Universidade Federal do Rio Grande do Sul

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Cquote1.png Devido ao volumoso número de visitas que esta página recebe, queremos expor que ninguém aqui têm opinião sobre as Cotas, Cotistas, Anti-Cotistas, Fascistas e Pobres na universidade. Também gostaríamos de agradecer à divulgação desta página e informar-vos que a toca da boca-de-fumo situada na vila em Viamão estará fechada para reformas natalinas de ampliação visando sua comodidade, consumidor! Se sua erva tiver acabado, procure no DAQ, no CAEG, no DAEG ou nas dependências do CV. Mas não cometam o erro de irem no DAEF, lá só se consegue coisas radioativas Cquote2.png.

Aviso importante: Politicagem aqui NÃO, cazzo!
A Desciclopédia é um site de humor, logo, NINGUÉM aqui se importa com sua opinião sobre o Marco Feliciano, a Rachel Sherazade ou os políticos crentelhos. Seja engraçado e não apenas idiota.


Estatua da liberdade Russia.jpg Atenção, kamarada!

Este artigo é comunista, portanto, come criancinhas. Ele pode ser
marxista, leninista, stalinista, metido a Che Quer Vara ou oportunista.
Se vandalizar a marcha revolucionária, levará uma picaretada.

BIBA LA REVOLUCIÓN!!!

Material escolar obrigatório aos estudantes da UFRGS.

Cquote1.png YOU ARE NOT PREPARED!!! Cquote2.png
Illidan Stormrage, sobre Vestibulando da UFRGS

Cquote1.png O Ministério da Saúde Adverte: Estudar na UFRGS causa danos irremediáveis ao cérebro, dependência química e possivelmente uma ficha policial suja. Cquote2.png
Farmácia

Cquote1.png A paz é contra a lei e a lei é contra a paz! Cquote2.png
Velho Índio Ministro da Justiça sobre Maconha

Cquote1.png A única universidade que apronta para os alunos, e não o contrário. Cquote2.png
Conspiracionista sobre Ufrgs

Cquote1.png CHEGA ENEGEO!! O enegeo nunca acaba!! Cquote2.png
Gritos de guerra revolucionário dos militantes da esquerda Brasil afora

Cquote1.png Sabem aquele TIO DAS PASTILHAS??? Pois é... Perguntem pro traficante que fica ali na ponte que ele vai contar toda a verdade pra vocês... Cquote2.png
Nerd sobre Tio das Pastilhas

Cquote1.png Errata: O traficante não fica na ponte. Você pode encontrá-lo um pouco antes da ponte, do lado esquerdo de onde começa a escadaria que leva à Viamão. Cquote2.png
Maconheiro

Cquote1.png Residem aqui pedras que ninguém se anima a tirar do meio do caminho. Cquote2.png
Professor de Química sobre a UFRGS.

Cquote1.png E todas elas estão numeradas. Cquote2.png
Geólogo sobre as pedras que ninguém se anima a tirar do meio do caminho.

Cquote1.png Nós já sabemos onde fica a boca-de-fumo! É só seguir a fumaça. Cquote2.png
Brigadiano sobre Campus do Vale durante uma quinta-feira à noite.

Cquote1.png Relaxa e goza. Cquote2.png
Marta Suplicy sobre ter aulas no Campus do Vale.

Cquote1.png Procurando UFRGS? Compare e encontre ótimos preços de UFRGS no BuscaPé em até 6x. Confira! Cquote2.png
Link Patrocinado do Google sobre a UFRGS

Cquote1.png O Super Homem? O Super Homem era jornalista. Cquote2.png
Rosa Nívea, professora da FABICO, massageando o ego.

Cquote1.png É eles mesmo, doutor! ... Não fui eu não! ... Eu só sou usuário! Cquote2.png
Suspeito sobre Crime cometido no Campus Centro.

Cquote1.png Gabaritei Biologia, Química, Física, Matemática, Português, Inglês, Geografia, História e Literatura. Cquote2.png
Vestibulando de Medicina mentindo sobre vestibular.

Cquote1.png Se puta fosse bala e maconheiro fosse fuzil, a UFRGS estaria pronta para defender o nosso Brasil! Cquote2.png
Pichação nacionalista comum nos muros do campus do vale.

Cquote1.png Ter uma mãe legal é melhor do que ter dois pares de tênis. Cquote2.png
Rosa Nívea, novamente, e sua noção de valores.

Cquote1.png A vó do cu é a maionese. Cquote2.png
Pintor de arte moderna sobre o DACOM

Cquote1.png Au au au!. Cquote2.png
Cachorro(estudante),que foi reprovado 3 vezes em Física 2, sobre a UFRGS.

Cquote1.png Meu Deus!!!! Cquote2.png
Você sobre a primeira vez que vê a fila de 500m do Restaurante Universitário.

Cquote1.png Manhêêêê!!! Cquote2.png
Estudante de Física / Elétrica sobre o fato de descobrir que não terá mais vida social.

Cquote1.png Gabaritei! Cquote2.png
Chuck Norris sobre vestibular da UFRGS.

Cquote1.png Doup!!! Cquote2.png
Homer Simpson sobre sua primeira nota em Cálculo I.

Cquote1.png -Foi tu que fez esse trabalho? -Heiaan!! Eu copiei... Cquote2.png
Towelie sobre seu trabalho de informática.

Cquote1.png Puta! Era pra ontem?! Cquote2.png
Towelie sobre seu outro trabalho de informática.

Cquote1.png E agora? To fu%*&! Cquote2.png
Estudante da UFRGS sobre a realidade do mundo ao ver que seu diploma não lhe garante nada!

A UFRGS é a Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Os cidadãos que não são chapados e fluentes em klingon o suficiente para pronunciar a sigla original a chamam de Úrguis. Os urguenses (pessoas que estudam na UFRGS) e aspirantes a urguenses sempre a chamam de A FEDERAL, assim mesmo, só em maiúsculas. Para eles a UFRGS é o centro do universo e o único caminho a se ter na vida se o desejo é se tornar um ser humano valoroso e honrado.

Se você é homem e está em busca de mulheres, então vai pra PUCRS. Se você é mulher e está em busca de homens machos e viris, então venha pra UFRGS!

Fotografia do Campus Centro.

Apresentação e Mitologia

Dentro da UFRGS existe uma religião que a princípio se desenvolveu nos RUs (Restaurantes comunitários próprios para alunos de baixo poder aquisitivo). Essa religião própria diz acreditar que um dia a Deusa Úrguis descerá dos céus e salvará o mundo de tudo o que não é a UFRGS. De fato, ela transformará o mundo numa UFRGS gigante! Esse momento é muito aguardado pelos quase 100% de alunos que acreditam na lenda. Todos os anos em maio é feito um sacrifício humano à deusa, que envolve afogar alguém (geralmente um calouro ou zelador) no chafariz da praça central da universidade e banhar com seu sangue os ratinhos do pavilhão de biologia.

99% dos urguenses sabem quantos tijolos tem na parede sul do pavilhão de engenharia enquanto creem que MIT é um tipo de queijo. Já os aspirantes não sabem nada dessas duas coisas, mas consideram visitar a UFRGS um esporte extremamente radical a ser feito todos os fins de semana. 47 desses aspirantes já morreram de infecção após beijar o ralo do Mictório Dourado Sagrado da Deusa Úrguis. Dizem que quem beija o mictório e sobrevive passa no vestibular para entrar lá.

