Werner Herzog

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Estä arrtigö é alemon! Issö querr düzerr que ele é parrte dö conspürraçon gerrmänica parra inwadir ö Frankreich por trrás öutrra wez. Non faça scheiße, öu te porremos de quatrro nö Berliner Mauer.

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Werner Herzog (nascido em 5 de setembro de 1942) é um sadomasoquista alemão famoso por dirigir filmes armado com um rifle, ameaçando fisicamente os atores para conseguir uma performance melhor. Ele pertence ao movimento de cinema alemão conhecido como Das Gutterbründerblachtfuckenpisssenlickenass, onde nada deve ser encenado e a vida deve ser retratada da maneira mais honesta possível. Como consequência direta disso, e sua recusa em usar equipamentos de segurança no set, várias pessoas morrem durante suas produções.

Klaus Kinski e sua relação maravilhosa com Herzog.

Infância e Juventude[editar]

Extras descansam (eternamente) entre uma cena e outra.

Herzog era pobre, pobre, pobre de marré, marré, marré. Nasceu no meio dos escombros de Munique durante a Segunda Guerra Mundial. Depois que a casa de sua família explodiu durante um bombardeio, ele mudou-se com seus pais para um apartamento onde viviam outras 15 famílias. Lá encontrou, aos 12 anos, o porra louca tarado débil-mental Klaus Kinski, e os dois iniciaram um relacionamento psicótico de amor-ódio que duraria até a morte do ator em 1991.

Cquote1.png Ele tinha 2 cachorrros chamados Scooby e Salsicha, Salcicha comeu Scooby e Scooby dú. Em seus últimos anos de vida, vivia em uma casa com vista para o mar... no deserto do Arizona, a 600 milhões de quilometros do litoral, vivia uma vida pacata aonde não fazia outra coisa além de transar, primeiro com a patroa depois com a empregada. Tinha grande fama devido a seu carrinho de salsichon, localizado no km 24 da rodovia que corta o deserto, vendia pouco... mas o que ganhava sustentava seus 30 filhos que trouxe ao mundo graças ao seu salsichon. A vida de Werner Herzog é obscura, estamos nos baseando em relato de 30 clientes do seu hot dog car, que por a caso são seus próprios filhos. Herzog deixou mulher, a empregada prenha, e 30 filhos (alguns mexicanos, há também os que falam 3 idiomas) , além do seu famoso Hot Dog Car intitulado "Esse é o salcichon de verdade"... Cquote2.png
Testemunha de Jeová sobre Werner Herzog

Aos 18 anos, Herzog roubou uma câmera da Escola de Cinema de Munique e fugiu para os Estados Unidos, onde trabalhou como palhaço de rodeio, e como soldador em uma fábrica de metal para sustentar sua

Carreira Cinematográfica[editar]

Até Os Judeus Começaram Pequenos (1970)[editar]

Nesse filme, um grupo de anões se reune para fazer sexo com a Branca de Neve. Feliz, o anão mais risonho, literalmente morre de rir depois de ver um dromedário cagando. Klaus Kinski interpreta o anão mais alto do mundo. Durante a produção um dos pequenos atores morreu afogado ao tentar usar o vaso sanitário.

Kinski, A Cólera de Deus (1972)[editar]

Kinski horrorizado diante da miséria da natureza.

Klaus Kinski interpreta o conquistador espanhol Don Juan, que come todo mundo da corte européia e viaja até a América do Sul para fazer sexo com as índias e encontrar El Dorado, a cidade mítica dos Incas Venusianos. Loucura, insanidade, delírio, falta de razão são os temas abordados pelos biógrafos de Werner Herzog. Kinski decide iniciar uma raça pura ariana tendo filhos com sua filha Natassja Kinski no meio da floresta sul-americana. Os índios impedem a putaria matando todo mundo com uma chuva de flechas. Vários extras foram devorados por canibais durante a produção.

O Enigma de Kasper Hauser (1974)[editar]

Kasper Hauser, um personagem histórico do século XIX interpretado por Klaus Kinski, é um imbecil que vive dentro de uma caixa de papelão desde que era um bebê. A caixa se desfaz em um dia chuvoso, e Kasper fica sem ter lugar para desenhar toscamente com sua coleção de lápis de cera. Fica vagando pela Alemanha, até chegar em Berlim, onde casa com Christiane F e é assassinado por skinheads que confundem ele com um judeu. Durante a filmagem, dois técnicos de iluminação morreram ao ser atropelados e arrastados por uma carruagem durante uma cena de batalha.

