Virginia Woolf

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Pensador trabalhando.jpg Virginia Woolf é um filósofo
Portanto também é um deficiente mental...

Este é mais um desocupado que não tinha porra nenhuma pra fazer além de contemplar a empolgante vida sexual dos caramujos-de-jardim. Se você é uma pessoa provida de um pouco de sanidade mental, vá procurar algo melhor para ler, como uma bula de remédio!



"Quanto mais se envelhece, mais se gosta de indecência."
Woolf.jpg


Nome Virginia Loobo Woolf
Profissão Escritora, colunista e louca
Obras conhecidas ...
Influências Anorexia, depressão, tuberculose, inúmeras DSTs, esquizofrenia...
Dieta Roedores, gatos, cachorros, senhoras bissexuais e críticos literários
Maior feito Suicídio

Cquote1.png Você quis dizer: Cabrita Magrela Cquote2.png
Google sobre Virginia Woolf
Cquote1.png Virginia quem? Cquote2.png
Você sobre Virginia Woolf
Cquote1.png Esqueceram de dar comida pra véia Cquote2.png
Engraçadinho sobre suposta anorexia de Virginia
Cquote1.png Deus salve a rainha! Vamos caçar raposas! Cquote2.png
Ingleses indiferentes sobre V. Woolf
Cquote1.png Eu admiro; seu uso; do; ponto-e-vírgula; isso lhe dá; um interessante; estilo; Cquote2.png
Qualquer professor sobre estilo literário de Virginia
Cquote1.png Tenho a certeza de que estou enlouquecendo novamente... Cquote2.png
Virginia Woolf sobre ela mesma
Cquote1.png Sonho todas as noites com Virginia, seu toque de veludo; Nossos corpos se entrelaçam sob o lençol frio das madrugadas ardentes; Ela me penetra e me rasga com a doçura sádica e cruel de mil lâminas Cquote2.png
Leitora lésbica e esquizofrênica sobre sonhos eróticos com Virginia Woolf
Cquote1.png Estou vendo o nariz de Virgínia Woolf apontando lá na curva, há mais de duzentos metros daqui! Cquote2.png
Voyeur sobre suicídio de Virginia Woolf
Cquote1.png A pessoa que tanto querias,antes mesmo de raiar o dia,deixou o ensaio por outra,ó triste senhora! Disfarça e chora... todo pranto tem hora. E eu vejo o teu pranto cair no momento mais certo! Cquote2.png
Zélia Duncan sobre Virginia e Vita
Cquote1.png Foi tarde! Grande coisa defender os direitos e a liberdade das mulheres em livros e confinar as empregadas em quartinhos 2x2 Cquote2.png
Empregada recalcada da casa dos Woolf sobre morte da patroa
Cquote1.png Cala a boca e vai assar o carneiro Cquote2.png
Espírito autoritário de Virginia Woolf
Cquote1.png "Quanto mais se envelhece, mais se gosta de indecência." Cquote2.png
Virginia Woolf justificando suas práticas panssexuais
Cquote1.png A Virginia Woolf é a única escritora que me ultrapassa. Cquote2.png
Katherine Mansfield sobre o talento de V.Woolf
Cquote1.png Cala a boca,aidética Cquote2.png
Clarice Lispector sobre Katherine Mansfield
Cquote1.png Clarice,por que você não vai pensar sobre as emoções que se sentem ao atravessarmos a rua? Cquote2.png
Katherine Mansfield,recalcada sobre hábito de Clarice de querer tornar tudo passível de Literatura.
Cquote1.png Cadê o artigo logo,porra!? Cquote2.png
Você sobre nossa enrolação.

