Zezé Di Camargo e Luciano

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Serjão entrevista.jpg Enxada-1.png Esti artigu é caipira, sô!! Enxada-2.png

Este tar di artigu pareci caipira, foi escritu purum caipira, ô ele é de fato
CAIPIIIIRRA!!!

Num istraga eli naum, si não nóis crava a inxada pra riba docê!

Cquote1.png Eu criei o sertanejo. Nós. Nós aperfeiçoamos para o Funk Alternativo Cquote2.png
Red Hot Chili Peppers sobre Zezé e Luciano

Cquote1.png Não. O Sertanejo é nosso Cquote2.png
Rionegro & Solimões sobre Zezé e Luciano
Cquote1.png Eu escrevi essas letras. Cquote2.png
Zack De La Rocha sobre Zezé & Luciano
Cquote1.png O Rock Sertanejo é um lixo. Prefiro o estilo New Wave. Cquote2.png
Elvis Costello sobre Zé Di Camargo
Cquote1.png Nossa fonte de inspiração. Cquote2.png
Cine sobre Zezé Di Camargo & Luciano
Cquote1.png Rock do ruim no Brasil. Cquote2.png
Anthony Kiedis sobre Músicas de Z&L
Cquote1.png Na verdade, "É o Amor" é imitação do Bombtrack. Cquote2.png
RATM sobre Z&L
Cquote1.png He-he. O Rei do Rock tem que ouvir Rock Alternarivo lento. Cquote2.png
Elvis Presley sobre Z&L
Cquote1.png Nosso padrinho de discos. Cquote2.png
McFly sobre Zezé di Camargo & Luciano
Cquote1.png O Hey-oh é nosso. Cquote2.png
Red Hot Chili Peppers sobre Z&L

Zezé Di Camargo e Luciano é uma dupla roqueira marcada pelo uso de guitarras rasgadas e vocal Red Hot.

Biografia[editar]

A saga dos dois filhos de Fuchico

Zezé di Camargo e Luciano se encoxando

Corno e Cornaldo, o início de tudo:[editar]

Fã de Pavão e Colorido, seu Fuchico, um lavrador de Pequenópolis , cidadezinha do interior de Goías ( A maioria dos goiabas vem de lá) , acalentava um sonho: ter dois filhos homens (se pudessem formar uma dupla alternativa, aí seria melhor ainda). Quando nasceu Mirosmar José, o primogênito da família Camargo, cobrou da mulher, dona Helena: - "Agora que já cagamo com o primero, ve se capricha com o segundo.." Um ano depois nascia Emival, o parceiro que faltava. Só um problema: Donelena entendeu "PRA BICHA", e então nasceu a borboleta número dois...

Quando Mané, o filho mais velho, completou três anos, ganhou do pai uma gaita, uma saia e uma boneca. Mais tarde, com o dinheiro que vinha da lavoura (e da prostituição infantil de Mané, da plantação de Maconha no quintal, e da venda de indulgências na pequena cidade do interior do fim-do-mundo), seu Fuchico comprou uma sanfona e um violão para os filhos (assim como baton, creme para pentear, pasta de dente para dentes sensíveis e lubrificante anal à base de água), que àquela altura já formavam a dupla Cagado e Cagadinho (alusão à lavagem intestinal feita pelos clientes antes do SERVIÇO). "Como eles tinham vergonha, eu dava dinheiro escondido para os outros pagarem os dois depois que eles davam. Era para incentivar. Mas se eles cantassem, nem mesmo eu pagando os clientes elogiavam", relembra seu Fuchico. A dupla-mirim-chata-e-com-barriga-dágua se apresentava em circos e rodoviárias (motéis ficavam por conta dos clientes, e atendimento domiciliar, era o dobro do preço). Em 74, a família foi para Goiânia, sempre em busca do sonho de seu Chico, o de transformar seus filhos numa dupla. Lá, Uélinguitõm, irmão nove anos mais novo que Mané, adquiriu paralisia infantil; diarréia, ofiuríase, lombrigas, chatos, e uma dívida para a família. "Partimos de ônibus pau duro, levando os filhos e o mala do marido", conta dona Helena.

