Valparaíso de Goiás

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Val(inferno)paraíso de Goiás é um (i)mun(do)icípio brasileiro do estado de Goiás conhecido popularmente como Jumentópolis, e as vezes também chamada de "Terra do Quebra-Mola", onde existem 218 quebra-molas por rua. É também a cidade com maior número de cortiços (também conhecido como "condomínios") por metro quadrado do planeta. Sua população estimada em 2008 é de 120 habitantes, mas em ano de eleição é de 180.000.

História[editar]

Avançada infra-estrutura da cidade que conta com ausência de asfalto, coleta de lixo e saneamento básico, com direito a esgoto ao céu aberto, tudo para manter um ar rústico à cidade.

Segundo conta a história oficial, o município recebeu esse nome em virtude de uma homenagem que quiseram prestar a um engenheiro desconhecido (que parou pra cagar na beira da BR 040 a noite e sentou num toco comprido dando o grito da independência), natural de Valparaíso do Chile.

Foi posteriormente um arquiteto colombiano (traficante), natural de Cali (traficantópolis), o responsável pelo projeto nada urbanístico da cidade.

Em 2002, este arquiteto colombiano foi homenageado pela prefeitura, sendo condecorado com o (toco na rosca) título de Cidadão Honoríficocarbonifícofrigorífico, onde após o ato, muito emocionado, se enforcou na estátua do Véio com o cão que fica no balão de frente pra praça central.

Geografia[editar]

Valparaíso de Goiás localiza-se na região do Entorno do Detrito Federal (ou "Bumbum do Goiás", já que Valparaíso é a rosca), a 3,7590 Km de Brasília ("Quem Sabe um Dia Moro Lá" no dialeto de Valparaíso de Goiás).

A cidade é dividida em duas bandas pela rodovia BR-040 (km 09 ao km 14): Valparaíso I (classe baixa que pensa que é média) formada pelas Etapas A (animais), B (donos de boca de fumo), C (castrados), D (delinquentes) e E (estelionatários); e do outro lado Valparaíso II (onde vivem bandidos e prostitutas de R$ 1,99).

A cidade é composta por diversos favelas horizontais bairros, como (favela) Céu Azul, (favela) Cidade Jardins, (favela) Jardim Ipanema, (favela) Jardim Oriente, (favela) Morada Nobre (o nome nada tem a ver com o lugar), (favela) Pacaembu, (favela) Parque Rio Branco, (favela) Parque São Bernardo, (favela) Parque Marajó, (favela) Parque Santa Rita e (favela) Parque Esplanada. Os moradores de Valparaíso tenta sobreviver com a ajuda de Brasília.

Economia[editar]

Entrada de Valparaíso e os motoristas preferindo quebrar suas suspensões do que passar devagar nesse local.

Faz margem ao porto seco do Distrito Federal, local de grande densidade industrial que tem o objetivo de atrair grandes empresas (abandonadas até hoje com galpões vazios e mendigos vendedores de móveis de palha e artesanato de pelo de cachorro e penas de pardal pintadas com guache).

Segundo dados de diagnóstico intravenal setorial mercantildológico vitoriano, desenvolvido pelo SENAI (Serviço de Nada Adianta pros Idiotas), Valparaíso possui um agrupamento industrial composto por mais de 0,100 empresas do segmento de móveis (armações de arame com palha entrelaçada), lojas de roupas velhas e usadas (brechós), botecos e Igrejas Universal do Reino do Cão.

O maior boteco da cidade, cujo nome será preservado para manter incógnito a nomenclatura do estabelecimento que não pagou nenhum jabá para a Desciclopédia, é um local cheio de árvores, onde os clientes ficam levando bosta de pombo na cabeça, na cerveja e no prato enquanto saboreiam um frango a passarinho (também feito de pombo), uma picanha (picanha falsificada, isso sim, uma capa de contra-filé no máximo... Picanha... Até parece...) e caldos variados (todos iguais, só muda o nome).

