Viva la Vida or Death and All His Friends

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Indiemo.jpg Let's see any iranian film?

Este é um artigo INDIE!

Se não fosse por nós, o nível de ridiculosidade no mundo seria baixíssimo.

Undersk.jpg
Mamonasalb.jpg Este artigo se trata de um álbum

E você baixa da internet porque não tem dinheiro.

Conheça o resto da playlist clicando aqui.

Babel fish.gifTraduzindo: Viva a Vida ou a Morte e todos os seus amigos
Babel Fish sobre Viva la Vida or Death and All His Friends
Cquote1.png Me chamou? Cquote2.png
Gótico sobre amigos da morte
Cquote1.png Hoje você irá descobrir: Viiiiva la vida: Para viver a vida, ou para se comemorar a existência dela? E, quem são os amigos da morte? Você irá descobrir agora, aqui, no Globo Repórter! Cquote2.png
Sérgio Chapelin sobre Viva la Vida or Death and All His Friends
Cquote1.png Prefiro os álbuns anteriores! Cquote2.png
sobre Viva la Vida or Death and All His Friends
Cquote1.png Melhor que todos os outros: esse tem Viva la Vida!! Cquote2.png
Poser sobre Viva la Vida or Death and All His Friends
Cquote1.png Esse é o álbum mais conhecido da banda: Viva la Vida e Lovers in Japan já passaram no TOP TVZ!! Cquote2.png
Poser metido à cult sobre Viva la Vida or Death and All His Friends

Viva la Vida or Death and All His Friends ou apenas Viva la Vida para pessoas normais e preguiçosas é o quarto método de tortura álbum de estúdio da Chris Martin Band banda inglesa Coldplay. Álbum este conhecido pelas várias experimentações musicais feitas pela banda, proposta de Brian Emo Eno, que já havia coordenado surubas trabalhado para o U2 anteriormente. Ele estimulou os integrantes da banda a dar o máximo de si em novos meios de música. Ficou comprovado que virou uma banda de rock barroco com uma mistura indie e de rock desconhecida, tendo a participação até de Jay-Z na música Lost! (nome mais apropriado para uma música com participação do Jay-Z, impossível).

O álbum[editar]

Aparelho de última geração utilizad pra explorar todas as qualidades musicais da banda

A presença forte de variados instrumentos, como guitarra, bateria, flauta, sino (preste atenção, talvez seja o sino que foi roubado da igreja de sua cidade), atabaque de macumba e o estalar da língua, além da habilidade de Chris Martin em dar pulos, coisa que fez em cima da madeira dando um efeito boom tímido em Violet Hill. A construção das músicas foi baseada numa visita da banda à região metropolitana do Rio de Janeiro, mais precisamente numa favela (provavelmente com um nome tosco, como Favela da Farinha, que, após a visita de Cris virou Favela do Toque Frio - Coldplay traduzido pro português, sua mula!). Como eles chegaram em um dia de muita movimentação na área eles sentiram de perto a realidade da área, mas, como para ricos e gringos isso é nada mais nada menos do que uma grande aventura (mais divertida e emocionante do que o Hopi Hari!!), o Coldplay usou tudo o que viu por lá para escrever as músicas de seu álbum. Mas, com medo da xenofobia inglesa (qualquer coisa vinda do Brasil para os ingleses é lixo - não que Viva la Vida não seja um), decidiram dizer que tinha um quê de homenagem à uma mexicana com suas pinturas contemporâneas simples e que tinha um pezinho na França, com citações em algumas músicas de Revolução Francesa, além de Joana D'Arc na capa segurando a bandeira da Gayland França. Para a tristeza dos historiadores punheteiros de plantão, a parte do peito de Joana que acidentalmente aparece na imagem teve os mamilos supracitados.