Vida dura na Capital, Ui![editar]

Zezé Di Camargo e Luciano dando pegas um no outro.

Em Goiânia, os Camargo passaram a morar num barraco de dois cômodos. O telhado era remendado com papelão e latas. Seu Fuchico arrumou emprego como servente de ajudante de aprendiz de pedreiro. Dona Helena trabalhava auxiliar de serviços gerais e inexpecíficos, assim como vendia seu corpo em horário de folga.

A dupla Cagado e Cagadinho, que tocava canções de Black Sabbath, Aerosmith e de outros roqueiros da época, vez ou outra ganhava a estrada para se apresentar no interior do país. Numa dessas viadagens, quando os garotos tinham 12 e 11 anos, e por causa de um Ozzy Osbourne na estrada em uma noite, levaram Emival para o grunge

Música preferida da dupla de CORNO-MUSIC Auto Didata:[editar]

No dia em que eu saí de casa,
minha mãe me disse:
filho da puta vem cá!
Puxou com a mão os meus cabelos, enfiou o dedo no meu olho e começou a berrar!!
Por onde você for eu sigo, vo até o inferno se você lá estiver.
Em minhas macumbas eu vou encomendar,
e suas pernar vão quebrar!
Eu sei que ela nunca compreendeu
Os meu motivos de sair de lá
Mas ela sabe que depois que cresce
O filho se caleja e cança de apanhar.
Eu nem queria continuar alí
Mas o destino veio me ajudar
E o olhar de minha mãe na porta
E eu chorando, ela a me espancar!

A minha mãe naquele dia me falou do mundo como ele é
Parece que ela conhecia cada tiro que eu iria levar no pé

E sempre ao lado do meu pai da pequena cidade ela
jamais saiu
Ela me disse assim filho da puta se fudeu
Que este mundo inteiro é Meu!

Aonde você for, eu sigo, e um dia vou te pegar... arrancar seu coro cabeludo, com faca sem fio, até você sangrar.

Eu sei que ela nunca compreendeu
Os meu motivos de sair de lá
Mas ela sabe que depois que cresce
O filho se caleja e cansa de apanhar.
Eu nem queria continuar alí
Mas o destino veio me ajudar
E o olhar de minha mãe na porta
E eu chorando, ela a me espancar!

Os filhos de seu Fuchico voltavam de uma apresentação em Imperatriz, no Maranhão, numa espécie de lotação. Mané teve apenas um ferimento próximo ao olho. Emival não voltou para casa, odiou a unha quebrada, e não resistiu à gripe.

"Éramos os irmãos mais ligados. A gente gostava das mesmas coisas, eu gostava de moreno, e ele também. A gente trabalhava junto, tocava punheta pos otro junto, dava junto. Fiquei traumatizado", revela Mané. "A primeira vez que ele voltou para Imperatriz, alguns anos atrás, teve uma crise de choro em pleno aeroporto; havia quebrado a unha!".

Mané segue o seu caminho:[editar]

Mesmo com a falta do irmão, Mané não desistiu da "música". Com 13 anos já trabalhava como office-boy, ajudante de serviços gerais, e como garotinho de programa. Aos 15 era drogado, prostituído e intensamente influenciado por MIGUEL, um rapazote de vinte anos que era viciado em cu. Em 79 formou parceria com um amigo de Goiânia, dez anos mais velho e que o comia todos os dias.

A carreira da dupla Zazá e Mané, que teve boa expressão em Goiás e no Mato Grosso, deu origem a três LPs. Mas não vingou porque Zazá tinha planos regionais, queria montar um prostíbulo onde ocorressem orgias de traveco, e prostituição de duplas-sertanojas-mirins. Mané queria ganhar o país.