José Carlos Ferraz Hannibal é o atual Reitor da UFRGS, foi eleito em uma eleição conturbada em que ele próprio era o diretor da comissão eletiva. Sua gestão se caracteriza por suas brilhantes atuações em "O Silêncio dos Inocentes" e "A Família Addams".

Simbologia da Deusa Úrguis: muito comum na universidade.

A UFRGS se divide em Campi que se subdividem em Cursos cada um com seus respectivos Comandos, Facções, Máfias, Tribos ou Gangues. É tudo uma questão de ponto de vista. A moeda corrente dentro do território dos campi é o RU (RU$), sendo a taxa de conversão de R$ 1,60 para RU$ 1,00.

Cotas

Existem as seguintes Cotas vigentes na UFRGS ou tramitando na justiça para serem aprovadas pelo Velho Índio Ministro da Justiça:

Diretório Central dos Estudantes

O DCE atualmente é controlado pelo Piçol, após eleições livres e democráticas em que urnas e cédulas nas proximidades da História, da Filosofia e das Sociais eram amplamente disponíveis, enquanto, por um pequeno problema logístico, faltavam em cursos como Medicina e Computação.

Na oposição está o virtual de direita pluripartidário apartidário Movimento Orkut Estudantil Liberdade, composto por 6 5 4 pessoas e 214 fakes. A cada ato do DCE os mesmos chamam um orkontro em algum bar da cidade, onde enchem a cara e discutem como derrubar o Fidel Castro Hugo Chávez. Os mesmos defendem que as eleições para o DCE se realize através do Microsoft Orkut, garantindo assim a participação de todos os fakes do movimento. Após a derrota nas últimas eleições o MOL (Movimento Orkut Liberdade), cindiu-se em dois "movimentos", dando origem o Movimento Comunidade do Orkut Diálogo Universitário, que visa a defender não só os interesses dos fakes mas também dos perfis verdadeiros da comunidade "ufrgs". Até agora, o o Movimento Diálogo Universitário Comunidade do Orkut conseguiu desmascarar 48 fakes do Yaakox, e conta com um RD e dois moderadores.

Ambos os grupos (DCE atual e MEL) são responsáveis por uma das maiores festas do ambiente universitário: o festival de baixarias das eleições para o DCE, onde os aprendizes de políticos que deveriam estar cumprindo as suas obrigações de estudante (leia-se estudando) preferem fazer coisas mais úteis, como criar fakes pra denegrir a chapa adversária, vandalizar este artigo (ocasionando a atual proteção do mesmo) e emporcalhar os campi com toneladas de papel (sendo que a situação, em toda a sua coerência, protesta contra empresas como a Aracruz). Contudo, ambos não usavam as mesmas táticas sempre.

O DCE imprimiu e distribuiu milhares de panfletos acusando o MEL de ser ligado a grupos nazistas, a partidos como o PSDB, o PP e o DEMO, ao DCE da PUCRS (carinhosamente chamado de máfia) e ao Olavo de Carvalho e de querer privatizar o RU (aumentando o preço para 42 reais em vez dos atuais R$ 1,30), as bibliotecas, os estacionamentos, a TOCA, os laboratórios, o Tio das Pastilhas e o Bar do Antônio (opa, esse já é privado).

Já os argumentos do MEL incluíam o "apoio às cotas racistas", a ausência de uma prestação de contas, as carteirinhas de meia-passagem superfaturadas a R$ 9 (quando qualquer DA/CA faz por menos mesmo sem usar escravos bolsistas da universidade), o "apoio às cotas racistas", o aparelhamento político do DCE por militantes de esquerda e a ausência de uma prestação de contas. Sem contar, obviamente, o "apoio às cotas racistas".

Outras duas chapas se candidataram, mas ninguém se importou com elas. A baixa participação nas eleições deve-se ao desejo da maioria dos estudantes que todos os políticos wannabes e futuros candidatos a vereador venham a, eventualmente, tomarem no cu.

Campus Centro (Superplayboys)

É onde estudam os mais velhos, os profissionais liberais, a alta sociedade, os emos, os filhinhos-de-papai dos políticos e onde os trotes são extremamente humilhantes, racistas e anti-higiênicos, e onde as drogas mais consumidas são os narcóticos sintéticos e artificiais, como heroína, ecstasy e morfina. O Campus Centro é o lugar com maior concentração de socialistas de butique por metro quadrado do mundo. O Campus Centro é o mais organizado e onde os alunos são mais civilizados, portanto, mais imbecis. Os playboys vão de roupas e tênis de marca para o Campus Centro e quando aqueles que não têm carro saem são freqüentemente abordados por assaltantes que vivem em baixo do viaduto próximo ao Quarteirão 1, o estudantes de arquitetura andam com suas maletas e suas roupas fashions e o pessoal do direito fica dentro do prédio a madrugada inteira esperando o ladrão roubar alguém para protegê-lo dentro do prédio antes da polícia chegar, ja que todos deles sabem que não passarão no exame da ordem nenhum deles se forma, e vivem basicamente competindo a tapa a chance de colocar o assaltante dentro do prédio antes da polícia chegar, já que quem encobri-lo primeiro fica com metade da renda arrecadada no assalto.

A distribuição do pó-da-viagem se dá principalmente no Campus Centro, embora o consumo seja expressivo no Campus do Vale.

No Quarteirão 2 a situação não melhora muito. O pessoal da Escola de Educação é o pessoal mais anormal que existe, e o meio ambiente local é irrespirável embora a densidade demográfica de loiras (gringas e oxigenadas) seja extremamente alta é impressionante que tanto oxigênio não purifique o ar. Diz a lenda que no Quarteirão 2 foi onde a Maria Degolada morreu. O local é apelidado carinhosamente de Fumódromo, mas a galera só consome tabaco pois têm receio de entrar em contato com a marginália para adquirir a Erva (tarefa delegada ao pessoal da contábeis muito habituado a receber aula de traficantes e políticos a respeito de sonegação e/ou lavagem de dinheiro) temendo serem roubados (já que se vestem como surfistas e skatistas). Em contrapartida o pessoal do Quarteirão 1 praticamente vive à base de álcool. As turmas de Pedagogia estão cheias de idosos, indies e também têm alguns metaleiros, embora o habitát natural destes seja o Parque Farroupilha e o Campus do Vale. As Máfias das Engenharias, associações de alunos sem fins lucrativos que são comumente chamadas de "tribos urbanas" praticamente vivem no Bom Fim, e dentro da universidade são os que têm mais popularidade (até mesmo mais que o pessoal da arquitetura) e mais ocasionam problemas policiais nas redondezas.

Típico estudante do Campus Saúde.

Campus Saúde (Normais)

O Campus da Saúde é saudável demais. Não se fuma. Não se bebe. Não se cheira. Não se chapa. Só se mente um pouco e estuda. Antes de se formar, um quarto dos alunos enlouquece e vai para o sanatório São Pedro, um quarto troca de sexo e viram transsexuais, um quarto desiste do curso e um quarto se mata.

