Uzumaki

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Nota: Uzumaki pode ter outros significados, para chechecá-los, consulte Uzumaki (desambiguação).


Jotaro feliz.gif 死ね! Este artigo se trata de macumba otaku
coisas assombradas de anime!

E Orochi vai lhe possuir se vandalizar o artigo.


331px-Longcat.jpg Prepare-se para ler:
Esse artigo é muuuuito grande e pode causar cegueira.
Pense duas vezes e não seja tão idiota antes de ler algo assim
Uzumaki
うずまき
Uzumaki.jpg
Espiral!!!!!
Gênero Seinen, Terror, Doido
Mangá
Autor Junji Ito
Divulgação Big Comic Spirits
Onde sai Nas bancas mal-assombradas
Primeira publicação 1998
N° de volumes 3
Anime
Dirigido por Higuchinsky
Estúdio Lighthouse Pictures
Onde passa Japão, Transilvânia
Primeira exibição 2000
N° de episódios 0
Filmes 1, com pessoas de verdade, ou não
OVAs

Cquote1.png Você quis dizer: Espirais Cquote2.png
Google sobre Uzumaki
Cquote1.png Experimente também: Naruto Uzumaki Cquote2.png
Sugestão do Google para Uzumaki
Cquote1.png Dattebayo? Cquote2.png
Naruto Uzumaki sobre Uzumaki
Cquote1.png É a maldição das espirais. Cquote2.png
Shuichi sobre qualquer merda
Cquote1.png Comida! Cquote2.png
Pessoal da cidade sobre caracóis
Cquote1.png Coisa maluca. Cquote2.png
Pessoal de Abara sobre Uzumaki
Cquote1.png Cadê o Naruto??? Cquote2.png
Otaku ao começar a ler Uzumaki
Cquote1.png Muito bom, pena que não entendi nada. Cquote2.png
Outro otaku sobre Uzumaki


Uzumaki é um mangá seinen de terror aterrorizante ambientado no sempre vítima das mais bizarras intempéries Terra do Sol Nascente. A história se passa em alguma espécie de aldeia do Japão na qual começa a ocorrer as mais estranhas e inesperadas coisas que sua mente limitada possa conceber, e se estiver procurando por ninjas aqui, VAZA!


Introduzindo[editar]

Uzumaki é um dos mais aclamados mangás de terror do gênero seinen, sendo famoso por seu estilo que une o grotesco com um estranho toque de realismo que deixa o clima numa névoa obscura - pelo menos é isso que o pessoal que quer vender o mangá fala, sendo na verdade Uzumaki a viagem de um autor falido após ter cheirado algo ilícito.

A história, como diz o nome, trata de espirais (se você não sabe que essa é a tradução de Uzumaki recomendo que você vá ter aulas de japonês como um bom otaku ou vá catar os carrapatos da sua namorada, só não fique enchendo o saco e dando uma de noob). A história gira em torno do eixo das espirais amaldiçoadas que de uma forma estranha passa a influenciar na vida das pessoas em uma cidade, que, estranhamente não vão embora de lá mesmo com acontecimentos mais bizarros (ou seja, coisa de japonês). Convém lembrar que isso se trata de um mangá.


Personagens[editar]

A cada capítulo da história são introduzidos novos personagens que são mandados para o saco no mesmo capítulo, fazendo Uzumaki ser um grupo de histórias que se interligam por estarem em ordem cronológica e tendo os mesmos personagens principais, que são:

  • Naruto
  • Kirie — A protagonista: com ela acontece tudo que pode-se imaginar, só falta polvos gigantes com tentáculos fálicos atacarem-na. Ela é uma estudante colegial no melhor estilo garota bonita e burra, ela tem um tom meio virginal devido ao seu namorado paranoico que nem "dá pro gasto". Ela passa a história inteira sendo perseguida pelas espirais e sofrendo todas as intempéries possíveis, desde ser atacada por grávidas canibais até roubar o coração de um furacão. Justamente por ela sofrer tanto Uzumaki pode ser classificado como guro.
    Kirie em um campo de plantas em forma de... adivinha?
  • Shuichi — O namorado paranoicamente inútil da Kirie, é o primeiro a ver que tem algo errado com a cidade. Tem olheiras tão profundas quanto as Fossas Marianas e é estranho, ficando assim após a morte bizarra de seus pais nos capítulos iniciais. Passa a história toda desanimado por não ter para onde fugir, como se só existisse essa cidade no Japão e o mangá inteiro sem comer a própria namorada. Haja desânimo.
  • Mãe da Kirie — Só não é o modelo de mulher perfeita porque não é nehuma Scarlett Johansson, mas de resto é perfeita: obedece sem contestações o marido, cozinha bem e não enche o saco, não possui nenhuma característica marcante, apenas está lá para fingir que dá um apoio emocional à protagonista e para os quadrinhos não ficarem vazios, está sempre com cara de bunda ou de susto.
  • Pai da Kirie — Outro personagem inútil que só serve para compor a família, ele é um ceramista (como se isso rendesse algum dinheiro) e logo fica vidrado em espirais. Seu sonho torna-se aprimorar a arte da espiral, ou seja, fazer cerâmicas com formatos estranhos e totalmete contorcidos, o tipo da coisa que ninguém jamais compraria e que é chamado de "arte contemporânea". É emocionalmente neutro e passa a história inteira doidão pelas espirais, o que nos faz acreditar que tinha algo no barro das cerâmicas, talvez um pó especial.
  • Irmão pirralho da Kirie — Esse é o típico pentelho, tudo o que faz na história é foder com a vida da irmã: obriga-a a salvá-lo de um farol que solta fogo, no qual ela tem de carregá-lo e fugir de fãs de culinária francesa enquanto ele está se metarmofoseando em escargot gigante. Ou seja, ele só serve para gerar situações que podem render algo na história, ou não.
  • Repórter Maruyama — Só está na história pois os fãs sentiram falta de garotas bonitas, então ela é posta lá nos últimos 5 capítulos da história. É uma repórter sensacionalista que aparece na cidade atacada pelas espirais para tirar proveito da desgraça alheia em seu programa, mas acaba presa na cidade e não tem utilidade alguma no enredo, sendo outra para não deixar espaços vazios nos quadrinhos.
    Dá um beijinho, gatinha...
  • Espirais — Quem domina o show são elas, elas que deixam todo mundo maluco, elas fazem de tudo, queimam pessoas, fazem tornados, enlouquecem grávidas, fazem japoneses gostar de lesmas cruas e bebês falarem, ou seja, elas são semideuses, ou alguma energia alien, mas nem o autor sabe o que são, pois estava viajando enquanto desenhava a história.
  • Personagens aleatórios que aparecem em cada capítulo — A cada capítulo aparece algum maluco enfeitiçado pelas espirais que serve para morrer de forma bizarra ou desenvolve hábitos estranhos, podendo ou não virar uma espiral depois contorcendo os próprios corpos, ou virando escargots gigantes. São pessoas que assistem ao show de horror das espirais mas acham tudo tão normal que nunca tentam ir embora dalí - só tentam quando não dá mais.


