Vasco da Gama

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Sugestão do Google para Vasco da Gama (navegador)

O grande navegador posando para foto ao desembarcar nas Índias
Vasco da Gama foi um navegador português que fez grande sucesso entre os séculos XV e XVI por ter descoberto a rota marítima para as Índias, já que a rota terrestre estava caindo em desuso devido ao trânsito intenso e às péssimas condições das estradas, além do alto grau de emboscadas árabes. Como recompensa por sua descoberta, passou a receber uma pensão mensal do governo português, sendo este o primeiro mensalão de que se tem notícia. Além disso, tornou-se proprietário de vários clubes esportivos no Oriente, que foram repartidos por seus filhos após sua morte. Vasco da Gama foi o fundador e primeiro presidente do Club de Regatas Vasco da Gama.

Tabela de conteúdo

[editar] Vida em terra

O segundo barco em que Vasco navegou. Não se tem notícia de qual teria sido o primeiro
Filho de um casal de remadores eclesiásticos, Vasco achava muito limitada a vida de navegar apenas por lagos e rios. Ele desejava viagens mais longas, mais extensas, mais perigosas. Foi por isso que, em 1431, aos sete anos, insistiu com o pai para que o matriculasse numa escolinha de vela, onde em pouco tempo tornou-se o aluno mais aplicado.

Durante os anos em que esteve na escolinha de vela Navegando nas Nuvens, Vasco participou de inúmeros campeonatos de vela, mas nunca conseguiu colocação melhor que o segundo lugar. Tornou-se conhecido como O Homem de Prata, devido à quantidade de medalhas deste metal que possuía.

Teve que deixar a escolinha aos 18 anos, pois já não tinha mais idade para estar matriculado nela. No entanto, havia tomado um gosto tão forte pela navegação que decidiu seguir na carreira. Assim, em março de 1451, fez um concurso público para o cargo de Navegador Real, para o qual foi aprovado em segundo lugar.

[editar] Quando Vasco se tornou navegador

No início de sua carreira, Vasco fez apenas viagens curtas pelo litoral de Portugal, chegando no máximo ao arquipélago de Açores. Porém, o destino lhe reservava a oportunidade de entrar para a história quando, em 1497, foi escolhido pelo rei português D. Manuel I para descobrir o caminho marítimo para as Índias, já que a primeira opção do monarca, o obscuro navegador Tomás Turbando, morrera de afta meses antes.

Dom Manuel I (sucessor de D. Joaquim CLXV) retratado por um artista da época. É dito que, na verdade, ele teria um enorme bigode

O objetivo real do rei era aliviar o tráfego da rota terrestre, já que os constantes congestionamentos e as péssimas condições da estrada propiciavam a ocorrência de vários assaltos. Naquela época (final do século XV), ela era popularmente conhecida como "Assaltovia", e sua fama começou a mudar apenas depois das obras realizadas após sua privatização, no século XVII.

Assim, em março de 1497, Vasco da Gama e outras três caravelas partiram de Lisboa rumo às Índias. Para acostumarem-se à cultura local, as embarcações iam em fila indiana: à frente ia a São Rafael, comandada por Paulo da Gama, irmão de Vasco; em segundo lugar ia a São Gabriel, comandada pelo próprio Vasco; atrás delas, ia a Strawberry, comandada por Nicolau Coelho e, por último, a São Miguel, comandada por Gonçalo Nunes, que transportava mantimentos para a viagem.

[editar] A descoberta da rota para as Índias

Imagem do incêndio na caravela São Miguel. Os bombeiros, na lancha à esquerda, não conseguiram acabar com o incêndio porque não acharam nenhum hidrante por perto para conectar suas mangueiras
Logo na saída, a caravela São Miguel sofreu uma pane elétrica devido a uma falha na impermeabilização do casco e pegou fogo e explodiu, queimando assim todos os mantimentos e equipamentos que os navegantes levavam. A perda foi irreparável; quando os marinheiros souberam que todo o estoque de rum e revistas de sacanagem haviam desaparecido no fogo, fizeram um motim que só foi resolvido com o enforcamento de alguns deles.

A viagem seguiu sem novidades até a chegada às Ilhas Canárias, onde os navios foram novamente abastecidos com mantimentos - principalmente carne de canários e um líquido grosso e nutritivo conhecido como leite de Pau Barbudo, extraído da planta de mesmo nome. Esses itens foram suficientes para manter a tripulação bem alimentada até a parada seguinte, realizada já na África, nas ilhas de Cabo Verde. Lá os navegantes conseguiram um considerável estoque de hortifrutigranjeiros, que infelizmente não duraram muito porque as extensões que haviam levado não eram longas o suficiente para manter as geladeiras a bordo funcionando (a data em que a extensão se soltou da tomada em que estava conectada na Torre de Belém, em 25 de abril, é até hoje feriado nacional em Portugal).

Assim, a fome voltou a se abater sobre os navios. Mas as paradas constantes em diversos pontos da costa africana eram suficientes para comprar lanches para manter a tripulação feliz. Um dos preferidos dos marujos era o Buga King, cujo Big Buga, com dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola e picles num pão com gergelim, fazia enorme sucesso.

