Tribo de Jah

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213442112.gif Tribo de Jah dá um tapa na pantera!

Por isso ninguém entende o que ele(a) diz!

Clique aqui se você quiser dar um tapa também.

Cquote1.svg Você quis dizer: Banda de cegos que fazem reggae good vibes? Cquote2.svg
Google sobre Tribo de Jah
Cquote1.png Experimente também: Cidade Negra versão maranhense Cquote2.png
Sugestão do Google para Tribo de Jah
Cquote1.svg O único que não é cego é o cantor. Cquote2.svg
Integrante cego da banda apontando pra outro cego.
Cquote1.svg Eu não pratico bruxaria, não tenho bola de cristal... Cquote2.svg
Fauzi sobre mentiras sobre ele ser um bruxo satânico.
Cquote1.svg Porra bicho, gostei muito, achei do caralho, muito foda, parabéns aí, muito bom. mas hoje meu voto é não. Cquote2.svg
Arnaldo Saccomani sobre músicas da Tribo de Jah.
Cquote1.svg Goxtu muitu da Tribo di Jah, inclusive daquela muzik du Gira Sol! Cquote2.svg
Guria retardada sobre músicas da banda.
Cquote1.svg A Babilônia está em chama! Cquote2.svg
Fauzi sobre ,mais uma vez, a Babilônia pegar fogo.
Cquote1.svg Puta vida! Cquote2.svg
Faustão sobre citação acima.
Cquote1.svg Na União Soviética, a bola de cristal é quem pratica bruxaria. Cquote2.svg
Reversal Russa sobre Tribo de Jah.

Eddie VedderFauzi Beydoun e os cegos que nem imaginam quem é mesmo o vocalista da Tribo

A lendária e chapada Tribo de Jah é mais uma banda de reggae criada nas terras de Sarneylândia o paraíso dos devotos de Bob Marley, Gregory Isaacs, Pato Banton e de Armandinho, a considerada Jamaica brasileira para muitos. O reggae virou mania para alguns cegos em uma escola para os próprios, que decidiram se juntar e fazer um som que agradasse ao Todo-Poderoso Jah Rastafari onde ele estivesse, desde que fosse no inferno aí tudo bem. O engraçado é que, como precisavam de um cantor que agradasse ao público e aí encontraram um pobre coitado chamado Fauzi Beydoun, o único não-cego da banda. São conhecidos pelo seu reggae feito pra maconheiro bunda-mole ouvirem e citarem trechos nas redes sociais, além de lotarem churrascarias do Maranhão cujo público vai de 0 a 10 pessoas, tocando por um pouco de larica comida até porque com barriga vazia não se pode fazer porcaria reggae. Já homenagearam o maior ídolo do gênero em um CD, que vendeu 1 cópia (um dos integrantes cegos deve ter esse lixo clássico da banda) e o maior sucesso deles é uma versão brasileira escrota para "Santeria" de uma banda gringa chamada Sublime.

História[editar]

Lá nos cafonas anos 80 numa escola de cegos das terras de Sarneylândia, fãs apaixonados pelo reggae decidiram se juntar e formar mais uma banda de reggae aí, acabaram parando numa de levar a sério essa proposta de "banda" e aí foi que procuravam um integrante, chamaram um cara que não era cego mas parecia feder igual gambá, parecia um estudante de humanas e esse era Fauzi Beydoun. Após serem expulsos de várias casas de shows e botecos, um grande produtor convenceu a levarem a sério a vontade de fazerem um disco, acabaram gravando um disco chamado "Roots Reggae" e dali em diante, só discos que beiravam o absurdo. Até que depois do disco "Reggae na Estrada" a banda ganha reconhecimento popular, fazendo com que eles, literalmente, levassem a Babilônia em chamas depois de estourarem nos soundsystems de todo o Brasil, até que uma casa de shows dá o direito de eles fazerem um grande show e registrarem o CD ao vivo chamado "2000 Ânus", e em seguida, no disco seguinte, intitulado "Além do Véu de Tim Maya", o sucesso levou a Tribo de Jah ao topo das paradas com "Uma Onda Que Passou (E Eu Não Dropei)", a versão mais ridícula que você já pode imaginar para a música "Santeria" do Sublime, e que Fauzi possa agradecer que o vocalista do Sublime não está vivo pra reclamar da forma que deixaram a música mais brega e mais mal-entendida do que se espera. Participaram de vários programas de televisão, mas os apresentadores sempre cortavam o áudio do microfone de Fauzi quando ele ia falar sobre o culto à maconha reggae e sobre o legado de Bob Marley na música. Depois de vários discos, como "Refazendo a Merda Toda" onde eles recriam seus poucos hits de carreira, mais alguns shows por aí, Fauzi trouxe o filho pra trabalho escravo fazer estrada junto, sendo um dos representantes da nova geração da banda, atualmente celebrando os 30 anos de banda e não nos perguntem como essa banda sobreviveu ao tempo porque isso não nos importa.