Zé do Caixão

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa

Capeta-2.jpg

Zé do Caixão fez pacto com o CAPETA!
Então é melhor nem se meter com esse artigo, senão o capeta vai atrás de VOCÊ!!!

60px-Bouncywikilogo.gif
Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Zé do Caixão.

Cquote1.png Você quis dizer: Zé do Colchão Cquote2.png
Google sobre Zé do Caixão
Cquote1.png Você quis dizer: Zé do Caixote Cquote2.png
Google sobre Zé do Caixão
Cquote1.png Ele não corta unha a uns 25 anos!? Cquote2.png
Mulher do Zé sobre Zé do Caixão
Cquote1.png Entrem no meu site, é [email protected]! Cquote2.png
Zé do Caixão sobre seu site
Cquote1.png Vou ressuscitar o Zé do Caixão!Pobrezinho! Cquote2.png
Jesus sobre Zé do Caixão
Cquote1.png Ele me amaldiçoou! Cquote2.png
VocÊ sobre Zé do Caixão
Cquote1.png Ronc! Roncfiu! Cquote2.png
Dorminhoco e vadio sobre Zé do Caixão
Cquote1.png O fato dele dormir em caixões e um modo da bichona dizer :-Não corto a unha nem morta Cquote2.png
Pai Guloso sobre Zé do Caixão
Cquote1.png Meu irmão Cquote2.png
Lula sobre Zé do Caixão
Cquote1.png Minha irmãzinha querida Cquote2.png
Edward Cullen sobre Ze do caixao
Cquote1.png Minha filha! Cquote2.png
Clodovil Hernandes sobre Ze do Caixao
Cquote1.png Minha prostituta Cquote2.png
Jack estuprador sobre Ze do caixao
Cquote1.png Coffin Joe Cquote2.png
Tradutor Google sobre Zé do Caixão
Cquote1.png Ele é uma gracinha Cquote2.png
Hebe Camargo sobre Silvio Santos
Cquote1.png Ele precisa de Jesus Cquote2.png
Crente sobre Zé do Caixão
Cquote1.png Vestido preto é tudo né Cquote2.png
Clodovil a Vara sobre Zé do Caixão
Cquote1.png Pratecameeeeeeeeente Cquote2.png
Zé do Caixão sobre Quando perguntaram se ele já deu o cu pro capeta
Cquote1.png São boas pra coçar as orelhas Cquote2.png
Cobrador de Onibus sobre as unhas de Zé do Caixão
Cquote1.png Eu tenho medo Cquote2.png
Regina Duarte sobre Zé do Caixão
Cquote1.png VOOCÊÊÊÊÊÊÊ^!!!!! Cquote2.png
Zé do caixão sobre EU
Cquote1.png Zézinho, manicure terça que vem viu bem? Cquote2.png
Manicure do Zé sobre Zé do Caixão
Cquote1.png Faz o meu tipo bem! Cquote2.png
Clodovil sobre Zé do Caixão
Cquote1.png Só falta uma base,um esmalte e vai ficar chiquesicicizimo Cquote2.png
Clodovil sobre Zé do Caixão
Cquote1.png Quem é zé do caixão? que venha a mim ! Cquote2.png
Padre Quevedo sobre Zé do Caixão
Cquote1.png Tira essa roupa preta porque você é moleque Cquote2.png
Capitão Nascimento sobre José Mojica Zé do Caixão

Quem é Zé do Caixão[editar]

Zé do Caixão, o candidato do cemitério.

Josefel Stalin Satanás era coveiro de uma famosérrimo necroterio, foi lá que conheceu o Dr. Papacu Chupeta, especialista em queimar a rosca dos outros. Após levar uma dedada bem no meio da bunda (de um dedo extra grande), a canjica resolve deixar suas unhas crescerem, no intuito de conquistar o mundo através de suas dedadas rasgantes. Um de seus primeiros clientes foi ele mesmo, que adorou a experiência de se deitar no caixão querendo rebolar na pica. Devido ao sucesso, outros pseudo-famosos também seguiram os passos do cantor com cabelo de poodle e experimentaram a tão falada dedada do homem que viria a se chamar inicialmente Zé do Caixote e com o passar dos anos se tornou Zé do CAIXÃO. Entre os clientes ilustres, podem se destacar: Alexandre Frota, Rogério Ceni, Agnaldo Timóteo, Agnaldo Rayol, Miguel Falabela, Max Fivelinha e Murilo Benício.

Numa dessas consultas, o pequeno Canjica conheceu a pessoa que mudaria a sua vida, o diretor global Dênis Caralho, que ao sentir a dedada rasgante disse ao dedador que ele deveria seguir a carreira no cinema. Um dia, Zé do Caixote recebeu a visita da morte e ela disse que se quisesse continuar vivendo, deveria dormir num caixão. Foi quando roubou o seu primeiro caixão de uma funerária furreca em Diadema. Daí pra frente ele adotou o visual com roupas pretas e uma calcinha cor-de-rosa por baixo, diz ele que isso é uma simpatia para nunca mais levar dedadas (vai saber?!?). Além das unhas grandes, usa uma cartola que roubou de um judeu ortodoxo e uma capa do Tenório Cavalcante. Logo depois, rodou o seu primeiro longa "Dedada Infernal" com parcos recursos. Zé do Caixão também foi o inventor da famosa "pedalada" quando a executou na pobre e estuprada Terezinha, co-protagonista do filme "A meia-noite levarei a tua alma" de 1963, o primeiro filme de sua trilogia de treze filmes com inúmeros títulos inacabados.

Origem do personagem[editar]

Futuro Caixão de Zé.

