Triunfo (Pernambuco)

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Município de Trunfo
"Oásis do Sertão"
Bandeira de Triunfo-PE.png
Bandeira
Aniversário
Fundação Não disponível
Gentílico trunfense
Lema Quem daqui sai, não volta jamais
Prefeito(a) PMDB
Localização
Localização de Trunfo
Estado link={{{3}}} Pernambuco
Mesorregião Desertão Pernambucano
Microrregião Esgotão Pajeú
Municípios limítrofes Flores, Calumbi, Santa Cruz da Baixa Verde
Distância até a capital 355 Km de Juazeiro quilômetros
Características geográficas
Área Não disponível
População Não disponível
Idioma Caipirês, matutês
Densidade hab./km²
Altitude metros
Clima Frio pra cacete (se for para lá leve um casaco ou uns casacos)
Fuso horário UTC
Indicadores
IDH
PIB R$
PIB per capita R$

Cquote1.png Aqui é a verdadeira capital da rapadura! Cquote2.png
Morador invejoso de Triunfo querendo os engenhos de Santa Cruz
Cquote1.png Você traiu o movimento urbanístico Véio! Cquote2.png
Dado Dolabella sobre a derrubada dos casarões em Triunfo
Cquote1.png A festa dos estudantes era pra ser aqui Cquote2.png
Prefeito de Flores sobre Triunfo
Cquote1.png Houston, we have a problem Cquote2.png
Astronauta americano no espaço sobre Triunfo
Cquote1.png Já roubei, agora vazei! Cquote2.png
Políticos sobre Triunfo
Cquote1.png Você dobra a esquerda e sobe direto Cquote2.png
Moto-táxi ensinando como chegar a algum lugar em Triunfo

Triunfo é uma cidade cenográfica localizada no Projac onde são realizadas as gravações de A Favorita cidadezinha do interior distante de Pernambuco. É uma cidade, assim como todo o sertão de Pernambuco uma cidade com muita gente branquela desnutrida e mal educada, e como nenhuma cidade do sertão de Pernambuco, frio pra caralho! (a média de 20ºC é considerada de extremo frio).

História[editar]

Tudo começou no final do século XVII, no chamado sítio Baixa Verde. Procedente da Bahia, chegava o Capuchinho Frei Vidal da Penha para catequizar os índios da região (todo padre tem mania de se meter em política mesmo). Em 1803 foi substituído por Frei Ângelo Maurício de Niza que não melhorou nada, só construiu uma capela onde abrigou a imagem de Nossa Senhora do Piriri, hoje padroeira da cidade.

O vilarejo de Baixa Verde pertencia ao município de Flores, mesmos em saber disso. As duas vilas tinham grande rivalidade e disputavam para saber qual era a pior, e com a vitória de Baixa Verde nessa contenda, originou-se o nome Triunfo (dizem que foi uma lapeada tão grande que até hoje o povo tem raiva dos triunfenses).

Assim em 13 de junho de 1884, pela lei provincial nº 1.805 foi a vila elevada a categoria de cidade pelo motivo de porra nenhuma, apenas por não ter coisa melhor nas redondezas. Assim que tornou-se município, Triunfo abrigava casarões coloniais, que estão foram todos derrubadas sem a menor cerimônia para dar lugar a casas, salões de beleza, puteiros ou bares.

Geografia[editar]

Fria porque serrana. Calorosa porque hospitaleira, Triunfo conserva-se altiva através dos séculos. O povo é bastante fofoqueiro, mas fazer o que, sem nada pra fazer, entregam-se ao ócio. Conhecida como o "Oásis do Sertão", imponente do alto dos seus 1.260 metros, triunfo parece tocar os céus apesar de parecer o inferno!

Economia[editar]

A cidade sustenta-se pelo tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, maconha, rapadura, Pitu e cachaça. O comércio é muito incipiente, pessoas de visão sabem que não adianta investir ou acreditar na cidade.

Uma coisa que orgulha é a quantidade de bares e salões de beleza que a cidade possui. Não se sabe ainda se uma coisa tem relação com a outra, mas é interessante refletir a respeito... Não há uma rua em Triunfo não há um bar sequer, e se não tem bar é porque tem um salão de beleza ali. Importador natural de 51 e Pitu, é a cidade na qual o consumo destas iguarias é um dos mais incríveis de Pernambuco.

Estranhamente, Triunfo, por ser turística, é sucumbida por uma taxa de inflação avassaladora: toda vez que se está em época de festas todos os preços aumentam, os comerciantes locais adoram fazer tal coisa, sem abaixar o preço dos produtos quando passam as festas (engraçado isso).

