Vladimir Safatle

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Este artigo é comunista, portanto, come criancinhas. Ele pode ser
marxista, leninista, stalinista, metido a Che Quer Vara ou oportunista.
Se vandalizar a marcha revolucionária, a China entrará no meio.

BIBA LA REVOLUCIÓN!!!


100malafaia.jpg Vladimir Safado
Vladimir Safatle e seu time.jpg
Vladimir Safatle em mais uma de suas "aulas" na USP
Militante por link={{{3}}} São Paulo
Período 1 de onzembro de 1822 – até atualmente.
Partido PSOL
Nível de honestidade Baixo, ruim, pobre... Baixo, se parece com Lênin até.
Perfil
Nome completo Vladimir Pinheiro Safatle
Origem SantiagoBandeira do Chile Chile
Nascimento 03 de junho de 1973
Nacionalidade Chileno
Paternidade Pai: Fernando Safado
Mãe: Ilmeide Tavares Pinheiro
Concubina Luciana Genro
Profissional
Profissão professor de filosofia
Pessoal
Sexo link={{{3}}} Gay
Preferências
Livro Nuvola apps bookcase.png A paixão do negativo: Lula, seus lacaios e a Dialética
Contatos
E-mail [email protected]
Website Portal da USP
®Desciclopédia

Vladimir Pinheiro Safado (Santiago do Chile, 3 de junho de 1973) é um quase-político[1] chileno filiado ao PSOL, pregador do Evangelho de Marx, professor (e não me pergunte como) da USP[carece de fontes] e fazedor de porra nenhuma nas horas vagas. Vladimir é um pouco conhecido pelo blog que ele ganhou da Falha pra poder postar baboseiras filosóficas semanalmente.

Biografia[editar]

Vindo de uma família de classe média-alta, como bom piçolista, Vladmir foi parido enquanto seus pais faziam uma viagem turística até Santiago, no Chile. A mãe, Ilmeide[2] como uma boa mochileira que era, resolveu ir sem fazer qualquer exame de noticia. Aí deu no que deu, Vladimir resolveu sair no meio de uma rodovia do Chile e com isso a familia teve que voltar o mais rapidamente ao Brasil, pegando assim o próximo voo da Varig com destino a Brasília.

Vladimir viveu boa parte de sua infância naqueles apartamentos chatos da 308 da Asa Sul, bairro nobre de Brasília. Como na época a cidade só tinha a Praça dos Três Poderes como único meio de diversão daquela população local, a familia Safado decidiu se mudar pra Goiânia de Goiás, no brejo central brasileiro.

Ao envelhecer fisicamente, por má influência de seus pais, Vladimir aderiu às idéias difundidas por George Soros, se tornando assim um um praticante do esquerdismo, um problema neurológico grave e evolução do petismo. Isso fez o jovem a desejar a faculdade de humanas das federais brasileiras, a apoiar greves estudantis e a participar de manifestações fechando vias públicas em pleno horário de expediente. Depois de diagnosticada a doença, Vladimir procurou apoio político, filiando-se assim ao partido çocialismu cum lenin, ou simplesmente Piçol.

Depois que Vladimir Safado declarou sua posição politica, a Folha de S. Paulo o convidou para fazer parte do seleto grupo de comentaristas políticos e sociais da Falha, onde alguns inúteis emitem opiniões as quais ninguém se importa, sobre política, estilo de vida e televisão. Vladimir publica textões toda segunda-feira. Além disso, por segundo a USP, possuir notório saber, foi convidado a ser professor do Curso Superior em Ciências da Vagabundice e com isso, o Safado teve espaço livre para hipnotizar alguns adestrados tanto dentro da USP como fora dele também.

Graças aos anos de Academia, Vladimir Safatle mostra toda sua ginga e malemolência na língua inglesa, parecendo até que foi aluno da Joel Santana's School of English.[3]

Quase experiência política[editar]

Vladimir como candidado a governador do estado de São Paulo. Nem preciso dizer que ele perdeu aquela eleição dentro do próprio partido antes mesmo de disputar.[1]

Como todo e bom leftista, Vladimir não deixaria de perder sua boquinha na política. Como sempre foi alguém influente dentro das DCEs nas UFs brejil afora, Vladimir resolveu testar sua influência fora do circulo fétido da faculdade de humanas, como candidado a governador por nada menos que o estado de São Paulo. Obviamente que ele perderia até mesmo dentro do próprio partido, vejam vocês, oferecendo a vaga de último lugar das eleições de 2014 ao Gilberto Mangina Mariconi Narigoni... sei lá.[1]

Por não possuir qualquer carreira de relevância social, a vida desse ser tem se resumido a postar É GOLPE! na coluna que mantém na Folha de São Paulo e a 12h fumando narguilé na entrada da FFLCH.

Notas de Rodapé