A maldição das espirais[editar]

A coleção: seu dinheiro rodando, rodando, rodando... e jogado fora
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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Uzumaki (mangá).


A história começa com a bela guria retardada, Kirie, andando para, bem, ninguém precisa entender para que lugar ruma o protagonista, ainda mais a protagonista, aquela com potencial de que se as coisas apertarem pode fazer um hentai e salvar a essa bagaça toda, ou não.

No meio desse caminho, ela encontra o papai de seu namorado, seu honorável medidor de luz sogrão, que começou a ter alguns surtos por seu repentino amor por formas espiraladas, como cascas de caracóis, cataventos e pirulitos como o do Quico. Aos poucos o sogro da Kirie e pai do Shuichi (sim, eles são namorados, afinal um exercício de lógica simples poderia comprometer todo seu sistema nervoso central) vai enloquecendo.
A bela cidade de Kurouzu antes das espirais

A história continua centrada no pai do Shuichi que vai se viciando em espirais, tanto que aprende a fazer espirais com os olhos, rodando as bolinhas, enrolando a língua, barriga, e outras coisas mais dolorosas de enrolar... Até que ele decide se matar virando uma espiral dentro de uma caixa de madeira, se enrolando várias vezes e quebrando todos os ossos do corpo. Pelo menos ele virou o que queria, uma espiral feiosa. Feioso ele já era, então não foi tão difícil.


Mais espirais[editar]

A história, se é que pode-se chamar esse fiapo de roteiro trash de história, prossegue com seus contornos imprecisamente sombrios. Agora, após o fã de espirais ter ido para o saco junto com suas bizarrices, em sua cremação, acabou gerando uma fumaça em forma de espiral (tudo para tentar criar um clima de filme de terror da década de 70). Com essa fumaça subindo e formando uma espiral no céu da cidadezinha e, posteriormente, sendo tragada pelo já poluído lago da cidade, o pai do Shuichi contribui com os problemas ambientais do planeta mesmo após a morte, um mau exemplo.
Cuidado, as espirais tomam conta de tudo, principalmente do cérebro de quem lê o mangá

Agora é a vez da mãe do Shuichi pirar: ela desenvolve uma frescura com fobia de espirais, mas algo absurdo, já que ela não pode ver uma delas que surta gritando e sai correndo. Ela chega ao ponto de cortar todo o cabelo por ter medo de ver seus rodamoinhos WTF? e chega a tirar toda a pele dos dedos ao perceber que suas digitais pareciam espirais. Ficou maluquinha de vez e queria tirar tudo o que fosse espiral dela, até a própria cóclea (não sabe o que é, procura no google), que depois ela retira enfiando uma tesoura dentro do ouvido e, claro, morrendo logo, para continuar a divertida história.


Espirais subindo a cabeça[editar]

O grande mérito do autor dessa merda de Uzumaki é a imaginação, afinal ele elabora coisas bizarras que nenhum ser humano pensaria, tal como a continuação desse monte de informações desconexas, afinal Uzumaki não é um todo e, sim, um verdadeiro amontoado de tripas, espirais e em algum lugar disso vai para seu estômago, girando como espirais e...

Nessa parte da história surge uma garota, Azami Kurotani, daquelas bem bizarras, mas que por algum motivo incompreensível todos os garotos pagam pau. Ela fica amiguinha da Kirie durante um tempo, até o Shuichi se encontrar com a garota estranha e decidir fugir dela, pois é gayzão já começa a sentir pavor de espirais e culpá-las por tudo que ocorre de ruim, desde os assassinatos estranhos até quando aparecia a tela azul da morte no computador dele.
Historinha sinistra...

Como ocorre em qualquer lugar do planeta, o fato do Shuichi fugir da garota é por ter visto na testa dela uma espiral WTF? e a rejeição fez com que a garota, como uma verdadeira vadia, se apaixonasse perdidamente. Mas a pobre não conseguiu nada, já que o Shuichi fugia dela como o diabo foge da cruz e você da sua aula de matemática e a espiral da testa dela acabou sugando a garota e um figurante, num dos momentos mais bizarramente nojentos da história dos mangás.