Política[editar]

O triunfense está anos-luz de qualquer cidadão que almeja por uma cidade forte e independente de outras cidades, pois para se comprar qualquer coisa pensa-se em ir a Serra Talhada e deixar lá o dinheiro que poderia ser absorvido pela cidade. Se a economia da cidade vai mal a culpa é do Presidente da República e nunca do prefeito. Os prefeitos são os mesmos, lembrando em muitos momentos àquela velha política do "café-com-leite" entre Minas Gerais e São Paulo.

Educação[editar]

A cidade há muito clama por uma faculdade, mas os políticos que arrecadam seus votos, só aparecem em época de eleição mesmo, e nada mais, não havendo ensino superior na cidade. Os triunfenses, em geral, não podem reclamar mesmo, uma vez que acham que política tem a ver com favorecimento pessoal, algo do tipo: eu voto se me der uns sacos de cimento, uma carrada de areia ou um milheiro de tijolos...

Transportes[editar]

O transporte na cidade é feito com motos e carros caindo aos pedaços de ótima qualidade. As estradas de acesso a Triunfo estão em condições, no mínimo, precárias. As ruas com um calçamento digno de estranhamento dão a ideia de que estão testando bombas nucleares na cidade. A população não gosta muito de andar pelas calçadas, dificultando a locomoção dos carros e motos que ali circulam. E contando com um aparato de lombadas e quebra-molas a cada 50 metros, a cidade tem um trânsito calmo.

Comunicações[editar]

O ponto forte da cidade é que tem todos os sinais de Celular (Oi, Claro e Tim), sendo um grande avanço ao se imaginar que as cidades vizinhas de Triunfo não dispõem disso, sendo que para receber ou fazer uma ligação, tem-se que se pendurar em galhos ou ficar em cima de pedras para ter sinais sofríveis de celular em cidades como Flores e Calumbi.

Sinal de internet é via rádio, ou seja, se chover ou ventar pode esquecer de acessar. Se sonha bastante com a Velox, mas é bom esperar sentado mesmo! Em 2011 chegou finalmente a tão sonhada velox, mas é tipo Eno guaraná, não pode ver água que se derrete toda.

Cultura[editar]

Possui um teatro que foi restaurado uns anos atrás, mas indiferentemente, não funciona para a população, tendo exibições sazonais. Há uma biblioteca muito caindo aos pedaços, mas só de ter uma biblioteca é de se louvar, coisa rara em pequenas cidades do interior.

A cidade possui artistas, certa vez uma garota apareceu no Fantástico imitando uma drogada inglesa e passou uma semana inteira pensando que era uma nova celebridade. A celebridade mais antiga só aparece na Festa dos Estudante, no palco, apresentando os artistas reais, embora algumas más línguas teimem em afirmar que não é só na festa que ele aparece, apenas muda de face e identidade no continuar do ano.

Há ainda que se comentar das bandas de forró que só conseguem se formar em um lugar da Terra, em Triunfo, com os nomes mais esdrúxulos possíveis: sempre em pares, como quiabo com rapadura, melaço com corn flakes ou bode com jerimum (bom demais !).

A cidade foi ainda cenário de um filme sobre o rei do cangaço (Lampião) que é claro inovou mostrando as antenas parabólicas presentes nas casas desde a década de 1920, Triunfo é o berço da tecnologia.

Lazer[editar]

Diversão em Triunfo são os inúmeros bares que movimentam a cidade. No domingo o evento social na cidade é a missa, depois de terminada a cidade vira um breu e não se encontra um "pé de pessoa" na rua, com exceção dos bebuns.

Turismo[editar]

O famoso passeio no teleférico velho de Triunfo, onde o turista pode ter um grande panorama da pobreza e precariedade da cidade que realmente se acha desenvolvida.

O que movimenta o turismo de Triunfo são festas, engenhos de rapadura, festas, cachoeiras, festas e passeio idiota num teleférico.

Possui ainda um parque aquático, conhecido com "Águas-Parque", nome bastante original. As pessoas das cidades vizinhas geralmente associam Triunfo ao Águas Parque. Não é raro os habitantes de Flores e Afogados da Ingazeira se referirem ao "Águas-Parque" como se fosse um município.

Tem ainda festas maravilhosas como o carnaval e a Festa do Estudante', que mesmo tendo esse nome, não há nenhum estudante envolvido na organização dessa festa, tampouco decidindo sobre o futuro da mesma, bem como opinando sobre as atrações, ficando assim refém do patrocínio do Governo do Estado (com uma programação que decepciona a cada ano); e a festa do final de ano que conta com o apoio do comércio (quando a prefeitura teima em fazer tal festa, inventa uma história de fazer um rodeio lá na Encruzilhada). Algo interessante de comentar é a que a Festa da Padroeira é realizada juntamente com a do Ano Novo, lembrando que a festa de N. Sra. das Dores é celebrada em data diferente em todas as cidades que a adotam como padroeira.

O São João de Triunfo não é digno de comentários, pois nunca teve tradição mesmo.