No mais, a economia da cidade depende do Distrito Federal para viver, fazendo assim todos migrarem de suas tocas para o lado desenvolvido.

O forte da economia da cidade é a máfia, como máfia de universidades que vendem diplomas, máfia de escolas de trânsito fantasma que vendem carteiras de habilitação e a mais famosa família de fraudadores de concurso público, os quais pela bagatela módica de R$35.000,00 qualquer um compra agora, sem juros, uma ótima vaga para cargos públicos pelo COSPE/UMB (nomes mudados para manter o anonimato dos órgão corruptos de Brasólia) em vários estados do Brasil.

Política[editar]

A mesma ladroagem de sempre. É de lá que é aquele vereador que foi flagrado recebendo propina, mas que como bom brasileiro, já esqueci o nome dele e provavelmente votei nele outra vez e já deve estar na câmara novamente.

População[editar]

O famoso monumento da piroca psicodélica, conhecido por estar pichado durante todos os dias do ano.

Formada em sua grande maioria de agroboys (por estar próximo da área rural), piriguetes, prostitutas, mendigos vendedores de móveis de palha e vendedores de artesanato de pelo de cachorro e penas de pardal pintadas com guache, "jovens" com mais de 45 anos sustentados pela aposentadoria dos pais que trabalhavam em Brasília, e por ex-brasilienses que por conta da falta de grana pra morar em lugar melhor fugiram dos cobradores pra viverem neste fim de mundo, pichadores e velhos.

Saúde[editar]

Doentes em Valparaíso só tem como opção lotar os hospitais das favelas do Distrito Federal como o hospital do Gama, o hospital de Santa Maria e o hospital de Ceilândia, obrigando estes favelados a irem parasitar no Plano Piloto.

Em Valparaíso há apenas um único estabelecimentos de saúde total que está em eterna reforma, e quando está aberto na verdade está sempre fechado por falta ou ausência de funcionários, de atendentes a médicos

A quantidade de estabelecimentos de saúde geral sem internação público com médico para atender é atualmente de nenhum, sendo que estabelecimentos de saúde geral sem internação público sem médico para atender são todos o único hospital.

Conforme a atendente do hospital, vai chegar mês de agosto (a gosto de Deus) um mamógrafo com comando simples, um ultrassom doppler colorido, um eletrocardiógrafo, um eletroencefalógrafo, um equipamento de hemodiálise, um raio X até 100mA, e um raio X de 100 a 500mA.

Educação[editar]

O povo nem sabe o que é ensino fundamental, sendo apenas uma escola pública existente na cidade. Privada não tem em nenhuma escola.

As universidades de Valparaíso são apenas antros de lavagem de dinheiro ao melhor estilo "pagou-passou", que serve apenas os playboys de Goiânia e Brasília, incapacitados de passar em qualquer universidade pública que se preze, se veem obrogados a forjar seu diploma numa universidade de Valparaíso de qualidade completamente duvidosa.

Para atender ao setor de serviços da cidade, sempre em ascensão, diversos cursos de tecnólogos passaram a focar no real potencial do cidadão valparaisiense que não trabalha (ou assalta) em Brasília, portanto sendo oferecidos diversos cursos de plantação de palha, criação de cachorros de rua e pardais que tem como objetivo aumentar a competitividade dos profissionais (mendigos vendedores de móveis de palha e vendedores de artesanato de pelo de cachorro e penas de pardal pintadas com guache) e fortalecer as pequenas empresas (motéis, botecos, igrejas e lojas de "tudo partir de R$1,50"), para tanto estão sendo ministrados cursos específicos como os de trançamento de palha, como pegar e matar cachorro de rua sem tanto sofrimento(pro bichinho é claro), arapuca pra pardal, tingimento de penas com guache e curso de pastor, bem como palestras voltadas para o meio-ambiente e segurança no trabalho.