Forno artesanal do mal[editar]

Rimas escrotas à parte, a história retorna seu foco à incomum família da protagonista, adicionando o maravilindo namorado da mesma, o nerd com medo de espirais e, provavelmente, também de garotas, visto que ele não arrisca nada com a própria namorada, nada divertido ao menos.

Ele não tem absolutamente nenhuma relação com o mangá, mas está aí para quebrar o clima

Agora é o pai dela que está fissurado nas malditas espirais, pois ele antes fazia cerâmicas úteis e passou a criar coisas mais feias do que escultura moderna, tudo distorcido. Em alguns pratos era até possível ver rostos humanos, mas como tem gente que vê Jesus em vidro embaçado ninguém se importou com isso. O homem passara a usar lama do lago da cidade, onde a fumaça espiral dos cremados ia parar.

Num daqueles jantares em família, Shuichi, que andara ouvindo vozes vindas do galpão do pai dela, viu alguns macarrões enrolados que ele jurou serem espirais e saiu gritando tal como um legítimo são paulino. À noite a garota passou a ouvir mais e mais gritos, ela então decidiu ligar para seu destemido namorado, que apareceu no galpão do pai, ao lado da casa mais rápido que o Sonic. O namorado transtornado por gritos provenentes do galpão, gritos que só ele e a namorada ouviam, decidiu destruir o local de trabalho do pai da Kirie e o fez, abrindo o forno e fazendo o local pegar fogo, enquanto diversos fantasmas que não tinham nada a ver com a história ardiam em chamas. No final, tudo estava queimado e o pai da Kirie perdeu seu ganha-pão.


O amor entrelaça pessoas[editar]

Fantasmas contorcidos, um capítulo bem enrolado

O mangá apresenta um formato incomum, os capítulos são historinhas independentes entrelaçados por um tema central, a tal maldição das espirais, que é algo que paira nebulosamente pela cidadezinha, mas nesse capítulo como é de praxe, e clichê demais para ser esquecido em qualquer história por mais random que seja, é necessário um daqueles romancezinhos água com açúcar que fazem a alegria de gurias sem autoestima.

Dessa vez a história é em torno de Kazunori e Yoriko, dois pirralhos que se apaixonaram, mas cujas famílias são totalmente contrárias a relação, mesmo eles sendo vizinhos em um mesmo barraco, tendo apenas uma tábua separando as famílias. Algo remete a Romeu e Julieta do Willianzinho? Sim, ninguém mais tem ideias originais nesse mundo.

Malditas espirais... são tão bonitinhas, nhooooo

Kirie, muito bisbilhoteira, se mete no problema dessas famílias que prefeririam resolver na porrada mesmo mas por motivos da sádica mente do autor preferem ficar só na ameaça, e tenta ajudar os guris. Só que as duas famílias são irredutíveis e, segundo o namorado da Kirie, também é culpa das espirais, o que não significa absolutamente porra nenhuma, já que só isso que ele sabe falar.

As famílias continuam sua briga sem sentido, tal qual a história na qual estão inseridos. O garoto reclama que essas famílias chegam a estar "enroscadas", por mais que queiram se livrar um dos outros não conseguem, numa situação parecida com a sua e a pobreza que não se desgruda da sua humilde existência. Em algum bizarro momento da história aparece duas cobras enroscadas feito uma trança, em pleno coito.

A história, então, se teletransporta para a praia sem a ajdua de Hiro Nakamura, onde aparece o guri levando uma surra dos adoráveis sogros. Em um momento bizarro ele passa a contorcer o próprio corpo assemelhando-se a um pano sujo torcido, do nada, e manda a garota fazer o mesmo. Ela é idiota o suficiente para obedecê-lo, então os dois se entrelaçam tal como as cobras taradas, tornando-se inseparáveis às custas do sacrifício da própria coluna vertebral. E, em seguida os dois se atiram no mar, provando que não passavam de mais um casalzinho emo.


Cabelinhos style[editar]

Um cabelo que chama a atenção: siga você também essa nova moda

Depois do autor se esbaldar com bizarrices nunca antes vistas num mesmo mangá, encerra o primeiro volume de forma magistral para a trama sem pé, cabeça ou qualquer parte normal, que ele criou. A história ocorre num colégio, com aquele eterno fetiche dos japas por colegiais de sainhas de dar inveja àquela aluna da Uniban.

Kirie, num belo dia vai a escola e do mais absoluto nada, seu cabelo desenvolve cachos muito estranhos. Ela tenta cortá-los, todavia seu cabelo se rebela, quase matando a cabelereira, realizando o sonho da maioria dos cabelos do mundo. O cabelo foi crescendo e impedindo que o cortassem, levitava e hipnotizava a todos com sua forma de espiral (elas de novo).

O temível cabelo em espirais

O cabelo da Kirie hipnotizou a todos, menos a uma tal de Sekino que tinha inveja do cabelo e da notoriedade que eles deram a Kirie. Então, utilizando dos mais estranhos produtos capilares ela arranjou um penteado igual, e começou o duelo dos cabelos. Sim, o autor teve coragem de por num mangá de terror uma luta de dois cabelos. No fim o cabelo da coadjuvante venceu, mas Shuichi, num raro momento de coragem consegue salvar a namorada manipulando habilmente uma tesoura, daquelas sem ponta, pois senão alguém poderia se ferir.

