Desentrevistas:Napoleão Bonaparte

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Este artigo é parte do Desentrevistas, a sua coleção de fofocas informações sobre as pessoas famosas.


Hoje viemos entrevistar Napoleão Bonaparte, o minimilitar da França que libertou o povo francês do Antigo Regime e deu o direito a eles de serem livres da falta de democracia desgraçada que existia naquela época. Fomos até a Ilha de Santa Helena, dissemos que era uma entrevista para o Desentrevistas e ele aceitou, contanto que ele não aparecesse na televisão para evitar futuros hates dos sapatinhos de cristal da Inglaterra.

Seja bem-vindo, Napoleão.[editar]

Napoleão, nosso entrevistado

Bem-vindo, por quê? Eu moro aqui.

Morava, né?[editar]

Certo... Talvez. Vocês me ressuscitaram depois de 200 anos e eu estou me sentindo menos homem.

Por quê?[editar]

Ainda pergunta?! Cortaram meu pinto e agora ele está nas mãos... Quer dizer, ele está sob a posse de uma mulher que deve fazer sei lá o que com ele. Não achei legal essa de me castrarem. Abaixo as calças necrofilia!

Mas você sente falta daquele micropênis?[editar]

Bem, talvez.

Ok, vamos mudar de assunto. Qual seu estado de espírito agora?[editar]

Ah, vai te foder!

Bem, entendi já...[editar]

Enfim... Estou mais ou menos hoje. Desde que me mandaram praquela pocilga na Ilha de Elba decidi que nunca mais vou lutar por povo ingrato. Aqui entre nós, meu exército era bem mais foda que aquela marinha da Inglaterra, creio que 1814 foi meu abaixo-assinado pra deixar os franceses de lado e lutar pelos brasileiros. Esse povo sim, necessita.

Sim. Como se sentiu ao ser esculhambado pelos camponeses da Rússia?[editar]

Aquilo lá foi questão de despreparo, Napoleão Bonaparte nunca erra! Sou o pica dos picas! Sou o mais fodão da parada! O povo russo só foi um pouquinho mais esperto em questão de fuga, porque o resto eu dei conta de ferrar mais ainda.

Assumir os erros é uma boa demonstração de caráter.[editar]

E quem disse que estou assumindo meus erros? Só falei que ferrei com o resto pois me deu uma caganeira horrível e tive que voltar. Meu exército estava preparado... Bem, talvez um pouco só, porque tinham uns fracotes lá que não aguentaram nem 2 semanas sem comer! Como falei, abandonei eles e corri pra Paris pra retomar ao meu trono.

Entendi... E qual era seu propósito ao defender aquele mero povo?[editar]

Eu era um militar qualquer do exército decadente da França, que se fosse comparar, perdia até pros índios arqueiros da Amazônia. Levava cada tropeçada, às vezes pensava que eles não me enxergavam. Então, vagabundiava todos os dias pelas ruas lá da cidade, sabe? Então, vi que o povo só se fodia e resolvi ajudar eles.

Não tinha igualdade?[editar]

Não, porque se todo mundo fosse igual seríamos gêmeos.

Não. Eu falo de igualdade social![editar]

Ah, sim! Também não, enquanto o rei comandava o gado, o gado tinha que obedecer.

Fale sobre a sua época.[editar]

Na minha época existiam uns...

Não, eu estou falando da Era Napoleônica![editar]

Aham... Por onde começo? Ah, o Consulado, que eu comandei, ajudou bastante o povo e mandou o Rei Luís XVI pra bastilha junto com sua mocreia descabelada.

E o império?[editar]

A novela Império?

Jesus na causa... Caralho, nós estamos falando da merda do teu império!!![editar]

Agora eu entendi. O Império Napoleônico foi super massa, mandei todo mundo me obedecer, mas duas mariquinhas chamadas de Rússia e Portugal resolveram desafiar minhas ordens. Foi aí que invadi a Rússia, mas acabei sendo enganado. Depois fui preso naquela ilha imunda e colocaram outro Luís pra governar a França. Por isso desisti daquele povo.

E o Governo dos Cem Dias?[editar]

Daí foi a terceira parte da história, foi quando fugi da ilha e mostrei que sou foda. Coisa que todo mundo já sabia. Depois disso resolvi comprar briga com a Inglaterra e com a Prússia, me derrotaram porque eu não fiz nada. Estava cagando no mato, e ainda dizem que essa era a posição que eu observava a guerra e vi meus soldados perderem.

Nossa, como se lembra de tudo isso?[editar]

Sou velho, mas... Me respeita, porra!

Tá... O que achou da entrevista?[editar]

Uma bosta, você não sabe entrevistar? Parece um bicho-do-mato!

Podemos terminar?[editar]

Tá!

Então gente, essa foi a entrevista. Da próxima vez, me deem mais coisas para falar, ele parecia um professor explicando essa história chata e eu aqui quase dormindo de sono.[editar]

Vou chamar meu exército. Quer ver?

Eita, tá aí ainda?[editar]

Sim, eu estou em todos os lugares. Vocês que foram burros de virem até aqui, poderia ter mandado um direct que eu atendia em domicílio.

Não, mas agradeço.[editar]