Claro, não se pode esperar uma mulher pelada num álbum do Coldplay. Mas sim, um monte de homens em volta. A alusão da França foi para equilibrar as coisas, como o álbum tem menos músicas emos tocantes, tinha que ter algo gay em outro lugar para compensar. Eis que decidiram que o cu de Chris era o lugar ideal a capa do CD com uma bandeira da França já bastava. Também devido à xenofobia, outra história para a criação do álbum foi criada, envolvendo diretamente o produtor Brian Eno, além de o Coldplay demonstrar que no fim da carreira falta pouco, já tem outro emprego pela frente: abrir uma companhia de teatro. Sim, o melhor álbum segundo álbum mais vendido da banda saiu durante uma brincadeira de teatro. Ambas as teorias são controversas e dividem os coldplayers em duas grandes frentes, ou até mais, já que em todo lugar existem ufólogos, e, estes, no caso do Coldplay, acreditam que o álbum Viva la Vida or Death and All His Friends surgiu após uma visita de um ET à Londres, e que ele era fã de Coldplay. Ele supostamente teria dado idéias de músicas para Chris, vide, ter escrito tudo. Como Chris estaria com preguiça de escrever músicas e com uma arma intergalática na cabeça, ele imediatamente aceitou a oferta e fez o álbum. Para os ufólogos, esse ET é apaixonado pela França, e, portanto teria pedido uma alusão à sua nação no álbum.

Bom, vamos às duas teorias:

Teoria Teatral[editar]

Capa pornográfica do álbum. Peraí, pornografia no álbum é coisa de outra banda!

Chris Martin havia refletido sobre o X&Y, trabalho anterior, e pensou:

Cquote1.png Puta que pariu, estamos emo demais! E olha, o Radiohead nem está sendo mais tão lembrado assim na mídis, se continuarmos copiando eles vamos terminar do mesmo jeito, com os mesmos fãs idiotas facilmente manipuláveis e com um monte de guria retardada que prefere gastar dinheiro com o CD do Luan Santana a que com o nosso! Assim vamos à falência!
Chris Martin sobre durante gravação do novo CD

Com isso, a banda imediatamente tratou de jogar fora guardar as músicas mais emos 'tristes' e 'reflexivas' da lista que tinham feito e decidiram fazer tudo do zero. Brian Sal de Fruta Eno então decidiu por o time grupo numa concentração, num quarto de ensaios e começou a testar os ritmos da banda. Ao ver que Chris Martin mandava nos demais, Brian decidiu expulsar ele do estúdio.

A desculpa dada foi porque ele dava muito palpite. Conhecendo Chris, se ele interferisse diretamente, as músicas seriam em média 8 minutos mais longas, com gemidos falsetes em todas, com solos instrumentais que quase param de tão lentos e que fazem até quem tem insônia começar a dormir.

Com isso, Bian Eno assumiu o controle, e, inicialmente queria ser o novo o novo ídolo do Brasil mundo (só do Brasil é para fracos). Mas ele notou algo errado. Ele fazia as músicas e fazia com que os demais integrantes fizessem o mesmo. O problema era que os outros componentes nada mais são do que avatares que são comandados via controle remoto, controle remoto esque que, se havia perdido qdo Chris Martin acidentalmente o deixou cair num resto de bolo de aniversário de 15 anos que estava na geladeira, e, ele acabou ingerindo o controle remoto, e, nem percebeu. Por isso Brian não conseguia controlar o ímpeto do grupo, já que eles precisavam de alguém que os desse ordens. Um rei. Daí começou a surgir uma idéia de como seria o álbum.

A ideia[editar]

Moderno estúdio escolhido para as gravações.

A idéia era fazer um teatro, fazer como em vários jogos RPG. Fazer do estúdio uma sala de teatro, Brian chamou Chris para interpretar um rei, e, Jonny Buckland imediatamente decidiu pegar o papel de rainha do reino. Não demorou muito para surgir a ideia de Cemeteries of London. Bom, na verdade porque era noite em Londres quando eles iam começar isso, e, como havia um cemitério vizinho à casa de gravação, decidiram por esse nome.

Eles viram alguns espíritos por ali, não se sabe ao certo se viram mesmo ou se não viram mas viram, daí, decidiram criar uma música fantasma em homenagem à eles, vide, Life in Techinicolor, instrumental, aliás, nesse álbum está a versão instrumental dessa música (para dar mesmo a impressão de assombração, e, claro, para vender esse single no iTunes). A versão cantada tem várias alusões à Amor, não me deixe ir, Não gostaria de me levar onde as luzes da rua brilham?. Sim, seriam as ruas do céu, onde, ao contrário das de Londres, a iluminação pública é impecável. Esse amor seria um fantasma, bem, na verdade, o Gasparzinho, paixão de infância de Chris.