Biografia[editar]

Pensando na morte da bezerra

Virginia Woolf (25 Janeiro, 1882 - 28 Março, 1941) foi uma colunista Inglesa de revistas de fofoca e projeto de escritora, aclamada como uma das melhores fofoqueiras do século XX - vinte, para você, ignorante - levando em consideração que detalhava com riqueza todos os mexericos do Reino Unido; as roupas, com seus detalhes e botões; os cabelos, com suas lêndeas e caspas; os rostos, com suas verrugas e perebas; e inúmeros ponto-e-vírgulas. Tinha uma paixão indiscreta e voraz por travessões, ponto-e-vírgulas e adjetivos; o que faz com que todas suas narrativas soem cansativas demais, abstraindo os itens citados acima, podemos transformar uma obra de 500 páginas em um conto infantil e previsível de 5.

Infância[editar]

Virginia teve uma infância perturbada - É mesmo? Noooooossa! Não sabia - O pai era um intelectual falido, a mãe além de lunática, já estava morta. A relação entre os irmãos era incestuosa. Morava também com a família a velha avó, que muito criticava a pequena Virginia pelos seus hábitos nada normais - como colocar pedrinhas nos bolsos e percorrer a orla do lago de olhos fechados. Virgininha não ia à escola, julgava esta ser inferior demais para o seu cérebro genial. Aprendeu a ler, escrever e chantagear sozinha. Após ter domínio dos itens citados colocou seus chifrinhos de fora e passou a torturar a todos com sua escrita hipnótica. Virgí nia foi uma mulher brilhante com o pensamento a frente do seu tempo,talvez tenha sido importante demais pra ser lembrada até hoje por sua introspectividade e sua fluencia com o mundo das letras.Virgínia nao é um lenda é um mito.

Vida Adulta[editar]

Virginia e sua amante
Cansada das críticas da véia que não morria avó e dos abusos dos irmãos, Virginia decide sair de casa. Mas era mulher e pobre, o que era péssimo na época - e até hoje. Arranjou um bobalhão qualquer para se casar, Leonard Woolf, que deu a ela casa, comida, roupa lavada e um sobrenome decente.

Em menos de um ano se cansou da monotonia de estar casada com um trouxa qualquer e inventou o lesbianismo, a vida se tornou mais divertida, afinal ela tinha 1001 empregadas para satisfazer seus desejos nada convencionais. Das empregadinhas magrelas às dondocas inglesas, das chaleiras aos nabos do quintal, Virginia aproveitava a diversidade. Numa bela tarde primaveril, enquanto se masturbava com um livro - E como eram maravilhosos os livros! - lhe veio a ideia de voltar a escrever, como na infância. Que doçura não seria ter seu próprio livro de capa dura para satisfazer-lhe os desejos egoístas! Virginia desatou a escrever, sem parar, sem comer, sem dormir... até que a oxigenação de seu cérebro foi interrompida, deixando-a louca. Leonard então, vendo que sua mulher estava seriamente doente, decide virar cigano e se mudar de casa com a mesma frequência que trocava de cuecas. Com tantas mudanças, Virginia despirocou de vez, tentava se matar também com a mesma frequência em que as cuecas de Leonard eram lavadas - não necessariamente por este motivo.

Um telefonema com Katherine Mansfield[editar]

Toca o telefone: tlin tlin (como sinos de uma catedral,pensa Virginia enquanto costura uma toalha castanha,com muitos detalhes nas bordas; no centro - etc.) Nelly atende.