Stroszeck (1977)[editar]

Herzog odeia galinhas. Do animal, do bicho, do pássaro. Tem verdadeiro pavor delas. Por isso ele fez esse documentário sobre Stroszeck, a galinha dançarina. O filme inteiro são duas horas da galinha dançando música country, filmada de longe com uma lente de longo alcance. Klaus Kinski interpreta o Coronel Harland Sanders, garoto-propaganda da Kentucky Fried Chicken. O galináceo foi cozinhado junto com o sapato do diretor depois que o filme foi lançado (Herzog perdeu uma aposta e teve que comer seu próprio sapato), e os dois foram consumidos pela equipe inteira em um banquete. Infelizmente, cuidados sanitários básicos não foram seguidos, e cinco pessoas morreram de botulismo.

Nosferatu (1979)[editar]

Klaus Kinski interpreta Conde Drácula, o famoso vampiro careca que parece com um rato pelado do livro escrito pelo irlandês tarado Bram Stoker. Kinski tira uma casquinha de Isabelle Adjani, uma prostituta atriz francesa gostosa e bonita, colocando sua mão cheia de dedos no seios dela durante a cena da mordida no pescoço. Metade do elenco morreu de peste negra, depois do diretor insistir em usar ratos doentes importados da Índia para dar mais autenticidade às cenas.

Woyzeck (1979)[editar]

Woyzeck (Klaus Kinski) é um polonês burro, pobre e, no decorrer do filme, corno. Como sua mulher dá mais que chuchu na serra, Woyzeck é extremamente recalcado e revoltado com o mundo. Certo dia, depois que um padre passa a mão na sua bunda, Woyzeck rouba uma espingarda e invade um armazém cheio de dinamite, explodindo todas as pessoas e apagando sua cidade do mapa. A atriz que interpreta a mulher de Woyzeck teve o clitóris arrancado por acidente durante uma cena intensa de sexo com um cavalo.

Fitzcarraldo (1982)[editar]

Klaus Kinski é Fitzcarraldo, um idiota alucinado que tem a ideia genial de construir uma obra arquitetônica no meio do nada. Com a ajuda de José Lewgoy, Grande Otelo e outros defuntos, ele tenta erigir uma casa de ópera no meio da floresta amazônica. Em vez de ficar em casa transando com a sua mulher ultragostosa Claudia Cardinale, ele decide descer o rio Amazonas usando o barco Bateau Mouche. A atriz Yara Amaral e o ministro Aníbal Teixeira morreram durante a filmagem, depois que a embarcação virou quando Jô Soares, Orson Welles e Ferrugem começaram a dançar na discoteca à bordo.

O Pequeno Dieter Precisa Cagar (1997)[editar]

Dieter, um alemão nazista interpretado por Klaus Kinski, alimenta um fetiche por vasos sanitários desde pequeno. Ao emigrar para os Estados Unidos, Dieter alista-se na marinha para experimentar o balde os vasos sanitários das embarcações. Ele é enviado para uma zona de combate durante a guerra do Vietnã, onde seu barco é afundado por um torpedo. É capturado pelos Vietcongs e enviado para um campo de prisioneiros. Sem nenhum vaso sanitário em volta, Dieter entra em depressão e passa a defecar rios de diarréia diariamente. Os guardas decidem costurar seu ânus e enterrá-lo no meio de sua próprias fezes. Seu fedor mata a vegetação em volta, criando uma clareira no meio do matagal que ajuda os helicópteros de resgate a localizar o campo de prisioneiros. Herzog insistiu que a tortura realizada nos atores fosse real, e o pênis de Kinski foi destruído com a introdução de arames farpados quentes na uretra.

Grizzly Man (2005)[editar]

Timothy Treadwell é um delicioso ecologista idiota que durante 13 anos viajou para uma reserva de ursos selvagens besuntado de mel. Em 2003 ele finalmente conseguiu ser mastigado lentamente por um urso. Narrado por Klaus Kinski, esse documentário mostra Timothy tentando roubar a papinha de três ursos, para depois virar o prato principal junto com sua namorada Amie Huguenard. Os dois não foram os primeiros, nem os últimos a morrerem em um filme de Werner Herzog.

Ver Também[editar]

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Lista de cineastas famosos (Alguns nem tanto):


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