Deslivros:Diário de bordo de uma guria caolha e sem-vergonha

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Dia 1
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Olá, eu sou Diva Aginaberta, a filha mais nova de um ladrão contrabandista de calcinha menstruada. Atualmente eu e a minha família estamos fugindo da Marinha Imaginária do Brasil, isso porque diferentemente da Marinha Real Britânica, a do nosso Brasil-sil-sil é uma porra, e sequer existe de verdade, sendo basicamente constituída por um bando de mendigos montados em canoas de jangada feita a partir de colchões jogados no rio Tietê, e é por lá que eles são treinados mesmo. Por conta disso, meu papai está se dando tão bem, e quando eu digo "dando" não estou falando por falar, pois ele está quicando no pau do meu tio traveco Reginaldo mais uma vez, matando minha mãe de vergonha, que no exato momento está sendo enterrada e sepultada no cu do meu tio Reginaldo novamente. Ele ama uma dupla penetração...

Agora, pelo visto, nós estamos despistando a esquadra de colchões da Marinha Imaginária Brasileira, que no momento está sendo atacada por mendigos que se cansaram de dormir num pedaço de papelão e querem para si algo mais macio para se deitar, antes de algum bando de adolescentes mimados irem na calada da noite e tacaram fogo no rabo deles. Más notícias, aparentemente os marujos conseguiram usar o papelão como embarcação, e estão carregando a munição deles contra nós: estalinho de São João. Por sorte, meu irmão mais velho Cu está se preparando para colocar som salto tocando Luísa Sonza e Vitão, na tentativa de afugentar os mendigos aquáticos.

Más notícias mais uma vez. Minha família se recordou que estamos no Brasil-sil-sil, e por aqui ninguém têm sequer um pingo de bom gosto musical, e portanto, ao invés de estarem sendo despistados eles são sendo, na verdade, atraídos pela canção. Agora a melhor forma de despista-los de vez é jogar uma televisão na água com o Big Brother Brasil passando para ver se eles se distraem corretamente. Boa! A ideia foi um sucesso e agora estamos finalmente sem ninguém na nossa cola e abarrotados de calcinhas menstruadas. Agora é só irmos ao assentamento de incels e MGTOW mais próximo para trocarmos essa fonte de punheta para eles por dinheiro para nós.


Dia 2
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Diva Aginaberta falando, ou seria escrevendo? Sei lá, o que importa é que ninguém encontrou meu livro até o presente momento, e agora eu posso me esconder por debaixo das pelancas da minha avó pelancuda Greice para escrever esse diário. Hoje na aula mais duas meninas diferentes tiraram sarro do fato deu ser caolha. Dessa vez foram a Denise loira e a Denise nem tão loira assim. Eu fiquei puta da vida, tão puta que eu quase me prostituí para comer cheeseburger da cantina. Porém eu me controlei e me segurei para não criar uma confusão das grandes. E de fato deu certo, eu não criei uma confusão das grandes, eu criei uma do tamanho da bunda da Alexis Texas. Quebrei as duas na porrada de uma forma tão intensa que agora elas são garotas propagandas da Teleton. Chupa essa Denise loira e Denise quase loira.

Porcaria, eu pensei que tivesse feito uma lavagem cerebral nos diretores da escola, porém de alguma forma eles mandaram um comunicado acerca do ocorrido para a minha família. Agora eu estou de castigo, pois o meu pai ficou pistola comigo por não ter conseguido silenciar a diretória. Dessa forma eu terei de dar banho nas pelancas da minha vó Greice. Eu simplesmente ODEIO ter que dar banho nessa velha catinguenta sebosa pulguenta. Com a embarcação indo pra lá e pra cá, eu sempre termino sufocada naquelas tetas caídas, ou me escorregando nelas. Porém se eu não fizer isso terei de andar na prancha, algo que eu detestaria ainda mais ter de fazer.

Oi filhota, aqui é o papai. Te amo filhinha, e vê se lava melhor nessa xana, porra fedorenta do caraí...

Macacos me mordam... não, credo, que porra nojenta é essa? Enfim, como eu ia escrevendo: meu pai acabou de descobrir que eu tenho um diário e que eu falo mal dele escondido, a não, pera, isso por enquanto ainda não aconteceu. Agora falar mal do odor que é exalado da minha boceta, enquanto o dito cujo deve ter queijo no pau suficiente para alimentar uma família de famintos é de cair o cu da bunda, então com licença, deixa eu pegar ele aqui no chão antes que ele caia numa pica.


Dia 69
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Infelizmente a tinta da outra pena secou, e agora eu estou tendo de escrever com esse azul padrão e sem-graça mesmo, depois d'eu ter passado tanto tempo sem escrever. Acontece que eu já sou uma menininha crescidinha, e portanto sou uma fonte natural de calcinhas menstruadas, e agora estou criando meu próprio ramo de negócios com os tarados punheteiros por calcinhas. A melhor parte é que eu posso muito bem fingir ser menstruação. Eu posso muito bem cortar minha própria xereca, e assim vender como se fosse menstruação, mas não é. Porém eu também não sou que nem esses sadboys que ficam se cortando, e não pretendo se machucar tanto, com isso apenas cortei metade do meu útero e estou indo nesse exato momento para a UTI. Após da cirurgia ter sido um sucesso, da minha vagina ter ficado andando de muletas por um tempo e eu ter ficado de castigo por um tempo, agora finalmente eu tenho tempo de sobra para escrever nesse diário, até porque eu estou de férias, algo que eu me encontro desde de que eu fui expulsa do colégio por ter enchido a porrada naquelas Denises. Com o tempo livre eu aproveitei o momento para praticar minhas técnicas de desenho. Esse ai eu fiz enquanto estava cagando no banheiro:
Outrodesenhodebordo.png


Dia 666
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Desgraça! A tinta secou novamente, e agora só sobrou esse lixo de tinta vermelha. Contudo, não vamos nos irritar por pouca bobagem, nesse exato momento toda a minha família está se preparando para uma grande expedição em busca de uma grande fonte de calcinhas menstruadas: a rua Augusta. Como vamos navegar com a nossa embarcação em terra firme? Simples: Minha tia irá se masturbar, ficando toda molhadinha, dessa forma encharcando e garantindo a nossa passagem por onde nós formos. A ideia é simples: nós iremos navegar até a dita cuja rua, depois iremos sequestrar as putas, e por fim saquear todas as calcinhas delas. As que não estiverem naquele dia nós vamos fazer com que elas fiquem!


Boas notícias. Primeiramente eu recuperei minha caneta azul, visto que aquela não era uma caneta, e sim uma seringa com menstruação para dar de mamar para o meu irmãozinho mais novo. Segundamente o saque foi um sucesso, todas as putas estavam sangrando naquele dia, e ainda ganhamos absorventes cheios de ejaculação de brinde, os nerds e punheteiros amam isso. No meio da putaria eu participei distraindo os clientes insatisfeitos, para que eles não contatarem a polícia. A tarefa não foi fácil, e eu tive de quicar e pular muito... com a minha marreta na cabeça deles. Enquanto eu explodia alguns crânios que nem tomates, bem satisfatório por sinal, eu achei essa foto engraçada, e decidi colar aqui para recordação nas últimas linha do meu caderno:
Minionjihad.jpg