Nelly:- Desembucha. km: - Oh! Nelly: - Quem geme? km: Oh! - É a Katherine,tudo bem,adorable Nelly? Há por acaso alguma cabrita linda,encantadora,costurando ou cozinhando nesta casa? Com quem eu possa - oh! com quem eu possa - falar? Nelly: - Virginia,telefone pra você! Virginia: - Eu não mandei dizer que estava colhendo pedras,sua incompetente! Oh! Hello,Kathy,how are you doing? km: Fine,little gal (tchy) Estou resfriada,huhu. Vocês acham que contratarão mesmo esta senhora indelicada - oh! extremamente indelicada - esta senhora chamada Nelly? Virginia: -Sim,pois - diria Nelly,com sua parcialidade odiosa - e que Peter odiava - e que Mary amava - e que Sr. Harrymongo apreciava levemente: as suas mãos; os seus pés; as suas violetas encharcadas, o seu pescoço convidativo, a sua pussy conservada que - diria August - era uma pera suculenta,mas que - obviamente - Lang Pet descordaria,pois achava - além de sua pussy,também o cabelo: muito emaranhados e sujos,com bichos passeando por eles; com aquela cor lamenta,negra; extramamente nojenta e -além disso,viriamos todos a saber - a sua personalidade também era uma coisa estranha - diria Poter,com sua maldade de sempre (sim,pois Poter era uma coisa maldosa: repreendia os filhos; os empregados; a sua própria mulher; a si mesmo); que ela era uma mulher com muitas qualidades negativas - e que poderia matar qualquer pessoa assim como matara Lang no verão de 1843,que aliás - viriamos a saber - era um ano terrível para as mulheres que se dedicavam à literatura; à jardinagem; à música: ao canto; às artes plásticas. Mas Nelly também nunca tivera esses dons. Soubemos recentemente - por cartas muito concretas de parentes distantes: o tio que mora na Noruega,de onde extrai ouro e diamante; a sobrinha que mora na Argentina,onde dança tango; e os outros - viemos a saber que ela nunca dera para a arte como as escritoras inglesas de nosso tempo. Mas que era inclinada (sempre fôra) a ser uma doméstica; lavar ; passar; recuar diante dos pedidos das patroas - e sempre tivera muitas,desde que nascera em Nova Zelândia e depois - sim - ela era uma coisa útil,que caberia em um quartinho 3X4,com os ratos; aranhas; cobras; morcegos; toda espécie de bichos peçonhentos,dourados,negros,etc; - e que poderia ser minha escrava (não sexual,pois para isso já me basta Vita - que diz que Nelly não serve para cuspir em meus sapatos de carmuça amolecida; muito lindos; muito negros; lustrosamente negros; luxuosamente negros; luxuriosamente negros - ui - etc); mas penso que ficarei com ela mesmo sem consultar Leonard que aliás me chama para a janta. Hoje receberemos os de Bloomsbury group,todos empenhados em descobrir uma nova forma de abrir uma empresa onde possamos vender livros - muitos livros - e também jóias; colares; brincos; toda espécie de coisas que dão dinheiro mas - desculpe,Katherine,Leonard Woolf me espera. km: Oh!

Tardes com Katherine Mansfield[editar]

Típico Chá da Tarde Virginiano

Virginia era uma mulher muito versátil. Além de viver com o gay enrustido marido Leonard Woolf e manter um longo idílio com Vita, ela, vez por outra,convidava amigas para ir à sua casa tomar chás de fim de tarde. Mas isso só quando estava com muita vontade de comer bolachas. Com a descoberta de um bombástico diário de Katherine Mansfield, uma de suas quase sempre convidadas, puderam-se descobrir várias coisas, inclusive a causa da DST Mansfieldiana.

Segue um texto retirado do diário de K.M., em um dia especial:

" 'Eu e Vita brigamos novamente. Separamo-nos. Penso que somos imiscíveis: ela com o seu pudor apenas por aparência e eu com a minha liberdade de corpos. - Bolinha de queijo, minha riquíssima margarida - oh,como hoje estou brega! - minha riquíssima margarida, eu preciso de você. Venha tomar chá comigo. Se você soubesse como estou precisando comer bolachas! Te espero no final da tarde. Sua,sempre sua,todinha sua, Virginia Woolf.' - foi este o bilhete que recebi hoje de manhã,de mãos desconhecidas. Meu coração se pôs trêmulo de felicidade,de esperança,de tudo,enfim! Ah! Penso que somente a Virginia me proporciona a quentura de que preciso para viver, e que mulher alguma jamais me ofertou. Essa quentura eu a senti hoje, e muitas vezes,quando às margens do rio Ouse,ainda meninas, nos amávamos timidamente.