Exceto pelos alunos da FABICO. Reza a lenda que a FABICO era para se localizar no campus do Vale, onde se encaixaria mais, por ter tantos maconheiros e putas. A fabico é o antro da prepotência, já que os alunos de Jornalismo se consideram somente os mais inteligentes, os de Relações Públicas se consideram somente os profissionais mais importantes do mundo (enfatizado pela Carla Miller) e os alunos de Publicidade pensam que podem dominar o mundo. Os de Arquivologia e Biblioteconomia nao entram na lista, coitados, eles acham que estão na universidade. Além da prepotência exonerada, a FABICO é um prédio com cupim em tudo, o DACOM costuma ser limpo a cada ano bissexto, o bar do local faz superfaturamento com suas comidas fabricadas no mês passado e os professores gostam de fingir que dão aula, os alunos gostam de fingir que estudam, e todos saem felizes. Os banheiros da FABICO costumam mostrar mensagens obscuras, sobre lendas da orgia da fabico, como Luanas e Cris 2006/2. Ninguém sabe se um dia já existiu realmente tais criaturas, mas acreditam que um dia elas irão voltar. O prédio é mal-assombrado. O elevador tem botões de 1 a 8 mas o prédio vai até o quinto andar. Acredita-se que as lendas da FABICO já comentadas residem lá e cuidam das pessoas, para escolher a próxima vítima.

Alunos da FABICO são relaxados, não estudam e roubam carne no RU; são péssimos exemplos para as belezuras politicamente corretas da Odonto, da Medicina e da Farmácia.

Campus do Vale (Loucos)

Prática comum no Campus do Vale.

Ao contrário do Campus Centro, o Campus do Vale reúne a classe média alta, os metidos a vileiros e a classe média baixa reggaera com os vileiros, ex-traficantes de drogas e ex-detentos. É por esse motivo que a sociedade sofisticada e civilizada do Campus Centro fica perplexa quando vê os mutirões de alunos do Vale da Agronomia invadindo seu espaço higiênico para fazer algumas cadeiras. As turmas de matemática, física, biologia e química convivem em extrema harmonia no campus do vale (pois para eles o que importa são as festas), constituindo praticamente a maior massa de alunos do ambiente. Os quarteirões mais altos do Campus do Vale situam-se próximos de uma favela pertencente ao município de Viamão. Os quarteirões mais próximos de Viamão são os locais preferidos pela galera para queimar seus bécks, enquanto beber é uma prática extremamente comum. Qualquer universitário que roda três vezes em Cálculo I é transformado em cachorro e fica vagando pelo Vale (o que explica a grande concentração desses animais nas redondezas).

Placa de advertência na estrada de acesso ao Campus do Vale



Cursos que a UFRGS oferece:

Fodologia

Curso oferecido pelos sofás, salas de aulas vazias e cantos obscuros da UFRGS, cujas professoras em potencial, loiras e patys, oferecem aulas gratuitas de Fodologia e de Rabologia aos urguenses, além de oferecerem aulas de Putaria.

Medicina

Cquote1.png Finalmente eu CONSEGUI!!. Cquote2.png
Estudante sobre fazer 5 anos de curso pra passar em medicina.

Os estudantes desse curso geralmente apresentam graves problemas de ordem psicossocial. Se julgam semideuses na Terra, pessoas com o dom da vida e da morte. Na realidade não passam de drogados sofisticados frustrados. A maioria dos estudantes de medicina estudam no curso por ter médicos na família, é uma obrigação do infeliz aspirante à vaga na universidade a se candidatar a medicina, para que quando o estudante finalmente passe (depois de 5 anos de cursos pré-vestibulares caros) a família possa colocar uma faixa "BIXO – MEDICINA UFRGS" no seu apartamento em Tramandaí.

Quando o curso começa é uma verdadeira calçada da fama. As Patys e os Boys provenientes do Fleming ou do Mottola deixam de competir dentro do cursinho para competir dentro da Faculdade de Medicina. Com cara de bunda de bebê, os semideuses normalmente vestem camisa polo, tênis da Nike, colares de prata e muito gel no cabelo. As semideusas normalmente usam saias ultramegacurtas. Seu estereótipo é clássico: não existem meninas com cabelo crespo na medicina e, mais ainda, para entrar é obrigatório o uso diário de chapinha e aconselhável pintar os cabelos de loiro. Apesar de fazerem um curso voltado para a SAÚDE, é muito comum ver os futuros médicos almoçando com o mesmo jaleco que atendem seus pacientes para mostrar que são superiores.

A briga é acirrada e o objetivo de todos é mostrar quem sabe mais para os professores... são os famosos bixos "burros".

Ao longo do curso os alunos captam que aquilo é uma extensão do exército. A vida se resume a ter aulas durante uma parte do dia e estudar no restante. Conforme os anos se avançam, a prática médica se resume em ser mijado pelos superiores na seguinte hierarquia: alunos do ciclo básico < alunos do ciclo clínico < doutorandos < residentes < preceptores < semideuses (os médicos mais fodas do Hospital de Clínicas).

Os alunos do ciclo básico, em geral, descarregam a arrogância e prepotência nos alunos da enfermagem.... e os da enfermagem nos técnicos de enfermagem... e os técnicos de enfermagem? Em casa! (coitados dos filhos e maridos dos técnicos de enfermagem)

Administração

Cquote1.png Ou você não sabe o que quer, ou vai continuar o negócio da família. Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre estudante de administração.

Curso oferecido àqueles que não sabem o que querem e estão visando na verdade somente um diploma para ter direito à prisão especial.

As aulas são ministradas em um pequeno e desconhecido shopping-center perto da Ponte de Pedra e do famoso Prédio da Rampa de Porto Alegre. O shopping conta com um Café onde as coisas são caras, uma loja de conveniências conhecida como CAEA (Centro Acadêmico da Escola de Administração), uma lan-house (laboratório) equipada com equipamentos de última geração extremamente lentos e 2 caixas bancários do Banco do Brasil. O shopping também conta com estacionamento externo com vaga para 20 carros que são disputados todos os dias pelos 2 mil estudantes que chegam de carro. Estipula-se que todos os dias, em torno de 1.980 estudantes deixem de assistir as aulas por falta de estacionamento.

A maioria dos estudantes é formada por playboys e loiras gatas. Entre os estudantes pode-se notar 2 grupos distintos: os que trabalham para multinacionais e os que querem trabalhar para multinacionais, é muito fácil identificá-los, os que trabalham vestem terno e gravata, os outros se vestem como adolescentes-modinhas com roupas de surfista.

Existe um concurso anual para definir quem são os estudantes mais boçais da Administração, os vencedores ganham o direito de trabalhar de graça para a PS-Junior e poder usar terno e gravata.

O curso de Administração de Empresas tem duração de 5 anos e não oferece nenhuma dificuldade, visto que 90% das matérias são de introdução a alguma coisa. A direção da Escola de Administração está estudando a redução do currículo e a conseqüente redução do tempo do curso para 4 anos, eliminariam-se algumas cadeiras específicas, deixando no currículo somente as cadeiras de Introdução, cogita-se que o nome do curso possa mudar para "Introdução à Tudo".

Advocacia ou Direito ou Esquerdo

Cquote1.png Você quis dizer: Futuro ladrão Cquote2.png
Google sobre Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Invejada por ser a única faculdade com um banheiro livre da cólera depredação, o curso de Direito de Porto Alegre é muito orgulhoso em produzir o que há de melhor em pseudo-intelectuais advogados e magistrados da República das Bananas. Seu corpo discente é facilmente reconhecido por usar terno (ou mini-saia sem calcinha, no caso feminino ou homossexual) e por empregar vocábulos verborrágicos, prolixos e inefáveis, cujo significado, invarialvelmente, é desconhecido. Outra peculiaridade de seus alunos é a chatice crônica e a propriedade da verdade opinião polêmica.

O grande jurista André da Rocha.
Professor de Direito Tributário.


