Volkswagen Voyage

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa

Cquote1.svg Você quis dizer: Volkswagen Gol Sedan Cquote1.svg
Google sobre Volkswagen Voyage
Cquote1.svg Você quis dizer: Ford Taurus Cquote1.svg
Google sobre Volkswagen Voyage
Cquote1.svg Lata Velha! Cquote2.svg
Você sobre o seu Volkswagen Voyage
Cquote1.svg trata-se de um Gol com traseira alagarda. Cquote2.svg
revista quatro rodas sobre Volkswagen Voyage
Cquote1.svg Só para vocês terem uma idéia, é tão antigo que foi fabricado na década de 80 e no Século XIX... Cquote2.svg
historiador sobre Volkswagen Voyage
Cquote1.svg Não dá para pegar na base de troca, se é isso que você está querendo. Cquote2.svg
Vendedor sobre Volkswagen Voyage


Um Voyage pronto para invadir a França.

O Volkswagen Voyage é uma arma de destruição em massa construida pelos alemães em homenagem a invasão que eles fizeram no passado para a França.

Segundo informações confiáveis prestadas pela Revista Veja e pela Carta Capital, a caranga teria sido construida por Adolfinho e seus companheiros emos com a intenção de assustar os Franceses, cada dia mais atemorizados com o avanço da tropa durante a Segunda Guerra Mundial.

Há teorias que o mesmo não tinha nome quando do seu lançamento, sendo que o nome Voyage teria surgido por conta dos franceses gritarem Voyage, Voyage, que por fim acabaria por ser a base do nome do carro.

O moderníssimo painel do Novo Voyage 2020

História[editar]

Depois de a Alemanha ter perdido a Segunda Guerra, o projeto ficou engavetado nos arquivos da antiga Alemanha Oriental, sendo protegida pelos russos de uma possível descoberta por parte dos temidos capitalistas dos Estados Unidos, que em teoria estariam interessados em tomar posse de mais este lixo nuclear.

No entanto, por conta da Perestroika e com o avanço dos anos 80, os russos baixaram a guarda, sendo que a partir daí o projeto acabou do outro lado do Muro de Berlin, onde passou a ser usado como fabricado no Brasil e na República das Bananas, onde teve sucesso imediato.

Lá pra 80 e pouco, o projeto foi importado para os Estados Unidos e para o Canadá com o nome de "Fox", que significa raposa em inglês. Não se sabe porque ele recebeu esse nome, só se sabe que quase ninguém lá quis comprá-lo. A Parati também foi importada pra lá com o nome de "Fox Wagon", como se fosse a versão station wagon do "Fox". Os seus outros irmãos Gol e Saveiro não foram importados pra lá.

Um proprietário muito satisfeito com seu Voyage.

Voyage & Desireless[editar]

Para turbinar ainda mais o sucesso do Volkswagen Voyage pela Europa, foi contratada uma banda então iniciante chamada Desireless, que marcaria de vez a história com um hit que acabou por fazer muito sucesso nos anos 80 e que tinha o nome de Voyage, Voyage.

No entanto, isso não deu grande resultado, uma vez que as gurias retardadas não conseguiam ligar o nome a pessoa (digo, ao Carro).

Autolatrina & o fim da linha do Voyage[editar]

Em 1987, a Volkswagen se associou a Ford na intenção de divulgar o seu famoso modelo e conseguir um lucro ainda maior pela República das Bananas, sendo que um dos carros chefes desta campanha de vendas seria justamente o Voyage.

No entanto, depois de sete anos de casamento, o casal Ford e Volkswagen resolveu se separar e o modelo Voyage passou a ser disputado a tapa pelas duas empresas.

Depois de dois longos anos de disputa, é acertada uma concordata pela qual a Ford renunciava ao direito de usar a marca Voyage em seus carros, contanto que a Volkswagen não fabrique o carro pelo período mínimo de 10 anos, coisa que é aceita prontamente pela montadora alemã.

A volta[editar]

Com o sucesso de coisas provenientes dos anos 80, a Volkswagen vislumbra uma grande chance de ganhar dinheiro com os tolos que tinham saudades dos tempos da famosa década perdida, a ponto de reviver o sucesso de bandas tais como Legião Urbana, Capital Inicial e Biquini Cavadão.

Nesta onda e aproveitando que os nascidos nesta época já tinham chegado a maioridade, a Volkswagen relança em 2008 o Voyage, cujo primeiro garoto propaganda viria a ser o Ronaldo Fenômeno, que buscaria mostrar que assim como ele, o Voyage era sinônimo de resistência e longevidade.

O fato é que a Volkswagen está só esperando ver se a empreitada dá certo e se dá para empurrar novos Voyages para o povão (ou não).

Típico sonho de consumo da classe média. Este artigo é sobre um carro.

Não é homem, não é nada, mulher gosta é de carro...

Ele queima óleo, suja sua garagem, solta fumaça e sempre lhe deixa na mão no meio da estrada!
v d e h
*Automóveis, atropelamento e fuga