Oh - a casa dela estava uma desordem! E cheia de uma mobília estranha e empoeirada. Só Virginia dava o ar que a casa merecia, por ser grande. Pois então: desconfio que Vita não sabe cuidar muito bem das passarinhas,estavam magricelas. Tanto menos das plantas,todas secas. Ah, e havia muitas calcinhas pelo chão. Roubei uma para mim.

Tomamos chá e conversamos sobre variados assuntos. Céus,como a Virginia sabe beijar falar sobre qualquer espécie de coisa! Uma companhia muito agradável e linda, não me canso de dizer.

No fim da noite,Virginia começou a fazer movimentos macios com o seio e me disse: - quero te adentrar com nariz e tudo. Eu tomei um susto, naturalmente. Então fomos para a sala, onde ardia uma lenta lareira.

'Tire minhas calças com a boca', ela ordenou serena. Mas então hesitei. Virginia deveria ter gonorreia,afinal já havia transado com metade de Londres. E com Vita,que já havia transado com a outra metade.

Mas então eu perdi totalmente o pudor. Como o mundo é inútil! Para que termos bocetas corpos,se estes devem ficar encerrados em uma caixa, como se fossem violinos raros, muito raros? (Embora o corpo de Virginia merecesse um tratamento de violino raro, devo confessar.)

Então eu tirei a sua calça e ela tirou a minha. Virginia me devorou,maravilhada. Antes da troca dos líquidos - que me queimavam em terna alegria - ainda pensei em hesitar. Mas ah! A pereira estava tão florida como sempre!"

K.M.

Suicídio[editar]

Virginia passa a escutar vozes, que nada mais eram do que seu espírito travesso e inquieto que não cabia mais dentro de seu corpo mirrado de cabrita velha, queria gozar das sensações de ser uma alma livre e desimpedida. Tendo provado de todas as experiências possíveis em vida, V. Woolf se entrega aos desejos de sua alma vadia, que lhe havia soprado aos ouvidos: "Soube que as águas do Rio Ouse são ótimas para o prazer solitário. Leve pedras arredondadas". Na mesma tarde enche os bolsos do vestido de pedras arredondadas e de formatos fálicos e se lança nas águas libidinosas do Rio Ouse (Não sem antes deixar uma carta a Leonard).


Carta de Suícidio[editar]

Segue abaixo a famigerada carta de suicídio - sim, a mesma que as leitoras lésbicas copiam e usam como frase de MSN.

"Queridíssimo trouxa,
Como sabe, já cansei dos prazeres deste mundo e você - naturalmente -, não presta para inovar. Não conseguiremos passar por novos tempos difíceis, pois é incapaz de algo além de papai e mamãe. Estou ficando louca novamente, não que ache realmente isso, mas os espíritos disseram.
Você me deu muitas possibilidades de ser feliz, embora faça tudo errado. Esteve sempre ao meu lado, como um cachorro paraplégico. Não creio que haja outra pessoa no mundo capaz de ser tão miseravelmente tonto e amável como você.
Sem mim, você poderá finalmente sair do armário - eu e toda Bloomsbury sabemos disso - e ser feliz.
Enfim, o que quero dizer é que me tornei o que sou graças a você e sua falta de pulso firme. Se alguém pudesse me tornar uma pessoa normal, esta pessoa seria você. Tudo passa pra mim, exceto a certeza do quanto é idiota.
Não acredito que duas pessoas podem se enganar tão bem quanto nos enganamos.
V. (de Virginia, não de Viado, seu tonto.)
PS: Gastei todas suas economias.'


Feminazi.png

Este artigo é feminista!

Provavelmente ele se trata de uma gorda com pelos no sovaco e seu autor é um mangina opressor sem vivência.

Não vandalize, pois a Xena está de olho.

Death99.png
Virginia Woolf já morreu!

E fizeram festa no velório!

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