Unidade 731

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Sculpture samurai.jpg

Made in Japan
Este é um artigo com tecnologia do sol nascente né.
E pode pedir para você fazer 6 horas de zangyô.

Unidade 731 faliu!
Cows1.jpg Nem o Tio Patinhas quita suas dívidas!

Outros que ficaram no vermelho.

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Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Unidade 731.
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Você sabia que...
  • ...Para cada vida salva pelas pesquisas feitas pela Unidade 731, outras 100 eram sacrificadas?
Membro da Unidade 731 posando para foto com seus amigos no fundo. Se a imagem está ruim, a culpa é da máquina fotográfia, que é uma porcaria.

Cquote1.png Bando de amadores, quero ver fazer que nem eu Cquote2.png
Josef Mengele sobre Unidade 731
Cquote1.png Chefe, é pra cortar o estômago ou injetar antrax? Cquote2.png
Funcionário da Unidade 731 sobre modo cordial de tratar os prisioneiros
Cquote1.png Tanto faz, pode fazer os dois de uma vez Cquote2.png
Chefe sobre citação acima
Cquote1.png 部隊隊部隊隊 部隊隊部隊隊部隊隊 Cquote2.png
Japonês sobre Unidade 731
Cquote1.png Eu não sei de nada Cquote2.png
Hirohito sobre Unidade 731
Cquote1.png Eu não queria estar na pele deles Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre prisioneiros da Unidade 731

A Unidade 731 é uma organização secreta sobre o comando do exército imperial japonês responsável por pesquisar e desenvolver remédios contra doenças, descobrindo a cura de vários males. Porém, durante a Segunda Guerra Mundial, ela competiu com os nazistas para ver quem era mais malvado.

Formação[editar]

Funcionário da Unidade 731 realizando pesquisas sobre medicina.

Tudo começou quando um nerd japa chamado Shiro Ishii participou do desenvolvimento de um medicamento para aumento do pênis, pedido pelo governo japonês para dar uma força ao instrumento naturalmente pequeno dos cidadãos de seu país. Com o sucesso do remédio, logo Ishii ficou muito famoso, a ponto de ganhar um prêmio especial: O imperador lhe deu a chance de pedir qualquer coisa para o governo, que ela seria feita;

Shiro adorava medicina, e na infância brincava de decepar a boneca da irmã dele. Naturalmente, ele pediu um laboratório de pesquisa, que era seu sonho. Então, o governo construiu para ele um campo de pesquisas na Manchúria, colônia japonesa na China usada como local para experiências que possivelmente darão em merda. Shiro Ishii e seus assistentes foram para lá dar início o projeto.

Primeiros experimentos[editar]

O primeiro experimento realizado pela Unidade 731 foi feito para estudar a Inversão Togolesa. Foram contratados uma equipe de negões vindos de Togo, porque em Togo você é unidadiza a pesquisa 731. Por ser algo complicado, a Unidade 731 nunca mais fez experimentos sobre inversões de frases inversamente invertidas, investindo apenas pesquisas na área de medicina e tortura nas horas vagas.

A pedido de Shiro, todos os chineses capturados pelo Exército Imperial Japonês durante a guerra na China eram mandados para lá. Ishii tinha um trauma na infância porque seu pai só comprava brinquedos Made in China para ele, e agora o homem queria descontar seu trauma nos chineses.

Experiências realizadas em prisioneiros[editar]

Sua reação ao ler o trecho censurado. Não diga que foi por falta de aviso.

Atenção: O Conselho de Proteção à Moral da Família Soviética, junto com outras instituições sem importância, não recomenda este trecho para pessoas frescas, emos e semelhantes, por conter cenas demasiadamente fortes, e por isso consurou o trecho a seguir

Cquote1.png Até parece que eu tenho medo. Aposto que não é nada de mais Cquote2.png
Você sobre não ler avisos
Cquote1.png Você vai se arrepender Cquote2.png
Eu sobre você

Prisioneiros tinham os órgãos como intestinos e os rins retirados enquanto vivos, conscientes e sem anestesia, eram aplicadas injeções de cocô apodrecido dentro das veias das cobaias, os cérebros das vítimas eram retirados quebrando o crânio das mesmas com uma marreta, os prisioneiros eram congelados e em seguida eram presos em fornos, e os funcionários injetavam vírus como Ebola, Marburg, antrax e varíola neles. E ainda cortavam as cobaias para examinar os efeitos das doenças causadas pelos microorganismos injetados

Falência[editar]

Dia normal no laboratório da Unidade 731.

A Unidade 731 entrou em declínio no final da Segunda Guerra. Nessa época, os próprios funcionários, até mesmo Shiro Ishii, não aguentavam mais ver gente sendo mutilada e torturada, e ficaram frescos demais para o serviço. Além disso, o exército japonês gostava mais de pilotos suicidas do que guerra biológica. Sem recursos, a instituição fechou as portas.

Quando os militares japoneses eram julgados pelos crimes de guerra, Ishii fez um acordo com os norte-americanos: Ele daria armas biológicos ao exército estado-unidense, que poderia invadir países mais facilmente em busca de petróleo, e em troca ele e seus assistentes não seriam punidos e ganhariam um viagem de graça para as Bahamas. Aparentemente um ótimo acordo.

Até que em meados da década de 1990, um grupo de turistas japoneses visitava a Manchúria quando se perderam e acidentalmente encontraram as ruínas das instalações da Unidade 731. A história se espalhou, e logo o que era secreto deixou de ser secreto. Os turistas que descobriram a existência da Unidade 731 estão desaparecidos. Alguns dizem que agentes secretos japoneses os sequestraram, outros dizem que foram americanos envolvidos no encobertamento da unidade.

Reabilitação da Unidade 731[editar]

Base na Ilha de Toquio
Base subterrânea em Aichi

Devido às constantes ameaças militares, chinesas e norte-coreanas, o governo Japonês através do documento NSI número 777 da JSDF, autoriza a reabilitação da unidade 731.

A partir do dia 11 de agosto de 2008 entrou em vigor a autorização de capturar qualquer indivíduos chineses ou norte-coreanos, ou qualquer estrangeiro que cometer a estupidez de confundir um japonês com chinês propositalmente, o envio destes para centro da unidade, para uso em experiências em prol da medicina.

Novos centros da Unidade 731

Ilhas de Tóquio e cidades de Chiba, Saitama e Aichi.

Ver também[editar]