Sekino ficou sendo a única com o cabelo espiral levitando, tão bizarro quanto o do René Higuita ou o do Valderrama ou o da Shakira sem chapinha (ah, esses colombianos). No fim, o cabelo da Sekino suga toda a energia da guria que acaba morrendo sob um cadavérico aspecto, "sequinha", uma ótima imagem para estimular a anorexia como modo de atrair popularidade entre adolescentes.


Caixinha de surpresas (ui!)[editar]

A história prossegue, agora no segundo volume do mangá, o que vem depois do um e antes do três, ou talvez o contrário. A protagonista está de cabelo curto e parece mais um daqueles garotinhos estuprados nos yaois por professores do mal ou por homens com pênis de 45 cm.

Voltando ao enredo trash, um garoto babaca que adora dar sustos em qualquer um começa a perseguir Kirie, que tem um namorado covarde demais para dar uma merecida coça no pirralho. Ela dá alguns foras no idiota, mas ele continua perseguindo-a e tentando pregar os mais clichês sustos, achando que assim conseguirá conquistar o coração dela - o que não faz o menor sentido.
Uzumaki e suas espirais...

Ele dá um presentinho para Kirie, que tenta recusar, mas para provar como gosta dela, ele decide parar um carro com a força de seu amor. Resultado: a roda do carro enroscou nele e o otário foi em direção àquela mal afamada luz. Tudo isso na frente da garota que, para variar, ficou traumatizada.

Que porra é essa do filme?

À noite ela abriu o presente e viu que era um daqueles palhaços que saem da caixa por uma mola, que disse à garota que ia voltar para pegá-la, não sei em qual sentido, mas ela ficou aterrorizada. Na noite seguinte ela marcou com o frangote do Shuichi para... desenterrar o moleque e terminar de matá-lo ou quem sabe fazer um mènage necrófilo. Ao desenterrarem, o cadáver dele passou a se mexer e a persegui-los, dando uns pulos enquanto suas pernas iam se soltando do corpo. O que parecia uma sequência de filme de zumbi logo é explicado, pois tinham esquecido de tirar a suspensão do carro do bucho do guri, e essa mola fez o corpo pular. Assim termina essa historinha da forma mais brochante possível.


A hora do caracol[editar]

Voltando a escolinha, a próxima história é sobre um carinha gordo e com cara de sapo com o péssimo hábito de só vir a escola em dias de chuva e, ainda, chegar atrasado. Tal qual numa escola normal, o cara, chamado Katayama, era constantemente zoado por esse peculiar hábito e por todo o resto, já que adolescentes sempre precisam zoar alguém pra se sentirem bem. Conforme o tempo passava, foi criando um calombo nas costas do moleque, para variar, em forma de espiral.

A coisa só piorava, o calombo crescia, todos comentavam, até que o Katayama passou a rastejar para chegar a escola, todo melequento... tudo bem que todo mundo achava o moleque lento, mas chamá-lo de lesma deixou de ser uma simples brincadeira com a velocidade dele, passou a ser uma designação científica, já que o moleque passou a um estado de caracol humano, onde era constantemente visto escalando as paredes da escola, até ser posto num viveiro para ser usado de cobaia nas aulas de Biologia.

Depois de alguns dias, foi a vez de um outro moleque ir graduamente se transformando num caracol gigante e tão nojento quanto aquela lesma que tem dentro da sua gaveta de camisinha, visto que você não usa algo assim há muito, mito, muito, realmente, muito tempo. O garoto foi posto no mesmo viveiro que o gordinho.
É bom parar por aí...

No viveiro os dois moleques que viraram caramujos cruzaram. Sim, eles se tornaram hermafroditas e copularam na-frente-de-todo-mundo e depois fugiram para poderem botar seus ovinhos, o que deixou a gurizada triste por ter perdido os bichinhos de estimação. A partir desse ponto da história começa a infestação caramujo, uma bizarra epidemia, tão bizarra quanto a história principal.


Farol negro[editar]

Bem como se a história já não fosse algo digno de um belo WTF? o autor ainda põe no meio uma historinha sobre um farol emitindo uma luz estranha que sai em forma de, adivinha... espirais. Sim tudo resume-se a espirais, até a provável pseudovida do autor deve estar atrelada àqueles gigantes pirulitos da Chiquinha e a molas de caneta retroativa.

Esse novo capítulo fala do farol negro e da sua estranha luz, que antes era normal e agora estava espiralada, o que não muda em porra nenhuma seu funcionamento ou sua função que era iluminar o caminho das embarcações de um laguinho, como se alguém usasse tranporte aquático ali. Esse farol passou a chamar a atenção de todos, tal como em todos os capítulos anteriores há um fato curiosamente bizarro no centro. Alguns idiotas corajosos foram explorar, mas jamais voltaram.

Cquote1.png Pára de ler essa porcaria! Cquote2.png
A voz da razão

O efeito do farol sobre as outras pessoas foi interessante: elas começaram a andar em círculos, isso, do nada andando reto começavam a dar voltas sobre um mesmo ponto, isso com um raio pequeno, elas literalmente rodavam, e punham a culpa de terem os tornozelos tortos no coitado do farol e sua luz em espiral que os fazia, literalmente, rodar. Então a cidade logo passou a temer o farol e sua psicodélica luz.

Então, o otário (não há termo mais leve) do irmão da protagonista, junto com seus miguxos, decide explorar o local. Eles entraram no farol e Kirie teve de ir atrás da pirralhada. O farol, por dentro, tinha estampas em espiral... novidade, não? E havia corpos torrados, daqueles que ousaram invadir o farol anteriormente. Como estava anoitecendo ocorre nesse momento uma daquelas cenas dignas de Duro de Matar, com uma fuga da luz do farol que mais se assemelhava a um amaterasu do anime do outro Uzumaki, uma luz capaz de queimar até arroz da sua marmita que teima em não esquentar. Mas no final a Kirie e seu irmãozinho sobrevivem e um amiguinho aleatório do garoto é queimado vivo pelo farol enquanto outros fogem feito são paulinos assustados.