Em 1987, Mané resolveu partir para São Paulo e tentar Rock Alternativo solo de guitarra. Gravou dois discos pelo selo Três M (Muito ruim, Muito chato e Muito imbecil), já extinto (hoje esses trabalhos pertencem à Warner). Por essa época, algumas de suas composições já eram sucesso nas vozes de duplas consagradas, como Red Hot Chili Peppers e Ozzy Osbourne. "Apresentei Solidão ao Leonardo, mas achava que ela deveria ser gravada pelo Armando Batista Maradona. O Léo era só ativo, e me deixava todo rasgado. O Maradona não, ele era mais meigo, roqueirão metaleiro, né? E também vivia cheirando MAISENA, sempre ficava doidão, e eu acabou comendo também. Mas o Leo gostava muito de cueca samba-canção e eu odeio. Fez um frango assado comigo sem me avisar. Só contou quando já tinha terminado", diverte-se Mané. A música acabou estourando nas vozes de Metallica; mas infelizmente eles sobressaíram.

Leucemiano entra em cena:[editar]

Apesar das composições bem-sucedidas, o filho mais velho de seu FUCHICO queria mesmo era emplacar como cantor, ator de filme , e como estilista de moda. Welson David, irmão dez anos mais moço, imaginava que Mané estivesse fazendo sucesso em São Paulo. "Vi você no programa do Bolinha; depois te vi fazendo progrma na rua... baita sucesso!", ligava, todo orgulhoso. Não desconfiava que os tempos eram de vacas magras, paus duros e muita aids correndo o país, matara até o Freddie Mercury; e quem segurava as pontas - e as contas - na casa de maneé era, muitas vezes, Zilú Fufú, sua mulher (ex-travesti que Mané conhecera em um programa, se apaixonaram, ainda mais sendo ZILÚ FUFÚ, a mulher da região).

Welson trabalhava como office-boy, atendente de telemarketing, assassino de aluguel, e cafetão de puta pobre em Goiânia, e contava em casa que cantava no clube da Caixego rego (Caixa Econômica de Goiás, onde era funcionário). No Natal de 1989, o mano mais velho foi visitar a família em Goiânia. Welson aproveitou para mostrar o que sabia, mesmo sem nunca ter cantado profissionalmente. "Vi que ele tinha cherado alguma merda errada, tava falando que era o caubi Peixoto, tinha uma calcinha enfiada no rego, e ficava lambendo a própria teta", lembra Mané. "Comentei com a Zilú Fufú e ela deu a maior força, afinal era meu irmão, novinho, boa pinta e podia render uma boa grana em Sampa." Mané precisava mesmo encontrar um parceiro. Ele estudava propostas de algumas gravadoras, que só fechariam contrato se o cantor formasse novamente uma dupla, e que fingisse ser homem.

Combinaram de se encontrar em São Paulo depois de um mês. Deram início aos ensaios. Mané às vezes se irritava com o irmão mais novo. "Ele começava bem, mas com pouco tempo se animava, começava a tirar a roupa e a cantar velhos sucessos como Killing In The Name, e We Are The Champion."

Fincando o pé em Goiânia Por pouco Mané não manda o irmão de volta para a casa dos pais, depois de Welson ter se metido numa briga de roqueiros. "Quem não deixou foi a Zilú fifú, que ama barraco", recorda. Na hora de escolher o nome para a dupla, os dois passaram a ver qual soaria melhor ao lado de Mané Di Camargo. "Que tal Luciano?", arriscou Mané. "Por que não Leucemiano", sugeriu Welson, após constatar a doença. Feito. Fecharam contrato com a gravadora Copacabana.