Além disso, a faculdade, por meio de seu Centro Acadêmico, também é famosa pelo esquenta encontro mais democrático de todos os cursos do complexo ufrguiniano, o famigerado Caarbaré. Lá, alunos da engenharia civil mendigos e sua prima meretrizes se confraternizam à base de Kaiser cerveja de qualidade.

Mas é claro que uma das faculdades mais antigas do Brasil não poderia estar alheia ao seu compromisso social. O grupo Criança Esperança SAJU equaciona conflituosas situações da sociedade porto-alegrense, mormente quando um bixo analfabeto se equivoca numa petição inicial. Para quem não sabe, o SAJU é um local onde crianças de 6 anos brincam de advogado.


Se você, aluno dislexo da PUC ou da Ritter, quiser fazer parte do curso de Direito da UFRGS, aqui vai algumas dicas:


Aluno de Direito da UFRGS: Estude somente para passar no vestibular (coloque no orkut: "revisar o emprego do 'porquê'"). Dentro do curso, faça o mínimo possível e jogue sinuca. Tenha opinião sobre tudo, esteja sempre pronto para responder efusivamente àquilo que ninguém perguntou e/ou que ninguém se importa. Compre um terno e uma bela gravata e vá assim trajado para a faculdade; assim, quem sabe, tu come uma bixete se torna presidente do Centro Acadêmico. Ame Aristóteles! Cite-o como se fosse uma passagem da Bíblia e, quem sabe, tu come uma veterana se reelege à presidência. Não há necessidade de comprar qualquer material para as aulas; diferentemente das meninas da Arquitetura/Urbanismo/Decoração, temos tudo que precisamos ao nosso alcance, inclusive uma biblioteca recheada de traças cólera.

Arquitetura e Urbanismo

Cquote1.png Você quis dizer: Designer Cquote2.png
Google sobre Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Cquote1.png Haha, viadinhos! Cquote2.png
CDF da engenharia civil sobre sobre estudantes de arquitetura.
Cquote1.png Produção de maquete DE NOVO? Cquote2.png
Típica reclamação de um estudante de arquitetura.

Projeto de um aluno do último semestre de Arquitetura. Repare nos detalhes que envolvem o desenho.

O curso atrai mulheres, homem que querem pegar mulheres, e viados. Na verdade, mesmo os homem que se denominam machos na Arquitetura são no mínimo metrossexuais. Se eles manterem sua frágil masculinidade, provavelmente vão pegar muita mina nesse curso. O curso reúne uma playboyzada no Campus centro, que em geral são populares graças a sua futilidade. Esnobes, os estudantes andam por aí com maletas cheias de projetos de casas que, embora serão entregues para o professor, eles tratam como se aquilo fosse de fato construído um dia. São pessoas que nascem com o gosto pelo desenho e que acham que não precisam saber porra nenhuma de matemática, (até porque quem sabe fazer cálculos cursa engenharia civil, não arquitetura) e aí quebram a cara. Em geral, fazem uma média mas só sabem mesmo rabiscar.

Vivem tomando trote dos estudantes de engenharia que cantam músicas como "arquitetobixinha só brinca de casinha", e provavelmente vão lidar com isso a vida inteira já que quase todo arquiteto trabalha com engenheiros civis, se é que eles vão de fato exercer a função.

Comunicação

Cquote1.png Você quis dizer: Pseudo-intelectuais Cquote2.png
Google sobre Universidade Federal do Rio Grande do Sul

A FABICO (Faculdade de Comunicação e Biblioteconomia Bilhar) encontra-se estranhamente perdida no Campus Saúde e divide o prédio com estudantes de Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia que raramente são vistos pelos corredores da FABICO, como é conhecida a Faculdade.

Na FABICO fuma-se e bebe-se muito, com apoio inclusive de alguns professores. O prédio da FABICO tem 5 andares e meio, embora o elevador vá até o oitavo. Os alunos tem certeza de que há sim um oitavo andar, mas quem foi até lá ainda não voltou. O prédio localizado no mesmo terreno da Escola Técnica e do Planetário também é conhecido como POMBAL, devido a sua arquitetura de gosto duvidoso que costuma juntar pombas pra caramba.

Existem três cursos na comunicação:

Publicidade, composto basicamente por gays que usam óculos quadrados e vão ao Ocidente sempre que possível e que sonham em trabalhar em grandes agências como a DEZ ou a ZEPPELIN, mas que, na maioria das vezes, não passam de corel boys que se limitam a fazer flyers pra festa dos amigos e pra loja da mãe deles. Existe entre os publicitários um grande número de aspirantes a cineastas, que tentam compensar sua frustração de não existir um curso de cinema na FEDERAL e de não terem grana pra pagar a mensalidade do curso de cinema da PUCR$ fazendo curtas toscos nas cadeiras de linguagem de vídeo.

O curso de Relações Públicas é composto por patricinhas que servem cafézinho e por meia dúzia de veados ou de caras que entraram nas RRPP porque era mais fácil, mas queriam mesmo fazer Publicidade ou Administração. O pessoal da RRPP tem uma função que ninguém entende muito bem, e alegam que fazem muito mais do que servir cafézinho e puxar o saco dos clientes e funcionários da empresa pra eles não se emputecerem.

O Jornalismo se divide em indies roqueiros e hippies fedidos. Via de regra eles são de esquerda e defendem o Lula, falam mal da RBS e da Zero Hora e de toda Grande Mídia toda-poderosa. Os hippies fedidos são comunas e acham a Caros Amigos o melhor exemplo de jornalismo verdade e querem se juntar com os comunas do MR-8 para matar o Diogo Mainardi. Detonam a Veja e falam bem da Carta Capital, mesmo sendo as duas equivalentes: uma comuna, outra liberal, ou ainda, uma Lulista e outra PSDBista. Liberais são raros entre os estudantes de jornalismo da UFRGS, postura reforçada pelos professores, uma vez que é muito encontrar um mestre não-marxista-comuna lá dentro. Os indies roqueiros fumam o tempo todo e tentam parecer blasé ao máximo, são um pouco menos comunas, mas não deixam de sê-lo. Também desprezam a Veja, mas ao invés de ficarem idolatrando a Caros Amigos eles gostariam de viajar para Londres com a desculpa de estudar fotografia (na verdade eles vão lavar prato mesmo). O sonho de um jornalista indie roqueiro é trabalhar em um jornal comunista francês ou ir ser repórter na BBC. A RBS é malvada e porca-capitalistas para os hippies fedidos, e uma empresa desprezível e superficial para os indies roqueiros, mas no fim das contas todos acabam indo trabalhar lá.

Na FABICO os professores fingem que ensinam, os alunos fingem que aprendem e os funcionários nem sequer fingem que trabalham. Via de regra os professores solicitam que os alunos tirem XERÓQUIS de um trecho de livro e apresentem enquanto ninguém presta muita atenção. Com isso os professores se poupam o trabalho de apresentarem um texto eles mesmos. Alguns professores são famosíssimos, como a Rosa Nívea, responsável por milhares de pérolas por aula e que provavelmente tomou LSD até ver gnomos permanentemente e o Rüdiger, conhecido pelo sarcasmo inigualável e pelo inesquecível e charmoso bigodinho.

O DACOM é o espaço em que os alunos de comunicação desenvolvem algumas habilidades muito úteis para a suas futuras profissões, tais quais: sinuca, pichação de paredes, incentivar a proliferação de pulgas nos sofás velhos e truco.

Atualmente o sucateado prédio da FABICO passa por uma reforma que já consertou os elevadores assassinos e equipou os estúdios de vídeo, fotografia e áudio. Os computadores lentíssimos foram substituídos por outros um pouco menos piores e as portas foram pintadas com um roxo super tendência que os publicitários A-MA-RAM. O projeto é que cada andar da FABICO tenha uma cor, para deixar as bibas menos entediadas.