Após esses pequenos delírios off-work, viram que essas bostas estavam bem feitas e puseram no CD. Life in Techinicolor primeiro, porque, bom, há de se falar que apareceram fantasmas primeiro, para aguçar a curiosidade do fã para saber de onde eles surgiram. Ora, do cemitério ali ao lado!

Cquote1.png Eu já sabia! Cquote2.png
Idiota que levanta cartazes no estádio sobre saber que os fantasmas descritos vinham de um cemitério

Eis que chega um convidado da banda para participar do teatrinho, o rapper Jay-Z, que estava desanimado com a vida, por ser casado com quem ele é, por ser um rapper de sucesso e também por cagar dinheiro. Pô, a vida já nem tinha mais graça, portanto ele foi experimentar algo novo. O problema é que ele chegou atrasado na sala de ensaios, disse ele que ficou perdido durante o caminho para o local. Provavelmente tinha alguma gostosa passando pela rua e ele desviou o olhar, ou, simplsmente a deu uma carona para fazer um aquecimento para o teatrinho que faria com o Coldplay, sé é você me entende...Daí surgiu Lost, e, com o !, pois ele exprime o sentimento exato dos Coldplay e de Brian Eno quando souberam da história complicada que Jay-Z usou para justificar o atraso. Já começara ali o teatro.

Brian Eno, malandro, já queria fazer de tudo para demonstrar de algum jeito que faltava algo para a banda ser perfeita com Chris, e, não com ele. Chris havia dito que em 1 hora com seu talento singular comandaria tudo e terminaria o teatro. Brian então desafiou e disse que em exatos 42 terminava. Houve um agrande discussão entre os integrantes, e, Jay-Z, cansado e reclamando (como sempre), decidiu ir embora e largar tudo. Decidiram seguir então sem Jay-Z e esse desafio foi proposto, virando uma música. Os versos You thought you might be a ghost; You didn't get to heaven but you made it close revelam o fim desse desafio: foram acrescentados após o teatro, que durou 43 minutos sob as mãos de Brian. Ou seja, ele não chegou ao paraíso, mas quase o fez.

Claro que isso foi disfarçado, para não expor um possível racha do grupo, ainda mais na Inglaterra e sua mídia sensacionalista, e também para não dar margem para aumentar a proporçar da merda declaração de Chris que dizia que bandas não deviam existir após os integrantes terem 33 anos. Claro, se essa banda for tão chata assim, não devia existir nem com mais, nem com menos de 33 anos...

Mas viram que durate as atuações até aquele instante, apenas as coisas que aconteciam por fora rendiam músicas, e, a droga do teatrinho em si com um roteiro idêntico ao do É Tudo Improviso não estava dando tão certo. Começaram a se lamentar, e muito, vide os versos When it started we had high hopes; Now my back's on the line; My back's on the ropes. Claro, eles começaram bem, o figurino estava uma beleza (Bruno Chateubriand tinha feito tudo com amor e carinho para a banda), tinham um convidado especial (Jay-Z, era ainda por cima negro, não seriam tachados de racismo por não terem negros no projeto), mas tudo estava indo por água abaixo.

Ao ver essas lamentações, Chris decidiu retratar a tristeza da equipe em nada dar certo. Surgia Yes. esse nome foi dado porque o produtor tinha perguntado Qual o nome dessa música que tu tá escrevendo Chris?, mas ele entendeu Isso o que tu tá escrevendo é uma música Chris?. A resposta foi Yes, e, quando perceberam a merda já estava feita (provavelmente esse produtor já trabalhou em um cartório).

Cquote1.png Tá beleza, 6 músicas se passaram e nada a ver com a porra do teatrinho que tu falou, seu bossal. Não tem criatividade pra contar uma história decente não? Cquote2.png
Você

Cquote1.png Dá pra ler até o fim? Obrigado. Cquote2.png
Eu sobre citação acima

O surgimento da melhor (?) música do álbum[editar]

A capa do silgle de Lost! parece normal assim, mas, veja ampliado e olhe a localização do mapa do fundo. Realmente, não há lugar melhor para sinalizar quando alguém está perdido!

