[...]
Eu sou de ninguém
Eu sou de todo mundo
E todo mundo me quer bem
Eu sou de ninguém
Eu sou de todo mundo
E todo mundo é meu também
[...]

Já neste caso o grupo utilizou cigatinhos sem prescrição médica, pois só assim poderia gerar algo tão mixado idiota conciso como:

Letra: Já sei rimar

Já sei namorar
Já sei chutar a bola

Sua própria Tribalistice[editar]

Se três picolés de chuchu como estes conseguiram escrever letras que venderam milhares de CDs, a não ser pelo motivo de que a venda foi feita no Brasil, você também consegue. Aqui vai um exemplo de música gerada com a ajuda do Gerador Tribalistas:

Letra: Todo mundo no mundo

Faço sofá no sala de estar sapeca
Divino enlatado
Ninguém é de todo mundo no mundo

Bis

Seja em Salvador, Paris
Vamos mamar, vamos babar
Lagarta linda likes me
Vamos mamar, vamos babar
Amor de pai, desmundo!
Girou a Terra, a terra de Gumercinda
Vamos mamar, Vamos babar
Boneco bonito, na bola

Resumo Geral[editar]

Tirando-se, de todas as músicas, a falta de criatividade, excesso de rimas mal feitas, uso de mesmas palavras para contextos diferentes, i.e., jogo de palavras pueril pseudo-elaborado do jeito que Jorge Vercilo gosta (vide palavra "morro" no primeiro trecho), obviedades e um amontoado de coisa sem sentido e fora de contexto, não sobra nada para este grupo mostrar a não ser suas caras feias que ninguém quer ver. Fãs e o trio se merecem.

Discografia[editar]

  • 2000 - Tribalixo CD e DVD(Vide ao lado) - Cuidado, material não reciclável. Não jogue em via pública.

Ligações externas[editar]

Ver também[editar]