Yakisoba
Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Made in Japan
Este é um artigo com tecnologia do sol nascente né.
E cria PC's 100 vezes melhores que o que você tem...
Nem pense em bagunçá-lo, pois o National Kid está de olho.
| Altigo da China, né?
|
Google sobre Yakisoba
Pequenu é tleis e cincooooenta, glande é quatlo leau ![]()
Coreano sobre Yakisoba
Meeeeuuuuu, esse bagulho é o bicho!!! ![]()
Estudante da Casper Líbero sobre Yakisoba
Ô meu rei, mas que gossssto esquisitooo ![]()
Baiano sobre O tempero secreto do coreano
Merrrmão, que loucuraaaaaaa ![]()
Carioca sobre Yakisoba do coreano
Se eu comer um Yakisoba pequeno, não consigo mais lutar ![]()
Chuck Norris sobre Yakisoba do Coreano
Fui eu que fiz. ![]()
Paulo Maluf sobre tempero secreto
Não, fui eu quem fiz ![]()
Chinezinho tacanha sobre tempero secreto
Yakisóóóbráááhh ![]()
Serena da novela Alma Gêmea sobre Yakisoba
Yakisoba é uma iguaria bastante popular que tomou conta da Avenida Paulista e de algumas regiões do centro, devido ao preço baixo, e a combinação de ingredientes "seletos" que só os coreanos sabem fazer, mas agora dividem espaço com alguns japoneses, chineses e paraibanos que tomaram conhecimento da receita. Basicamente é composto de carne de porco (sic), carne de boi (sic x2), legumes diversos (sick), molho de soja, óleo de gergelim e "especiarias" que conferem ao produto um sabor único e inigualável.
Tabela de conteúdo |
[editar] História
A chegada da iguaria na Av. Paulista se deu primeiro com um tio que entrega as famosas Pamonhas de Piracicaba. Um belo dia um coreano que tinha um BOX de contrabando lá na StandCenter viu que o vendedor das Pamonhas de Piracicaba havia terminado de comer sua marmita e jogou a embalagem no chão (como reza a educação de todo bom Brasileiro). O coreano achou a atitude feia, foi recolher a embalagem pra jogar fora. Como estava fazendo um calor danado, abriu a embalagem pra conferir o resto do conteúdo e nisso pingou umas gotas de suor dele. Ele então resolveu experimentar e notou que o sabor era fantástico. Não teve dúvidas, montou um carrinho e resolveu começar à vender ali mesmo, perto da Standcenter. E logo a mania se espalhou pela Ana Rosa, pela Estação da Luz, pela Catedral da Sé, pelas imediações da São Bento e outros locais de intenso movimento e conhecida higiene urbana. No caso da barraquinha do Standcenter, ela ficou grandemente conhecida e sempre frequentada pelos alunos da Casper Líbero na hora do almoço.
[editar] Os Ingredientes
Como era de se esperar, os coreanos só usam ingredientes de primeiríssima linha. Desde a carne de cachorro, até os pingos de suor, a sujeira das baratas, a fuligem dos ônibus e o inconfundível aroma das vielas do centro fazem do tempero algo exclusivo e com um sabor ímpar, que certamente o acompanhará pelo resto da vida.
[editar] Modo de Preparo
Desde o cozimento do macarrão, até o pré-cozimento dos legumes e carne, tudo é feito em um ambiente extremamente adequado. Usa-se um galpão lá na Luz, onde o macarrão é misturado no chão ou num tacho ensebado, e as panelas dividem espaço com ratos e baratas que, mais tarde, farão parte do tempero.
[editar] Armazenamento
Ao fim do expediente, o que sobra é guardado. Adeptos do "Nada se joga, tudo se aproveita", existe ainda a opção de reunir tudo o que sobrou e deixar enfiado em um bueiro próximo. Isto confere um sabor ainda mais agradável à iguaria, que será servida no almoço do dia seguinte.
[editar] Ver também
| Ruth Lemos garante: Esta página tem valor nu-nu-nu-nu-triii; adequado! |