Apesar da falta de estrutura das salas de aula e das sofríveis cadeiras de plástico de orelhão, a boca de fumo é bem estruturada e dizem que a biblioteca é boa. Entretanto, não se pode confirmar se a biblioteca é boa porque os funcionários estão sempre de férias greve, e como são eles que abrem a biblioteca - aliás, é só isso que eles fazem - os alunos não podem entrar lá e retirar os livros que os professores escreveram para fazer a resenha que eles solicitam a cada fim de semestre. Sim, professores querem garantir alguns leitores para seus próprios livros e a única maneira de fazer isso é obrigando os alunos a comprá-los.

Matemática, Física & Etanol

As turmas de matemática são compostas por nerds, RPGistas, barangas, punheteiros e anormais (que amam "continhas"). Os estudantes de exatas praticamente não têm vida social, mas pelo menos a central acadêmica dos nerds é a mais organizada e a mais limpa (embora ouçam funk). É possível observar um protótipo de um robô dentre de uma das salas do Instituto de Matemática. A turma da Física são um pouco menos normais que os de matemática, embora sejam excentricamente iguais, dividindo basicamente em três grupos, os bêbados, os metaleiros (maioria nerds) e os gays (inteiramente nerds). Os metaleiros são facilmente reconhecidos pois estão sempre de preto, tem cabelo comprido, ficam trovando sobre porcarias a respeito de "comunismo", "cabaço" e "utopia social", não fazem a barba e não gostam de banho, vão para o campus para assistir uma aula por mês, jogar ping-pong na central da facção e ficar discutindo a "luta de classes" (quando uma turma joga bolinhas de papel na outra). Os gays normalmente passam o dia todo assistindo aula e estudando na biblioteca, jamais entraram na central da facção. Os bêbados, que compõem cerca de 85,7% da população do curso de física, vão para o campus é para beber, jogar ping-pong na central da facção, se informar sobre as festas organizadas pelos outros comandos para-militares ou tentar pegar alguma "mina" dos cursos de Letras, Química ou História. Eles se dão bem com quase todo mundo que goste de beber e fundaram uma filial da facção na favela de Viamão aonde fazem a coisa que mais gostam: tomam porre!

Ciências Sociais

Chuck norris DA.jpg

O curso de Ciências Socias é composto por três áreas Sociologia, Antropologia e Ciência Política. A Sociologia é conhecida pela indecisão de seus alunos, um bando de bichas que não saíram ainda do armário. Os antropólogos são famosos pela extrema indulgência, pelo relativismo e pelo fedor de maconha que invariavelmente os acompanha. Cientistas políticos são habitualmente cocainômanos e alcóolatras.

De um pedantismo somente capaz de rivalizar com seus colegas do curso de jornalismo, os estudantes de Ciências Sociais mudam radicalmente de comportamento a partir do 3º semestre. Após aprenderem as palavras "epistemologia" e "simbólico" adotam postura de fanáticos religiosos e caras de velhos sábios. Normalmente, nessa época, deixam a barba crescer e passam a usar óculos não recomendados pelo médicos. Reagem a afirmações com as quais não concordem com indiferença, normalmente olhando para o alto, coçando a barba e murmurando algo sobre o interlocutor não ter entendido do que se trata e que os fundamentos epistemológicos em jogo são mais profundos e que "tudo não passa de uma construção social". Obviamente, tal comportamento, não se aplica aos violentos Anarcos que habitam o CV e o matinho atrás da Faurgs conhecido como Gnomos, e que serão analisados mais adiante.

Após a formatura, muitos cientistas sociais mudam-se para a praia ("para longe dessa babilônia") ou tornam-se mansos educadores.

Uma das peculiaridades do curso de Ciências Sociais é que ele é uma das bases do movimento autonomista e antiinstitucional na universidade. O movimento do anarco-doidismo, como é conhecido, tem como referência geográfica o Centro de Vivências do Campus do Vale, recentemente rebatizado arbitrariamente (mas de forma horizontal) como “Espaço de Vivências”, lugar privilegiado para o consumo de entorpecentes. As bases teóricas do anarco-doidismo repousam na antropologia culturalista, no anarquismo contemporâneo e no espiroquialismo simbólico, no qual “espiroquiar” significa etimologicamente “pirar em”, ou seja “pirar nos símbolos”. Essa última vertente teórica também é conhecida como anarco-pirulitismo.

Caracterizado doutrinariamente pela descrença quanto as instituições, o movimento se volta contra a representação política, o voto, etc. Tal raiva antiinstitucional, obviamente, não se aplica própria universidade e aos benefícios que ela reserva aos alunos, como bolsas, subsídios, etc. Tampouco ao programa de pós-graduação em antropologia, que abriga os mais antigos e raivosos anarcos. Também não se aplica às instituições que contratam cientistas sociais com a finalidade de esquadrinhar as populações marginalizadas, nem às instituições escolares que os contratam para o serviço de adestramento de adolescentes.

Um dos aspectos mais conhecidos do fenômeno do anarco-doidismo é o uso ritual de substâncias ilícitas. Os rituais ocorrem a qualquer momento do dia e da noite, de preferência no CV, principalmente envolvendo marijuana em grandes quantidades, mas também outras drogas eventuais. No entanto, os anarco-lókis, como também são conhecidos, são duramente criticados pela violência com que tratam os opositores políticos com os quais competem pelos mil reais destinados pelo SAE aos cursos da Universidade. Gritarias, violência física e moral compõe os métodos da chamada “guerrilha horizontal” empregada na disputa por recursos e benesses do Estado.

Assim como reza a lenda de que os cachorros do Vale seriam engenheiros que teriam rodado muitas vezes na cadeira de Cálculo, há indícios de que alguns cachorros teriam percorrido o caminho inverso, ou seja, conseguiram passar no vestibular para ciências sociais e tornaram-se anarcos.

Os anarco-doidos, lókis, não fazem a mínima ideia do seu prestígio. Como não são anarquistas, mas lókis, são extremamente desorganizados. Extremamente. E quando se reúnem, adoram dar risadas dos "partidão" que temem perder alguma possível ovelha desgarrada para os lókis (pois nada é mais engraçado que os "partidão" sedentos pelos bixos). Os "partidão", termo corrente nas ciências sociais, são aqueles que possuem sérias dificuldades para fazer ciências sociais (por exemplo, não entendem que toda experiência é limitada historicamente) e estão no curso para dar um gás em sua carreira no...partidão. Os lókis não se entendem, mas sabem (em segredo) que seu prestígio se deve unicamente à expulsão do DCE do CV. E eles juram que na próxima vez que o DCE tentar invadir o CV, algo acontecerá (tipo cachorro virar lóki) e os anarcos serão bem sucedidos. Mas no fundo sabem que sua continuidade representaria uma séria ameaça à "sanidade mental" do Campus do Vale (não desejam aos outros o que aconteceu com eles - há quem diga que alguns dos ataques aos "partidão" tenha sido motivado pelos cachorros que pulsavam dentro deles; os "partidão" passaram a suspeitar, e temer, que por trás de qualquer cachorro do Vale possa ter um anarco lók louco pela sua canela - ou coxas, no caso das partidonas).

