Urutaí

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habitante de Urutaí sobre ir para Catalão.

Urutaí é mais uma cidade no inóspito sertão de Goiás, é um município desconhecido pertencente ao Reino de Pires do Rio. É mais uma dessas cidades que não possui nenhum hospital e lota os pronto-socorros de Goiânia e Catalão.

História[editar]

Uma casa de luxo de Urutaí (ela é feita de tijolos! Algo raro por lá).

Povoado que surgiu durante a construção da ferrovia que ligava Catalão à Mordor, em 1914, perfilaram-se por ali diversos casebres de palafita onde viviam os pioneiros ferroviários, pedreiros e lavradores. Dessa linhagem de peões e gente humilde surgiu os urutaienses.

Em 1945 já se tornou município devido à sua localização naquele limbo e a disposição de nenhum outro município de querer tomar aquele povoadinho como distrito.

Atualmente, mesmo com 100 anos de história, não passa de uma cidade irrisória que ninguém se importa.

Economia[editar]

Economia baseada agropecuária de subexistência (não subsistência), onde cada um planta no quintal o seu próprio milho e cada um de manhã bebe o leite direto da vaca.

O comércio de Urutaí é encontrado ao redor da praça que dentre a grande variedade (um mercado e lanches), destaca-se por sua grande quantidade de comércios alimentícios. Um fato interessante sobre o comércio alimentício de Urutaí é a sua grande demora para que os pedidos sejam entregues, tendo uma média de 2 dias após tomada a nota deste (este tempo independe da quantidade de clientes no estabelecimento) isso quando acontece de você ser atendido, e ainda atendido por garçonetes com cara de quem chupou limão e não gostou. Isso tudo sem contar que nessa maravilhosa "cidade" existe o único restaurante do mundo que fecha aos domingos no horário de almoço.

Geografia[editar]

Urutaí está localizada num limbo naquele cerrado selvagem entre Goiânia, Brasília e Catalão. O clima predominante é semelhante ao do inferno em época de calor e absurdamente semelhante ao clima do Alasca em tempos de frio, formando-se uma densa névoa que cobre "toda" a "cidade" aumentando então o índice de colisões de carroça, que sobem de 3 a 5 por hora entre as duas carroças da cidade.

População[editar]

População minúscula, de 2000 índios habitantes. Não me espanta que não apareça no mapa. Todavia, seu povo insiste que algumas de suas casas são sim feitas de tijolos e alvenaria e que é um bom lugar para se viver, mas isso não passa de uma palavra chamada "acomodação", porque é impossível achar um lugar carente de tecnologia desses bom para se viver.

Transporte[editar]

O transporte público é monopolizado pela empresa Machado's Trans S/A, que cobra valores extorsivos para a locomoção dos caipiras alunos até a roça o IF Goiano. Tais valores extorsivos já foram motivos para uma inúmeras manifestações nas quais os alunos impedem que o ônibus (mais conhecido como Caveirão) siga sua rota, submetendo-se aos riscos ocasionados pela situação de ficar frente a frente com um ônibus sem freio na descida.Alguns dos "universitários" preferem arriscar sua pouca sorte pedindo carona para as duas carroças que esporadicamente descem a ladeira do IF, sendo o dono de uma delas um estuprador e o outro é cego, mas como se dizem naquele limbo " cavalo ganhado não se óia os dente !! "

Educação[editar]

A cidade possui meia-dúzia de escolas e, por haver esse imenso número de escolas, é a cidade que mais recebe fundos da União em todo sudeste de goiano.

O IF Goiano - Campus Urutaí é a instituição de ensino superior local, que oferece cursos de como trabalhar na roça, que são: agronomia e engenharia agrícola (ainda não descobriram a diferença entre estes dois cursos), Tecnólogo em Irrigação e Drenagem, Tecnólogo em Gestão de Esterco, Tecnólogo em Ordenhar Vacas, Engenharia da Roça, Ciências Caipiras, Agropecuária do Gado, Tecnólogo em Análise e desenvolvimento de sistemas e GTI (seja lá o que isso seja).