Eis que eles finalmente decidem se organizar. A ideia era buscar uma inspiração para o que seria a música de número 7. Por obra do destino uma música(?) de Joe Satriani estava passando na VH1, no That Metal Show, sim, uma música instrumental, chamada If I Could Fly. Chris observou bem ela e com seus dons copiadores, rapidamente absorveu o ritmo. Só faltava escrever alguma merda na música. Brian Eno, então, pensou algo medieval vai cair bem nessa bosta. Imediatamente bate o olho em um livro de História que antes só servia como parque de diversão para ácaros e de apoio de estantes e o abriu, exatamente na página que falava da Revolução Francesa. Pronto, lembrou de rei, queda de império, povo revoltado, surgia um tema pro teatro.

Logo Brian e Chris decidem esquecer o passado e se juntam, com um único propósito: ganhar mais dinheiro fazer uma música decente nessa bosta, para que os fãs gostassem e gastassem dinheiro elogiassem e reconhecessem o trabalho do Coldplay. Logo começaram a reproduzir o que lá estava escrito, chamaram alguns figurantes.

Se comoveram com a história de um que virou gari, já que ele hoje varre as ruas que já foram dele. Guy Berryman e Will Champion decidiram contribuir, foram roubar algum sino. Brian logo começou a discutir com Chris, de verdade, porque Chris descobriu que seu castelo se apoiava sobre pilares de sal e pilares de areia. O castelo a que ele se referia era uma maquete de um trabalho da 4ª série, no qual ele sempre pensou que estava bem apoiado sobre uma estante, naquela casa de gravação. Era a única lembrança que Chris tinha de algum contado com outro ser que não o achava estranho: uma amiga que fez esse tal castelo com ele. Talvez não o tenha achado estranho porque era cega.

Foi ainda mais fácil terminar a música quando chegou a entrega do Burger King no local (não, não era nenhuma droga dentro do hambúrguer), logo porque viram a foto do emblema do Rei do Burger King, e bateu a idéia de Brian:

Cquote1.png Chris, vire rei e simule o que aconteceria se eu virasse o novo dono vocalista da banda! Cquote2.png

Pronto. Viva la Vida estava pronta. Jonny Buckland não interpretou muito bem o papel de princesa, por isso a única citação emo mais romântica em toda a música foi Once you go tehere was never / never ever an honest word / but that was when i ruled the world. Elae ficou muito empolgado por estar ao lado de Chris e com a Gwyneth Paltrow ocupada com um negão na cama muito trabalho paralelo, sem pertubar os dois.


Em um dado momento, na parte Now the old king is dead! Long live the king!, precisavam de uma montanha para fazer com que a inspiração para o clipe Viva la vida, que seria a principal canção do álbum tivesse uma continuação.

Pós-Viva la vida[editar]

A banda comemorando o feito de ter escrito uma música que os faria conhecidos (ou não) por qualquer um, e os faria ganhar muitos poserr fãs.

A idéia então foi fazer uma improvisada dentro do próprio estúdio, foi simples, pegaram um monte de entulho e amontoaram um em cima do outro, basta combrir isso com algum tecido. O único disponível era um violeta, visto que os que eram marrons estavam sujos de ketchup daquele hambúrger (a empolgação com a música foi tanta que na parte OoOoOoOoOoOoOoO de Viva la Vida em que Chris imita um boneco de posto o hambúrguer saiu voando e foi parar nos lençóis). Daí criaram montanha violeta, e os versos When the future's architectured, By a carnival of idiots on show, quis reclamar principalmente sobre a gravadora da banda, que queria que os fãs decidissem o futuro da mesma com uma enquete do tipo:

Que tipo de Coldplay você mais gosta?

( ) Emoplay
( ) Indieplay
( ) Progplay
( ) Outroestiloplay

A raiva foi porque havia o sério risco de o Coldplay virar um Black Eyed Peas, já que a legião de gurias retardadas amaria ter mais uma banda pop em seu iPod, ou, viraria emo, coisa que já era antes ninguém nunca imaginou que o Coldplay fosse. Sim, visto que a legião de miguxos faria de tudo para também ter outra banda 'emuxa' em seu MP3, ainda mais, porque o Chris Martin é lindo.

Exemplo de gurias retardadas que poderiam fazer do Coldplay um Emoplay.