Há um outro fenômeno interessante dentro das Ciências Sociais: os “Partidão” (segundo os anarco-lókis), que não se definem por “partidão” e tentam esconder ao máximo suas (verdadeiras) identidades: integrantes de partidos políticos que usam a universidade como espaço de reprodução de seus quadros pela prática da cooptação, além de usar a universidade com fins de aparelhamento, tanto material e politicamente quanto sexualmente, mas que no final somente usam o espaço das Ciências Sociais para seus interesses partidários; os lugares preferidos são locais legitimados como Centros Acadêmicos se valendo da representatividade por meio de eleições (com mesas fantasmas, inscrições para falas privilegiadas, e um sistema eleitoral em que os próprios candidatos das chapas cuidam, velam e zelam pelas urnas com os votos lá inseridos, dando um grande exemplo de uma grande democracia denominada “democracia que deixa a raposa cuidando do galinheiro”) e brincarem de democracia, com objetivo único de, um dia, alcançar o DCE da Úrguis. Mas a participação dos “partidão” em sala de aula é fantástica, se valendo de argumentos e fontes bibliográficas tais como o “panfleto do partido X, disse...” e argumentos como “a fonte de todas as mazelas do mundo é o imperialismo americano e o FMI”. A única principal fonte teórica é o Marxismo, sendo que as ideais são retiradas do único principal livro lido pelos Partidão, o “Manifesto do Partido Comunista” de Marx e Engels. Questionados se não procuraram (pelo menos) ler também o “O Capital”, a obra de maior fôlego de Marx, eles atribuíram ser complexo demais.

Letras, Mulheres e Ceva

Com uma boa porcentagem de inquilinos roqueiros, a faculdade de letras possui uma fauna pouco característica devido à miscigenação racial inter-disciplinar. As mulheres são algumas das mais pegáveis do campus e o produto oferecido é de boa qualidade, embora uma pequena parcela da população feminina do curso seja compromissada (o que não impede nada, comprovem por si mesmos).

A difícil vida fácil de uma estudante de Letras na hora da saída.

Nas festas, as mina, garotas de programa, raparigas (nome carinhoso) ou mercadorias, apelidos com os quais são chamadas, praticam socialização íntima com quem tiver mais dinheiro. Justificam que cuidam bem dos garotinhos dos caras endinheirados apenas como ensaio para se tornarem futuras professorinhas (e que professorinhas gostosas). Os caras da letras não merecem comentários, se quiserem informações procurem o Comando da Resistoca, outrora chamado PCC, uma das pequenas partes da faculdade que parou na época da Ditadura Militar do Brasil. Mas tomem cuidado: "Ninguém toca na resistoca!"

Biblioteconomia

Os estudantes de biblioteconomia se dividem em dois grupos: os que dizem que entraram no curso sem saber que era uma merda, e os que já sabiam que era uma merda antes de terem entrado. O curso de biblioteconomia é o mais antigo da FABICO, foi inaugurado em 1947, atualmente pode ser chamado de ciência da informação que é uma ciência de uma complexidade tão complexa que muitos alunos enlouquecem antes mesmo do segundo semestre. A grande quantidade de anciãos no curso é algo realmente assustador. Meta pra eles é acabar o curso antes da morte por velhice. Quanto aos jovens da biblio, a grande maioria, só quer saber de namorar nos corredores, fumar uns becks no pátio e beber no bar da rua de trás da faculdade ou na Cidade Baixa. Alguns também sonham em salvar o mundo da falta de informação, mas, no entanto, não conseguem nem mostrar para seus outros coleguinhas fabicanos do que realmente se trata a biblioteconomia. As professoras deste curso são verdadeiras dinossauros démodé e não raro pode-se encontrá-las fedendo a cachaça todos os dias após às 18h.

Geociências, Cannabis sativa e a Hora Feliz

Cursos de Geografia, Engenharia Cartográfica e Geologia.

Diz a lenda que a demanda já atingiu 24 quilos de erva sagrada por mês. Mas é uma lenda, pois nunca atingiu-se esse nível de consumo tão baixo. O comum é uma demanda de 45 quilos mensais, embora nos primeiros semestres essa quantia duplique e beire a marca dos 100 quilos mensais, pois os usuários dos demais cursos também obtêm erva via-geologia.
Os estudantes de Geologia são movidos à marijuana.

Também há consumo de altos teores alcoólicos durante as quintas-feiras, ocasiões em que a mulherada de todo Campus fica, digamos, mais feliz e mais receptiva. Muito mais receptiva. Mas o mais comum mesmo é o consumo desenfreado de maconha, como foi possível observar pelas estatísticas de consumo mensal. Existem poucas bocas de fumo em funcionamento dentro da universidade, e uma dessas é o CAEG. Desde a década de 1900 que não ocorrem problemas com a polícia envolvendo o comércio ilegal de entorpecentes. Os estudantes tornaram-se mais responsáveis, e atualmente aprenderam a pagar em dia as devidas propinas aos guardas da UFRGS. Além disso a CAEG - Central ou Buraco - (um recinto sujo, desleixado e extremamente fumacento localizado num dos cantos menos populares da faculdade) já foi interditada três vezes pela vigilância sanitária, mas como os alunos não encontram lugares melhores para queimar seus baseados, acabam reabrindo o buraco.

Um cara que quer ser Geólogo queimando um verde na natureza do vale.

Para os não-fumantes de maconha é indicado entrarem com trajes-anti-radioativos e máscaras de ar no buraco. Correm boatos pela faculdade de que quando os alunos se formam geólogos saem da formatura direto para um centro de desintoxicação.

Biociências - Biologia, Canha e Orgia

Cquote1.png Bora fazê uma aula prática de anatomia humana? Cquote2.png
Cantada dos estudantes de Biologia
Cquote1.png Já comi Cquote2.png
Qualquer um sobre qualquer estudante de biociências.

Típica estudante de biologia tentando tirar refri da minha máquina.

O curso de biologia é característico por seus altos índices de alcoolismo, contamminação por DSTs e reprovação. O lugar mais sujo do colégio de bio, onde fazem o curso, acabou se tornando a central de biologia, um departamento não-governamental sem fins lucrativos. A princípio o canto inóspito freqüentado pelos alunos de biologia e habitado por ratazanas era pra ser uma ONG, mas foi ilegalizada devido ao consumo progressivo de derivados da cana-de-açúcar, fato que acabou dando ao local por um curto período de tempo o apelido de Alambique. Os mais velhos devem se recordar. Lendas afirmam que outrora era possível terminar em 6 anos a faculdade de Biologia. Realmente são lendas. A atividade boemia têm muito destaque, juntamente com as práticas eróticas (facilmente visíveis pelos corredores do Campus do Vale) que comumente terminam em aulas particulares práticas de anatomia humana e de reprodução. Na casa das colegas é claro, pois os colegas sequer têm carro, enquanto as gurias já possuem até apartamentos próprios onde podem usar suas drogas injetáveis sem problemas policiais. Além da falta de interesse que os alunos mostram, da falta de interesse que os professores mostram e da falta de interesse geral do pessoal de todos os outros cursos também, há mais um fator que dificulta o progresso dos alunos no curso de bio: as más-influências. A saber, as más influências são basicamente três (duas femininas e uma masculina, observe):

Geladeira do pessoal da química: ou seja, Cerveja!

Química, Alquimia e Cocaína

Predefinição:AAAAH! FILHA DA PUTA! Predefinição:Ih, foi mal!

Aluna de Química dando mole pela faculdade.

