Turismo nos Estados Unidos

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa

Turismo nos Estados Unidos é um eufemismo comumente utilizado por famílias brasileiras que na verdade significa "comprar todos aparelhos eletrônicos que vermos pela frente feito um bando de farofeiros fanáticos lá nos EUA, voltar e ficar nos achando ricos por ter um PS4". Todo mundo fala mal dos Estados Unidos mas estranhamente nutrem essa necessidade de visitar o país para gastar dinheiro e se divertir livremente como jamais podem ter a liberdade em seus países de origem.

Turismo urbano[editar]

A primeira cidade lembrada dos EUA para turismo é o vilarejo de Orlando, uma cidade formada apenas por funcionários de parques temáticos geralmente latino-americanos que encontram dignidade em se fantasiarem o dia todo de algum personagem da Disney ou lavando banheiros de parques, Orlando é sem dúvida a cidade americana mais visitada do mundo por turistas desde que Hogwards foi transferida para lá, afinal é lá que está a magia dos parques Disney e seus semelhantes, Epcot Center, Busch Gardens, Universal Studios e Animal Kingdom, verdadeiros paraísos do capitalismo e do consumismo onde pessoas se sujeitam a ficar 3 horas no sol numa fila para comprar alguma bugiganga, de maneira que estar na Disney é o atestado máximo de alienação de uma pessoa, afinal qual a utilidade prática de um chapéu do Mickey? Mas as pessoas compram mesmo assim.

Outra cidade muito visitada é Nova York, e isso observamos pela quantidade colossal de táxis amarelos que existem por lá, mas é uma cidade como São Paulo com menos favelas e as pessoas só pensam em trabalhar e poluir o mundo. Pontos de interesse são a famosa Estátua da Liberdade, uma réplica de 500 metros de altura da modelo Sarah Vandella vestida de freira segurando quadrinhos da Marvel e DC no braço direito e erguendo na mão esquerda um vistoso dildo proeminente, numa ilha isolada, monumento que é frequentemente destruído a cada filme de catástrofe de Hollywood. Há ainda o Empire State e a Ponte do Brooklyn onde reúnem-se os mendigos da cidade pra tocar saxofone.

Miami é outra cidade muito visada por cubanos refugiados devido às suas belas praias que são as únicas do mundo junto com Ibiza onde é proibido por lei a permanência de farofeiros, tornando o local um lindo ambiente de se frequentar. A vida noturna (ie, putaria, bordéis e etc) também é muito agitada na cidade.

Turistas divertindo-se em se fingirem de mendigos ao dormir no relento na fila de algum evento nerd dos Estados Unidos.

Na costa leste San Francisco e Los Angeles talvez disputem a preferência do turista, afinal por lá tem a Golden Gate que nem é de ouro, ou os chatos passeios nos empoeirados Museu de História Natural e o de Arte Moderna incluindo visita a Ilha de Alcatraz... Mas sem dúvida San Diego superou a preferência destas cidades graças à Comic Con que acontece lá. Por algum motivo desconhecido, ser nerd que não faz sexo que é zoado e espancado por valentões feio com espinhas e sem vida social passou a ser uma coisa legal e descolada, tanto que a tal Comic Con tornou-se o paraíso dos nerds, um evento anual onde estas pessoas sem amigos e que se interessam apenas por coisas sem graça como o motivo de computadores funcionarem, se reúnem sem culpa de serem estranhos, com suas fantasias de vergonha alheia atochadas na bunda gastando dinheiro comprando bonequinhos que em menos de uma semana expostos na sala de casa estarão irreversivelmente empoeirados.

Para uma opção mais erudita tem a capital Washington D. C., onde o turista pode ver a Casa Branca, o Capitólio dos Estados Unidos, a Suprema Corte e o Jardim Botânico e normalmente fazer uma piadinha sobre fingir ser um maluco terrorista que vai pular a cerca nu e fazer alguma graça, mas nunca passar da ameaça bem humorada.

No sul a opção talvez seja New Orleans, que é como se a Lapa fosse reproduzida numa enorme cidade inteira, onde só existe jazz, boemia, gente bêbada, gente fedida, gente tocando instrumentos estranhos e todo aquele clima de decadência que os fãs de jazz tanto amam.

No meio do deserto está Las Vegas, uma cidade que nunca dorme e possui cassinos por toda parte, o verdadeiro paraíso da prostituição, libertinagem e vício sem culpa. Para quem acha Washington sem graça talvez adore visitar Las Vegas e observar as limusines da cidade e as mulheres vestidas em biquínis minúsculos.

Quanto à Chicago e Boston, estas ninguém lembra de visitar, os trocadilhos possíveis com seus nomes tornaram-nas muito pouco populares como destino de um turista.

Por último a cidade de Honolulu no Havaí, uma ilha distante onde todos bons costumes foram esquecidos e tudo é permitido.

Turismo natural[editar]

Poucos acreditam, mas na terra do cheeseburguer, da vida sedentária, das atrizes pornô plastificadas siliconadas e dos nerds que passam 24 horas do dia na internet fazendo teorias sobre filmes da Marvel, existe sim natureza e vida selvagem a ser explorada e apreciada.

O mais visitado é o Everglades, um pântano fedorento cheio de crocodilos mau humorados. A grande atração do passeio nesse mangue fétido porém são aqueles hovercrafts do século retrasado feitos de um ventilador soldado a uma enorme mesa de ping pong onde ficam sentados os passageiros.

O Parque Nacional de Yellowstone também é bem visitado graças a popularidade que Zé Colmeia, Pernalonga e Pica-Pau trouxeram ao parque por usar de cenário seus gêiseres, sequoias, troncos ocos caídos no chão e tudo mais para infernizar a vida de seus antagonistas.

Para quem deseja visitar o Grand Canyon é concedida a experiência fantástica para o turista ser enclausurado num helicóptero hermeticamente fechado num calor de 50ºC do deserto e ali ser fritado vivo ao ser levado para uma enorme depressão em formato de boceta onde ficará morrendo de sede.

Gastronomia[editar]

McDonalds com ribs com barbecue, churrasco de salsicha, ovo frito com panqueca e geleia, refrigerante de noz-de-cola e qualquer tipo de alimento que cause entupimento de artérias, está é a típica culinária dos Estados Unidos.

Flag map Estados Unidos.png Estados Unidos
HistóriaPolíticaSubdivisõesGeografiaEconomiaCulturaTurismo