Mosquitinhos[editar]

O que alguns mosquitinhos não fazem

A história continua no seu ritmo de um acontecimento por capítulo do mangá e agora é a vez de mosquitos estarem envolvidos, mas essa parte da história não se passa no Rio de Janeiro com sua aptidão para surtos de dengue. Nesse caso os mosquitos são um pouco diferentes, mas mesmo assim voam, fazem um barulho chato e são esmagáveis com uma devida revista.

A protagonista acabou se fudendo na fuga do farol e foi obrigada a ir para um hospital público, o que por si só já é extremamente assustador, e lá ela começa a ver mosquito voando em espirais e formando colunas espiraladas, isto é, uma porrada deles andando juntos em forma de espiral - curiosamente, não ficavam tontos o bastante pra perderem a sede de sangue. Enquanto Kirie vê essa coluna, ela e sua amiga acham um cadáver cujo sangue fora todo drenado, apresentando múltiplas picadas. Os mosquitos deviam ser provenientes da Somália, pela fome.
Uma grávida após passar pelo hospital público - notem a felicidade em seu rosto

Nesse momento, uma prima da Kirie, grávida, é internada por múltiplas picadas de mosquitos, e diversas grávidas sofrem disso. Aos poucos mais e mais pacientes vão morrendo por drenagem sanguínea. Quando Shuichi aparece para visitar a namorada, a prima da Kirie é transferida para o quarto da Kirie. Durante a visita, Shuichi fala que tudo está sob a maldição das espirais, mata um pernilongo no melhor estilo Barack Obama, conta a Kirie que apenas os mosquitos fêmeas prenhes sugam sangue e manda a Kirie tomar cuidado.

À noite, Kirie escuta um barulho vindo dos corredores, e vai averiguar (para quê?). Ela vê uma tropa de grávidas munidas de brocas entrando nos quartos e furando os corpos dos pacientes para beber-lhes o doce sangue. Ou seja, elas viraram mosquitos, fêmeas que bebem sangue para nutrir seus filhotes - essa é a parte mais sanguinolenta e divertida do mangá, sendo a parte favorita dos fãs de guro: grávidas perseguindo a protagonista por ela ter visto muito. A sequência seguinte chega a ser perturbadora: a própria prima da Kirie tenta matá-la, mas ela se livra das grávidas utilizando o Rodasol que o Shuichi esquecera no quarto dela.


Mosquitinhos 2 - Ninguém segura esse bebê[editar]

Uma plantação de placentas: dá mais barato que maconha e cheirar gatinhos

Bem, como o autor julgou ter tido uma ideia estupenda ao criar grávidas hematófagas semizumbis, ele preferiu fazer um segundo capítulo para continuar tudo isso e agradar mais a todos os fanáticos fãs de guro que só compraram os mangás para ver se a protagonista não seria destripada e sodomizada, mas ao perceberem que o Shuichi não era macho doido o suficiente para tanto, ficaram frustrados.

Kirie tentou contar o que vira na outra noite, mas ninguém deu ouvidos a sua historinha no mínimo viajada de grávidas manipulando brocas em rituais vampíricos, já que mosquitos, falta de higiene e nojeira são coisas comuns em hospitais públicos. A puliça decidiu ficar por lá, para evitar que mais mortes ocorressem, e com isso, as grávidas passaram a apenas beber o sangue para transfusão, daí o fato de nunca ter sangue nos hospitais públicos e você ter sempre de doar - as grávidas bebem!

Todas as grávidas pariram. Nasceram bebês fofinhos, mas havia algo de errado, mais que a própria história. Os bebês tinham uma barriga superestufada, pior que esquistossomose (a famosa barriga d'água) e aparentavam ter consciência, assustando a protagonista que rolou a escada do hospital no dia em que teria alta, sendo obrigada a passar mais um tempinho por lá, só pra estender essa história sem sentido.

Espirais descem redondo

No hospital, a comida passou por uma reformulação, foram acrescentados uns "cogumelos", que a protagonista preferiu não comer, mas que viciou a todos os outros pacientes, como o McDonald's fez com aquele seu priminho obeso. Certo dia, Kirie, fugindo dos viciados nos cogumelos, foi parar no berçário, onde acompanhou uma conversa entre os bebês sobre como fora da barriga era frio e o quanto eles queriam retornar ao útero de suas mães. Da barriga de um bebê saiu o tal cogumelo e não parecia nada apetitoso...

A protagonista suspeitando estar louca, pois já devia, depois de tanta maluquice, entra numa sala cheia dos tais cogumelos e nessa sala estava também o obstetra, que revela que os cogumelos são placentas que os bebês recém-nascidos desenvolveram já que tinham tanta vontade de retornar ao ventre materno e ele, muito sacana, decidiu aproveitar gastronomicamente, vendendo todas para o Tom Cruise.

Numa salinha anexa à plantação de placentas a protagonista ouviu a voz de sua prima, que pariu recentemente. Ali havia sido feito um parto às avessas e o bebê voltou para dentro da mamãe, que agora precisava se alimentar de sangue novamente. Assim, o médico decidiu transformar Kirie em almoço de grávida canibal, que agora tinha uma língua com espinhos sugadora de sangue WTF?. Com muita sorte, Kirie se desviou e deixou a priminha comendo o médico e depois os demais pacientes. A protagonista sumiu do hospital maluco, voltou à vida normal e deixou todo mundo morrer, como boa heroína.