Geralmente podem ser visíveis patys-funkeiras, garotas do gênero Avril Lavigne, jogadores de futebol de gel no pelego e algumas criaturas isoladas: pré-góticos, indies, jogadores de xadrez, estudantes sérios (acredite, existem estudantes sérios no curso de alquimia!) e mais alguns desajustados extra-terrestres que não se comunicam em sala de aula e nem fora de aula. Desconfia-se da bissexualidade desses indivíduos, que a propósito nunca foram até a Central da Facção, decoraram a tabela periódica e todos os isótopos de todos os elementos. Os principais objetivos da Facção, os estudantes do curso de alquimia moderna, são a saber, não necessariamente nesta ordem:

  • Descobrir uma nova forma de refinar a papoula, sem precisar aplicar trabalho escravo indígena no método.
  • Alterar a molécula do tirando seu caráter viciante mas deixando seu teor psicodélico chapativo, e se possível for, até ampliá-lo.
  • Inventar um processo mais ágil de produção de pedra, sem forçar o usuário a precisar esperar o que normalmente se espera.

Filosofia

Cquote1.png Só sei que nada sei Cquote2.png
Aluno em dia de prova

Se você curte a inutilidade dos seus pensamentos, certamente fará filosofia. Em geral, 70% dos alunos são hippies, e 50% do conteúdo gira em torno de Platão, Sócrates e Aristóteles e os outros 50% é o uso do "porquê". Os estudantes acreditam que são os únicos seres pensantes da universidade inteira e que todos devem agradecê-los por isso. Mal sabem que pensar não da dinheiro e que passarão fome após se formarem nessa merda.

Computação

Isolada lá nos cafundós do setor 4 (vulgo Olimpo), a alta tecnologia da Úrguis convive lado a lado com um estacionamento de terra, cachorros loucos babões e cavalos baios. Apesar do Instituto de Informática ficar ao lado da Biologia, os computeiros não conseguem fazer festa no DAIB por geralmente não aguentarem o cheiro de maconha ou a alta concentração de mulher.

É um dos cursos com menor concentração feminina na Úrguis, mas pelo menos essas saem com diploma de garotas de programa. Os computeiros conseguem alguma coisa com elas lá pelos primeiros semestres do curso, até que elas descobrem que conseguem fazer seus TCC's sozinhas, dão um pé na bunda dos computeiros e vão atrás de algum playboy do Direito que tenha dinheiro pra bancar seus brinquedinhos tecnológicos - ou algum metaleiro da Matemática que seja tão perturbado quanto ela.

Dizem as más línguas que os laboratórios de ponta foram conseguidos durante uma partida de WoW, onde a guilda nerd da Úrguis ganhou da guilda dos nerds da PUCRS. A excelência em jogos online é conseguida durante as aulas de laboratório, onde o professor acredita piamente que os alunos estão editando fórmulas no MATLAB ou programando em linguagens obsoletas desde 1985.

O meio de comunicação dos computeiros é o MSN, mesmo que o computeiro a ser contatado esteja no PC ao lado e seria mais rápido simplesmente falar. Como as funções de digitação dos computeiros são mais desenvolvidas que as de interação com outros seres humanos, é mais simples, para eles, escrever. Existem destinos básicos para um computeiro da Úrguis depois de formado:

  • Vira um ermitão que adora software livre, não toma banho e anda com camiseta de pingüim pra provar pra todo mundo que é fã de Linux;
  • Se especializa em informática teórica (também conhecida como ciências ocultas) e faz um pacto com o demo pra aprender a torturar futuros alunos da Úrguis;
  • Vira um autista, olhando para o céu e sempre rindo, enquanto faz pós-graduação em Microeletrônica;
  • Se vende pra Microsoft e vira um playboy pior que os da ADM, mas com mais dinheiro e mais frustrado por não ter comido mulher nos seus 5 anos de faculdade.

Economia

Do curso de economia da UFRGS, Dilma Rousseff tirou uma foto com o tal do mário após uns gorós.

O curso de Economia da UFRGS locaiza-se no prédio verde-abacate da Avenida João Pessoa, entre o Direito e a Engenharia, e na frente do RU. Muitas pessoas não apreciam a ecológica cor do prédio, mas, segundo o diretor, quando o prédio amadurecer, ficará bonito. Tal prédio é compartilhado pelos alunos da Economia, da Contabilidade, da Atuariais e os indies das Relações Internacionais. Dentre os alunos da Economia, duas tribos predominam. De um lado, os ditos "heterodoxos", que se vestem como mendigos, vivem pelos bares da Lima e Silva a tomar cerveja e filosofar sobre a pobreza do Brasil, além de passar quase todo o tempo das aulas no Diretório Acadêmico (DAECA) jogando sinuca. Além disso, os heterdoxos são muito religiosos, e seguem um culto politeísta, no qual os deuses Marx, Keynes e Celso Furtado são os entes mais queridos. De outro lado, os ditos "ortodoxos", na verdade uma evolução dos adolescentes playboys dos coléios particulares de Porto Alegre, que pretendem se tornar os novos Sílvio Santos, dominando os mercados financeiros. E, para isso, iniciam sua vida financeira carimbando cheques e ajudando analfabetos a usar caixa automático no Banrisul. Ortodoxos e Heterodoxos, as duas tribos se encontram no final do curso, quando prestam novo Vestibular, dessa vez voltado a vagas no mestrado, de forma a poderem se masturbar com modelos complexos durante mais alguns anos.

História

Aspirante a historiadora exibindo suas belas características

O curso de História da UFRGS é repleto de uma variedade acadêmica muito especial, dividida em alguns grupos distintos: pseudo-comunistas nerds, nazistas nerds, cults demagogos nerds e alguns nerds burros que desistiram de cursar Direito após tentar pela 6º vez consecutiva o vestibular, fazerem oito anos de cursinho e depois optar por um curso mais nada a ver só porquê é a licenciatura menos concorrida (3,5/vaga). Altamente identificáveis, os alunos anti-sociais da história são caracterizados por exalar odores que os biólogos/químicos até hoje tentam identificar, vestirem roupas do brechó do camarada Trotsky, deixarem seus esparsos bigodes a mostra por cima da boca e penetrando suas narinas (e isto falando das garotas) além de insistirem em fazer propaganda política dar recados dos diretórios acadêmicos e do do DCE nas poucas aulas decentes do curso.

Leitura inicial para a primeira semana do curso

A maioria dos vagabundos ociosos militantes políticos de história acreditam que o curso é formado por pessoas de centro-esquerda, esquerda, extrema esquerda e ex-esquerdistas frustados, sendo esta a atual divisão considerada por tais pensadores.

Na verdade, o primeiro grupo é formado por adotados e órfãos criados pela a avó em apartamento, que liam Zero Hora enquanto assistiam Lasier Martins ao meio-dia. Porém, por questão de sobrevivência no Campus do Vale, eles tentam omitir suas opiniões pessoas e até tomam atitudes dissimulantes como a aquisição de cadernos com a foto do Fidel Castro ou a compra de agendinhas-ridículas do PSTU. São reconhecidos pela introdução do jogo de nerd cabaço Magic em oposição ao Truco tão reverenciado e jogado no campus.

O segundo grupo é formado por punks de grife que compram All-Stars no Shopping Rua da Praia, local onde dançam pump e compartilham suas ideias com emos, gays e otakus. Nos finais de semana, afirmam que são contra o sistema indo na Redenção com os Corsas de seus pais e comemendo Big Mac acompanhado de Coca-Cola nas franquias mais próximas de onde estiverem cheirando cola no final do dia. O número atual de ingressantes dessa ala no movimento acadêmico é de 100%. Possui o mesmo índice percentual no quesito desistência, seja por índice de reprovação ou jublimaneto do curso, afinal é muito difícil ser um otário do DCE militante.

