Vestido de noiva

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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Vestido de casamento.
Um vestido de noiva tradicional: branco, saia longa e espartilho para disfarçar a barriga de três meses de gravidez

Vestido de noiva, como qualquer idiota pode deduzir pelo nome, é um vestido usado por uma noiva. O que quase qualquer idiota também consegue deduzir é que este é o vestido para ser usado no casamento, e que será arrancado pelo marido logo que o casal estiver longe dos chatos convidados para a cerimônia.

Tradicionalmente, o vestido de noiva é uma roupa cara, na cor branca. O preço caro é pago pelo pai (ou equivalente) da noiva, que fica feliz de gastar essa grana preta (que paradoxo, porque a grana é preta se o vestido é branco?) para se livrar da filha encalhada. O vestido deve ser caro, e a tradição manda que a noiva seja a mais bela da cerimônia.

A cor branca representa a virgindade da noiva. Apesar de todas as recentes discussões sobre quem dá e quem não dá, estatísticas fiáveis mostram que 85,71%[1] das noivas casam-se em estado de virginal pureza. Em outras palavras, é depois do casamento que elas darão pela primeira vez.

Atenção! Se, neste momento, você estiver chorando de emoção, PARE DE LER ESTA MERDA. Você é emo, e não vai gostar do que se segue.

Pre-história[editar]

O vestido de noiva de Eva era apenas uma folha de parreira

Como tudo de importante que acontece, tudo começou em uma história cheia de moral envolvendo Adão e Eva, ou em uma história cheia de putaria envolvendo a mitologia grega.

Adão e Eva, antes do pecado original, andavam nus. Quando eles fizeram merda e viram que estavam nus, arrumaram logo roupas, e foi com esta roupa - uma folha de parreira cobrindo a buceta - que Eva se casou com Adão. Assim, o primeiro vestido de noiva, apesar da noiva ser virgem - porque, se você ainda não entendeu, o pecado original NÃO foi Adão ter comido Eva, mas eles terem desobedecido Deus; mas isso é tema para outra discussão filosófica e teológica - não era uma roupa branca, mas uma roupa verde.

A onda da noiva virgem se casar de branco começou na Grécia. O motivo disso era simples: no início, todas as donzelas eram estupradas pelos Deuses, e se casavam grávidas de semi-deuses, com os mortais cornos. Mas depois de algum tempo, havia tantas mortais que os deuses não conseguiam currar todas, então algumas escapavam e casavam-se virgens. A roupa branca foi estabelecida nesta época, porque o marido tinha que comer a esposa sobre a roupa, e depois mostrar a roupa ensanguentada para seus parentes, para provar que foi ele - e não algum deus filho da puta - que descabaçou a noiva.

A Grécia lançou a moda da noiva vestida de branco

Parece uma coisa pervertida (e é, para nossos padrões morais), mas este costume de descabaçar a noiva sobre a roupa (ou lençois) brancos perdurou até o século XX - pergunte à sua avó (e ela talvez mencione que isso aconteceu com a sua bisavó) sobre a cerimônia do marido mostrar para os parentes e convidados a roupa ensanguentada da esposa recém comida pela primeira vez.

Por falar nisso, um dos deuses do casamento na Grécia se chamava Hymenus, daí que deriva o termo científico para o cabaço (hímen).

Na Polinésia[editar]

Uma jovem virgem havaiana (ou seria taitiana?) esperando seu futuro companheiro voltar do traiçoeiro Oceano Pacífico

No Havaí (ou seria no Taiti?), antes da chegada dos europeus que corromperam o povo local com ideias idiotas de que o corpo nu é pecaminoso, havia uma tradição interessante: as meninas não vestiam roupa nenhuma da cintura para cima, até o dia do casamento (mas podiam usar colares). No dia do casamento, elas usavam um tomara-que-caia, e continuavam usando até engravidar e ter o filho quando, por motivos práticos (amamentação, uma obrigação sagrada das mulheres que a sociedade atual reprime de forma brutal) voltavam a andar com os peitos desnudos.

Ou seja, andar com os seios cobertos era um sinal de não estou disponível para ser comida por qualquer um, exceto meu marido.

Ética nas cerimônias[editar]

Existem algumas regrinhas básicas que devem ser respeitadas nas cerimônias de casamento. Não respeitar estas regras implica em ostracismo social ou, dependendo dos amigos do casal, em tomar muita porrada.

  • A noiva tem que ser a mais gostosa da cerimônia. Se você for uma convidada, você deve se vestir da forma mais baranga possível, sem usar decotes, sem mostrar as coxas e, muito menos, sem pagar peitinho.
  • É permitido chorar na cerimônia, mas dar escândalo e sair gritando não pode.
  • Sexo antes do casamento não é recomendável, porque atrasa a cerimônia.
  • É eticamente correto encher os bolsos e a bolsa com os salgadinhos e docinhos que sobrem no fim da festa; afinal, aquele filho da puta pão duro do pai da nova contratou um bufê tão ruim que ninguém conseguiu comer direito (tá, teoricamente o único que devia comer bem é o noivo)
  • Se você for um dos 14,29%[1] que comeram a noiva antes do noivo, não é permitido passar a mão na bunda dela de forma visível, nem pegar nos peitinhos dela quando os convidados estiverem vendo.

O vestido[editar]

Um vestido de noiva século XXI, em que a saia foi substituída por um short

Para finalizar o artigo, vamos finalmente falar do vestido.

O vestido de noiva pode ser qualquer coisa, desde que seja

  • um vestido (que pode ser também um shortinho)
  • branco
  • deixe a noiva gostosa
  • esconda a barriga nos casos em que a noiva, além de não ser virgem (14,29% dos casos[1]), ainda está grávida - principalmente se ela estiver grávida do Ricardão e o babaca que vai casar com ela não sabe

Recomenda-se também que a noiva use calcinha na cerimônia, não porque ela vá pagar calcinha (mas tem alguns vestidos tão transparentes que até quem sentou no fim da igreja sabe a cor da calcinha que ela usa), mas porque o marido deve ter o trabalho de tirar sua calcinha antes de comê-la - mas alguns estão tão bêbados que nem vão se lembrar o que comeram no dia do casamento.

Referências[editar]

  1. 1,0 1,1 1,2 Nas últimas oito vezes que eu fui a um casamento, em sete perguntei à noiva se ela estava casando virgem. Seis responderam que sim, e uma me deu um chute no saco. A oitava eu não perguntei, porque eu tinha comido ela na manhã do casamento, como a sua despedida de solteira. Com ajuda da minha calculadora, e conhecimentos profundos de matemática, chega-se à estatística: 85,71% = (6/7) x 100%