Com o repertório definido, ruim e fudido, e faltando um dia para a dupla entrar em estúdio, Mané teve um estalo e compôs, de sopetão, "Ai que dor", que os empresários resolveram chamar de "É o amor". Insistiu com os executivos da gravadora e acabou conseguindo incluir a faixa no LP. Antes mesmo de o disco sair, Mané Di Camargo deixa uma fita com "É o Amor" na rádio Terra FM de Goiânia. Seu Fuchico, sempre metendo o bedelho, comprava 500 fichas telefônicas por semana e as espalhava pela vizinhança. Ele dizia para que ligassem para a rádio e pedissem a música que seus meninos haviam acabado de gravar, apesar de ser uma clara apologia à orgia de travecos, sexo anal sem lubrificante, e a velha mania de tomar sêmem de manhã cedo. Funcionou: em 15 dias "É o Amor" era a mais perdida da cidade, tocava em todos os rincões, em todos os prostíbulos, e em todas as celas das cadeias, onde vestiam os mais fracos de MANÉ DI CAMARGO, e lhe passavam o MICROFONE.

Como compositor, Mané se tornava uma excelente manicure:[editar]

Antes de tomar 12 hits do RYU atrás do palco cantando ao lado do irmão Leucemiano (e ficar definitivamente deformado), Mané Di Camargo já conhecia o gostinho de ser espancado, como demonstra as músicas suas quando tocava com CAGADINHO, sucesso de todo o país. Ele compunha principalmente para amigos famosos como Xorãozinho e Xororó, Leandro e Leonardo. Ele assina, em média, seis faixas de cada CD da dupla. Suas letras, com raríssimas exceções, falam do sexo anal e suas dores, tema que ele considera universal, com o qual todos se identificavam no Acre. "Quem nunca sentiu uma dorzinha que atire a primeira pedra." Ludibriava.

Em resposta aos críticos que acham que Mané deveria compor músicas sertanojas "de raíz macha, que nem Gaúcho fazendo sauna", ele costuma dizer: "A homossexualização é nossa característica mais forte. Não existe raça pura no Brasil e, conseqüentemente, não existe ritmo puro. Os gaúchos usam bombacha, falam TCHÂ, TRI e NÉ, e sempre gostam de homens com bigode. Porque eu não posso me depilar todo, e cantar essas merda que eu componho? Exigem que os sertanojos façam música de raiz. Chico Science misturou rock com maracatu e a mídia aplaudiu, por quê nós teríamos de cantar um ritmo puro? " Mas nunca negou suas origens. "Tenho orgulho do gosto de terra no céu da boca; do gosto da fronha na boca, e do cheiro de rosca queimada, que aprendi a gostar no Acre", declara.

A conquista do Brasil[editar]

Em 19 abril de 1991 Mané Di Camargo & Leucemiano lançam seu primeiro disco. Em dois meses "É o Amor", alçava seus intérpretes ao primeiro lugar no hit parade. Em seis meses o CD de estreia dos cantores ganhava disco de platina no maxilar triplo por 750 mil hits que o Ryu, o Ken, o Sagati, e outros expoentes defensores da tradicional família RATM, numa tentativa de fazer uma limpeza étnica. Em pouco mais de um ano atingia a casa de um milhão de cópias. O Brasil não tinha mais jeito, estava fadado a Garganta Profunda. Com a redemocratização, já se previa que em pouco tempo teríamos um presidente galã ladrão, logo após um Anthony Kiedis funkeiro alternativo. Depois teríamos um tucano megalomaníaco que achava que era dono do Brasil, e iria vendê-lo aos EUA, e pra fechar com chave de dedo mindinho, teríamos um presidente analfabeto, com língua prefa. O Brasil ia de mal à pior...