Os alunos de extrema-esquerda sempre tem que estar fazendo alguma reunião, estar organizando uma reunião, estar falando sobre uma reunião, ou estar estando mesmo que for, afinal de contas, o que importa é estar participando da reunião e estar falando no gerúndio. É fácil identificar um aluno de extrema-esquerda em reunião: as garotas geralmente abusam de posições relaxantes em cimas de mesas onde possam exibir suas lindas pernas que nunca viram nem se quer a alguns metros de distância uma gilete. Os garotos são altamente reconhecidos pela cara-de-bunda que adquirem após entrarem na ala esquerdista, geralmente tentando se entrosar com as garotas supra-citadas; isso até descobrirem que elas são seres assexuados e que no final se casarão com a teoria e a historiografia.

Um moça na pós-graduação em arqueologia exibe com orgulho seu buço

A maioria dos alunos de história afirmam serem a favor de cotas, afinal "não é merito nosso passarmos no vestibular, fomos afortunados com condições de estudo enquanto outros não" assim afirmam. No entanto, quando entram em ônibus com os universitários da PUC, a primeira coisa que sabem fazer é exibir suas mochilinhas de lona com um símbolo lustroso e bem iluminado da UFRGS, fingir receber uma ligação de celular só pra poder dizer "Oi! To indo pra UFRGS!", isso quando não se acham no direito de não comprimentar seus conhecidos, fingindo não os ver, porque agora são pessoas da UFRGS e, por conseguinte, são pessoas ilustres. As vezes, a vaidade desses aspirantes a mendigos historiadores é tão descomunal que chegam a esquecer que 90% das pessoas que circulam no Campus são estudantes, que provavelmente passaram em algum curso menos medíocre e com um vestibular mais difícil do que história e portanto não poderiam ser relevados à tais condições.

Um PHD em história no auge de sua carreira.

Há pouco, os dizeres "Negão só se forma na cozinha do RU" foram pichados pelo muro da universidade, ocasionando um rebuliço nas eleições do DCE. A esquerda na UFRGS - amplamente recheada por alunos da história - acusou a direita de nazismo, e esta defendeu-se alegando que a esquerda teria feito as pichações para prejudicar a imagem dos liberais. Um terceiro grupo, mais lúcido, de pensadores, acredita que essas pichações tenham sido feitas por um negão engraçadinho da própria história, e que só fez isso porquê queria ver as correntes anteriores se debatendo como frangos vivos em uma panela de pressão.

Fiel companheiro dos veteranos de história após saírem da clínica de recuperação.

No 1º ano do curso são apresentadas as cadeiras sobre história antiga e medieval, em suas versões orientais e ocidentais; pré-história; arqueologia; e a cadeira de Introdução à História. Esta última na verdade leva quase 4 anos para ser concluída, visto que, são gastos em torno de R$80,00 por semana em xerox de 9 centavos a folha, isso só para se obter o conteúdo programático previsto pelos professores. A primeira fase de suicídios em massa no curso acontece quando os bixos descobrem que 99% dos textos previstos nesses conteúdos jamais serão encontrados no Google, nem em outras formas pela internet, e que fazem parte de um conhecimento hermético administrado pelos acólitos da Deusa Úrguis. Um estudo sociológico recente afirma que esse monopólio do conhecimento faz parte de um poderoso esquemado de enriquecimento ilícito via xerox, financiados pela dona da única sala com copiadoras da ala de humanas do Vale e que detém todas as suas pastas de textos.

Os historiadores ficam extremamente irritados quando não são compreendidos.

No segundo semestre, as cadeiras de licenciatura são apresentadas de forma lenta e enjoada para os futuros historiadores. Nesse momento, os historiadores aprendem a suportar as antas conviver com as alunas de Pedagogia ou trocar a ênfase do curso para bacharel. A partir do segundo ano, os alunos aprovados na cadeira de Teoria da História, passam a emitir as características mais latentes que vão acompanhá-los até o fim de suas vidas. Esse fato é marcado pela conjunção de alguns fatores como: a entrada num spa, inicio de tratamento psicanalítico e psiquiátrico e ida a clínicas para desintoxicação dos remédios usados para combater a sonolência da carga de leituras.

O nível de simplicidade de um estudante de História fica seriamente comprometido ao decorrer do curso. Muitos estudantes veteranos têm um choque existencial e entram em depressão quando alguém num círculo de conversa, fora da universidade ou em outro curso, não sabe quem foram Jacques le Goff, Marx, Heródoto, Tocqueville, Lewis, Hobbes, Montaigne, Nietzsche, Cícero, Berkeley, Rousseau, Strawson, Vico, Frege, Sêneca, Marleau, Ponty, Gibbon, Jared Diamond, Clê, Sandra Jatahy Pesavento, Binford, Childe, Leakey, Levin, Morin, Labouriau, Baschet, Heers, Loyn, Dario, Guenée, Webber, Malinowski, Durkheim, Comte, fora uma lista com mais 563 historiadores/arqueólogos/pensadores/sociólogos/antropólogos alternativos que só pessoas desse curso conhecem. Esta fase é marcada pela preparação do aluno à ida ao nono inferno ao mestrado e onde é possível notar o nível de complexidade nas respostas de tais veteranos. Uma simples pergunta, como por exemplo "onde fica o Bar do Antônio" será respondida com uma pequena dissertação de 420 min. onde o aluno fará um cotejo entre 12 historiadores relacionando-os ou não ao fato, as várias probabilidades, através da ótica marxista, positivista e Weberiana, isso tudo, mostrado em citações como previsto nas regras de formatação da ABNT e recheado de uma boa dose de expressões em latim, hebraico, aramaico, francês (atual e arcaico) e alemão (vernacular e contemporâneo).

O curso de história da UFRGS se vangloria por disputar o primeiro lugar, dentre os cursos nacionais, com a UFF, no Rio de Janeiro e a USP, em São Paulo. No entanto, nós não sabemos se é uma disputa por nível de prestígio devido qualidade dos professores, ou, ao nível dos drogados, dependentes químicos e pseudo-punks, visto que, a pouco tempo o curso se negou a realizar o ENADE, alegando que eram totalmente contrários à proposta de tal, denegrindo então, de forma intelijente inteligente a imagem do curso que obteve média "1" na avaliação nacional.

Conspiração

Cartaz dos alunos revolucionários fãs do Creedence Clearwater Revival
  • Incêndio do DCE

A notícia: "O local pegou fogo na madrugada desta quarta-feira"..."CCR - Comando de Caça aos Reacionários"..."Informações preliminares indicam que um material inflamável foi jogado da calçada para dentro do prédio através de uma grade." A Polícia Federal investiga a possibilidade de alunos da física terem desenvolvido um método de atravessar paredes, quando fixaram o cartaz dentro do DCE, e então atravessando de volta para a rua jogaram uma bomba através das grades.

  • CircoParque Tecnólogico

As aulas não são canceladas nem por ciclone, nem por morte de reitor, mas a iminente presença do MST foi suficiente para o completo trancamento dos prédios.

  • Segurança no Campus do Vale

Apesar do cercamento do campus, continuam sendo roubadas as caixas do som dos diretórios acadêmicos, com o objetivo de acabar com a diversão saudável dos estudantes. Coincidentemente as câmeras não funcionam nos horários programados para roubos.

Ver também

Bandeira do Brasil
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Universidades federais do Brasil

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