Espiral tamanho família[editar]

O olho do sanguinário do furacão repousou sobre a protagonista. Que merda!

Continuando, Kirie e Shuichi se encontram numa praia para um romântico pôr-do-sol, um raro evento que ocorre apenas todos os dias, enquanto a cidade era tomada pela maldição das espirais e ninguém ligava. Tudo ocorria bem e Kirie agradecia à força que seu namorado estava dando para ela, tudo num clima de animesong de shoujo, até que Shuichi saiu gritando como uma menininha que vinha um furacão - sim, ele largou a namorada que estava carente para sair gritando que vinha um furacão. Inicialmente ninguém acreditou num perturbado que anunciava furacões sem nenhum motivo concreto, mas conforme o tempo passou e o vento começou, deram ouvidos ao estranho Shuichi e a suas bizarrices (mas nada que retirasse sua reputação da lama na qual estava até o magrelo pescoço).

O furacão chegou a cidade destruindo tudo, mas houve algo mais forte que seu poder destrutivo. O furacão se apaixonou pela protagonista, a achou uma gatinha e, literalmente, não tirou mais seu olho dela: o olho do furacão passou a estar onde a Kirie estivesse, assim ela e seu destemido namorado tiveram de fugir do centro do furacão, uma "espiral de vento", ráááá. Houve mais algumas cenas de perseguição Duro de Matar e trombas d'água, mas ao final, magicamente o furacão foi sugado pelo lago fedorento da cidade.


De casinha nova[editar]

Após o furacão que perseguiu a Kirie por ter se apaixonado tão loucamente quanto você pela KOS-MOS, a família dela teve de ser transferida de casa, já que a mesma depois de um incêndio e das loucuras do Shuichi foi abaixo com o furacão apaixonado. A prefeitura da cidade os manda para o casebre da CDHU mais detonado que havia, para virarem vizinhos de uma velha e seu filho monstro e de um tal de Wakabayashi.
Wakabayashi é sua doença de pele

Conforme vai passando o tempo naquela casa, o filho da velhina morre por uma doença de pele estranha, que ambos haviam pego e que os deixa parecidos com os monstros do filme A Vila, e Kirie é a única que testemunha o efeito da doença, tendo a partir disso o saco enchido pelo vizinho, Wakabayashi, para contar como era a aparência do defunto.

Passado mais um tempinho a família da Kirie pega essa mesma doença de pele e também o vizinho tarado, que passa dia e noite observando Kirie, esperando ver algo que o namorado dela ainda não viu. A doença piorou, mas em certo momento o simpático Wakabayashi aparece mais feio que um personagem de MMORPG com trocentos chifres, mostrando o nível mais avançado da doença de pele. Ele aparece gritando pela Kirie, no entanto é morto por uma estaca voadora lançada por ninguém sabe quem, mas suspeita-se que o pessoal de Samurai X fez uma participação especial, nada confirmado... A família da Kirie vaza do casebre e começa a se curar da doença, o que prova que o casebre é que punha chifres nas pessoas, igual a sua namorada em você.


Furacão express[editar]

Um cartaz do filme que logo estará nos cinemas próximos a você, fuja para as colinas!

A história agora muda-se para outro ponto, aparece um carro com repórteres de um programa sensacionalista aleatório a fim de explorar a tragédia causada pelos furacões na pobre cidade, sem iamginar a maldição das espirais. O carro é tragado por alguma espécie de tornado e dois caras aleatórios morrem, sobrevivendo apenas a repórter, que sobreviveu por seus dotes hentaísticos, afinal os fãs estavam cansados só da Kirie as opções de hentai estavam diminuindo, agora com a nova personagem até podia rolar um yuri.

Ela se depara com uma cidade toda destruída, apenas em ruínas, parecendo mais os lixões da região de Diadema. Lá ela encontra três guris amordaçados e amarados em estacas e, como ela era uma boa samaritana, soltou os moleques que logo passaram a soprar furacões na garota, o que prova a teoria de que o próximo tem mais é que se foder mesmo. No entanto no momento crítico em que os garotos iam matar a repórter ela deu um grito e, como uma X-Men, mandou os pirralhos pelos ares.
Uma imagem do simpático casalzinho: Kirie e Shuichi

Ela encontra a Kirie, numa daquelas coincidências só possíveis nos mangás, se apresenta como a repórter Maruyama da TV Tokyo e a nossa amada protagonista explica que o ar da região, após o lago ter absorvido mais de oito mil furacões, se tornou capaz de liberar tornados com qualquer movimento brusco, o que explicaria o grito da Maruyama ter mandado os moleques pelos ares, se a justificativa fosse minimamente plausível. Nos atuais ares da cidade, as únicas coisas que ficaram de pé foram os casebres mais velhos e detonados possíveis, o que não faz o menor sentido, e neles amontoou-se uma porrada de gente.

Os meninos que saíram voando retornam, para vingar um coleguinha morto, e aparecem para matar a Maruyama, que é salva e posta dentro do casebre. Os moleques tentam derrubar a casa soprando, mas como o lobo mau, acabam não conseguindo e são arremessados para longe com um sopro dos habitantes da casa que depois ficam rindo da sorte dos guris. Pra variar, lá está Shuchi no canto da sala dizendo que todo mundo é louco e tudo vai virar uma espiral.