[editar] Contatos com nativos e outras confusões

O lugar aonde o time do Vasco quase chegou. Caso chegassem, pela primeira vez o navegador teria sido o primeiro em alguma coisa
Nas diversas paradas que Vasco e sua turma fizeram ao longo do litoral africano, conheceram lugares que posteriormente iriam se tornar colônias portuguesas, como Guiné, Angola e Moçambique. Nesses locais eles construíram quitandas e padarias como forma de estabelecer a presença portuguesa e iniciar a exploração econômica do continente.

No extremo sul da África do Sul, por pouco os navios não pegaram a entrada errada e foram parar na Antártida. Ao longo de três dias, navegaram sem rumo. Os marinheiros reclamavam: Tô com fome! Quero ir ao banheiro! e Tá muito longe? Quando afinal conseguiram reencontrar o rumo certo, o local onde erraram a curva tornou-se conhecido como Cabo das Tormentas, de tanto que Vasco foi atormentado pelos tripulantes.

[editar] A chegada a Calicute

Em maio de 1498, a equipe do Vasco chegou à cidade de Calicute, onde hoje é a Índia (que na época era conhecida como Índias por ser composta de diversos territórios independentes). Os portugueses não foram muito bem recebidos, porque os indígenas indianos não queriam negócio com um povo que fedia a bacalhau.

A negociação foi tensa. Diversos marujos foram cedidos aos indianos como eunucos e Vasco da Gama teve que prometer aos filhos do Rei de Calicute que os deixaria pilotar uma de suas caravelas. Cumpridas as exigências, os portugueses foram autorizados a desembarcar na cidade e os contratos foram firmados. Por eles, Portugal tinha direito exclusivo a comercializar os produtos locais e, em troca, faria um desconto na venda de carne de soja.

Depois de três meses de férias, os portugueses decidiram voltar a sua terra natal, pois imaginavam que suas mulheres estavam preocupadas com sua demora. Assim, carregaram os navios com temperos estranhos e vacas sagradas e iniciaram a longa jornada de retorno.

[editar] A volta

Vasco da Gama, depois de milionário, posa na praia particular que comprara em Angra dos Reis, logo depois de o Brasil ter sido descoberto. Na época, terrenos na cidade ainda eram baratos
Apesar de voltarem pelo mesmo caminho que haviam percorrido na ida, os navegadores conseguiram levar mais tempo (315 dias, contra 309 da primeira etapa) - o que é explicável por sua origem portuguesa. Eles também não pararam muito ao longo da viagem, pois estavam ansiosos para voltar a comer bacalhau.

Assim, em julho de 1499, apenas a caravela Strawberry chegou de volta a Lisboa. Os irmãos da Gama haviam ficado no arquipélago de Açores, pois Paulo havia ficado doente depois de comer um acarajé estragado em Guiné Bissau. Depois de duas semanas, no entanto, ambos voltaram a Portugal, oficialmente tornando Vasco da Gama o segundo homem a ter percorrido todo o caminho até as Índias - já que o capitão Nicolau Coelho havia chegado na frente.

No entanto, como Vasco era o líder da expedição, coube a ele todas as premiações e honrarias. Ele passou a receber do governo português uma pensão de 4 mil escudos por mês, que serviram como estoque para sua loja de armas, e ainda ficou com o direito de explorar as terras indianas como quisesse. Após sua morte, o direito foi adquirido por seus cinco descendentes, que repartiram as terras entre si e criaram um loteamento residencial, chamado Morada dos Gama. Mais tarde, entretanto, governantes muçulmanos tradicionalistas confiscaram as terras e as unificaram, criando o que hoje é o Paquistão.

[editar] Vasco governador

Anos depois da primeira viagem, Vasco voltou às Índias pegar uma receita de bacalhau com curry e acabou sendo eleito governador, já que o Partido das Índias Portuguesas (PIPo), que na época tinha maioria no Congresso, queria um p'rt'gaix l'gít'mo para exercer o poder local.

Por dois anos, Vasco foi um governador muito querido pela população, mas resolveu abandonar o poder para abrir um restaurante de frutos do mar em Lisboa, onde pretendia servir o novo prato cuja receita conseguira com José de Almeida Siqueira, líder do PIPo, e que ficaria conhecido como Bacalhau a Zé do Pipo.

O pé de Vasco da Gama depois de cortado. Ele foi plastificado e permanece até hoje em exposição no Museu Nacional Luís de Camões, em Lisboa
Entretanto, Vasco jamais conseguiu realizar este sonho, pois morreu antes de chegar a Portugal. Numa das paradas da viagem de volta, contraiu um bicho do pé que muito lhe incomodava. Pediu ao cozinheiro que ajudasse a remover o parasita e este, muito prestativo, removeu logo todo o pé direito de Vasco, para não haver risco de o bicho permanecer no corpo do navegador. Como o estoque de esparadrapos havia acabado após uma festa muito louca em Madagascar, o navegador sangrou até morrer. Em respeito à memória do herói de Portugal, seu corpo foi conservado em sal, para que não apodrecesse, e levado até aquele país para ser enterrado em sua obscura cidade natal.

Em Portugal, no entanto, o corpo salgado de Vasco foi confundido com um bacalhau gigante e grande parte dele foi servido em seu próprio velório - depois que o engano foi percebido, era tarde demais para jogar tudo fora. Assim, foi servida uma deliciosa e nutritiva vascalhoada, que foi lembrada por séculos. Não se sabe ao certo quais os membros do navegador que foram de fato enterrados.

[editar] Veja t'mbáim


Vascodagama em redonda.jpg Exploradores

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Marcopolopegador.jpg
 
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