Tu

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Tu é um pronome que foi criado na tentativa de deixar os idiomas derivados do latim, mais estranhos do que já eram. Quem criou tu, pensou como deixar essas linguagens feias(ou ainda mais feia, como no caso do nosso querido "Portuga"), colocando palavrinhas grotescas e ridículas? - veio-lhe à moleira antes de qualquer coisa um pronome, para que fosse usado com frequência. Convenceu à todos de que aquele pronome era ótimo, assim nasceu tu.

Tu sabes[editar]

Perceba o efeito de uma poesia sem o tu
...e veja que lamentável quando o tu está na poesia.

Imagine agora olharem pra você e dizerem tu, mas olhado fixamente e dizendo essa palavra. Vontade de bater em quem disse? Calma, há um consolo nisso tudo: Na maioria dos lugares ninguém usa tu, no Brasil por exemplo, e mesmo em SC e RG e um pouco no meu Paranã, é usado de forma errada. No Paraná, totalmente errado, a frase começa concordado com você e sai um tu onde não deveria estar. Esse erro ocorre menos entre os catarinas e gaúchos, mas esse erro no Paranã ao falar, só pode ser proposital, para se vingar de quem introduziu tu na linguagem.

Pode achar exagero, por que até na substituta do latim, a língua inglesa, o que não falta são palavras estanhas e de sonoridade mais estranha ainda, porém tu é MUITO estranho. Ainda mais estranho é deixar uma frase correta com tu, porque parece que está se falando de mais de uma pessoa, igual à vós que é outra piada de mal gosto com a linguagem, mas tu é... és ainda pior. Letra t em junção com u, não deveria nunca se unir, apenas como duas letras, não poderia se esperar outra coisa senão bizarrice.

Acredita-se mesmo que, em tempo remotos o nome vulgar de anos, fosse tu, e não cu, então resolveram tornar a parte do corpo mais respeitado transformando em pronome. Depois foi substituído por cu, apenas porque a letra c já faz a boca ficar parecendo o buraco que é mais embaixo mesmo, devido à sonoridade que se deve produzir. O tu ficou sendo esse pronome estranho, mas continua combinando com a parte do corpo.

Poesia estragada[editar]

Não se sabe quem recomendou que se usasse tu em poesias e ainda se deu preferência à isso, todos sabemos que a faz um grande estrago, por mais linda e sublime que seja a poesia. O tu carrega com ele uma porção se esses que não são nem um pouco necessários, pelo contrário, as poesias ficam bem melhores sem essas frescuras bestas. Oras, frescuras podem ser benvindas se ao menos fizerem mesmo diferença, como recitar entrelaçamento ao invés de nó cego do caralho, mas o monte de esses desnecessário eu pronomes como tu e vós, carregam no lombo, não acrescenta nada.

Se acham que por dar impressão de plural, vai aumentar o valor de algo, nada disso. Pode sim, aumentar a chatice e a inutilidade, nem por isso mandaremos quem inventou esse pronome, enfiá-lo no tu, nem quem recomendou que colocassem em poesia, oras, sabemos que as poesias sem isso são as que mais se destacam, dessa forma está realizada outra vingança contra esse pronome e contra quem o inventou, mais ainda, contra quem recomendou esse estrago nas poesias.

Eu sei que você deriva de vossa mercê, que não é das piores sonoridades, mas criauras diziam voismecê ou ainda pior vois-sumcê(o ser humano não encontra limites quando é pra ser caipira), e isso tudo é bastante bizarro, mas se falado corretamente vossa mercê não fica tão ridículo, e mesmo a abreviação final e definitiva você, deixa um jeito de falar bonitinho e, também a sonoridade é boa... mas não adianta tu não tem jeito ou tu não tens jeito, só pra fica correto, mas tanto faz.

Pronomes pessoais do caso reto
Eu · Tu · Ele · Nós · Vós · Eles