Os borboletas[editar]

Schuichi versão real, que nerd e, ao fundo, Kirie in live
Nesse cenário caótico, onde a cidade está mais detonada que o Rio de Janeiro, tem caras surfando em furacões, são os butterflies, ui! Não passam de um bando de vândalos voadores que saem destruindo tudo e, portanto são odiados pelo pessoal das casinhas.
Um caracol humano, ideal para alimentação infantil, pois tem muita proteína

Enquanto isso no casebre da Kirie, o pobre Schuichi acaba sendo expulso da casa, já que ninguém mais aguenta ele reclamando de tudo, sendo literalmente chutado para fora do casebre já entupido de gente - Kirie e sua família em solidariedade ao Shuichi abandonam o casebre, para desespero do irmão pirralho da protagonista. No caminho a família decide se separar e o pai da Kirie decide mandar tudo à merda e voltar a sua vidinha fazendo cerâmicas e aperfeiçoando a arte da espiral, com pretensões de um dia fazer uma exposição no MASP. Antes, o grupo encontra os butterflies que não gostam muito do nome por motivos compreensíveis, mudando o seu nome para dragonflies, o que permanece tão idiota quanto o outro, pero menos gay.

Esses carinhas então tentam passar uma cantada nas garotas e ver se elas topam comer um churrasquinho daqueles caracóis humanos que agora infestam a cidade. Após levarem um fora decidem pegá-las na marra e montam em seus furacões, contudo acabam sendo tragados pelo furacão que estava no lago e quase que as garotas vão juntas, se Shuichi não desse uma de homem-aranha.


Caos[editar]

Uma espiral

A cidade conforme passava o tempo só piorava: o que sobrava de coisas em pé eram destruídas pelos tornados que saíam após cada espirro, ou pelos dragonflies que resumiam sua existência a vandalizar, o que os tornava seres tão, ou mais, detestáveis que os moleques da sua sala que praticam bullying com você.

A situação ia ficando mais e mais desesperadora, cada vez mais chegava gente que só servia para amontoar ainda mais os casebres na já arruinada cidade e que já estavam quase que cuspindo pessoas pelas portas. Essas pessoas que chegavam acabavam ficando de fora e por terem que se locomover mais lentamente para não provocar tornados, pegavam a maldição da espiral e se transformavam em caracóis humanos.

Nossa heroína perdeu o pai, tragado por um tornado, sua mãe ficou imobilizada, e agora ela arranjou um grupo de desocupados para ficar no pé dela, sendo que desse grupo metade já está virando caracol, ou seja, escargot para a janta, isso se você topar dar uma comidinha. O pessoal tentou entrar em um desses casebres, mas foi soprado para fora e quando arrombaram a porta constataram que o local de tão lotado que estava as pessoas chegaram a contorcer os próprios corpos atando-se uns aos outros e perdendo as articulações, ou seja, aquilo estava pior que lotação no horário de pico. Não se sabe como, já que as pessoas pareciam grandes vermes com os corpos retorcidos e entrelaçados, passaram a fazer puxadinhos nos casebres para se proteger do estranho clima, comendo carne de caracol humano para se manterem fortinhos. No final do capítulo, a mãe da Kirie é levada pelos ares e seu maninho arranjou uma casca nas costas, ou seja, virava um caramujinho.


Fugindo, mas para onde?[editar]

Com o maninho virando uma espécie de lesma tamanho família, Kirie viu-se obrigada a fugir o mais rápido da cidade com ele (e com Shuichi), para poder salvá-lo de virar escargot nas mãos dos semicanibais que povoavam sua humilde cidadezinha, que hoje não passava de um lixão daqueles bem fedorentos.
Malditas espirais!
Durante a fuga eles repararam que o pessoal estava ampliando os casebres à prova de tornados e que as árvores passaram a crescer todas tortas, em forma espiralada, para dar uma variadinha básica. Eles encontram um outro grupo que tentava sair da cidade, em vão, já que o sistema de espirais fazia todos andar numa espécie de círculo, e nesse grupo havia até um prisioneiro. O tal carinha virou um apetitoso caramujo e acabou sendo comido cru, sem nem temperarem com aqueles molhinhos de soja, ou mesmo com catchup. Kirie, Maruyama, Shuichi e irmão-futuro caramujo tentaram se distanciar do grupo de hábitos gastronômicos nada invejáveis, mas não conseguiram e eles voltaram ainda mais famintos, pois já haviam percebido que o irmão da Kirie viraria logo um alimento saboroso.
Nessa história os casais teimam em terminar beeem juntinhos

Aos poucos o moleque se transformava, e o apetite dos homens aumentava até o momento que não deu para Kirie tentar escondê-lo, mas ela os despitou e conseguiu jogar o moleque num precipício para que ele não fosse comido. Muito inteligente, não? Os homens que os perseguiam, no entanto, estavam tão excitados por terem comido um caramujo cru que acabaram amaldiçoados pelas espirais, virando algumas até.


Labirinto[editar]

Após terminarem sua jornada de fuga, eles... acabaram voltando ao mesmo lugar. A cidade se tornara uma espécie de labirinto devido a expansão dos casebres e passaram-se alguns anos que, pros protagonistas não eram mais que alguns dias, já que as espirais distorceram o tempo, o que prova que elas podem absolutamente tudo - só porque Chuck Norris estava de férias em Acapulco.

Kirie, então, passou a procurar seus pais, já que o maninho tinha ido para a cucuia, até que um conhecido pedreiro passou umas informações duvidosas sobre a existência de um casal que fazia cerâmicas a beira do lago. Então, eles decidiram se aventurar no labirinto repleto de cadáveres contorcidos dos moradores dos casebres. Foram andando até conseguirem deixar a Maruyama num casebre repleto de pessoas sem ossos, já que ela é personagem secundária. Rumaram ao centro do lago, drenado por dentro dos casebres estranhamente vazios, as pessoas foram sugadas, ou sei lá o que aconteceu. No meio do lago havia um buraco (ah, o que sugou as pessoas) e uma escadaria de dar inveja ao pessoal do Santuário.