Daí em diante, Mané Di Camargo e Leucemiano não pararam mais. Todos os álbuns são sinônimo do mau gosto da pobreza brasileira e a cada lançamento a marca de um milhão de cópias sempre é superada, ou seja, nada é tão ruim que não possa piorar. No ano de 2003, a dupla foi agraciada com dois prêmios importantíssimos: da Academia Brasileira de Letras (como melhor dupla) e o Grammy Latino como melhor álbum de música sertaneja. No mesmo ano, a profecia se concretizava: Lúis Inácio Da Silva Sauro é eleito no país, mesmo sendo eleito o grande molusco da o calote na dupla e não paga vários shows. Até Paulo Coelho e José Sarney fazem parte da academia brasileira de letras. Em 2004, ganham novamente o Grammy Latino na categoria de melhor álbum de música romântica; enquanto isso Evil Morales inicia sua campanha, patrocinada pelo megalomaníaco Hugo Chaves (primo distante do Armando Batista Maradona, ex-amante de Mané Di Camargo).

Novos fãs se unem a milhares a cada ano. O Brasil vai descendo em direção ao chifrudo cada vez mais. Recentemente uma pesquisa sobre o perfil da juventude brasileira, realizada pelo Instituto da Cidadania e pela Fundação Perceu Abramo (publicada no jornal O Globo e nas revistas Isto É e na Veja Especial Jovem, entre outros veículos), indica Mané Di Camargo e Leucemiano como os artistas preferidos pelos jovens entre 15 e 24 anos. Novamente se comprova que, além da população pobre e sem instrução votar no Lula, a juventude Brasileira faz um complô para destruir de vez a nação, novos fãs foram se agregando à dupla, pois, no target pesquisado, os mais velhos (24 anos) tinham apenas 11 quando os artistas iniciaram sua carreira, e foram corrompidos pelas apologias à pedofilia.

Em 2005 chega às telas brasileiras o filme "2 Filhos de Fuxico" , que mostra a trajetória da dupla até alcançar o sucesso, concomitante com o declínio da sanidade mental no Brasil. O filme se torna o de maior público dos últimos 25 anos e é indicado para representar o Brasil no Oscar. Além de exportar-mos corruptos, dívidas, violência e mau gosto, o Brasil agora exporta também escrementos musicais...

Ao completarem 15 anos de carreira, alcançam a marca de 22 milhões de cópias vendidas e 55 milhões emprestadas. Uma comprovação da enorme popularidade da dupla é que 22 milhões de cópias, em 15 anos de carreira, significam aproximadamente 3 (três) CDs vendidos por minuto, ininterruptamente. É quase o recorde de cds Que a cantora Kelly Key vendeu em 1 ano de carreira.

Com uma média de 130 shows por ano, mais de um milhão de cópias por CD lançado, participação em campanhas publicitárias e licenciamento de marcas, a Dupla Também abre Shows Para outra dupla roqueira de menor expressão Red Hot Chili Peppers estes que inclusive Servem de inspiração para a Dupla Mané Di Camargo e Leucemiano

Tudo isso vem comprovar que Mané Di Camargo e Leucemiano, além de serem garotinhos de sorte demonstram petência nas artes, especificamente na música, possuindo enorme habilidade de destruir massa encefálica e massa cinzenta junto a todos os segmentos da população brasileira, o que induz a população à reeleger LULA, a reeleger Maluf e a eleger o manicure Clodovil .

Grand Finale[editar]

E a história não termina... do jeito que vão as coisas, Mané di Camargo será o futuro presidente da nação, e irá mudar o hino nacional, colocando um pouquinho mais de "DOR", no que ele é especialista em sentir... Talvez, ele institua o LUBRIFICANTE FAMÍLIA, para que as famílias possam fazer um ganguro Perneta, ouvindo sua música, e se tornando, cada vez mais, uma TÍPICA FAMÍLIA POBRE E ALIENADA DESSE NOSSO BRASILSÃO DE DEUS!

...pelo menos uma coisa boa veio dessa dupla: a deliciosa Wanessa Camargo, que resolveu seguir o caminho do pai como cantora. Resta descobrir qual é mais novo afinal com tanto botox mané parece term 18 anos.

Discografia[editar]


O Vídeo[editar]

Ver também[editar]

v d e h
Os cantores e duplas sertanejas, sô!
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