Vergina

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Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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pessoas com cultura.

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Vergina, ou em látin Vergínius Virgínias Virgens ou se preferir Vagina, era uma pequena e insignificante cidade grega, que provavelmente não iria fazer nenhuma diferença se existe ou não, mas deu sorte de ser descoberto que nela alguns dos imperadores mais importantes do universo haviam sido sepultados.

História[editar]

Antes de existir cidade, tudo era um cemitério. Mas em um dia qualquer, alguns góticos bêbados estavam passeando por aquelas áreas e acabaram se perdendo. Após andarem por dias e dias, ainda bêbados, perceberam que dificilmente encontrariam o caminho de volta para o futuro casa. Assim, resolveram que uniriam o útil ao agradável e habitariam aquele até então abandonado cemitério.

Então, após noites adentro bebendo, se drogando, fazendo orgias, e muita baderna, a orda parou para começar a construir suas casas e locais onde habitariam. Logo no início da construção das residências, foram achados restos humanos abaixo do solo, e após uma análise mais criteriosa deste restos, eles perceberam que quem estava enterrado lá era gente muito importante, pois junto aos corpos encontrados, haviam alguns utensílios que somente os imperadores possuíam. Depois desta descoberta, eles entraram em contato o órgão responsável para fazer a análise de tudo o que foi encontrado.

Após a notícia ter se espelhado por toda a cena gótica da Grécia, todos os góticos que não tinham um lugar fixo para morar, ou ainda moravam com os pais, resolveram se mudar para Vergina, já que não tinha nada mais luxuoso do que um cemitério de imperadores. E assim, a cidade foi crescendo, casas foram construídas e locais undergrounds também, pois gótico que se preze não quer saber de boate, e sim locais macabros, undergrounds e escuros.

Achados Arqueológicos[editar]

Dois góticos que estiveram no local quando descobriram as tumbas dos imperadores.

As tumbas encontradas, conforme dito anteriormente, pertenciam a antigos imperadores romanos gregos, mas a mais importante e conhecida era a tumba de Felipe II, pai de Alexandre, O Grande Baitola, cuja a tumba era toda em ouro, com detalhes de diamantes e portas de plástico. Foi a maior tumba encontrada e única de um homem.

A outra era de Alexandre IV da Macedônia, filho de Alexandre, O Grande Baitola com Roxana, (aquela negona do filme), e homossexual assumido, assim como seu pai.

Como os túmulos não poderiam simplesmente ficar onde estavam, o governo resolveu fazer um museu com essas tumbas, e passou a cobrar ingresso e imposto para quem quisesse visitar o local histórico. Mas após uma manifestação popular, o governo local parou de cobrar as taxas para visitação e os impostos, e somente após de tomar tais atitudes, é que o local foi nomeado como patrimônio mudial da humanidade pela UNESCO.