Seguiram então no balanço do Morango fazendo o álbum, sim, pois comer morangos enquanto se está trabalhando acalma (ou não, ainda mais se essse estiver estragado). O céu estava azul, mas vez em quando do nada ficava cinza, mas, sem a uma certa coisa não era a mesma coisa. Essa coisa era Jay-Z, que havia prometido uma festinha privê com todos da banda, como tinha ido embora mais cedo irritado, o pessoal sentiu a falta dele. No clipe da música aparece Chris com outra roupa super da moda desesperado para salvar alguém. Muitos especuladores da mídia afirmam que seria Chris tentando chamar Jay-Z de volta para animar o ambiente.

Mas, no clip ele consegue, na vida real, não. Claro, em clipes e músicas tudo tem que terminar bem pra agradar ao público (exceção com coisas emo). Por isso que provavelmente também o CD termina com apenas 10 músicas, já que, se Jay-Z estivesse presente, talvez rolarre mais músicas...e se ele trouxesse a Beyoncé então...

Por fim, como toda peça de teatro tem que ter ao menos uma morte (se você achar que não, o problema é seu), logo decidiram tentar envocar os tais fantasmas que inspiraram Cemeteries of London. Não demorou muito para não aparecerem fantasmas novamente, mas também surgirem alguns góticos, macumbeiros, pscografistas procurando por um novo livro para escrever, e por aí vai.

O coveiro também apareceu, revoltado com a banda porque ao se erguerem dos túmulos alguns espíritos são meio desastrados e espalharam terra pra tudo quanto é lado....Surgiu Death and All His Friends. O fim da música é mais movimentado porque nessa hora que todos se reúnem e assustam os vizinhos pedindo doces ou travessuras. Exceto os góticos, que preferem sangue ou travessura.

Teoria da viagem ao Brasil[editar]

Olha a morte e um de seus amigos aí.

Aí o álbum surgiu mesmo depois de uma viagem do Coldplay pro Rio. O objetivo era principalmente carregar um cadáver de um brasileiro próximo da banda para as terras tupiniquins. Ele era um típico brasileiro que deu certo no exterior: nasceu numa favela, chegou em outro país rico ilegalmente e ganhou dinheiro trabalhando sem parar. Foi assim que conheceu o Coldplay, e, por isso Chris, que ainda estava pensando sobre como seria o quinto álbum, decidiu abandonar tudo e ajudar o coitado.

Foi inevitável ir no velório dele e pensar mas esse cara viveu bem. Logo já para homenageá-lo, decidiram criar Life in Techinicolor, cuja letra revela toda a importância que ele tinha no mundo, além de expor os sentimentos de todas as pessoas que gostavam dele, além de ao mesmo tempo ter a letra dedicada à esperteza e destreza dos índios quando avistaram os portugueses chegando ao Brasil (agora você sabe o porque de essa música ser instrumental). Os Coldplay, já prevendo que ia dar merda a idéia de levar um cadáver pro Brasil, já que até toda a burocracia ser resolvida provavelmente até o caixão já deve ter terminado seu estado de decomposição, decidiram expor à família os vários Cemitérios existentes em Londres, por isso o lálálálálálálá no início, durante, e no fim da música, pois enquanto cantava Chris indicava os vários cemitérios (que pareciam mais jardins botânicos do que cemitérios).

A família do coitado, ou, ao menos o pessoal da funerária contratada pelas pessoas que o conheciam recusaram o convite e devido à insistência do Coldplay em enterrar o coitado na Inglaterra, deram um Lost no corpo dele. Quando Chris Martin viu que o corpo sumiu, pensou: "-Beleza, me livrei de um entulho, os donos dele apareceram!" "-Eu tenho que ver esse batalhador sendo enterrado, merece meu respeito!" Ele se lembra das grandes dificuldades, e, que, ainda por cima, teria que furar 42 pessoas na fila de embarque para o Inferno Rio de Janeiro. Daí os versos "You thought you might be a ghost! You thought you might be a ghost! You didn't get to heaven but you made it close!", uma vez que a banda conseguiu dar mesmo de fantasma e furar exatamente 41 pessoas na fila, mas não conseguiu passar pela última, pois esta era tão grande quanto o Maguila. Sem espaço para o ultrapassar, acabou tendo que esperar mais tempo na fila de embarque, enquanto o difunto corpo do cara que Chris tanto admirava provavelmente já estava chegando no Brasil.