José Mojica Marins conta aqui como idealizou o monstro:

Cquote1.png Certa noite, ao chegar em casa bem cansado, fui jantar, mas a galinha tava mal assada pra cacete. Em seguida, estava meio sonolento, entre dormindo e acordado (N.E. - ele tava bêbado, só isso), e foi aí que tudo aconteceu: vi num sonho um vulto me arrastando para um cemitério. Logo ele me deixou em frente a uma lápide, lá havia duas datas, a do meu nascimento e a da minha morte. As pessoas em casa ficaram bastante assustadas, chamaram até um pai-de-santo por achar que eu estava com o diabo no corpo.

Acordei aos berros, e naquele momento decidi que faria um filme diferente de tudo que já havia realizado. Estava nascendo naquele momento o personagem que se tornaria uma lenda: Zé do Caixão. O personagem começava a tomar forma na minha mente e na minha vida. O cemitério me deu o nome; completavam a indumentária do Zé a capa preta da macumba e a cartola, que era o símbolo de uma marca de cigarros clássicos. Ele seria um agente funerário." (N.E. - como eu tinha dito no início do relato, ele tava bêbado...).''
{{{2}}} {{{3}}}


História[editar]

A mulher perfeita que Zé tanto procura...

Josefel Zanatas nasceu na favela, seus pais tinham uma rede de agências funerárias, fato que fez com que Josefel fosse uma criança muito sozinha, pois seus colegas o trollavam por causa da profissão de seus pais. Na escola era um aluno da turma do fundão e, como não tinha amigos, fez da Playboy sua grande companheira. Foi na escola que conheceu Sara, uma menina muito bonita e de boa família. Logo se tornaram grandes amigos, não se separavam por nada. Cresceram juntos e com o passar do tempo a amizade se transformou em vontade de trepar. Decidiram que iriam se casar e mudar para uma cidade maior onde teriam mais chances de crescer na vida. Sara queria se casar fora do país, então tanto os pais de Sara quanto de Josefel resolveram viajar antes para começarem os preparativos para cerimônia. Durante o voo, uma tragédia acontece: o avião com os pais de Sara e Josefel sofre um acidente e não há sobreviventes. Por causa do luto eles decidem adiar o casamento. Em decorrência da II Guerra Mundial, em agosto de 1943, cria-se a Força Expedicionária Brasileira (FEB). Somente vinte e oito mil pessoas se alistaram, Josefel era um deles e em conversa com Sara decidem juntos que só casariam quando ele voltasse da guerra. E assim, na noite de 30 de junho, Josefel parte para a Itália. Durante o tempo que ficou lá, Josefel sofreu muito, já que ele levava muita dedada dos soldados da tropa dele, e as saudades de Sara foram aumentando depois que ele parou de receber cartas dela. Depois que Josefel partiu para a Guerra, Sara continuou cuidando da funerária.

Sempre escrevia para ele, mas depois de muitas cartas sem resposta, acabou concluindo que ele deveria estar morto. Como a vida não estava fácil, Sara aceitou o convite (A.K.A. dinheiro) que havia recebido do prefeito e se casou com ele. No dia 18 de julho de 1945, Josefel desembarca na estação de sua cidade e percebe que a cidade está vazia e sua casa fechada. Desesperado para encontrar Sara, decide perguntar a um bêbado onde estavam todos. O bêbado informa que a cidade inteira estava na casa do prefeito, pois havia uma festa para comemorar a volta dos "Pracinhas". Chegando na festa ele encontra Sara sentada no colo do prefeito e, antes que ela pudesse se explicar, ele saca o revólver d'água e mata os dois afogados (como eu não sei). Josefel não é condenado pelo crime pois foi alegado que ele estava traumatizado pela guerra. Para ele não importava ser preso ou não, ele havia perdido Sara e com ela perderia também o sentimento chamado amor (que emo essa parte...). Josefel, que até então era um homem doce e bondoso, se torna uma pessoa amarga e sem sentimentos. Passa então a aterrorizar os moradores da cidade e logo recebe o apelido de Zé do Caixão. Zé do Caixão é um homem sem crenças, não acredita em Deus nem no Diabo (só em Chuck Norris), acha que é o único que pode fazer justiça. Seu objetivo é encontrar uma mulher que ele possa estrupar compartilhe seus pensamentos e juntos tenham um filho, que possa dar continuidade à sua espécie, que ele acredita ser superior. Para Zé do Caixão, as crianças são os únicos seres puros, sem maldade no coração. Em busca pela mulher superior, ele passa por cima de todos aqueles que atrapalharem seus planos, não tem dó nem piedade e mata se for preciso (alias, ele mata até demais, nunca vi tanta precisão em matar todo mundo).

Filmes[editar]

Abaixo estão alguns dos 14 filmes de classe Y de sua trilogia, mais os inacabados (e ainda alguns dos 42.000.000.000 filmes pornôs que ele fez!):

  • Esta noite eu*Adubo, o começo (1524) 24? encarnei no cadáver da sua mamãe (1558)
  • Gemendo sobre a lápide fria (1582)
  • Dedada à meia-noite (1599)
  • À meia-noite levarei seu toba (1663)
  • Abrindo o brioco na sepultura (1677)
  • No cu do Quiabo (1719)
  • Ritual de sádicos (1770)
  • Inferno Rabal (1776)
  • Tremia alucinadamente no cemitério (1783)
  • Casarão das 7 aranhas (1844)
  • Me pegou de 4 no meio das sombras (1906)
  • Espere-me com eles no caixão (1999)
  • A ejaculação do demonio (2008)
  • Filha da puta!!!
  • Puta que Pariu
  • 2 horas de sexo zumbífico nas areias do sertão (1999) Gravado em Monte Santo(na verdade eram 1000000000000000000 milenios)
  • algun filme que você não viu (2e alquma coisa)
  • Perdendo o toba no cemitério

Veja Também[editar]