Vaca que voa durante furacões em filmes americanos

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Zebra (3).jpg Este artigo trata de um mamífero.

Ele chupa o peito da mãe quando criança e possui muitos pelos no corpo.
Ele ainda pode fazer filmes pornôs.

A dita cuja, sob efeito de vingardium leviosa.

Cquote1.png Muuuuuuu Cquote2.png
A estrupiada mostrando sua indignação

Coitada da mimosa... a vaca-voadora, conhecida como Antônia Mansa da Silva Sossegado, é uma azarada produtora de laticínio que exige em perder tempo comendo pasto durante alterações climáticas graves, como tornados e furacões, que a suga, girando a tetuda como um caldo no liquidificador, e joga a pobre leiteira pra loooonge (chegando em Pintolândia), muito comum ser vista em filmes que preferem gravar o desastre do que ajudar sua mãe.. ops, a vaca, que voa desesperada sem entender o castigo divino que recaiu sobre ela.

História[editar]

Broken Mirror.jpg Sai de perto, cê tem azar pra caralho!

Este artigo traz relatos de uma criatura azarenta que só se estrepa no dia-a-dia.

Um pé na jaca, o outro na lama e a cara enfiada numa bela bosta de vaca.

Avisamos desde já, a bovina não pode ser confundida com uma mulher excepcionalmente grande que mora na sua rua e ataca os outros com cabo de vassoura, existem grandes diferenças entre a vaca Antônia que voa em furacões e Antônia, a vaca, que é a típica brasileira mal falada que gosta de barraco e fofocar, sem saber diferenciar, perceba que a vaca tem quatro o que a mulher tem só duas, isso mesmo pervertido, as pernas.
Cquote1.png Parece que não estamos mais no Kansas, Totó.. Cquote2.png

Depois de sobreviver a chuvarada, nada como um repouso e uma selfie para a vaca.

Nascida como um bezerrin todo fofin na fazendin do Nhô Zaquim, a Antônia maiada estava comendo capim. Calma, calmíssima, intocada pela inteligência e coberta pela burrice, não havia nada que impedisse a plenitude da leiteira... tanto que o momento foi desenhado por um jovem que, passando ali, colocou em obra a amostragem da cena: um total de nada, literalmente, o quadro tava limpo de nada, nos dois lados... seu professor, querendo compreender a engenhosidade, questiona:

Professor: O que é isso? (vê o papel em branco)
Menino: Ué, professor, é uma vaca comendo capim.
Professor: Cadê o capim?
Menino: A vaca comeu.
Professor: E a vaca?
Menino: Foi ao banheiro...

Dito o feito, a vaca foi soltar um barrão na esquina, depois de um dia cagando, dada determinadas tempestades imperceptíveis pelo minúsculo cérebro da mamífera (mãe do bezerro, esposa do touro, cocunhada de seu pai), sofreu o dito cagaço do azar, não o literal, tendo consiga a fatídica má sorte de entrar em um temporal de furacões. A vaca subiu... ô se subiu, era merda pra todo lado...