Enquanto esperava, Chris se lembrou de quando decidiu dar ao brasileiro uma passagem só de ida pro Japão, quando o Coldplay foi fazer sushi e salmão originais do Japão um show por lá, para aumentar sua impopularidade em terras nipônicas. As aventuras que tiveram juntos em momentos de tédio foram lembradas, de quando eles brincaram de médico e quando eles mais Moses, filho de Chris, estavam jogando Lego (sim, para Chris esse é o lado bom de ser pai, poder voltar a brincar de Lego).

Por isso Lovers In Japan (sempre seguindo o costume de deixar as músicas melosas até no nome), com uma faixa escondida, chamada Reign of Love. Isso é porque o cara era flamenguista, e lembrou de quando Vágner Love e o Adriano Imperador formaram o Império do Amor no time. Para não ficar muito claro, Chris colocou Reino do Amor, até porque ele podia usar a desculpa que sentia saudades de sua esposa enquanto se aventurava na floresta terra troopical tupiniquim.

Após tanta luta, a banda conseguiu chegar no Brasil. E recebeu um caminhão de perguntas dos jornalistas e de amigos sobre a utilidade da viagem:

Cquote1.png Chris, Chris! Aqui na sua direita! Você gosta de estar no Brasil!? Cquote2.png

Cquote1.png Yes. Cquote2.png
Chris Martin respondendo positivamente para não perder fãs

Cquote1.png Hey Chris! essa visita tem algum objetivo direto? Cquote2.png

Cquote1.png Yes. Cquote2.png
Chris, agora pensando Puta que pariu, nisso que dá não precisar mais de diploma para ser jornalista

Cquote1.png Chris, 新しいアルバムの準備ができているに近いですか? Cquote2.png
WTF?

Cquote1.png Yes. Cquote2.png
Chris, mostrando ser fodão e que entende até japonês

Após essa sequência de Yes, ele avista um carro de uma funerária por perto. Yes SIM! Ali estava o corpo do cara que Chris tanto tinha tesão achava legal! Ele o achou e agora conseguiria acompanhar o enterro e dar muita visibilidade pra funerária. Por isso ele fica alegre, contente, e grita VIVA LA VIDA! os versos I Hear Jesusalém bells are ringing, Roman cavalry chrois are singing mostram que Chris descreveu o momento exato em que gritou isso, visto que ele estava perto de uma mesquita judaica cujos sinos tocavam à todo gás, e, do lado de uma pizzaria que havia contratado uma bandinha pra fazer barulho e chamar a atenção de alienados mortos de fome para aquela macarronada na promoção cujo gosto é idêntico ao de um plástico.

Os familiares do coitado do difunto viram Chris por perto, e, Chris, logo após sentir o medo no olho de seus inimigos decidiu correr igual louco com aquela legião de fotógrafos / fãs / papagaios de pirata e cobradores de impostos atrás dele. Como a família do falecido devia 14 meses de aluguel estava incomodada pois o velório do cara poderia virar um circo (ué, nem é tão ruim pro cara, podia dizer que foi enterrado numa cerimônia que lembra um circo igual Michael Jackson palhaços costumam ser enterrados). Ao ver que o carro da funerária ia em direção da favela mais próxima, todo o pessoal que corria com Chris e o resto do Coldplay desistiu e foi procurar outro famoso pra atazanar (Daniela Cicarelli existe pra isso). Mas o Coldplay não tinha medo de favelas e foi atrás. Logo acabaram pegos de surpresa ao serem recebidos com um funk típico da área, de nome Dança do Moranguinho.

Os versos They were sit in, they were sit in the strawberry swing na verdade são uma tradução adaptada de Ela tá sentando, ela tá sendando, tá se-se-se-sentando na minha ma-di-o-ca!!. Encantados por ver uma letra tão idiota criativa, que retrata a característica inteligência e bom gosto do pessoal da área, decidiram fazer um remix disso. Como os donos familiares do pobre morinbundo já viram que o Chris Martin e sua trupe não iam sair de trás deles, e, que o corpo já começava a estar cheirando igual seu vaso sanitário neste momento, decidiram deixar logo Chris e todos os outros amigos entrarem. A última música retrata a morte do cara e todos os amigos que ele tinha (ou seja, ninguém, a não ser os imaginários).