Turvo (Santa Catarina)

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Luís Henrique da Silveira.jpg Se quésh quésh, se non quésh, dish!

Este artigo é catarinense! Já entrou em coma alcoólico na Oktoberfest, sabe o que é boi-de-mamão, tem um poster do Guga e pensa que é alemão!

Venha para o lado barriga-verde da força você também!

Cquote1.png Você quis dizer: Metropole do arroz Cquote2.png
Google sobre Turvo (Santa Catarina)

Turvo é mais um desses municípios brasileiro do Estado de Santa Catarina que surgiu na lama, literalmente.

Sua história

Moradores de Turvo, indo ao trabalho pela manhã.

A colonização de Turvo começou com os italianos Zé Catatumba e Martinho dos Reis(ou não), que abriram estradas para o Estado e receberam como pagamento grandes extensões de terras desterticos contendo porra nenhuma de plantação por lá. Catatumba instalou-se entre Jundiá e Amola-Faca, enquanto dos Reis ficou com o quinhão entre os rios Amola-Faca e Pinheirinho, onde as primeiras mortes por atropelamento de carroças haviam ocorridos por lá (isto é pelo motorista dirigir bebado com um cavalo movido a álcool).

Em 1912, um irmão de Catatumba, Joaci, comprou um terreno no Baixo Rio Turvo e ali iniciou o cultivo das terras para ver se colocavam algo de útil naquelas terras. Também construiu um engenho de farinha e uma serraria, atraindo colonos para a vizinhança. Um dos primeiros a chegar foi Antônio Bez Batti, em 1913, vindo de Urussanga. Ele iniciou a derrubada da mata no local onde hoje se situa a sede do município e depois foram erguidas a primeira venda e a capela. Bez Batti batizou o município de Turvo, devido às águas turvas do rio próximo de onde se instalou com a família. Em 1930, Turvo foi elevado a distrito de Araranguá, emancipando-se em 30 de dezembro de 1948 graças a Deus. A história de Turvo é contada no livro “Turvo, Terra e mais de 8 mil Otários”, de João Colodel, editado pela Fundação Catarinense de Cultura, com fotos das putas mais gostosas vivendo naquela região também e os bordéis frequentados pelos babacas que plantavam fumo e achamos que alguns deles, também, levavam fumo por trás.

Neste século, um ancestral de Catatumba, vive numa cidade grande e industrializada, próxima da Capital, e o mesmo foi expulso lá daquela roça porque se achava evoluido demais, já sabia ler e escrever e sabia também, dirigir e já beliscava alguma coisa no computador, desta forma, se julgava mais sábio que os demais matutos. Já viajou à capital federal de avião, se borrou todo, mas foi. Conheceu o presidente e deputados e senadores, ficou usando o terno que comprou durante várias semanas, se achando o tal. Acredita-se que este decendente de Catatumba se torne uma lenda morta, já que lenda viva não existe.

E a sua economia

É na Festa do Colono, que acontece a cada dois anos, que Turvo exibe seu potencial econômico, com consumo de muita cachaça a vontade. Cultiva essencialmente arroz, milho e fumo, além também de cana,. muita cana por lá e teve um grande impulso econômico no início da década de 1980, após adotar o programa de irrigação para facilitar os bebuns que tem preguiça de colocarem as cachaças nos copinhos para o consumo. É conhecida como “Capital da Mecanização Agrícola e do Arroz”, já que é o município com o maior índice de mecanização da lavoura no País, por lá só viverem caipiras bregas.