Volkswagen Bora

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Estä arrtigö é alemon! Issö querr düzerr que seu autorr suschtenta ö gerraçon interra com bratwurst e sauerkraut, serrvidös porr uma fräulein . Non faça scheiße, öu te porremos de quatrro nö Berliner Mauer.


Propaganda do Volkswagen Borat


Versão do Golf com porta-malas maior, o Bora é feito sob medida para aqueles que desejam um modelo que chame ainda mais atenção na vila. Quando começou a ser importado do México, visava substituir o Santana, mas devido à instabilidade econômica do Brasil acabou custando o mesmo que alguns modelos mais equipados. Acabou, porém, conquistando uma parte do mercado do Santana com os velhos, playboys e traficantes. Porém, por um Volkswagen, o idiota brasileiroo cu na esquina um jeito de arrumar dinheiro para pagar nem que tenha que roubar fazer hora extra na zona no trabalho.

Primeiros tempos[editar]

Enquanto o dólar ainda não era um complicador tão grande para as operações de importação, o Bora chegou a ter algumas unidades importadas sem ar condicionado. Acabou se originando uma teoria conspiratória de que a Volkswagen já o lançou pensando nos pobres, permitindo a adaptação daqueles ventiladores portáteis no painel.

Mecânica[editar]

O mesmo motor 2.0 do Golf com 70 jegues, 40 cavalos e 6 mulas, mas 30 jegues morreram em função do esforço de carregar o peso extra da traseira mais longa e da quadrilha família inteira e do isopor com tubaína, cerveja e pão com "mortandela" na viagem de férias à praia e 37 cavalos quebraram uma pata após tropeçar num tanque de gasolina batizada e tiveram de ser sacrificados.

Manutenção[editar]

Como pobre mantém o carro apenas rodando com o básico, o Bora sofre nas mãos de mecânicos vileiros que fazem verdadeiras atrocidades. Geralmente ocorre a substituição de componentes mecânicos por peças do mercado paralelo usadas no Fusca, Gol Golf e, mais recentemente, Fox. A suspensão normalmente recebe peças de Saveiro. Para reduzir o consumo de gasolina e poder usar peças mais baratas, alguns proprietários substituem o motor por um menor, geralmente o 1.6 do Golf ou eventualmente o 1.4 da Kombi. Outra gambiarra adaptação freqüente é a retirada da direção hidráulica. Quando isso não acontece, o fluido que a maioria dos proprietários usa é o mesmo que usam em Cuba: uma mistura de shampoo com óleo de cozinha. Também serve para o freio.

Design[editar]

Recebeu mudanças sutis no design desenvolvidas na China em 2007 para enganar o brasileiro como se fosse um modelo totalmente novo. A dianteira, pelo menos, ficou mais bonita que a do Golf. Para os que realmente querem (e podem pagar por um) modelo novo, há o Jetta.

Mercado[editar]

Faz sucesso principalmente com pobres alpinistas sociais e ricos decadentes que procuram se distanciar da imagem de pobre por ter um carro importado na garagem, mas que pode ser consertado em qualquer oficina "boca de porco" quando apresenta problemas típicos dos carros populares. Faz bastante sucesso em Florianópolis, Rio de Janeiro (enquanto a Yakuza anda de Toyota Comfort o Comando Vermelho anda de Bora, que é melhor que o Golf pela maior capacidade de carga, permitindo carregar mais cocaína de uma quebrada a outra).

v d e h
*Automóveis, atropelamento e fuga