Rolando escada abaixo[editar]

Com uma escada tão gigantesca em forma de espiral logo os dois últimos sobreviventes, Shuichi e Kirie, ficaram tontos conforme desciam. Encontraram um personagem secundário aleatório todo contorcido dizendo para levá-lo para o fim da escada pois lá haveria algo mágico, feito o fim do arco-íris, mas como recusaram ele atacou a ambos e derrubou o Shuichi em queda livre de mais de oito mil metros.
A cena final, a derradeira visão

Após seu namorado ter caído, Kirie logo saiu correndo ao seu encontro, e acabou vendo uma casca de caracol gigante que tentou escalar, mas teve uma queda feia. Lá embaixou havia uma pilha de corpos onde, por incríveis coincidências só possíveis em um mangá, ela viu o corpo de seus pais e em seguida achou o Shuichi, que ainda estava vivo também por incríveis coincidências só possíveis em um mangá, com quem passou a admirar o local: um monte de espirais em torno de uma espiral ainda maior que parecia viva. Como não tinham mais anda pra fazer, ambos entrelaçam os corpos como uma trança e morrem juntinhos.


Capítulo extra[editar]

Esse é pura enrolação, fala de acontecimentos pouco antes da história, isto é, quando a Kirie tinha cabelo comprido, quando o Shuichi não era paranóico e quando o irmão da Kirie era só um moleque babaca e não um caracol babaca. Começam a aparecer várias galáxias no céu WTF? e o Shuichi descobre uma, mas abre mão da descoberta por ser cagão. Outro cara aceita ser o descobridor. Vão aparecendo outras galáxias e os observadores passam a se digladiar por tê-las descoberto. Na verdade esse capítulo é o mais sem noção da série: o pessoal se mata por descobertas científicas, isso mesmo, nerds psicopatas por galáxias espirais. No entanto, o cara que tirou a descoberta do Shuichi acabou pulverizado por algo vindo do céu, o que só serve para fazer acreditar que as espirais são efeito alien.


Considerações sobre o enredo[editar]

Que linguinha mais sexy, não?
  • O Shuichi conseguiu morrer como um nerd virgem.
  • A Kirie, ao contrário, tem chance de não ter ido para o saco virgem, pois passou muito tempo com a Maruyama.
  • A família do Shuichi levou o trófeu mortes mais bizarras: um virou espiral, a outra se suicidou enfiando uma tesoura no ouvido e o filho virou espaguete.
  • O pai da Kirie prefere fazer cerâmicas a fugir da morte certa, isso que é amar a arte.
  • Esse mesmo pai da Kirie em vez de pegar barro do jardim, veste roupa de mergulho e pega do fundo do lago.
  • O final insinua que ET's são os culpados por tudo, mas ao mesmo tempo o final não fala porra nenhuma.
  • Um lago absorve furacões, WTF?
  • Ninguém sabe o final das grávidas hematófagas, talvez ninguém na cidade mais tenha engravidado.
  • A história faz menos sentido que os fillers de One Piece.
  • Em certos sites Uzumaki é classificado como ero-guro, que é guro não há dúvida, mas ero? Só se for excitante para psicopatas ou masoquistas.


Kirie, Shuichi, pai da Kirie, mãe da Kirie... todo mundo vira espiral!

Do autor[editar]

Nos finais dos mangás 1 e 2 o autor aparece para dar um oi (não, ele não sai do mangá para te dar bom dia): ele fez uma historinha sobre o porquê de ter escolhido espirais, o porquê da fascinação, mas, como no mangá inteiro, não fala nada que faça sentido e a motivação por trás disso é obscura. Provavelmente o autor é um emo depressivo ou algum ególatra atrás de reconhecimento.

Nesses capitulozinhos que são chamados de posfácios, o autor tenta descobrir o segredo das espirais. Para descobrir o real mistério das espirais, ele se aprofundou nos estudos sobre essa forma tão atraente e ao mesmo tempo misteriosa, para isso ele executou vários procedimentos:

Procedimento Resultado
Olhou as espirais atentamente Ficou tonto
Comprou diversos livros sobre o assunto Dormiu no meio da leitura
Fez espirais Ficou ouvindo o barulho estranho da água indo ralo abaixo
Passou a comer tudo que tinha forma de espiral Viu que tudo era muito bom e que ganhara uns quilinhos
Observou caramujos Constatou que eles fazem cocô laranja.
Belas mãos entrelaçadas em Uzumaki

Mas ele acreditava estar perto de resolver o grande enigma das espirais, tinha fé nisso.


Cquote1.png Nem chegou perto. Cquote2.png
Editor sobre a certeza do autor de estar resolvendo o enigma


No segundo volume, o autor recebe uma ligação de alguém dizendo ter desvendado o mistério, ele logo vai atrás da pessoa, pega o primeiro avião e ruma a uma região montanhosa da ilha do Jaspion, e ao chegar lá o autor acorda deixando a todos os que leram com cara de Cquote1.png Que cara mais idiota... Cquote2.png

O que o autor pretendia com esses posfácios era basicamente quebrar o clima e conseguiu, fez todos acreditarem que ele era um daqueles nerds que contam piadas mais sem graça que as do Zorra Total.


Vídeo[editar]

Ver também[editar]

Links externos[editar]


Uma última mensagem.