Wish

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Desejo
TheCureWish.jpg
Mais uma capa de autoria de Robert Smith e seus talentos com artes plásticas
Lançado em 1992
Gênero gótico rock alternativo
Gravadora Fiction Records


Wish é mais um álbum todo alegrinho, colorido e emo da banda indie The Cure, repleto de longas músicas de ninar.

Cquote1.svg Friday! Friday! I'm in Love! Cquote2.svg

Quando inventaram o CD, a gravadora Fiction Records tinha que ter um lançamento de álbum novo para esta nova mídia, por isso os empresários do The Cure ligou lá para a Transilvânia onde Robert Smith descansava numa cripta tirando suas supostas férias eternas, ele foi ressuscitado e chamado para gravar o primeiro CD do The Cure.

Wish foi lançado em 1992 às pressas, tanto sua capa como o próprio nome do disco mostram que a coisa foi feita de qualquer jeito, e as músicas também, apesar de enganar com sua instrumentalidade harmônica, é quase impossível escutar o álbum inteiro sem dormir ou desistir no meio.

Wish relembrou os velhos tempos de "The Top", com as baladinhas alegres e quase pop cheio de efeitos de teclado e outros instrumentos gays.

O resultado do álbum foi de fato sem graça e sem muita personalidade, mas ganhou as primeiras paradas no Reino Unido devido ao sucesso do álbum anterior (Disintegration) e o povo achou que este Wish seria alguma coisa de bom. O disco até ganhou alguns prêmios pelo mundo, como o Grammy Award for Best Alternative Music Album in 1993 in Acre.

Músicas[editar]

  1. "Open" – 6:51, Típica música de abertura de álbuns do The Cure
  2. "High" – 3:37, Música que o The Cure tenta forçar goela abaixo dos seus fãs tocando em muitos shows e até aparecendo no Greatest Hits deles, mas é apenas mais uma música ignorada do álbum.
  3. "Apart" – 6:38, A única música do álbum que tenta ser sinistra para manter o The Cure como banda gótica.
  4. "From the Edge of the Deep Green Sea" – 7:44, A mais longa música do álbum, um verdadeiro teste de paciência.
  5. "Wendy Time" – 5:13, Mais uma música boiolinha do álbum repleta de gritinhos, cantada por Robert Smith como se ele estivesse sentado sobre um rabanete.
  6. "Doing the Unstuck" – 4:24, Outra música toda alegre e cheia de arco-íris com uma suposta mensagem positiva o que faz crer que não foi Smith quem a escreveu.
  7. "Friday I'm in Love" – 3:39, O suposto sucesso do álbum, e mais uma música inspirada pelos Menudos.
  8. "Trust" – 5:33, A única música tristinha do álbum, mas mesmo assim o seu teclado com som de violino deixam um ar de meiguice para a música.
  9. "A Letter to Elise" – 5:14, A música de dor de corno que tem que ter em todo álbum do The Cure.
  10. "Cut" – 5:55, Música irreconhecível como sendo do The Cure tamanha barulheira sem qualquer harmonmia.
  11. "To Wish Impossible Things" – 4:43, Essa eu pulei antes de terminar, senão eu dormia.
  12. "End" – 6:46, Teoricamente a última música que o The Cure faria, é similar à música de abertura.

Lost Wishes[editar]

Como o álbum foi lançado em 1992 na época de transição entre o vinil e o CD, havia muitas dúvidas sobre que mídia prevaleceria, por isso o The Cure, como precaução, lançou conjuntamente com o álbum Wish, a fita cassete Lost Wishes, com rascunhos de músicas com sons de ventos e acho que instrumentos musicais.